Escola Estadual de Educação Profissional [eeep] Ensino Médio Integrado à Educação Profissional



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tecnológica e /ou pouco conhecidos, ou seja, quando a experiência em ris-
cos na sua operação é deficiente.
(      ) Para facilitar a inspeção de risco.
(      ) Impedir que ocorram acidentes em canteiros de obras.
(       ) Em industrias de alta inovação tecnológica e / ou pouco conhecidos,
quando a experiência em riscos na sua operação é deficiente.
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(      ) No conhecimento de sistemas novos de alta inovação tecnológica e /
ou pouco conhecidos, ou seja, quando a experiência em riscos na sua ope-
ração é deficiente.
13) Marque V ou F, com relação aos tipois revisões em APR:
(      ) As revisões dos problemas conhecidos, nos permite a determinação de
riscos que poderão estar presentes num sistema de operação que está em desen-
volvimento, tomando como base a experiências conhecidas.
(      ) Não há necessidade em se fazer a revisão da missão a que se destina
a APR, nem atentar para os objetivos, exigências de desempenho, principais fun-
ções e procedimentos, ambientes onde se darão as operações, etc.
(      ) Não é preciso determinar os riscos principais, identificando os riscos
com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas, perda de função (valor),
danos à equipamentos e perda de materiais.
(       ) Identificação dos riscos iniciais e quais fatores contribuem para sua
ocorrência, para cada risco principal detectado, os riscos iniciais e contribuintes
associados.
(    ) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos, criando um le-
vantamento para dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos.
14) O que precisamos saber antes de inspecionar um local?
(    ) O que será inspecionado; quem será o responsável; o intervalo de tem-
po entre uma inspeção e outra; informações sobre histórico de antecedentes
do local analisado; formulário para registro dos dados coletados.
(    ) O que será inspecionado e qual o técnico responsável e o tipo de inspe-
ção.
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(    ) Somente o que será inspecionado; quem será o responsável e formulá-
rio para registro dos dados coletados.
(    ) O intervalo de tempo entre uma inspeção e outra e qual o tipo de inspe-
ção será feita.
(      ) O que será inspecionado, histórico de antecedentes do local analisado;
formulário para registro dos dados coletados.
15) São pontos importantes a serem observados na inspeção?
(     ) Apenas Acidentes recorrentes no mesmo local e pela mesma causa;
em casos onde já houve acidente é importante observar se as correções fo-
ram feitas e quais foram estas; empresa;
(  ) Somente a necessidade de desenvolver normas de segurança e treina-
mento com funcionários na empresa;
(     ) Acidentes recorrentes no mesmo local e pela mesma causa; ocorrência
de lesões graves; necessidade de desenvolver normas de segurança e trei-
namento com funcionários na empresa;
(     ) Acidentes recorrentes no mesmo local e pela mesma causa; em casos
onde já houve acidente é importante observar se as correções foram feitas e
quais foram estas; ocorrência de lesões graves; necessidade de desenvolver
normas de segurança e treinamento com funcionários na empresa;
(     ) Observar se em casos onde já houve acidente as correções foram fei -
tas.
16) Marque V para verdadeiro e F para falso com relação aos tipos de inspeção:
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(     ) Inspeção de rotina é uma atividade que ocorre no dia-a-dia, diariamente
são observados a presença ou não de riscos no ambiente e fica sobre responsabili-
dade do pessoal de manutenção, dos membros da CIPA e de chefias imediatas.
(       ) A inspeção periódica é efetuada em intervalos regulares (semanais,
mensais, bimestrais ou trimestrais), e programada com antecedência objetiva apon-
tar riscos previstos.
(    ) Especial: são programadas e quando houver ocorrência de problemas
que precisam ser analisados com mais detalhe, não requer conhecimentos e / ou
aparelhos especializados.
(    ) Geral: envolve todos os setores da empresa, sendo observados todos
os aspectos  relacionados a  segurança e higiene no trabalho com auxílio  de um
checklist.
