"Deus existe e ele sempre está Á procura dos bons de seus filhos e da verdade!"



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Encontro25.08.2018
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"CARTA ABERTA AS AUTORIDADES FEDERAIS DA ITÁLIA E DO BRASIL"

Há um velho e milenar ditado que diz:



"DEUS EXISTE E ELE SEMPRE ESTÁ Á PROCURA DOS BONS DE SEUS FILHOS E DA VERDADE!"

Eu acredito nisso e faço a mesma procura, pois, meus descendentes eram cristãos!



"PESSOAS SEM ROSTOS -ITÁLIANOS QUE VIRARAM FUMAÇA VINCENZO BIGLIARDI E..."

Em primeiro lugar, quero aqui declarar o meu repúdio á má vontade das autoridades Brasileiras, e as quais aqui por mim procuradas por e-mails, respondem á mim, dando umas respostas no mínimo "IRÔNICAS!". E que, ninguém some do nada! Os fatos aqui narrados "Mostram que o Brasil não cuida dos seus arquivos por desleixo dos próprios órgãos públicos, quer sejam eles Municipal, Estadual, e Federal. E que, em muitos casos, se alguém se sentir indignado e reclamar de uma forma que as autoridades não gostam, as respostas não virão, quando vem, é de uma forma negativa. Na minha situação algumas entendidas por mim, como de poucos casos para com o interlocutor, o Senhor João Carlos Gonçalves! Não estou pedindo nenhum favor, são direitos meus e de qualquer cidadão. Por Isso há uma reclamação por falta de esforço das autoridades brasileiras, e que, solicito das mesmas uma leitura de todo o teor dessa carta, e que, é mais do que por motivos sentimentais, por motivos mais que justos, por aquilo que me aufere qualquer lei de qualquer pais, é direito mundial de qualquer um cidadão. Estou investigando e tentando saber de meus ancestrais, minhas verdadeiras raízes, e que existiram, e que eram, era imigrantes Italianos! E que vieram ao Brasil por chamada de alguém, "VIERAM COMO PESSOAS SEM ROSTOS E EXALARAM COMO FUMAÇAS AOS VENTOS!"


E que, ás autoridades brasileiras não estão me levando á sério e sequer se esforçam em buscas dos arquivos onde verdadeiramente constam os Registros dos BIGLIARDI e dos PEDRAZZOLI, ou seja, VINCENZO BIGLIARDI E FAMILIA E UMBERTO OU HUMBERTO PEDRAZZOLI!". Esse pedido não é nenhum favor é meu direito de saber! E que para o Brasil não vieram nenhum degredado Italiano e não vieram nenhum lixo radioativo, vieram familiares de imigrantes Italianos, honestos, trabalhadores, e que, se aqui vieram, foi para trabalhar e ajudar o progresso dessa nação Chamada Brasil!
De que adianta existir o Gabinete Civil da Presidência da República se eles não dão andamentos aos pedidos dos cidadãos brasileiros que se vêem encurralados por problemas de existir no Brasil órgãos públicos ineficientes e incapazes, e o secretário particular do gabinete civil não encaminha nossos pedidos aos órgãos mais competentes, se bem que no Brasil é difícil achar um!

De que adianta existir no Brasil órgãos tais como o Ministério da Justiça e à Secretaria de Imigração do Ministério do Trabalho. Do que adianta no Brasil ter órgãos como: Secretaria Particular da Presidência da República. Ministério da Previdência Social, antes o INSS. Ministério de relação Exterior. Ministério do Trabalho e Emprego. Ministério da Agricultura. Secretaria de Direitos Humanos. Secretaria e Governador do Estado de São Paulo. Arquivo Nacional. Arquivo Histórico do Estado de São Paulo. Do que adianta no Brasil ter tantos órgãos se neles ou deles não obtemos as respostas e nem as esperadas soluções para os nossos casos.


