Escola Estadual de Educação Profissional [eeep] Ensino Médio Integrado à Educação Profissional



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Inspeção Especial: são programadas e quando houver ocorrência de
problemas que precisam ser analisados com mais detalhe, requer conhecimentos
e/ou aparelhos especializados. Inclui-se aqui a manutenção em de caldeiras, eleva-
dores, medição de nível de ruídos, de iluminação, entrada em reservatórios, vasos
pressurizados, manutenção elétrica e civil, seja por firmas especializadas ou não.

Inspeção Geral: envolve todos os setores da empresa, sendo obser-
vados todos os aspectos relacionados à segurança e higiene no trabalho com auxi-
lio de um check list. No entanto este tipo de inspeção não detalha as irregularida-
des, apena ponta quais são. É efetuado num período de 30 dias. Em locais onde
não há serviço especializado de segurança e saúde no trabalho a CIPA pode coor-
denar as inspeções. (Você pode encontrar o modelo completo de um check list no
anexo).
Exemplo de ítens que deve constar em um Check list
IRREGUALRIDADES
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ITENS PARA INSPEÇÃO GERAL
OBSERVADAS
Lay Out (disposição física das maquinas no Setor
de Produção)
Iluminação natural
Iluminação artificial
Limpeza
Estado de conservação máquinas
Outros equipamentos
Edificações (paredes, piso, forro)
Escadas e corrimões
Instalações elétricas
Instalações hidráulicas
Faixas e corredores
Equipamentos de ventilação
Bebedouros
Mesas e cadeiras
Ferramentas manuais
Sinalizadores
Estoque de materiais
Equipamentos de emergência
Equipamento de combate a incêndio
Equipamento de proteção individual
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Inspeção Parcial: realizada sem dia ou período pré-estabelecido e
com o envolvimento do técnico em segurança. É realizada nos setores da empresa
ou em certos tipos de trabalho, onde já se sabe da ocorrência de problemas, seja
por queixas dos trabalhadores ou ocorrência de doenças e acidentes do trabalho.
Deve ser uma inspeção mais detalhada e criteriosa. Pode ser feita em equipamen-
tos, máquinas, etc.

Inspeção   Oficial: inspeção   feita   pelos   órgãos   oficiais.   Neste   este
caso, é muito importante que os responsáveis pelo serviço de segurança da empre-
sa apresentem todos os documentos referentes ás inspeções anteriores, livro de
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atas de reuniões da CIPA, fichas de entrega e devolução de EPI e atestados de
saúde ocupacional como forma de controle de tudo. que ocorre e do andamento de
tudo o que estiver pendente para que estejam em condições de atender e informar
devidamente a fiscalização, não acarretando prejuízos para a empresa.
**Dica: Filmar e/ou fotografar as irregularidades observadas durante a inspe-
ção, e realizar reunião em conjunto com a gerência, chefia e supervisão da área
envolvida, engenharia de processos, manutenção ou outra interessada, afim de se
discutir os itens levantados, propondo soluções, prioridades, responsabilidades e
prazos de execuções.
 
Exemplo de formulário de Inspeção:
Frente do formulário
                         
RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
Nº:____________
DATA: ___/___/___
HORA:
RESPONSÁVEL INSPEÇÃO:
DEPARTAMENTO:
Técnico em Segurança do Trabalho 
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LOCAL INSPECIONADO:
INSPEÇÃO DO:
LOCAL
EQUIPAMENTO
OPERAÇÃO
RESPONSÁVEL PELO SETOR:
Verso do formulário
ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO DE RECOMENDAÇÃO
DATA
COMPLETADA EM ___/___/___
SITUAÇÃO
FASES DE INSPEÇÃO
A inspeção é composta por seis fases que completam o ciclo
das inspeções   de   segurança e   propiciam   o   controle   da   situação,
desde a observação inicial até o fim quando se esperam resultados
favoráveis, são elas:

Observação:  Nesta fase, o profissional observará, coletará dados e
definirá as condições inseguras presentes no ambiente laboral. Neste
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momento é fundamental que ele saiba o que será observado, caben-
do aqui a elaboração de um roteiro apontando o que deve ser verifica-
do, isso dá mais segurança e confiabilidade ao seu trabalho.

Comunicação: é o momento onde os responsáveis são inteirados so-
bre possíveis irregularidades. Este ato deve ser realizado de forma
imediata e verbal ao responsável e discutidas as medidas corretivas,
se achar necessário o técnico pode propor uma reunião com todos os
níveis hierárquicos de empresa para expor a realidade encontrada.

Registro: logo após a comunicação verbal registra-se todas as obser-
vações feitas durante a inspeção num documento, um formulário pa-
dronizado ou relatório na qual deve constar: o objeto observado (equi-
pamentos, instalações, etc.), a data e o horário em que foi realizada a
inspeção, local (setor ou estabelecimento), e as sugestões de melhori-
as.