(   ) Parcial: é realizada sem dia ou período pré-estabelecido e com o envol -
vimento do técnico em segurança.
(   ) Especial: não são programadas e quando houver ocorrência de proble-
mas que precisam ser analisados com mais detalhe, precisam apenas de que o
técnico faça uma observação mais crítica.
17) São exemplos de materiais observados em uma inspeção geral:
(   ) Layout, iluminação natural e artificial, temperatura ambiente, ferramentas
manuais, cadeiras mesas, etc.
(    ) Conservação dos carros, intalação elétrica, corrimões e escadas.
(  ) Bebedouros, banheiros, equipamentos de emergência, roupas dos funci-
onários.
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(  ) Fichas de entrega e devolução de EPI’s e atestados de saúde ocupacio-
nal.
(     ) Manutenção em de caldeiras, elevadores, medição de nível de ruídos,
de iluminação, entrada em reservatórios, vasos pressurizados.
18) Sobre os tipos de inspeções julgue V ou F:
(   ) São pontos a serem observados na inspeção de rotina: Remoção de pro-
teção em máquinas; falta de organização no setor; falta de uniformização; etc.
(    ) Na inspeção de rotina não é preciso que a pessoa responsável por esta
atividade utilize um formulário próprio, e dirigido a cada setor inspecionado, e que
os mesmos não fiquem esquecidos em suas gavetas pois são fonte de informações
para elaboração de medidas preventivas de segurança.
(         ) Na inspeção periódica pode-se utilizar como método o sinal da cruz
(em cima, em baixo, direita, esquerda), destacando que sempre será importante a
participação dos principais envolvidos.
(   ) Durante a inspeção especial não é incluída a manutenção em de caldei-
ras, elevadores, medição de nível de ruídos, de iluminação, entrada em reservató-
rios, vasos pressurizados, manutenção elétrica e civil, seja por firmas especializa-
das ou não.
(     ) na inspeção oficial é muito importante que os responsáveis pelo serviço
de segurança da empresa apresentem todos os documentos referentes ás inspe-
ções anteriores, livro de atas de reuniões da CIPA, fichas de entrega e devolução
de EPI e atestados de saúde ocupacional como forma de controle de tudo.
19) São fases de uma inspeção:
(     ) Somente a comunicação e o registro.
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(     ) Observação e comunicação aos responsáveis.
(     ) A observação e o acompanhamento.
(     ) Apenas a observação e o registro.
( ) A observação, comunicação, registro, encaminhamento, acompanhamen-
to e aprovação.
20) Enumere as fases de inspeção:
1.
Observação
2.
Comunicação
3.
Registro
4.
Encaminhamento
5.
Acompanhamento
6.
Aprovação
(  ) Momento em que os responsáveis são inteirados sobre possíveis irregu-
laridades.
(   ) Fase em que o técnico de segurança observa, coleta dados e define as
condições inseguras presentes no ambiente laboral.
(  ) O profissional de segurança acompanha e se possível assessore as pes-
soas que iram executar as medidas preventiva.
(  ) Nesta fase todos os relatórios e formulários sejam encaminhados, evitan-
do que assim que as melhorias fiquem apenas no papel.
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(  ) São implantadas as modificações necessárias, verifica-se que estão ade-
quadas as medidas implantadas e então o profissional de segurança emiti um pare-
cer final.
(   ) registra-se todas as observações feitas durante a inspeção num docu-
mento.
