Doenças Cerebrovasculares



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Doenças Cerebrovasculares

Caio Couto 2016

No AVC, assim como no IAM, nas síndromes coronarianas agudas em geral, o atendimento rápido muda o prognóstico do paciente. Quanto mais rápido ele for atendido e tratado, menores serão as sequelas e mortalidade. Já existem hospitais particulares e públicos com unidades neurointensivas, para o tratamento apenas de pacientes com suspeita de AVE. Antigamente, o tratamento era baseado na minimização das sequelas que acometiam o paciente. Hoje, o tratamento foca na revascularização da artéria acometida. Para isso, precisamos reconhecer um doente com suspeita de AVE.

A partir do polígono de Willis, dividimos a circulação cerebral em circulação anterior (circulação carotídea) e posterior (circulação vertebrobasilar).



A maioria dos acidentes cerebrovasculares ocorre na circulação anterior (circulação carotídea) e os mais graves são aqueles que acontecem na artéria cerebral média e carótida interna. O mais comum, na verdade, é o AVE da cerebral média, e que é o maior de todos pois esta artéria irriga a maior parte dos lobos interiores (frontal, parietal e temporal também). Por sorte, são esses que dão os sintomas mais clássicos de AVE. O AVE da circulação anterior cursa com déficits de fala (afasias ou disartrias), déficits motores (hemiparesias ou hemiplegias), distúrbios sensitivos (hemiparestesias) e paralisias de pares cranianos (principalmente paralisia facial central). O AVE da circulação anterior é o mais clássico para ser reconhecido.

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