Encaminhamento: é importante que nesta fase todos os relatórios e
formulários sejam encaminhados, evitando que assim que as melhori-
as fiquem apenas no papel. As sugestões e medidas preventiva de-
vem ser rapidamente repassadas ao setor responsável da empresa,
se possível envolva todos os setores para que as providências sejam
tomadas o mais depressa possível.

Acompanhamento:  é   necessário   que   o   profissional   de   segurança
acompanhe e se possível assessore as pessoas que iram executar as
medidas preventivas, esta etapa é imprescindível para o sucesso de
seu trabalho e para a segurança de toda a empresa.

Aprovação: após implantadas as modificações necessárias, verifica-
se que estão adequadas as medidas implantadas e então o profissio-
nal de segurança emitirá parecer final, que também deve ser docu-
mentado e assinado.
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Dependendo do tipo de inspeção a ser realizada e em ambientes de trabalho
que não possuam profissionais de segurança e saúde do trabalho a CIPA é respon-
sável pelas inspeções e desenvolvimento de todas as fases.
AUDITORIAS DE SEGURANÇA
As   auditorias   permitem   verifi-
car a eficiência e eficácia do sistema
de Saúde e Segurança no Trabalho -
SST em uma empresa. Ela é funda-
mental, pois retrata a real situação do
sistema e contribui para definir o pla-
no   estratégico de   ações a   médio   e   longo   prazo   consolidando   a   implantação   do
mesmo e atingindo um nível de desempenho que satisfaça às partes interessadas.
 