Afora existir no Brasil muitos órgãos municipais, estaduais e federais , e que, são os responsáveis por registrar a entrada e a saída no Brasil, de pessoas estrangeiras, não há um que nos informe corretamente, e alguns que fazem de nossos pedidos umas sátiras!
Por faltas de leis não são, pois, existem leis no Brasil desde os tempos da colonização até agora, e que, tratam da entrada, estada e da saída de imigrantes estrangeiros. Existem leis internacionais que tratam dos mesmos assuntos. Existem leis Brasileiras e internacionais que exigem os seus cumprimentos em informar aos cidadãos brasileiros ou não, tudo o que ele deseja saber, mas no Brasil não é assim que funcionam as coisas, porque há uma má vontade GERAL!
"UM BREVE RELATO DO INTERESSE DO BRASIL NA IMIGRAÇÃO ITALIANA":

A Itália se viu dividida em sete Estados soberanos, surgindo, em consequência, o ideal da unificação. Esta foi obtida apenas em 1870, graças a Vitor Emanuel II, o Primeiro Ministro Cavour e o revolucionário Giuseppe Garibaldi. Terminada a luta, o sonho de paz e prosperidade foi substituído por uma dura realidade: batalhões de desempregados e camponeses sem terras não tendo como alimentar a si nem as suas famílias. A Revolução Industrial, com a advento das máquinas, substituíra o trabalho do homem, com muito mais lucro e perfeição. A solução foi emigrar em busca de novas terras não exploradas e ricas.



OS ESCRAVOS BRANCOS:

Oficialmente, havia duas metas para a imigração. A primeira era a colonização, para busca de mão-de-obra especializada agrícola e povoar territórios. A segunda, criar um mercado assalariado, em substituição à mão-de-obra escrava. Mas o objetivo principal era perseguido pelos "barões do café" , uma oligarquia paulista com forte influência na política nacional e que pretendia suprir a carência de mão-de-obra na lavoura cafeeira, já em crise, que se agravaria com a abolição da escravidão, em 13 de maio de 1888, e daí os coronéis do café passaram a importar "OS ESCRAVOS BRANCOS!". Dessa forma, o Governo brasileiro criou uma série de facilidades e, por intermédio de uma propaganda maciça na Itália, vendeu" uma imagem do país, como uma "Terra Prometida".

Na época, a Itália era um país agrícola bastante limitado, sendo que o desenvolvimento industrial ocorrera principalmente no norte, não alterando a situação de pobreza de sua agricultura. Outra parte veio fugindo da guerra e da fome, acreditando nas promessas e um sonho de continuar a sobreviver como pequenos produtores rurais - condição que não conseguiam mais manter em seu país, e que, os italianos pobres nem imaginavam o que estava por vir. Milhares de imigrantes italianos, dentre eles jovens recém-casados, homens e mulheres de todas idades e crianças, decidiram atravessar o Atlântico em busca de uma vida melhor. Muitos viajavam desconfortavelmente dias seguidos dentro dos porões dos navios que os expatriavam. Muitos morreram e seus corpos foram atirados ao mar.

Em 1871, formou-se a Associação Auxiliadora de Colonização de São Paulo, reunindo importantes fazendeiros e contando com o apoio do governo. Quinze anos mais tarde, em 1886, foi criada a Sociedade Protetora da Imigração, responsável direta pelo alojamento, emprego e transporte dos recém-chegados até as zonas cafeeiras, e que, sendo o café, na época, o verdadeiro motor da economia brasileira. Em apenas um ano, esta sociedade promoveu a entrada de mais de 32 mil trabalhadores. Até o ano de 1900, essa cifra ultrapassaria a casa dos 800 mil imigrantes. Atraídos por uma forte campanha publicitária e por passagens subvencionadas pelo governo brasileiro, milhares de europeus viam aqui uma saída para sua difícil situação econômica, deixando-se cair nas tentadoras promessas de uma vida melhor ao sul do equador.

