Discussão clínica estudando juntos! Reunião das 8h Unidade de Neonatologia do hras/hmib



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DISCUSSÃO CLÍNICA

Estudando juntos!

Reunião das 8h

Unidade de Neonatologia do HRAS/HMIB

Paulo R. Margotto e Equipe Neonatal

Prof. Neonatologia da Universidade Católica de Brasília (UCB)

pmargotto@gmail.com

www.paulomargotto.com.br
Crises hipoxêmicas; Mielomeningocele; Gastrosquise
-Crise hipoxêmica, em um RN com Tetralogia de Fallot: Mecanismo:

Fatores que favorecem ao shunt E/D:Espasmo infundibular com aumento da obstrução da via de saída do ventrículo direto; Aumento da resistência vascular pulmonar; Diminuição da resistência vascular sistêmica; Aumento do retorno venoso (vide Apresentação em anexo de crise hipoxêmica em uma criança de 12 anos, com Tetralogia de Fallot).




Crise hipoxêmica

Luciana do Nascimento M. Carneiro, Maria Carolina G. Santos, Marina Mendes Vasco, Sueli R. Falcão





Crise hipoxêmica x crise cianótica

Sueli R. Falcão


-Mielomeningocele:Cirurgia intrauterina: Estudo randomizado recente evidenciou que a cirurgia pré-natal da mielomeningocele antes de 26 semanas de gestação reduziu a morte fetal ou neonatal (RR=0,70; IC: 0,58-0,84) e a necessidade para a colocação de shunt (RR=0, 48; IC:0,36-0,64) e melhora do desenvolvimento mental e motor com 30 meses (p=0,007), além da melhora da deambulação e da herniação do rombencéfalo. No entanto, a cirurgia pré-natal foi associada com maior risco de nascimento pré-termo e deiscência uterina ao nascimento (vejam o Estudo de Adzick NS et al e Editorial de Simpson JL, assim como o capítulo do nosso livro Defeitos do Tubo Neural).





Ensaio randomizado de reparo pré-natal versus pós-natal da mielomeningocele
Autor(es): Adzick NS, Thom EA, Spong CY, Brock JW et al.Apresentação: Cristina de Jesus e Oliveira, Júlio Beserra Evaristo, Karla Debora Neres Pereira Bas, Paulo R. Margotto





Cirurgia fetal para mielomeningocele?

Joe Leigh Simpson, Michael F. Greene. Realizado por Paulo R. Margotto



-Gastrosquise: RN de mãe com 15 anos! Dentre os fatores de risco, o único comprovado é a idade materna. Mulheres jovens, abaixo dos 20 anos de idade, têm 11 vezes mais possibilidade de gerar um feto com gastrosquise do que mulheres acima dessa idade. As principais características analisadas ao exame físico, quanto ao aspecto das alças intestinais são edema, espessamento e consistência da parede intestinal, intensidade das aderências entre as alças, vascularização e presença de camadas de fibrina. De acordo com as características citadas acima, as gastrosquises são classificadas segundo o aspecto das alças intestinais expostas, em três graus crescentes de gravidade (vide em cores, no anexo).




Defeitos de fechamento da parede abdominal (onfalocele/gastrosquise)

Jaísa Magalhães de Moura




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