Elas são realizadas por fiscais dos órgãos oficiais, e tem por objetivo a verifi-
cação das condições de trabalho, podem ser feitas verificações gerais ou específi-
ca como exemplo em caldeiras de indústrias. Estas auditorias são baseadas nas
NR (de acordo com o tipo de atividades da empresa), as normas de Higiene Ocu-
pacional que foram desenvolvidas pelo FUNDACENTRO - Fundação José Duprat
Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho , as normas da Associação Brasi-
leira de Normas Técnicas (ABNT). Em situações não encontradas na legislação
brasileira, são adotadas as recomendações de entidades internacionais como a
American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH), da Ocupatio-
nal Safety and Health Administration (OSHA) e do National Institute of Safety and
Health.
Quando os profissionais em saúde e segurança são designado para elaborar
um plano de saúde e segurança, a partir da análise prévia de riscos, deve-se levar
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em conta que da mesma forma que as condições externas e internas do local po-
dem sofrer alterações, os processos de segurança também podem sofrer modifica-
ções, não esquecendo da população fixa e flutuante que habitam a firma, ou seja
as condições de segurança devem ser planejadas e implementadas de acordo com
o empreendimento em questão, as condições se alteram e a segurança tem que
acompanhar esta mudança.
Neste sentido é importante pensar nos processos de auditoria que a empre-
sa pode passar, lembrando que se não houver um plano de saúde e segurança que
comtemplem todas as necessidades isso acarretará custos financeiros e até mes-
mo problemas judiciais, que podem ser evitados.
No   passado,   os   auditores   eram   temidos,
pois,   se  preocupavam   com  detalhes   sem  impor-
tância, costumavam intimidar, apresentavam opini-
ões que pareciam mais sentenças. Com o passar
dos anos, houveram mudanças na forma em que
as auditorias são executadas, os auditores se reu-
niram como um grupo de especialistas, que ainda
criticam o trabalho dos outros, mas que aprovei-
tam as oportunidades para corrigir e explicar como poderiam ter feito melhor.
É importante destacar que a auditoria não deve ser confundida com uma
análise de segurança, porque ela vai analisar os procedimentos realisados na em-
presa, observando se está dentro da rotina dos processos, se há diferença entre o
procedimento e a prática, e se existir uma não conformidade esta deverá ser sana-
da, por uma ação corretiva ou de correção.
A auditoria é uma função necessária e importante, deve ser conduzida por
profissional qualificados. Os auditores são pessoas que tem o mesmo talento de to-
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dos os que trabalham na organização, a diferença é que seu trabalho é uma manei-
ra contribuir para a melhoria da saúde e segurança ocupacional.
As auditorias têm o foco nas conformidades, sendo observadas as adequa-
ções dos sistemas de SST e se os mesmos têm o potencial de serem bem sucedi-
dos, analisando se os mesmos estão sendo implementados como projetados, sua
eficácia e se eles estão atingindo os resultados pretendidos.
As auditorias devem concentrar-se nos fatos, portanto, os auditores não po-
dem fazer julgamentos uma vez que a auditoria é apenas um trabalho de verifica-
ção que leva a melhoria contínua.
 Assim, essa fiscalização cabe ao Minis-
tério do Trabalho e do Emprego - MTE, que re-
centemente   delegou   poderes   aos   fiscais   da
ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sa-
nitária, as normas seguidas por esses profissi-
onais são fundamentadas nas NR que forne-
cem   orientações   detalhadas   sobre   os   rumos
das ações e processos.
A seguir veja o que é observado numa auditoria de acordo com as “NR Co-
mentadas”  e o ramo de atuação de cada empreendimento:
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I.
NR - 2: Inspeção Prévia - Todo estabelecimento novo, antes de iniciar
suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações ao ór-
gão do Ministério do Trabalho.
II.
NR - 4: diz a respeito aos Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), dependendo do por-
te da empresa e seu número de funcionários a presença desses pro-
fissionais passa a ser obrigatória.
III.
NR – 5: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: As empresas
privadas, públicas e orgãos governamentais que possuam emprega-
dos regidos pela CLT são obrigados a organizar e manter em funcio-
namento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
IV.
NR – 6:  Equipamento de Proteção Individual: observar se empresa
está cumprindo a obrigatoriedade em fornecer aos empregados gra-
tuitamente os EPI.
V.
NR – 7: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: a obri-
gatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os
empregados e instituições que admitam trabalhadores como empre-
gados,   do  Programa  de   Controle  Médico   de  Saúde  Ocupacional  –
PCMSO.
VI.
NR - 8: Edificações: observa-se o cumprimento de requisitos técnicos
mínimos nas edificações que garantam a segurança e o conforto.
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VII.
NR  –   9:  Programa  de  Prevenção  de  Riscos  Ambientais:   verifica   a
existência da elaboração e implementação, por parte de todos os em-
pregadores e instituições que admitam trabalhadores como emprega-
dos, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA.
VIII.
NR – 10: Serviços em Eletricidade: verificação de condições mínimas
para garantir a segurança dos que trabalham em instalações elétricas,
em sua etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção,
reforma e ampliação e ainda, usuários e terceiros. 
IX.
NR – 11: trata de assuntos específicos relacionados a movimentação
de cargas, em especial aquelas que são perigosas (químicas, explosi-
vas, pesadas, contaminantes, inflamáveis e etc..), quanto a maneia de
transportar, movimentar e armazenar tais cargas pelas empresas.
X.
NR – 12: aborda máquinas e equipamentos tratando do arranjo físico
e   das   condições   mínimas   de   segurança   onde   serão   utilizadas   as
máquinas e ferramentas que ofereçam risco de acidente, define o es-
paçamento entre as máquinas (Layaut) verificação dos tipos de manu-
tenção as quais devem ser submetidas tais máquinas, presença dos
dispositivos de segurança que devem existir além da obediência aos
requisitos legais de cada equipamento.
XI.
NR – 13: caldeiras e vasos sob pressão: nesse tipo de auditoria estão
enquadrados caldeiras de todo tamanho e dimensão, compressores,
auto-claves que devido ao grande número de acidentes que causaram
no passado, hoje têm uma NR só para esse assunto. É verificado se
pessoas que manuseiam esses equipamentos estão recebendo trei-
namentos de habilitação, a periodicidade e a realização periódica das
manutenções preventivas nessas máquinas.
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XII.
NR – 14: trabalhos com fornos : é verificado a obediência das medi-
das de segurança contra radiação de calor, riscos de explosões e in-
cêndios, dispersão de gases nocivos que podem originar o fogo.
XIII.
NR – 15: atividades e operações insalubres: verificam se há medidas
preventivas e corretivas para riscos que são apenas qualificáveis, ou
seja, ele é identificável mas não existem meios de se quantificar, um
exemplo é do risco ergonômico como posturas inadequadas por longo
período de tempo, carregamento de peso, movimentos repetitivos e
etc.
XIV.
NR – 16: atividades e operações perigosas: tense como exemplo des-
sas atividades a extração, transporte, manipulação e armazenamento
de substanciais explosivas e/ou inflamáveis. Nesses casos medidas
de prevenção devem ser tomadas, diminuindo as chances de aconte-
cer algum acidente, no entanto elas não podem ser anuladas. Ativida-
des perigosas são aquelas que garantem ao trabalhador receber um
adicional de 30% sobre o salário por estarem em situação de risco
eminente.
XV.
NR – 17:  ergonomia: durante a auditoria é observado o conforto do
trabalhador ao realizar atividades como carregamento de peso, traba-
lhos repetitivos trabalhos em posturas inadequadas por longos perío-
dos de tempo. Verifica-se o cumprimento dos parâmetros mínimos de
adequação para atividades desse gênero, exige-se também um laudo
ergonômico.
XVI.
NR – 18: condições e meio ambiente de trabalho na indústria da cons-
trução civil: é auditado todas as atividades desde manutenção e lim-
peza de edifícios até remoção, demolição, pintura e conservação em
qualquer tipo de edificação. Em empresas desses ramos que possu-
em 20 ou mais trabalhadores, é obrigatório a implantação do PCMAT
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– Programa de Condições de trabalho na Indústria da construção civil,
verificando também o cumprimento dos parâmetros mínimos que de-
vem existir num canteiro de obras, desde a organização limpeza, ves-
tiários, refeitórios, áreas de descanso, até medidas de segurança.
XVII.
NR – 19: explosivos: é observado se as determinações das medidas
de segurança para empresas que trabalhem na produção, transporte,
estocagem e venda de materiais explosivos, estão em conformidade
com os padrões exigidos.
 