Das questões 21 a 27 marque V ou F, com relação a auditorias:
21) Permitem verificar a eficiência e eficácia do sistema de Saúde e Segurança no
Trabalho - SST em uma empresa. (     )
22) Ela é fundamental, pois retrata a real situação do sistema e contribui para defi-
nir o plano estratégico de ações a médio e longo prazo consolidando a implantação
do mesmo e atingindo um nível de desempenho que satisfaça às partes interessa-
das. (     )
23) Tem por objetivo a verificação das condições de trabalho, podem ser feitas veri-
ficações gerais ou específica como exemplo em caldeiras de indústrias. (     )
24) Elas são realizadas pela CIPA. (     )
25) Deve-se levar em conta que da mesma forma que as condições externas e in-
ternas do local podem sofrer alterações, os processos de segurança não sofrem
modificações, não sendo necessária mais de uma auditoria. (     )
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26) A auditoria não deve ser confundida com uma análise de segurança, porque ela
vai analisar os procedimentos realisados na empresa, observando se está dentro
da rotina dos processos, se há diferença entre o procedimento e a prática, e se
existir uma não conformidade esta deverá ser sanada, por uma ação corretiva ou
de correção. (     ).
27) As auditorias têm o foco nas conformidades, sendo observadas as adequações
dos sistemas de SST e se os mesmos têm o potencial de serem bem sucedidos,
analisando se os mesmos estão sendo implementados como projetados, sua eficá-
cia e se eles estão atingindo os resultados pretendidos. (     )
RESUMINDO:
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA GERAL: 
É o tipo de inspeção mais completo, pois nesta são verificadas to-
das as instalações da empresa na busca de condições inseguras e
insalubres. Esta inspeção proporciona uma vista panorâmica de to-
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dos os setores de trabalho da sua empresa, indo do administrativo
ao industrial e fabril. 
Nada escapa a este tipo de inspeção! Cuidadosamente são verifica-
dos todos os setores de trabalho, todos os grupos de riscos ambi-
entais e riscos específicos.
Após a realização de uma Inspeção de Segurança Geral, sua em-
presa terá em mãos um documento onde estarão registrados todos
os problemas detectados e as sugestões e recomendações para eli-
miná-los ou mitigá-los. 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA POR SETOR DE TRABALHO:
É um tipo de inspeção limitado a um determinado setor de tra-
balho, de acordo com as necessidades da empresa-cliente, e
limita-se a observar as condições inseguras e insalubres des-
te setor, além de suas influências para as demais instalações
da empresa. 
É   menos   abrangente   que   a   Inspeção   de   Segurança   Geral,
mas não deixa de ter a sua importância, pois direciona a ob-
servação para resolver problemas emergentes em um setor
específico que pode, porventura, estar sendo o líder em aci-
dentes e/ou ocorrências anormais. 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 
POR GRUPO DE RISCO ESPECÍFICO
Este tipo de inspeção é menos abrangente do que as citadas
anteriormente. Entretanto, mantém a sua importância por atu-
ar   objetivamente   em   um   determinado   grupo   de   risco,   que
pode ser o principal em sua empresa e que foi priorizado para
uma atuação imediata. 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA POR RISCO ESPECÍFICO:
Este tipo de inspeção é indicado quando se tem determinado
e priorizado um determinado agente a ser controlado ou moni-
torado em sua empresa. 
Não menos importante que as demais, busca, só que de for-
ma mais objetiva, a identificação e até a quantificação de um
agente de risco visando determinar formas de controle, elimi-
nação ou mitigação desse risco. 
FORMAS DE AÇÃO 
Basicamente, o programa de Prevenção de Acidentes do Tra-
balho compreende dois tipos de atividades a serem desenvol-
vidas pelo
 
Serviço de Segurança. 
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A partir de uma verificação de riscos mais comuns, inerentes
a   qualquer   instalação   industrial,   como   instalações   elétricas
inadequadas ou falta de equipamento de combate ao fogo,
pode-se propor uma série de medidas que visem eliminar ou
neutralizar os riscos encontrados
.
Há uma série de riscos, porém, que variam de empresa para
empresa, levando-se em consideração o espaço físico, o tipo
de processo, o produto fabricado, etc. Deverá então o Serviço
de Segurança procurar analisar os acidentes ocorridos e, atra-
vés dessas experiências negativas anteriores, descobrir con-
dições ou a atitudes inseguras mais específicas.