Estudos recentes mostram que a introdução de trabalhadores europeus em terras brasileiras deu-se num volume muito maior do que a capacidade de absorção das lavouras de café do interior paulista e de outras localidades.

O objetivo era manter a oferta de braços num nível muito elevado, de maneira que o custo da mão-de-obra se mantivesse baixo e não onerasse demasiadamente a produção. Por isso explica o fato de grande parcela desses imigrantes ter sido atraída pelos centros urbanos, em vez do campo, marcando definitivamente a conformação social de cidades como São Paulo. Em virtude desse afluxo de imigrantes, a população da cidade de São Paulo passaria de cerca de 31 mil habitantes em 1872 para mais de 230 mil em 1900. Esse excedente de trabalhadores fez com que o processo de industrialização, ocorrido em princípios do século 20, dispusesse de mão-de-obra barata, já que a oferta desta era considerável.Das inúmeras contribuições dos italianos para o Brasil e à sua cultura, destacam-se o enraizamento do catolicismo no Brasil.

Muitos imigrantes, vieram para o Brasil, Principalmente para o estado de São Paulo, para trabalhar no interior paulista, como uma mão de obra barata, em troca de salários de fome, e em muitos casos só trabalhavam para pagar as despesas com as viagens suas e da família, ou até por troca de comida, (sem exagero algum). Os filhos desses imigrantes, menores de idade que fossem homens faziam quase que os mesmos trabalhos pesados dos adultos nas lavouras de café, na colheita do algodão, em vinhedos ou na plantação da cana da açúcar, e em teares, ou fabricas de tecidos, que na época eram chamadas de setificios, e na produção do bicho da seda.

Incluso as mulheres faziam menores ou não trabalhavam nas fazendas de café ou nos serviços do lar servindo de empregadas dos coronéis do café! E que o governo brasileiro na época, pouco controlava esses trabalhos quase ou escravos, pois, eles mesmos também tinham suas próprias fazendas de café ou de algodão!.

Em segundo lugar, quero aqui dizer que todos os imigrantes de qualquer nacionalidade que vinham para o Brasil, vinham por chamado dos governo Geral dos estados Brasileiros, vinham através de cartas de trabalho á pedidos dos grandes coronéis das fazendas, vinham para trabalhar nos desenvolvimentos das industrias de calçado, de roupas, da cana de açúcar, vinham para trabalhar em soldagem, mecânica, caldeiraria, calcetaria, tanoeiro, pedreiro, ferramenteiro, e outras profissões, quem vinha como jornaleiro e não tinha o grau de ensino, era tido como trabalhador braçal ou lavrador! Muitos vinham como espontâneo, porquê vinham como espontâneos? Para evitar certas burocracias e exigências da época!Essas pessoas vinham atendendo á convite por cartas que amigos e parentes que aqui tinham suas terras, e em muitos casos eram omitidos essas propriedades!


Noutros casos até fazendeiros (coronéis), faziam acordos por detrás dos panos e com as pessoas indicadas por alguém convidavam e os interessados vinham para o Brasil, e que, nesses últimos casos quem vinha como espontaneamente (não era espontâneo) as despesas com as passagens e a viagem corriam por conta do cidadão ou da cidadã que aceitava esses convites.
Só que documentos comprovam que mais tarde e depois de estar estabelecido no Brasil, os indivíduos que não recebiam as devoluções dos seus gastos, e que, era de responsabilidades dos fazendeiro, entravam com ações na justiça dos estados para reaver o seu dinheiro. Em algumas situações fazendas foram ás falências por causa dessas ações judiciais e outras mais, prova disso, é, "A FAZENDA DO VEADO" em Piratininga (e outras em Agudos, e em muitas cidades do Interior do Estado de São Paulo), que faliu, e hoje está quase que destruída e posta á venda. Por isso resolvi, eu, o senhor, João Carlos Gonçalves, de 69 anos de idade, filho de Juvenal Gonçalves, e neto de ORESTES PEDRAZZOLI, bisneto de UMBERTO E HUMBERTO PEDRAZZOLI, e tetraneto de VINCENZO BIGLIARDI, eu quero, e vou investigar, custe o que custar, irei até o fim, recorrerei aos órgãos de direitos humanos internacional e brasileiro e irei ao papa se preciso for, para descobrir como desapareceram totalmente os dados de meus ancestrais no Brasil, e as verdadeiras informações dos IMIGRANTES ITALIANOS:
"OS SENHORES VINCENZO BIGLIARDI E FAMÌLIA E HUMBERTO PEDRAZZOLI OU UMBERTO PEDRAZZOLI E FAMÌLIA, NÃO ERAM FUMAÇAS QUE VIERAM AOS VENTOS E SUMIRAM SEM DEIXAR UM RASTRO SEQUER!"