XVIII.
NR – 21: trabalho á céu aberto: apesar do título, numa verificação os
fiscais preocupam-se muito mais com as condições das moradias ofe-
recidas pelo empregador, as condições de higiene e saúde e até de
instalações adequadas ao número de pessoas que irão habitar nelas.
Com relação ao trabalho em céu aberto apenas observa-se a prote-
ção contra intempéries do tempo, como sol e calor excessivos. Chuva,
frio e ventos.
XIX.
NR – 22: segurança e saúde ocupacional na mineração: preocupação
de ver se com relação às condições mínimas de saúde e segurança
para os trabalhos realizados em minas, uma vez que um espaço con-
finado apresenta uma infinidade de riscos à saúde e a integridade físi-
ca dos trabalhadores envolvidos. Analisa-se o cumprimento dos crité-
rios mínimos de segurança para estes profissionais.
XX.
NR – 23: proteção contra incêndios: verifica-se a presença de funcio-
nários qualificados, preparados para agir no combate a princípios de
incêndios e quando isso não for possível que estejam cientes da eva-
cuação imediata das áreas atingidas, conhecendo a forma mais ade-
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quada e segura garantir a integridade física. É muito comum encon-
trarmos e ouvirmos falar das equipes de brigada de incêndio dentro
das empresas
XXI.
NR – 24: condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho: é
observadas   as condições mínimas de higiene, existência de sanitá-
rios   e   refeitórios   destinados   a   trabalhadores.   Suas   exigências   vão
desde características técnicas sobre cada peça dos sanitários até di-
mensões apropriadas para o número de trabalhadores envolvidos.
XXII.
NR – 27:  registro do profissional técnico de segurança do trabalho:
averigua a presença de um técnico de segurança do trabalho registra-
do junto ao Ministério do Trabalho.
XXIII.
NR – 29:  segurança e saúde no trabalho portuário: averiguar se as
condições de segurança e medicina do trabalho para os trabalhos em
portos, são englobados nessa observação as condições de trabalhos
realizados em terra, quanto à bordo.
Técnico em Segurança do Trabalho 
INSPEÇÃO DE RISCOS 
26

Escola Estadual de Educação Profissional [EEEP]
Ensino Médio Integrado à Educação Profissional
XXIV.
NR – 30: segurança e saúde no trabalho aquaviário: condições de se-
gurança e saúde para os trabalhadores de embarcações, comerciais
ou sendo obrigatório a obediência da OIT nº 147 normas marítimas e
contempla tanto embarcações com bandeiras nacionais como as es-
trangeiras.
XXV.
NR – 31: – segurança e saúde nos trabalhos de agricultura, pecuária,
silvicultura, exploração florestal e aquicultura: são observados parâ-
metros mínimos sendo obrigatória à empresa adequar os trabalhos
aos preceitos mínimos de segurança e saúde ocupacional.
XXVI.
NR – 32: segurança e saúde no trabalho em serviços da saúde: veri-
fica-se a proteção dos trabalhadores da área da saúde aos riscos ine-
rentes de suas atividades profissionais. Há uma preocupação com o
controle dos agentes biológicos e químicos que podem gerar patologi-
as decorrentes das atividades profissionais. Todas as atividades rela-
cionadas à área da saúde que vai desde a grandes hospitais e labora-
tórios até pequenos consultórios médicos e veterinários, inclusive os
odontológicos devem seguir essa os padrões exigidos pela norma.
XXVII.
NR – 33:  segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados:
observa-se  as condições  de  segurança e  saúde  dos  trabalhadores
que trabalham em espaços confinados, é obrigatório o cumprimento
de condições que vão desde de segurança até treinamento específico
para cada situação.
XXVIII.
NR – 34: Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece os requisitos
mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio
ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção e re-
paração naval. 
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XXIX.

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