Em defesa da educação pública comprometida com a igualdade social



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Em defesa da educação pública comprometida com a igualdade social: 



porque os trabalhadores não devem aceitar aulas remotas 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 

 



 

 

 



 

 

 

 

Em  defesa  da  educação  pública  comprometida  com  a  igualdade  social:  porque  os 

trabalhadores não devem aceitar aulas remotas 

Colemarx, 2020 

 

 

Coletivo de Estudos em Marxismo e Educação – Colemarx 



Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE 

Faculdade de Educação - FE 

Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ 

Av. Pasteur, nº 250, anexo da Faculdade de Educação, sala 110, Praia Vermelha, Urca 

Rio de Janeiro – RJ 

 

Data do texto: 22/04/2020 



 

         colemarxufrj 

         colemarx.com.br 

coletivocolemarx@gmail.com

 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

O Colemarx  (PPGE/UFRJ)  é um grupo  de  pesquisa formado  por  professores, 



técnicos-administrativos  e  estudantes  que  possui  como  objetivo  analisar  as 

políticas  educacionais  e  as  relações  entre  trabalho  e  educação,  Estado  e 

movimentos  sociais,  tendo  em  vista  a  questão  social  no  Brasil  e  nos  demais 

países  latino-americanos  a  partir  da  teoria  social  crítica  do  capitalismo, 

iniciada por Marx e Engels e trilhada por outros intelectuais marxistas,  como 

Antônio Gramsci e Florestan Fernandes. 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

Desafios da educação na pandemia 

 

 



Organismos internacionais, Corporações, Centros de Pensamento do capital:  

um debate sem ética

 9

 

 



Por que a continuidade do período acadêmico, por meios virtuais, é inaceitável?

 15


 

 

Situação de moradia e condições de estudo 



15

 

 



Acesso à internet 

16

 



 

Trabalho docente em tempos de pandemia: não há futuro para a educação com a 

precarização do trabalho dos profissionais da educação 

17

 



 

EaD e aulas remotas: em prol do darwinismo social 

21

 

 



Nossas proposições

 23


 

 

Documentos analisados 



23

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

6 | Colemarx 

 

O

  ano  de  2020  teve  início  com  dois  grandes  tsunamis  sociais:  o 



aprofundamento  da  crise  econômica  e,  desde  meados  de  janeiro,  a  perigosa 

difusão  planetária  da  COVID-19.  Na  ausência  de  tratamento  e  de  vacinas, 

após resistências iniciais das agências do capital e, mesmo, da OMS, a voz das 

instituições científicas

1

 se afirmou: não há outro jeito de impedir uma imensa 



catástrofe  humanitária  de  alcance  mundial  do  que  as  políticas  de 

confinamento  social.  Desde  então,  a  partir  de  meados  de  março,  escolas  e 

universidades suspenderam suas atividades e setores produtivos estão sendo 

forçados  a  interromper  parte  de  seus  processos  de  produção,  embora  de 

modo  desigual  nos  países  e  regiões

2

.  Conforme  a  OIT



3

,  80%  dos 

trabalhadores  foram  afetados,  compreendendo  2,7  bilhões  de  trabalhadores 

em todo o mundo.  

Uma  das  principais  estratégias  adotadas  para  conter  a  disseminação  da 

COVID-19 engloba o fechamento de escolas. Esta medida impacta cerca de 1,6 

bilhões de estudantes em mais de 170 países (91,3% da população mundial de 

estudantes).  O  Banco  Mundial  defende  que  a  interrupção  do  calendário 

escolar  por  tempo  indeterminado  causará  perdas  educacionais  irreparáveis, 

em um cenário que o banco já caracterizava como sendo de crescente pobreza 

na  aprendizagem  (learning  poverty).  Para  mitigar  estas  supostas  perdas,  o 

banco  recomenda  que  sejam  fornecidas  oportunidades  de  aprendizagem 

remota no período em que durar a interrupção das aulas. 