"QUEM ERAM, DE ONDE ERAM, QUANDO NASCERAM, PAIS E MÃES":
Dos Parcos e frágeis Dados que estão Obtidos:

1-) VINCENZO BIGLIARDI DE 41 Anos de idade, e que, embarcou para o Brasil, no porto de Genova, na Itália, na data de 21 de Dezembro de 1887 com á esposa Luigia Falavigna Bigliardi de 40 anos, e os filhos, Cleonice Bigliardi 17 anos, Giuseppe Bigliardi 15 anos, Leonilda Bigliardi 13 anos, Giovanna Bigliardi 11 anos, e que, desembarcaram no Brasil, no Porto do Rio de Janeiro no dia 19 de Janeiro de 1888, conforme demonstra os documentos do SIAN, e Matricula de entrada Casa do Imigrante ou alojamento Provincial da Imigração do Estado de São Paulo. E que, pelos documentos mostrados e á vistas de qualquer uma pessoa, se nota que um documento é cópia do outro, ou seja, o que um diz o outro também. E que isso não prova e nem comprova nada, porque?


(a) - Nos documentos apresentados o relatório de bordo do SIAN no Brasil, não constam as filiações dos senhores chefes da família, Vincenzo Bigliardi e nem de Luigia Falavigna Bigliardi?
(b) - Nos documentos apresentados á mim, que é relatório de bordo, e do Sistema de Informações do Arquivo Nacional - SIAN, e que, porque no Brasil, não constam as datas de nascimentos de toda a família Bigliardi? Já que todos vieram com os seus documentos legais, (passaporte e etc).

(c) - Nos documentos apresentados á mim, que é o relatório de bordo, e do SIAN no Brasil, não constavam:

c.1 - Os números dos passaportes de toda a família?

c.1.2 - Todos deveriam ter suas cartas de autorizações para sair de um pais e entrar em outro, e que, são concedidas pelas embaixadas do Brasil e da Itália?

c.1.2.3 - Em qualquer lugar do mundo em qualquer época existem documentos que são cobrados e exigidos pela fiscalização alfandegária e imigratória, e que deveriam serem apresentadas e registradas nas imigrações e emigrações dos seus respectivos países onde consta seus destinos e o que vieram fazer no país e para onde serão os seus destinos, esse documento sumiu ou não existiu?

c.1.2.3.4 - Nos documentos apresentados á mim, que é relatório de bordo, e do SIN no Brasil, E que, mesmo nas épocas antiquas não havendo a informatização, os rigores das fiscalizações eram ás mesmas ou ainda piores que agora, não constam nada, e é certo que outras documentações foram apresentadas, porquê disso?