Inspeção de Segurança 
A inspeção de segurança nada mais é que a procura de riscos
comuns, já conhecidos teoricamente. Esse conhecimento te-
órico facilita a eliminação ou neutralização do risco, pois as
soluções possíveis já foram estudadas por grande número de
técnicos e constam de extensa bibliografia. 
Os riscos mais comumente encontrados em uma inspeção de
segurança são: Falta de proteção nas maquinas; Falta de or-
dem  e  limpeza;  Mau  estado  das  ferramentas;  Iluminação  e
instalações elétricas deficientes; Pisos escorregadios, defici-
entes, em mau estado de conservação; Insuficiência ou obs-
trução de portas e outros meios saída; Equipamento de prote-
ção contra incêndio em mau estado ou insuficiente a Prática
de atos inseguros. 
As inspeções de segurança, dependendo do grau de profundi-
dade envolvem não só os elementos da Segurança do Traba-
lho, como também todo o corpo de funcionários. 
Por   exemplo:   uma   ferramenta   manual   avariada   deverá   ser
imediatamente substituída pelo operador no momento em que
este a receber, pois deverá ser feita a inspeção visual. Não há
necessidade de se aguardar o momento de vistoria geral de
todas as ferramentas, a ser feita no almoxarifado, para que a
ferramenta defeituosa seja substituída. 
Como em qualquer atividade que se deseja otimizar, há a ne-
cessidade de organizar um programa bem definido para as
inspeções, quando será estabelecido: o que será inspeciona-
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do; a frequência da inspeção; a responsabilidade pela inspe-
ção; informações necessárias para verificação destino dos da-
dos coletados. 
Uma vez determinados esses aspectos pode-se, então, partir
para a proposição de medidas saneadoras, objetivo - fim de
qualquer inspeção de segurança. 
Tipos de inspeção de segurança 
Como já vimos anteriormente e agora vamos revisar, ao exa-
minarmos o primeiro item de um programa de inspeção, deter-
minamos uma primeira divisão em duas classes: a) Inspeções
gerais - nas quais todas áreas são examinadas, fazendo-se
um levantamento global das condições operacionais da indús-
tria. 
Devem   ser   coordenadas   pelo   Serviço   de   Segurança,   reco-
mendando-se a presença de chefes e encarregados de setor,
médico do trabalho, engenheiro de segurança, técnico de se-
gurança e cipeiros do setor, o que possibi1ita maior rapidez
nas informações, devido a discussão dos riscos no local e no
momento da observação, inclusive com uma primeira comuni-
cação oral, embora exista a necessidade da confecção de re-
latórios que documente o fato e proponha as soluções mais
adequadas   a   cada   caso.   Nas   empresas   que   não   possuam
Serviço   de   Segurança,   a   coordenação   de   tais   inspeções   é
responsabilidade da CIPA - Comissão Interna de Prevenção
de Acidentes. 
Pode ser realizada mensalmente mas, de acordo com carac-
terísticas de cada empresa, a periodicidade pode ser maior ou
menor; b) Inspeções parciais - são inspeções restritas, limi-
tando-se apenas a verificar as condições de segurança em
determinadas áreas, atividades ou mesmo equipamentos es-
peciais existentes. 
Definição de responsabilidades 
Os elementos encarregados das inspeções podem ser funcio-
nários da própria empresa, técnicos contratados ou inspetores
governamentais. 
Nas inspeções oficiais, normalmente não há a preocupação
com uma análise posterior, visando a inibição do risco. O téc-
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nico procura observar os pontos conflitantes com a legislação
e notifica o empresário. 
Em empresas onde não há Serviço Especializado, é normal
que  a CIPA,   responsável   pela coordenação  das  inspeções,
contrate um técnico na área de segurança para realizar uma
inspeção geral . Após a inspeção, o técnico se encarregara de
propor   soluções,   facilitando   e   dinamizando,   desta   forma,   a
atuação da Comissão. 
