Entrar na ciranda dos três naquele Tempo!



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Encontro13.07.2017
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ENTRAR NA CIRANDA DOS TRÊS
Naquele Tempo!
O evangelho que está sendo proclamado hoje em todas as nossas salas de celebração inicia com duas palavras: Naquele tempo.

Quase todos os evangelhos iniciam com estas palavras. O rito romano quer-nos ajudar a contextualizar o acontecimento ou as palavras que são proclamadas. É um convite à leitura orante (Lectio divina) a partir do contesto e do contesto passar a meditar e rezar o texto.

Na Bíblia, porém estas palavras não existem. Confira Lucas 16,19.

Geralmente!


Não podemos deixar de notar que o evangelho que acabamos de meditar, a Visitação de Maria a Isabel, inicia exatamente com esta nota: Naqueles dias!

Esta vez não é um acréscimo ritual, é uma anotação do evangelista que pretende escrever seu evangelho com uma ordem refletida e propositiva, depois de estudo cuidadoso:

Muitas pessoas já tentaram escrever a história dos acontecimentos que se passaram entre nós. Elas começaram do que nos foi transmitido por aqueles que, desde o princípio foram testemunhas oculares e ministros da palavra. Assim sendo, após fazer um estudo cuidadoso de tudo o que aconteceu desde o princípio, também decidi escrever para você uma narração bem ordenada, excelentíssimo Teófilo. Deste modo, você poderá verificar a solidez dos ensinamentos que recebeu.
Naqueles dias! O que aconteceu naqueles dias?

Lucas relata os acontecimentos com ordem – narração bem ordenada – que em si mesma é boa notícia, é evangelho:



  • Duas anunciações e o encontro das mães.

  • Dois nascimentos e o encontro no templo.

Não podemos deixar de comparar as duas anunciações que precedem a visitação. Encontramos o Evangelho – a boa e feliz notícia – de uma mudança radical entre o Primeiro Testamento (Anunciação de João) e segundo ou Novo Testamento a anunciação de Jesus.


Vejamos:

A geografia... De Jerusalém a Nazaré! Será que Papa Francisco meditava este evangelho quando de Roma foi a Bangui (Centro África 29/11/2015)? Ou da catedral, São João de Latrão foi para a estação ferroviária de Roma abrir as portas do ano santo?
O Lugar: o anjo deixou o lugar mais sagrado do povo de Deus para uma casa: «onde Ela estava». Notem bem: não onde estava o santo dos santos, o lugar do incenso, a arca da aliança, mas onde Maria estava. Simplesmente em sua casa.
Tempo. Não era o tempo da oração, da queimação do incenso o de sacrifícios, mas um tempo marcado pelo espaço sagrado de uma mulher, o útero, o espaço para o outro: no sexto mês.
A pessoa: uma mulher, aquela que – segundo alguns estudiosos da lei – nem sequer poderia ficar com o rótulo da Palavra na mão. Entre os excluídos, ainda mais que esta mulher decidiu não ter filhos!
A função ou serviço litúrgico: Sacerdote. Fosse ao menos da família sacerdotal. Lucas – aquele que fez pesquisas cuidadosas – não se importa da família de Maria.
Este quadro completamente fora dos esquemas convencionais inicia a nos delinear o verdadeiro rosto de Deus, as concretas e históricas escolhas preferenciais de Deus. Jesus Cristo elevará ação de graças por isso:

«Dou-te graças, o Pai, Senhor do céu e da terra! Porque ocultando essas coisas aos entendidos tu as revelastes aos pequeninos. Sim, Pai essa foi a tua escolha» (Lc 10,21).


Estou vendo aqui o primeiro compromisso das equipes paroquiais de animação missionária: individuar quais as galileias em seu território paroquial, quais os lugares de sua paróquia dos quais se fala que “nada pode vir de bom” (Cfr. 7,41.52). Terá na paróquia nazarés desconhecidas e abandonadas às quais colocamos o rótulo “de Nazaré pode sair alguma coisa boa” como disse Natanael quando soube que Jesus vinha de Nazaré da Galileia? (Jo1,46). A partir de hoje dia 25 de setembro, até dia 12 de outubro, dia o envio, é tempo de refletir, conhecer, procurar e determinar quais os lugares a serem visitados em nossa missão. Papa Francesco nesta terça em Assis disse que precisamos “a nossa estrada é mergulharmos nas situações e dar o primeiro lugar aos que sofrem”.

Pode ser que as nossas galileias seja fora do asfalto, na baixada ou uma invasão à beira rio, mas não podemos esquecer:

« Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos. » (EG 49)
Um testemunho. Para agradecer a Deus de ter-me dado 80 anos de vida foi festejar meu aniversário em Abaetetuba (Pará) visitando as periferias e os ribeirinhos. Vinte dias.
DOIS SIM
Neste ambiente... Nestes dias... Naquela periferia de Israel e do mundo... Naquela aldeia desconhecida... Um anjo apareceu e manifestou a Maria a vontade do Pai.