(d) - Nos documentos apresentados á mim, que é relatório de bordo, e do SIAN no Brasil, prova que no Brasil existem órgãos que não os devidos cuidados ou só arquivam e trata como devem serem tratados, só coisas de seus interesses históricos, ou até nem isso. Senão Vejamos:

d.1- Existe nos Arquivos Nacional, dados com todas as informações de Dom Pedro II e suas famílias, mas não constam de onde nasceram ou advinham toda a família Bigliardi, de que cidade, que vila?

d.1.2 - Sabe-se que eram lavradores, da mesma forma que as pessoas que nessa época não tinham estudos (eram 62% da população mundial). E que, eram registrados nos livros oficiais, como lavrador, jornaleiro, tanoeiro e outras funções, fato que não carecia de dar uma justificativa maior para entrar num país, mas os BIGLIARDI E OS PEDRAZZOLI, não?

d.1.2.3 - Sabe-se que, vinham pessoas para tão somente trabalhar nos serviços mais que pesados ou quase que escravo, em fazendas, e chácaras ou para O COMBATE AS MALÁRIAS, ou outros tipos de doenças. Os piores serviços eram para os imigrantes, de qualquer país estrangeiros, dos tipos da colonização do Brasil, onde o rei de Portugal, DOM João III mandava para esse país pessoas degredadas, que vinham sem nenhuma documentação, e em 1888 o fato se repete?

d.1.2.3.4 - Só pode ser isso, ou o Brasil sempre foi um país desorganizado como é até agora. Onde entra e sai quem quiser sem nenhuma fiscalização e registros?

(2) - Vendo que, em qualquer país sério de mundo, para se entrar no pais, sendo pela fronteiras ou pelas alfândega ou portos, por mar terra e ar, as pessoas tinham e tem que apresentar certidões e mais documentos inclusive com fotos e outros itens, (carimbos, etc). Mas, e que, no Brasil, pelo visto SAÍU DA ITÁLIA e embarcou no PORTO DE GENOVA, uma poção de fumaça chamada "FAMÌLIA BIGLIARDI", e o mesmo aconteceu com a "FAMÌLIA PEDRAZZOLI"?


(3) - Desde a entrada das famílias "FUMAÇA BIGLIARDI" e "FUMAÇA PEDRAZZOLI" no porto do Rio de Janeiro, lá mesmo elas se exalaram, e depois os mesmos dados e nada mais vieram aparecer na
(4) - Me parece incrível, mas, mesmo com toda á informatização mundial, e que, onde uma pessoa escondida nos escombros do massacre que está acontecendo em ALLEPO na destruída e devastada SÌRIA, consegue de um celular mandar imagens documentos e noticias para o mundo saber do terror e das execuções que acontecem por lá.

Enquanto eu aqui, no Brasil, onde tudo está em mão dos órgãos federais, dos órgãos estaduais, dos órgãos municipais, e que, no final tudo está registrado num só órgão central, e que, é de responsabilidade do governo federal.

E que, através do Ministério do Trabalho e Emprego, do Ministério da Justiça, do Ministério da Previdência Social, do Ministério do Exterior, do Ministério da Fazenda, se dizem incapazes, e sequer demonstram boa vontade em acolher os meus pedidos de informação, e o que é, mostram má vontade, incluso que para deixar todos os dados digitalizados o Brasil levará mais de Dez anos. Daí se subentende que os responsáveis por muitos órgãos federais, estão numa função política eleitoreira, o que eu entendo como CABIDE DE EMPREGO!
E que, abaixo relaciono os nomes, os órgãos, e os e-mails das autoridades que receberão minhas reclamações e os pedidos de informação:
(5) "QUEM ERAM OS BIGLIARDI, representado por Vincenzo Bigliardi, Italiano, de 41 anos de idade, e OS DADOS PESSOAIS DELE E FAMILIARES. E da mesma forma QUEM ERAM OS PEDRAZZOLI, representado por Humberto ou Umberto Pedrazzoli, e OS DADOS PESSOAIS DELE E FAMILIARES.
(6) Órgãos que receberão meus e-mails com os pedidos de informações:

1-Presidência da República,

2-Ministério do Exterior,

3-Ministério da Previdência Social,

4-Ministério do Trabalho e Emprego,

5-Ministério da Justiça e cidadania,

6-Ministério da Agricultura,

7-Governador do Estado de São Paulo,

8-Ouvidoria Geral do Estado,

E,

9- http://www.portaleimmigrazione.it



info@emigrati.it,

Presidente - Francesco Saverio Alessio,

E,

10-consolato.onorario@brasilegenova.it,

Giuseppe Francini - Consul



E,

11-brasemb.roma@itamaraty.gov.br,

Sr.Ricardo Neiva Tavares

E,

12-consulado geral do Brasil na italia.

cgbroma@tin.it,

consbras@tin.it

E,

13-ouvidoria@dpf.gov.br,

Controle de estrangeiros no Brasil,

NEY FERREIRA DE SOUZA - ouvidor

E,

14-AUTORIDADE PORTUÁRIA DE GENOVA



presidente@mantovaninelmondo.org, 

pec@cert.cittametropolitana.genova.it

E,

15-ricerchefamiliari@lombardinelmondo.org,



E,

GABINETE DO PREFEITO DE AGUDOS



16-gabinete@agudos.sp.gov.br

E,

17-ouvidoria@agricultura.gov.br.



AGRICULTURA BRASIL

E,

18- http://www.diocesidimantova.it/it/uffici

19-migrantes@diocesidimantova.it

20-famiglia@diocesidimantova.it

Don Riccardo Gobbi - direttore

Flavia Avona - condirettrice

Claudio Amerini - condirettore

E,

21-archiviostorico@diocesidimantova.it



22-Mons. Giancarlo Manzoli - direttore

Dott.ssa Licia Mari - vice-direttore

Dott.ssa Roberta Benedusi – archivista

E,

23-Don Giampaolo Ferri e don Andrea 

pastoralegiovanile@diocesidimantova.it

E,

24-Mons.Claudio Giacobbi - Cancelliere 



cancelleria@diocesidimantova.it

E,

25- http://www.chiesadigenova.it



Fontana.orero@gmail.com,

26-Administrativo@diocesi.genova.it,

27-segreteria@caritasgenova.it,

28-catechistico@diocesi.genova.it,

29-cultura@diocesi.genova.it,

30-famigliaevita@diocesi.genova.it,

31-csmatteo@centrosanmatteo.org,

32-secretariado@cappellanigenova.it,

33-vitaconsacrata@diocesi.genova.it,

34-ced@VicariatusUrbis.org,

35-info@porto.genova.it,
36-protocollo.prefge@pec.interno.it,

37-prefettura.genova@interno.it,









Como será impossível alguém viajar de um pais para o outro e todos perderem as suas identidades e Virem com todos os documentos conforme a lei da época e aqui no Brasil, ficarem "SEM ROSTOS", E SUMIREM COMO FUMAÇA, sem deixar nenhuns rastros. Informações incipientes e iniciais existem, mas documentos firmes e que comprovem que a pessoa realmente esteve naquele lugar. Lugar esse que tem por obrigação de efetuar os seus registros, (os cartorários), os serviços alfandegários, e os serviços fiscais das imigrações e migração de ambos os países, (Itália e Brasil), devem ter registrados os nomes, as filiações os endereços (antigos e atuais), porque eles saíram de seus países, e porque vieram para o Brasil. Haverá meios de como me ajudarem á descobrir, quem verdadeiramente eram os BIGLIARDI? Onde estão os documentos, (certidões e registros de nascimento e batismo, antigos endereços na Itália e no Brasil, suas antigas fotos, e se ainda há remanescentes com o sobrenome BIGLIARDI? Sou sabedor que é uma tarefa muito difícil para as vossas senhorias, e impossível para mim só fazê-lo! Faço um apelo á todos que aqui estou contatando, e sei que ao menos alguma pessoa de algum órgão, poderá me dar todas informações e cópias das documentações ora requeridas. Só para se ter uma idéia, em informações obtidas com pessoas (advogados), e que, tratam de documentações para a naturalização ou a dupla cidadania tanto de estrangeiros como de Brasileiros que querem ter vistos de permanências nos países requeridos, e que não é o meu caso, pois, amo o Brasil e não sairia dele por nenhum preço!
Essas empresas (constituídas de advogados), e que, investigam e levantam as vidas das pessoas estrangeiras, e que, tratam de todas as documentações, por uma bagatela de USD 30.000. E que, arcarei de todos recursos da informação para que minha investigação tenha sucesso. Se com dinheiro se consegue tudo, o que se faz quando não tem, e quer conseguir todas as informações para colocar suas raízes familiares em dia e escrever a história da Família. BIGLIARDI-PEDRAZZOLI-GONÇALVES. Como a força iminente da mídia é tão transparente, e que, nada se torna impossível para essa ajuda aqui clamada, apelarei á ela!
E no Aguardo de Resposta!
Atenciosamente,