No  capitalismo  real,  trabalhadores,  escolas,  universidades  e  setores 

produtivos são afetados de modo generalizado, mas não de igual maneira. O 

desenvolvimento  desigual  do  capitalismo,  muitas  vezes  ocultado  pelas 

ideologias  do  empreendedorismo,  revela  sua  perversidade  com  pequenos 

comerciantes,  trabalhadores  precários,  uberizados,  terceirizados,  e  toda  a 

imensa morfologia de relações de trabalho que caracteriza a vida real dos não 

possuidores  de  bens.  Em  todo  o  mundo,  sob  os  escombros  provocados  pelo 

livre  mercado,  sobressaem  centenas  de  milhões  de  pessoas  que,  há  anos, 

trabalham  para  sobreviver.  Com  as  atividades  econômicas  limitadas, 

especialmente as de serviços que envolvem interação social intensa, milhões 

de trabalhadores literalmente estão sem alimento. É importante destacar que, 

no Brasil, a ordem de grandeza desta massa desprovida de meios dignos de 

vida ultrapassa 48% da população economicamente ativa.  

Mesmo  entre  os  trabalhadores  regulares,  formais,  o  quadro  é  sumamente 

grave.  Com  as  medidas  empreendidas  no  bojo  da  pandemia

4

 e,  antes,  a 



contrarreforma trabalhista advinda do golpe de 2016, mais de 2,5 milhões de 

trabalhadores  se  viram  forçados  a  aceitar  forte  rebaixamento  salarial.  E  o 

país ainda não está no auge da crise da pandemia.  


 

7 | Colemarx 

 

No  próximo  trimestre,  conforme  a  OIT,  mais  de  6,7%  da  força  de  trabalho 



mundial terá acentuada redução salarial, alcançando perto de 200 milhões de 

trabalhadores,  grande  parte  dos  quais  já  sub-remunerados.  A  pandemia  da 

COVID-19,  portanto,  agrava  o  quadro  de  precarização  das  relações  do 

trabalho,  mas  não  é  uma  relação  unívoca  de  causa-efeito:  é  necessário 

afirmar  que  as  proporções  que  assumem  esta  pandemia  têm  profunda 

relação  com  a  degradação  ambiental  e  humana  proporcionada  pela 

reprodução ampliada do capital monopolista. 

Desse  modo,  mais  da  metade  das  famílias  está  em  situação  de  privação 

econômica  severa.  A  renda  “emergencial”  de  R$  600,00  sequer  está  sendo 

assegurada  a  todas  as  famílias  que  necessitam  (a  estimativa  é  de  que  70 

milhões  de  pessoas  solicitem  a  renda  emergencial).  Muitos  estudantes 

dependem  da  escola  para  se  alimentar.  As  complementações  de  renda  para 

que  alimentos  possam  ser  assegurados  a  todos  estudantes  ou  são  muito 

reduzidas,  ou  sequer  existe  a  complementação.  Desse  modo,  é  perverso 

imaginar  que,  sem  renda,  vivendo  o  estresse,  o  sofrimento,  a  dor,  a 

humilhação  de  sequer  lograr  alimentos,  as  famílias  tenham  condições  de 

assegurar, privadamente, espaços e tempos adequados à aprendizagem.  

Frente  ao  crescimento  exponencial  dos  atingidos  pela  COVID-19,  os 

trabalhadores  mais  pobres  chegam em  massa às já  degradadas  unidades de 

saúde, sucateadas por anos de desmonte neoliberal, e que, em vários estados, 

já não possuem leitos disponíveis de CTI, trilhando o caminho inaceitável das 

“escolhas ditas racionais sobre os que sucumbirão sem cuidados”.  Ademais, 

se deparam, após o crescimento ininterrupto de casos (março a 22 de abril de 

2020),  com  trabalhadores  da  saúde  exauridos,  preocupados  com  o  quadro 

sanitário  e  com  sua  própria  saúde  (até  insumos  básicos  de  proteção  estão 

faltando  e,  em  alguns  casos,  salários  atrasados)  e  de  seus  familiares, 

engendrando um quadro de espoliação e sofrimento emocional.   

A  humanidade  está  diante  da  maior  catástrofe  desde  a  Segunda  Guerra 

Mundial. É tempo de emergência. A escola neoliberal não sabe (e não pode) 

indicar  qualquer  alternativa.  O  governo  atual,  contudo,  reafirma  seu  credo 

ultraneoliberal que não contempla soluções para os problemas de saúde e da 

crise  econômica,  e,  por  isso,  naturaliza  o  darwinismo  social,  embora  custe 

vidas  de  pessoas  reais,  é  a  alternativa  possível  para  manter  o  mercado  em 

atividade.  

