Dosagem de asfalto pelo Método Marshall Batista, Ricardo M.*; Godinho, Thiago; Mendes, Vagner; Nunes, Glauco D. V.; De Sá, Bianca V.;Vieira, Heitor



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9ª MPU 2010


Dosagem de asfalto pelo Método Marshall
Batista, Ricardo M.*; Godinho, Thiago; Mendes, Vagner ; Nunes, Glauco D. V.; De Sá, Bianca V.;Vieira, Heitor.

batistaricardo@hotmail.com
Palavras Chave: Ensaio, Marshall, Asfalto.

Introdução/Objetivos
No projeto de pavimentos betuminosos é indispensável à determinação do teor adequado de asfalto para garantir a resistência e conseqüentemente, durabilidade ao revestimento. No processo, o Método de Marshall é tradicionalmente usado. O Trabalho tem por objetivo apresentar o método supracitado, bem como sua importância e metodologia para a determinação do teor ótimo de asfalto em misturas betuminosas.
Metodologia
O ensaio de Marshall para dosagens de misturas asfálticas, é feito, determinando-se inicialmente, o peso específico real do cimento asfáltico de petróleo e agregados. Quanto a faixa granulométrica a ser utilizada para o agregado, é utilizada a norma vigente mais adequada, sendo as faixas do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) a mais utilizadas.

A partir de critérios de projeto para energia a ser transmitida ao pavimento, realizar-se-á o ensaio sendo à mistura aplicada energia equivalente de compactação. A mistura agregado asfalto é feita com restrições a viscosidade do betume que por sua vez, limita a temperatura a ser empregada na mistura.



Tendo-se corpos de prova moldados em diferentes teores estes serão submetidos a aplicação de esforços axiais na prensa Marshall a fim de se obter a estabilidade e a fluência das amostras.

Resultados e Discussão
De gráficos obtidos através da aplicação de esforços axiais á amostra, e por medidas de seu peso específico aparente é possível obter parâmetros para a determinação do teor ideal ao projeto. Com estes parâmetro pode-se traçar gráficos volume de vazios por teor de asfalto, no qual se retira o teor ideal no qual as amostras obtiveram quatro por cento de volume de vazios. A escolha do teor ótimo pode também partir volume de vazios juntamente com a relação betume/vazios através de um método gráfico. Surgirá por vezes, a necessidade da observação de parâmetros externos ao método para a- segurar o resultado. São necessários limites apresentados pelo DNIT-ES 031/2004 para o volume de vazios, relação de betume/vazios, estabilidade e resistência a tração.

Obtenção do teor ideal de ligante.




Considerações Finais ou Conclusão
Verifica-se que ao ensaio de Marshall, amplamente aplicado no Brasil, e que tem por base a ASTM( American National Standards Institute) , falta ainda, uma consideração a respeito da absorção de asfalto pelo agregado, já observada na norma americana, onde também é muito utilizado o método Superpave como implementação.

Em geral, no Brasil utiliza-se o teor onde se atinge um teor de vazios igual a quatro por cento.



Referências Bibliográficas

Manual de Técnicas de Pavimentação – Wlastermiler de Senço



Pavimentação Asfáltica – Formação Básica para Engenheiros (http://www.proasfalto.com.br)

Pavement Guide Iteractive –( http://training.ce.washington.edu/PGI/)


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