Naquela casa o anjo escutou um SIM, mas no universo ecoaram dois SIM


O SIM de Maria: Eis aqui a serva do Senhor!

«Na Anunciação, de fato, Maria entregou-se a Deus completamente, manifestando “a obediência da fé” Àquele que lhe falava, mediante o seu mensageiro, prestando-lhe o “obséquio pleno da inteligência e da vontade». Ela respondeu, pois, com todo o seu «eu» humano e feminino. Nesta resposta de fé estava contida uma cooperação perfeita com a “prévia e concomitante ajuda da graça divina” e uma disponibilidade perfeita à ação do Espírito Santo, o qual «aperfeiçoa continuamente a fé mediante os seus dons» (RM 13). 


Lá, na luz inacessível, os anjos escutaram o SIM da segunda pessoa da Santíssima Trindade, o Filho eterno do Pai.

A Sagrada Escritura nos faz penetrar num misterioso e sublime dialogo:

«Por esse motivo, ao entrar no mundo, Cristo disse: Tu não quiseste sacrifício e oferta. Em vez disso, tu me deste um corpo. Holocaustos e sacrifícios não são do teu agrado. Por isso eu disse: eis-me aqui, õ Deus, no rolo do livro está escrito a meu respeito – para fazer a tua vontade» (Hb 10,5-7 /Salmo 40,7-9).
São João Paulo II nota que existe uma consonância plena entre a resposta de Maria ao anjo: «Faça-se em mim segundo a tua palavra» e a disponibilidade do Filho ao Pai: «Eis que venho... Para fazer a tua vontade».

Em outra oportunidade o mesmo santo Papa disse que neste momento – naquele tempo - se realizou “a aliança de Dois corações”: o coração de Jesus e o coração de Maria.



«O velho Simeão no templo tinha falado de uma espada que iria atravessar-lhe o coração. Palavras que preanunciavam a definitiva aliança dos corações. Do Filho e da Mãe; da Mãe e do Filhos. Coração de Jesus em que habita toda a plenitude da divindade, Coração da Virgem das dores, coração da Mãe de Deus» (Angelus 15 / 09 /1985)
Realizou-se plena e totalmente a profecia do coração novo em que é realizada a aliança nova e eterna.

Sim, Sim... Seja feita a tua vontade: «E o Verbo se fez carne»


Um segundo fundamental compromisso das equipes paroquiais de animação missionária: Responder SIM generoso e pronto.

«Cada cristão e cada comunidade deve discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho» (EG 20).


Um SIM sem reservas que realize uma encarnação ou seja manifeste a presença de Deus onde parece ser ausente o onde a própria comunidade cristã se faz presente com dificuldade. Escreve Papa Francisco:

« Deus permanecerá para sempre na história da humanidade como Aquele que está presente, Aquele que é próximo, providente, santo e misericordioso» (MV 6).

Estar presente nas periferias, e manifestar a presença de Deus com a proximidade (se fazer próximo) o testemunho, a palavra e gestos de caridade, é afinal realização do batismo que nos fez sacerdotes, reis e profetas.

«Como gostaria de encontrar palavras para encorajar uma estação evangelizadora mais ardorosa, alegre, generosa, ousada, cheia de amor até ao fim e feita de vida contagiante! Mas sei que nenhuma motivação será suficiente, se não arde nos corações o fogo do Espírito. Em suma, uma evangelização com espírito é uma evangelização com o Espírito Santo, já que Ele é a alma da Igreja evangelizadora. Antes de propor algumas motivações e sugestões espirituais, invoco uma vez mais o Espírito Santo; peço-Lhe que venha renovar, sacudir, impelir a Igreja numa decidida saída para fora de si mesma a fim de evangelizar todos os povos» (EG 261).


«Quanto desejo que os anos futuros sejam permeados de misericórdia para ir ao encontro de todas as pessoas levando-lhes a bondade e a ternura de Deus! A todos, crentes e afastados, possa chegar o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós. » (MV 6)
Na periferia e em todo lugar com um consentimento ardoroso, alegre, generoso, ousado, cheio de amor até ao fim. Vida contagiante!
Nossa presença seja transparência da bondade e da ternura de Deus! Faça saborear o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós. Deus próximo, providente, santo e misericordioso... o bálsamo da misericórdia!
O rosto do Pai revelado pelo Filho
Papa Francisco para nos ajudar a conhecer, procurar, contemplar o rosto misericordioso do Pai e transmitir nas periferias consolação e esperança, recorda as palavras do êxodo:

« Deus misericordioso e clemente, vagaroso na ira, cheio de bondade e fidelidade (Ex 34, 6)».