Quando, porém, já existe o Serviço Especializado, a necessi-
dade dessas inspeções gerais decai bastante, pois os inspeto-
res da própria empresa deverão ter conhecimentos técnicos
gerais suficientes para descobrir e eliminar, ou inibir, riscos
mais comuns. 
A dificuldade aparece quando há a necessidade de inspeções
parciais mais detalhadas, como a inspeção de uma caldeira
ou a determinação da presença de riscos ambientais em de-
terminado processo. Nestes casos aconselha-se a contrata-
ção de elemento especializado, que podem, com menor mar-
gem de erro, detectar qualquer anormalidade e apontar solu-
ções 
No âmbito interno de cada empresa, deverá o Serviço de Se-
gurança equacionar de forma bastante clara e precisa a res-
ponsabilidade de cada um dos funcionários, pois todos eles
deverão dar a sua parcela de colaboração na prevenção dos
acidentes; 
Os técnicos de segurança deverão diariamente realizar inspe-
ções de rotina, objetivando a descoberta dos riscos mais co-
muns, tais como utilização de instalações elétricas provisórias
de maneira inadequada, desobediência a normas de conduta
por parte dos empregados, utilização de maquinas com prote-
ção inibidas ou em mão estado de conservação, armazena-
gem incorreta, etc. 
Os encarregados de setores, dentro de suas funções normais,
podem receber atribuições que auxiliam o Serviço de Segu-
rança, por exemplo, a verificação da utilização correta de EPI
por parte dos seus subordinados ou a inspeção diária de fer-
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ramentas pelo encarregado do almoxarifado, antes da entrega
aos operários. 
Os trabalhadores devem ser instruídos e treinados no sentido
de inspecionarem suas ferramentas, máquinas e equipamen-
tos de proteção, antes de iniciarem a produção. É uma inspe-
ção mais simples e rápida, na maioria das vezes visual, que
possibilita a descoberta de falhas que, corrigidas a tempo, evi-
tam o acidente. 
A legislação determina a necessidade de inspeções periódi-
cas em determinados equipamentos, como caldeiras, elevado-
res e extintores de incêndio. 
Outras inspeções são feitas de forma rotineira pelopróprio ele-
mento que se utiliza do equipamento, não se excluindo, po-
rém, a necessidade de inspeções periódicas por elementos da
segurança. E o caso de cordas, correntes, cabos de aço, es-
cadas e ferramentas portáteis 
Registro das inspeções 
Para possibilitar estudos posteriores, ou mesmo para contro-
les estatísticos, inclusive de qualidade, deve-se preparar for-
mulários especiais, adequados a cada tipo de inspeção e nível
de profundidade desejados. 
A própria inspeção de equipamentos, feita pelo operário diari-
amente no início do turno de trabalho, deverá ser facilitada
através da elaboração de uma ficha de inspeção. Os pontos a
serem observados deverão ser colocados em ordem lógica e
o preenchimento deverá ser feito com uma simples marcação,
ou visto. 
Também o Técnico de Segurança, quando em uma inspeção
rotineira, poderá utilizar-se de um check-list. 
Uma vez preenchidos esses formulários, quando na inspeção
do técnico de segurança e se notada alguma irregularidade,
deverá  ser preenchido um relatório de inspeção, em que se-
rão registrados os pontos negativos encontrados e as medi-
das propostas para inibir os riscos. 
Esse relatório deverá ter, no mínimo, quatro vias, distribuídas
da seguinte forma: uma via a ser mantida no Serviço de Segu-
rança; uma via a ser enviada ao Chefe do Setor onde foi nota-
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da a irregularidade; uma via a ser enviada à gerência da área;
uma via a ser encaminhada à CIPA, para que esta realize o
acompanhamento necessário até a complementação das me-
didas corretivas propostas. 
Completado o trabalho, podem ser arquivadas, a via mantida
pelo Serviço de Segurança, para posterior consulta ou levan-
tamento de dados estatísticos. 

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