 


 

8 | Colemarx 

 

Desafios da educação na pandemia 

 

D



iante  do  quadro  de  imensa  gravidade,  os  educadores  –  professores  e 

trabalhadores  das  áreas  afins  –  e  os  estudantes  estão  diante  de  uma 

responsabilidade única: um largo espectro de pensamentos políticos concorda 

que a saída dessa complexa crise somente será possível com o fortalecimento 

do  que  é  comum  a  todos,  e  isso  requer  cultivar  um  valor  renovado  pela 

solidariedade social, notadamente no interior da classe trabalhadora, a classe 

fundamental que mais sofre as consequências da pandemia.  

Os  trabalhadores  da  educação,  as  escolas  públicas  e  as  universidades 

públicas,  por  isso,  têm  uma  responsabilidade  muito  diferenciada.  Desde  os 

anos 1990, o que resta de solidariedade social nos países, se deve, em grande 

parte, às escolas e universidades. Sem a luta de seus trabalhadores em defesa 

do público, milhões de crianças e jovens no Brasil sequer teriam acesso a uma 

pequena parcela dos direitos constitucionais.  

Por  isso,  é  preciso,  preliminarmente,  afastar  as  falsas  soluções  para  o 

problema  da  suspensão  das  aulas  -  aulas  remotas  e  Educação  a  Distância 

(EaD) – para fortalecermos o que é central ao debate na conjuntura mundial. 

Não  está  em  questionamento  a  relevância  das  tecnologias  de  informação  e 

comunicação  (TIC)  para  a  vida  social  e,  especificamente,  para  a  educação. 

Ciência, arte e cultura são indissociáveis das tecnologias que, por isso, devem 

ser incorporadas no fazer escolar. Defende-se que, no século XXI, o acesso à 

internet  é  um  direito  fundamental,  a  exemplo  dos  direitos,  ainda  não 

assegurados,  à  água  potável,  à  rede  de  esgoto,  à  energia,  ao  transporte. 

Considerando as crianças e jovens, esse direito é ainda mais urgente e deve 

ser assegurado pelo Estado, por se tratar de um serviço de crucial relevância. 

Complementarmente,  os  meios  tecnológicos  para  interação  criativa  na 

internet  devem  ser  popularizados  e  assegurados  para  todos  os  estudantes, 

especialmente computadores portáteis de qualidade.  

Para os principais organismos internacionais (os intelectuais coletivos da alta 

finança  e  dos  setores  dominantes)  e  para  os  centros  de  pensamento  que 

fazem  eco  aos  organismos,  frente  ao  confinamento,  os  sistemas  de  ensino 

devem manter as atividades letivas por meio das TIC.  

 

 



 

9 | Colemarx 

 

Organismos internacionais, Corporações, Centros de 

Pensamento do capital: um debate sem ética 

 

E



m  outra  conformação  social,  em  perspectiva  internacionalista,  os 

organismos  supranacionais  desempenhariam  um  papel  construtivo, 

assegurando, no caso em questão, meios tecnológicos para propiciar acesso à 

internet  com  qualidade  para  todas  as  residências  com  estudantes.  A 

ampliação do acesso dos estudantes aos meios tecnológicos úteis para o uso 

criativo da internet é algo imprescindível em um contexto de confinamento e 

facilita o acesso à difusão científica, artística, cultural e, principalmente, aos 

meios de informação confiáveis.  

Entretanto,  os  atuais  organismos  internacionais,  a  pretexto  da  pandemia, 

tentam difundir um modelo de educação e de escola que é há anos defendido 

pelo  capital:  um  modelo  referenciado  na  agenda  empresarial  (balizada  pelo 

capital humano e pelas competências), uma pedagogia que tentam viabilizar 

à revelia das/dos professoras/es e das/os estudantes.  

Hábeis  nas  “soluções”  para  manter  sua  agenda  em  tempos  de  pandemia  da 

COVID-19, o Banco Mundial e a OCDE recomendam:  

 



Que  sejam  revistos  os  marcos  regulatórios  do  ensino  a  distância,  de 

forma  que  os  pacotes  de  ensino  remoto  de  entidades  empresariais 

sejam  reconhecidos  como  uma  alternativa  à  instrução  presencial  na 

contagem dos dias letivos. Tanto o Banco Mundial quanto a UNESCO, 

disponibilizam  lista  de  dezenas  de  produtos  e  serviços  fornecidos  por 

fundações  e  grupos  empresariais,  concedendo  destaques  a  alguns. 