Medita, entre outras palavras da escritura, o salmo 146.

  =1 Bendize, minh'alma, ao Senhor! †


 2 Bendirei ao Senhor toda a vida, * 
cantarei ao meu Deus sem cessar!  

3 Não ponhais vossa fé nos que mandam, * 


não há homem que possa salvar. 
 =4 Ao faltar-lhe o respiro ele volta † 
para a terra de onde saiu; *
nesse dia seus planos perecem.  

=5 É feliz todo homem que busca † 


seu auxílio no Deus de Jacó, * 
e que põe no Senhor a esperança. 
6 O Senhor fez o céu e a terra, * 
fez o mar e o que neles existe.  

– O Senhor é fiel para sempre, * 



7 faz justiça aos que são oprimidos; 
 – ele dá alimento aos famintos, * 
é o Senhor quem liberta os cativos.  

=8 O Senhor abre os olhos aos cegos, †


o Senhor faz erguer-se o caído, * 
o Senhor ama aquele que é justo. 

 =9 É o Senhor quem protege o estrangeiro, † 


quem ampara a viúva e o órfão, * 
mas confunde os caminhos dos maus.  

=10 O Senhor reinará para sempre! †


Ó Sião, o teu Deus reinará *
para sempre e por todos os séculos!
Logo, porém adverte que Jesus é o revelador definitivo do Pai « rico em misericórdia » (Ef 2, 4).

«Na “plenitude do tempo” (Gl 4, 4), quando tudo estava pronto segundo o seu plano de salvação, mandou o seu Filho, nascido da Virgem Maria, para nos revelar, de modo definitivo, o seu amor. Quem O vê, vê o Pai (cf. Jo 14, 9). Com a sua palavra, os seus gestos e toda a sua pessoa, Jesus de Nazaré revela a misericórdia de Deus» (MV 1).


Jesus revela o Pai com os seus gestos: dá a vista aos cegos, faz ouvir os surdos, alimenta os famintos, ergue os caídos... Ressuscita os mortos.

«Percorria toda a Galiléia ensinando nas sinagogas proclamando a boa notícia do reino e curando totó tipo de doença entre o povo» (Mt 4,23)


Acolhe publicamos, pecadores, prostitutas.... Come com eles. Ele veio “chamar os pecadores”. O Pai que Jesus revelou corre para abraçar o filho que tudo esbanjou, e sai encontro ao filho que não compreende seu amor de Pai; paga com generosidade gratuita quem trabalhou uma sola hora, larga no deserto noventa e nove ovelhas para procurar a que se perdeu... Um Deus diferente daquele que nós às vezes até hoje imaginamos: um velho de barba branca... Mas, pergunto, se é eterno como é que ficou velho?
Acredito que Papa Francisco esteja nos pedindo uma conversão teológica. Pensei de fazer memória de três textos para que os meditando, possamos ter e passar uma imagem de Deus, não uma das imagens que nós construímos, mas a que Jesus Cristo nos revelou.
Deus que dança
Papa Francisco veio a recordar umas palavras da Escritura um tanto esquecidas ao longo dos séculos pelas comunidades cristãs. Confesso que eu não lembrava dessas palavras de Sofonia:

O profeta Sofonias, que nos mostra o próprio Deus como um centro irradiante de festa e de alegria, que quer comunicar ao seu povo este júbilo salvífico. Enche-me de vida reler este texto: «O Senhor, teu Deus, está no meio de ti como poderoso salvador! Ele exulta de alegria por tua causa, pelo seu amor te renovará. Ele dança e grita de alegria por tua causa» (3, 17). É a alegria que se vive no meio das pequenas coisas da vida quotidiana, como resposta ao amoroso convite de Deus nosso Pai: «Meu filho, se tens com quê, trata-te bem (...). Não te prives da felicidade presente» (Sir 14, 11.14). Quanta ternura paterna se vislumbra por detrás destas palavras!


Festa, alegria, dança!

Os Três se amando laçam fora de si o amor que invade o universo. Se tornam fonte de amor: “Quem beber a água que eu lhe darei se transformará dentro dele em manancial que brota dando vida eterna” (Jo 4,14).

Deus exulta de alegria e dança: uma ciranda que convida todos a entrar, como diz o canto:

Deus chama a gente prum momento novo


de caminhar junto com o Seu povo.
É hora de transformar o que não dá mais
Sozinho, isolado, ninguém é capaz

Por isso vem entra na roda com a gente também,
você é muito importante.

Não é possível crer que tudo é fácil


Há muita força que produz a morte
gerando dor, tristeza e desolação.
É necessário unir o cordão.

Por isso vem entra na roda com a gente também,
você é muito importante.