João Carlos Gonçalves,

RG;3.963.641-0, Residência fixa: Rua Cremiro Azevedo número 599,

Município de São Vicente, estado de São Paulo, CEP: 11349-080-Brasil.

Tel: (13) - 3406-2362. e-mail: jc_original_goncalves@hotmail.com

NOTA: Vos envio alguns anexos de minha investigação, e que, parou nisso: Lembrando porem, que, conforme outras informações, ambos: Vincenzo Bigliardi a esposa e filhos, (Deveriam estar na cidade de Agudos), onde casou uma de suas filhas Leonilda Bigliardi, terceiro filho da hierarquia, e que, casou com Humberto Pedrazzoli ou Umberto Pedrazzoli, E que HÁ CERTIDÃO DE BATISMO DE UMBERTO PEDRAZZOLI da Cúria de SÃO BENEDETO em Mantova na Itália de onde era natural!

NOTA:

(A) - VICENTE BIGLIARDI.



(A.1) - Os registros de entrada no Porto do Rio de Janeiro, (sem nenhuma outra informação importante á não ser os nomes de demais familiares e suas idades sem nenhuma outra informação de destino ou estadias.
(A.2) - Registros de entrada na casa do imigrante em São Paulo ( que é cópia do SIAN) - no Rio de Janeiro e mais nenhuma outra Informação de destinos estadias ou dados que deveriam conter em ambos os casos!
(A.3) - Todos os cartórios de registros civil das pessoas naturais e de Interdições tutelares e suas PREFEITURAS dos seguintes MUNICÌPIOS:

1-AGUDOS,

2-PIRATININGA,

3-OSWALDO CRUZ,

4-DUARTINA,

5-PEDERNEIRAS,

6-CABRÁLIA PAULISTA,

7-BAURU,

8-MARÍLIA

9-CAMPINAS

10-ARARAS,

11-SÃO PAULO, capital do estado, e que, nenhum deles responderam. (É quase certo), e que, existe por detrás disso todo um interesse comercial.