Recebem  destaque  os  serviços  da  Khan  Academy,  cujos  financiadores 

são  a  Fundação  Bill  e  Melinda  Gates,  Fundação  Lemann,  Fundação 

Valhalla,  Bank  of  America,  Google,  a  empresa  de  telefonia  AT&T  e  a 

indústria  farmacêutica  Novartis.  No  Brasil,  identificamos  que  as  redes 

estaduais  de  educação  do  Ceará  e  Mato  do  Grosso  do  Sul  utilizam  os 

seus  serviços 

5

.  Além da  Khan  Academy,  a  Fundação  Lemann  também 



se faz presente em 20 estados brasileiros por meio de parcerias com as 

secretarias  estaduais  para  o  fornecimento  da  Plataforma  Rede  Escola 

Digital. Desta forma, nos documentos elaborados para o enfrentamento 

da  COVID-19,  os  organismos  internacionais  abandonam  o  “verniz”  de 

imparcialidade  e  se  aproveitam  da  pandemia  para  fazer  marketing  e 

vender serviços.  

 

Que  se  conceda  maior  flexibilidade  nos  contratos  e  na organização  do 



trabalho dos professores, de forma que possam conjugar a prestação de 

 

10 | Colemarx 

 

serviços educacionais, apoio social, colaboração com outros professores 



e  suporte  às  famílias.  Recomenda  que,  nos  casos  em  que  se  utilizem 

programas de televisão como meio educacional, o trabalho pedagógico 

do  professor  possa  ser  substituído  por  outros  profissionais  como 

atores,  músicos  ou  médicos,  ficando  o  professor  responsável  por  tirar 

dúvidas e fazer contato com as famílias por meio  de mensagens de e-

mail ou por telefonia (SMS).   

 

Que  os  currículos  da  formação  de  professores  sejam  ajustados  para 



flexibilizar a carga horária do estágio docente;  

 



Que  se  flexibilize a  regulamentação  dos  fundos  de  forma  a  permitir  o 

uso  de  recursos  para auxiliar  os  pais a se  formarem  como  tutores  e  a 

criar caminhos alternativos para a formação de professores.  

Reconhecendo  que  grande  parte  dos  estudantes  não  possui  acesso  a 

computadores e internet de banda larga (em países de renda média e baixa, o 

índice de acesso à internet, em geral, é inferior a 50%), recomendam que os 

sistemas  educacionais  devam  desenvolver  alternativas  de  “entrega  de 

conteúdos”  de  acordo  com  as  especificidades  dos  estudantes,  podendo 

mesclar o uso de televisão, rádio, materiais impressos, jornais de baixo custo, 

envio  de  mensagens  por  SMS,  uso  de  aplicativos  educacionais  e  outros 

produtos,  em  parcerias  com  empresas  de  tecnologias  educacionais  e  de 

telecomunicações. 

O Banco Mundial sugere que países com restrito acesso à internet busquem 

inspiração  nas  experiências  que  países  latino-americanos  acumularam  em 

educação  via  televisão  desde  a  década  de  1960.  Esta  estratégia  garantiria  a 

continuidade  da  aprendizagem  (aprendizagem  considerada  apartada  do  ato 

de  ensinar)  durante  a  pandemia  e  após  a  volta  às  aulas  presenciais.  Os 

sistemas  de  ensino  são  estimulados  a  comprar  horários  de  transmissão  em 

canais  de  TV  aberta,  contratar  profissionais  específicos  para  gravar  curtos 

episódios  de  TV  e  comprar  programas  educativos  de  fundações 

internacionais

6

, sempre respeitando os direitos autorais das corporações. 



No  Brasil,  identificamos  que  grande  parte  dos  estados  utiliza  canais  de  TV 

como  um  dos  meios  para  veiculação  de  pacotes  de  conteúdos.  O  Banco 

Mundial  destaca  como  exemplo  a  rede  estadual  do  Amazonas  desenvolve  o 

Programa Aula em Casa, retransmitido em três canais de TV aberta, em sites 

e aplicativos.  

O  quadro  1  apresenta  como  cada  estado  brasileiro  está  organizando  seus 

sistemas educacionais no contexto da pandemia. 