A força que hoje faz brotar a vida


habita em nós pela sua graça.
É ele quem nos convida pra trabalhar,
o amor repartir e as forças juntar
Esta é missão: entrar no redemoinho do amor dos Três e convidar outros a entrar!

“A vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros”. Isto é, definitivamente, a missão (EG 10)


Deus em êxtase!
Tomo licença de citar o inspirador da minha espiritualidade, São Guido Maria Conforti, fundador dos Missionários Xaverianos. Falando da criação da pessoa humana escreve:

«Sim, ó irmãos, nós fomos criados no êxtase e na felicidade do amor de Deus. Ele, no oceano de sua exultação e de seu amor, viu que sua glória pedia para ser conhecida, e contemplou também a nós, que ficaríamos tão felizes em poder conhecê-la». (São Guido Maria Conforti).


Devemos anunciar aos nossos irmãos e irmãs por qualquer razão ou de qualquer forma em periferia geográfica, humana ou existencial a notícia de que Deus os amam.

Como é maravilhosa a certeza de que a vida de cada pessoa não se perde num caos desesperador, num mundo regido pelo puro acaso ou por ciclos que se repetem sem sentido! O Criador pode dizer a cada um de nós: «Antes de te haver formado no ventre materno, Eu já te conhecia» (Jr 1, 5). Fomos concebidos no coração de Deus e, por isso, cada um de nós é o fruto de um pensamento de Deus. Cada um de nós é querido, cada um de nós é amado, cada um é necessário». (LS 16)


Deus é amor!

E por fim quero lembrar a carta encíclica de Bento XVI: Deus é amor! Deus ama a todos, sempre.

« Deus ama com toda a paixão de um verdadeiro amor. Deste modo, o Eros é enobrecido ao máximo, mas simultaneamente tão purificado que se funde com a Ágape (DC 10).
A paixão de um Deus-amor que trata o povo como um filhinho:

«Quando Israel era menino, eu o amei. Do Egito chamei meu filho...E não há dúvida, fui eu que ensinei Efraim a andar segurando-o pela mão... Não perceberam que era eu quem cuidava deles... Eu os atrai-a com laços de bondade, com cordas de amor...Fazia com eles como quem levanta até seu rosto uma criança... Eu me abaixava até eles... » (Os 11,1-4)


Apaixonado como o esposo traído que vai procurar a namorada mesmo entre as prostitutas:

«Javé me disse: “Va de novo e ame uma mulher que ama outro homem e que é adultera, da mesma forma que Javé ama os filhos de Israel, apesar de iram eles atrás de outros deuses... » (Os 3,1).

Pronto a recomeçar sempre:

«Agora, sou eu que vou seduzi-la, vou leva-la ao deserto e conquistar seu coração» (Os 2,16).


Apaixonado como o esposo traído que vai procurar a namorada mesmo entre as prostitutas:

«Javé me disse: “Va de novo e ame uma mulher que ama outro homem e que é adultera, da mesma forma que Javé ama os filhos de Israel, apesar de iram eles atrás de outros deuses... » (Os 3,1).

Pronto a recomeçar sempre:

«Agora, sou eu que vou seduzi-la, vou leva-la ao deserto e conquistar seu coração» (Os 2,16).


Voltamos às palavras do Novo testamento:

  • O Pai amou tanto o mundo, que entregou seu Filho único, para que crer nele não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3,16).

  • O Filho antes da festa da Páscoa, sabendo que chegava a hora de passar deste mundo ao Pai, depois de ter amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o extremo (Jo 13,1).

  • O Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus. E se somos filhos também somos herdeiros: herdeiros de Deus, co-herdeiros com Jesus Cristo. Se compartilhamos sua paixão compartilharemos sua glória (Rm 8,16-17).

A proposta é o Reino de Deus (cf. Lc 4, 43); trata-se de amar a Deus, que reina no mundo. Na medida em que Ele conseguir reinar entre nós, a vida social será um espaço de fraternidade, de justiça, de paz, de dignidade para todos. Por isso, tanto o anúncio como a experiência cristã tendem a provocar consequências sociais. Procuremos o seu Reino: «Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais se vos dará por acréscimo» (Mt 6, 33). O projeto de Jesus é instaurar o Reino de seu Pai; por isso, pede aos seus discípulos: «Proclamai que o Reino do Céu está perto» (Mt 10, 7). (EG 180)


Obrigado Senhor por ter-nos convocado a anunciar este evangelho, acompanha os nossos passos pelas estradas desta nossa arquidiocese. Entrando na Galileia dos Gentios, respondendo nosso SIM e revelando que você é misericórdia, nós os batizados, os sacerdotes, reis e profetas, discípulos missionários estaremos construindo de verdade um mundo novo um reino, o reino anunciado por Jesus Cristo.

E obrigado a todos você pela vossa paciência!



Dança dos Três



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