Pois, muitas pessoas procuram esses cartórios e essa prefeituras afim de que, consigam tais documentos para requer na Justiça a Cidadania Italiana. E que se esse autor assim o quisesse ele já tem em mãos documentos suficiente para tal requisição, e que, não é meu caso, e minha intenção. Quero e tenho por Obrigação descobrir os paradeiros do meu Tetravô VINCENZO BIGLIARDI e meu bisavô UMBERTO OU HUMBERTO PEDRAZZOLI.
(B) - UMBERTO PEDRAZZOLI, , E que, no Brasil passou-se a chamar, HUMBERTO PEDRAZZOLI (H), filho de GIUSEPE PEDRAZZOLI, e que, no Brasil teve a mágica de ser passado para JOSÉ PEDRAZZOLI, natural de Mantova, Itália, e casado com OLYMPIA FELICITA REBUZZI, e que, no Brasil passou-se a chamar, OLYMPIA REBUCI.
Conforme atestam os seguintes DOCUMENTOS: (Pela Seqüência das datas).
(B.1) - Certidão de casamento de número 19 expedida em 23 de Setembro de 1963, (cópia-2a Via), e que, consta que, em 07 de Abril de 1923 se realizou o casamento de ORESTES PEDRAZZOLI, e, MARIA AUGUSTA DA SILVA. Ele nascido na cidade de AGUDOS, em 26 de Fevereiro de 1898, (25 anos). Filho de HUMBERTO PEDRAZZOLI, ( já falecido), e, de LEONILDA BIGLIARDI, moradora no Distrito de Piratininga, ( por erro do escrevente oficial, não constam as nacionalidades de pai e mãe, e que, certamente são Italianos). E que á fé do Documento está lavrado na FOLHA 96V do LIVRO NÚMERO B3 (ou 5). Documento esse, e que, foi expedido pelo Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais de PIRATININGA-SP, sendo Oficial Maior HUMBERTO FRAGA MOREIRA, e que, vem assinado na fé da Escrevente Oficial OLGA NEVES FRAGA.
(B.2) - Certidão de casamento de número 19 expedida em 01 de Novembro de 1955, e que, consta que, em 26 de Junho de 1926, (23 anos) se realizou o casamento de GUILHERME PEDRAZZOLI, e, SEBASTIANA FERREIRA DE LACERDA, Ele nascido na cidade de LENÇÒIS, comarca de AGUDOS, em 1903. Filho de HUMBERTO PEDRAZZOLI, ( já falecido), e, de LEONILDA BIGLIARDI, Italianos naturais de Mantova, e que, moradora no Distrito de Pederneira, Documento expedido pelo cartório de Registro Civil das pessoas naturais da Comarca de DUARTINA-SP, município de CABRÁLIA PAULISTA-SP. Luiz Laércio G. Ribeiro o Responsável.
(B.3) - CERTIFICADO DE BATISMO expedido pela DIOCESE DI MANTOVA, Itália, da PARÓCCHIA DI SAN BENEDETTO - PC, da COMUNE DI SAN BENEDETTO-PC-(Província da Comunidade), registro VAL.11 Número 95, Certificado expedido em 20 de Julho de 1983 (cópia), dando fé do nascimento de UMBERTO PEDRAZZOLI, Filho de GIUSEPPE PEDRAZZOLI e de FELICITA REBUZZI, nascido em 04 de Março de 1867 e batizado em 05 de Março de 1867, naquela paróquia. Assina o Documento O Pároco Don Ângelo Paniffa.
(B.4) - Certidão de Nascimento da fé que, nas folhas 082V do livro A Número 008 de registros de nascimento, e que, é datado na sua expedição em 25 de Novembro de 2009 (cópia), que ROZINA PEDRAZZOLI, nascida em 05 de Janeiro de 1910, em PEDERNEIRAS é filha de UMBERTO PEDRAZZOLLI, Italiano e LEONILDA BIGLIARDI, Italiana. E que, São Avós Paternos, JOSÉ PEDRAZZOLLI, E OLYMPIA REBUCI e avós maternos VINCENZO BIGLIARDI E LUIZA BIGLIARDI. E que O pai Umberto Pedrazzolli foi o declarante. O Documento (Certidão), foi expedido pelo Cartório Civil das Pessoas naturais e de Interdições e Tutelares da Comarca de PEDERNEIRAS. Oficial Maior Rogério Tobias, Dão Fé: Oficial Substituta Adriana Carvalho de Araujo Tobias e a Escrevente Carmem Lúcia Stabile dos Santos.

Promotoria de Justiça de Agudos!

http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/Promotorias_de_Justica/regioes_adm/relacoes_regionais/rel_regionais_bauru/bau_agudos,
pjagudos@mpsp.mp.br,

pjpederneiras@mpsp.mp.br,

pjpiratininga@mpsp.mp.br,

pjosvaldocruz@mpsp.mp.br,



ouvidoria@mpsp.mp.br,

pjbauru@mpsp.mp.br,

pjduartina@mpsp.mp.br,


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