 


 

11 | Colemarx 

 

Quadro 1. Ações dos Estados Brasileiros no Contexto da Pandemia COVID-19 



Estado 

Ações no contexto da pandemia 

Amazonas

7

 

Programa Aula em Casa, retransmitido em três canais de TV aberta. 

Utiliza  o  aplicativo  Mano  e  a  plataforma  Rede  Escola  Digital 

(desenvolvida  por  Instituto  Natura,  Fundação  Lemann,  Fundação 

Telefônica Vivo, Instituto Inspirare, Fundação Vanzolini) 



São Paulo

8

 

Oferta,  desde  início  de  abril,  aulas  em  tempo  real  por  TV  aberta  a 

partir  de  um  contrato  firmado  com  a  Fundação  Padre  Anchieta  – 

Rádio  e  TV  Cultura.  Operadas  em  dois  estúdios  da  Escola  de 

Formação e Aperfeiçoamento dos Professores da Educação do Estado 

de  São  Paulo  (Efape),  vinculada  à  Seduc:  “Além  dos  professores  da 

rede,  a  plataforma  vai  contar  com  apresentações  de  youtubers”. 

Também  utiliza a plataforma Rede Escola Digital (desenvolvida por 

Instituto  Natura,  Fundação  Lemann,  Fundação  Telefônica  Vivo, 

Instituto Inspirare, Fundação Vanzolini) 



Pernambuco

9

 

Utiliza  o  Ambiente  Virtual  de  Aprendizagem  (AVA)  que  concentra 

recursos  educacionais  digitais  integrada  à  plataforma  de  aulas 

Educa-PE. O AVA reúne materiais de apoio pedagógico e videoaulas 

veiculadas em canais de TV aberta e internet através do YouTube – 

Canal  Educa  –  PE  -,  em

 

parceria  com  a  Empresa  Pernambuco  de 



Comunicação (EPC).  A Secretaria de Educação mobilizou um grupo 

de  professores  para  produção  de  conteúdo.  Também  utiliza  a 

plataforma  Rede  Escola  Digital  (desenvolvida  por  Instituto  Natura, 

Fundação  Lemann,  Fundação  Telefônica  Vivo,  Instituto  Inspirare, 

Fundação Vanzolini) 

Rio de Janeiro 

Firmou  parceria  com  a  plataforma  Google  e  estabeleceu  concessão 

de crédito orçamentário de 950 mil reais para produção de teleaulas.  

Espírito Santo

10

 

Desenvolve  o  Programa  EscoLAR,  que  consiste  na  transmissão  de 

conteúdos através da TV aberta e na utilização da plataforma Google 

Sala de Aula. 



Minas Gerais

11

 

Implementa  o  Plano  de  Estudo  Tutorado  (PET)  –  que  consiste  em 

apostilas  mensais  de  orientação  de  estudo  e  atividades  –  e  um 

Programa de TV realizado em parceria com a Rede Minas. O estado 

também oferece curso de capacitação para professores sobre criação 

de cursos de EaD. Também utiliza a plataforma Rede Escola Digital 

(desenvolvida  por  Instituto  Natura,  Fundação  Lemann,  Fundação 

Telefônica Vivo, Instituto Inspirare, Fundação Vanzolini) 



Santa Catarina

12

 

Disponibiliza um site com curadoria de conteúdos de acesso gratuito. 

Também  utiliza a plataforma Rede Escola Digital (desenvolvida por 

Instituto  Natura,  Fundação  Lemann,  Fundação  Telefônica  Vivo, 

Instituto Inspirare, Fundação Vanzolini) 

Rio Grande do 

Sul

13

 

Desenvolve  o programa “Aulas Programadas”, de forma a manter a 

carga  horária  anual  dos  estudantes.  As  Aulas  Programadas  são 

disponibilizadas  por  e-mail,  mensagens  de  WhatsApp  ou  Facebook, 

compartilhamento  de  arquivos  de  áudio  e  vídeo,  salas  virtuais 

através do Google ou entrega de materiais didáticos nas áreas rurais 

do  Estado.  Também  utiliza  a  plataforma  Rede  Escola  Digital 

(desenvolvida  por  Instituto  Natura,  Fundação  Lemann,  Fundação 



 

12 | Colemarx 

 

Telefônica Vivo, Instituto Inspirare, Fundação Vanzolini) 



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