Dercilio junior verly lopes ewerthon mattos paterlini



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3.5. UTILIZAÇÃO DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES NA APRESENTAÇÃO DOS DADOS

Com o objetivo de apresentar informações de forma resumida permitindo imediato entendimento dos leitores, as tabelas e as ilustrações são componentes do texto que auxiliam na aclaração, explicação e simplificação do mesmo (MATTAR et al., 1996).

De acordo com Peixoto (2006), as tabelas e as ilustrações são formas de comunicação científica, as quais se baseiam em um tripé formado pelo comunicador (pesquisador), pelo método de comunicação (meio escolhido para se efetuar a divulgação dos dados) e pelo comunicado (leitor). Nesse processo de comunicação, é indispensável que os meios escolhidos possibilitem o entendimento de forma clara, direta e verdadeira, sem interpretações errôneas dos dados.

Faz-se, então, a necessidade do pesquisador avaliar, na construção de uma tabela ou ilustração, qual a informação se quer transmitir. Mattar et al. (1996) evidenciam que, muitas das vezes ao final de uma pesquisa, são observadas inúmeras tabelas e ilustrações que foram concebidas quase por acaso, mesmo que elas apresentem estruturas tecnicamente corretas. De acordo com os autores, o conhecimento das diversas formas de apresentação dos dados auxilia na percepção de suas diferentes vantagens e desvantagens.

A seguir serão expostas as principais formas de apresentação de tabelas e ilustrações.


3.5.1. Tabelas

As tabelas possuem uma normativa própria para sua apresentação, que foi editada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e visa fornecer todas as informações necessárias para certificar a padronização e a racionalização dos dados em tabelas.

Segundo o IBGE (1993, p. 9) uma tabela é uma “forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central”, isto é, obrigatoriamente, toda tabela deve conter números. Esse fato é evidenciado ainda por IBGE (1993, p.17), em que “toda tabela deve ter dados numéricos, inscritos nas células, para informar a quantificação de um fato específico observado”.

De acordo com a normativa do IBGE, uma tabela é constituída, basicamente, de: topo, composta pelo número e título da tabela; cabeçalho, localizado abaixo do topo com a indicação do conteúdo das colunas; colunas, espaços verticais contendo dados numéricos ou indicadores; linhas, espaços horizontais contendo dados numéricos; células, cruzamentos de linhas com colunas; e rodapé, espaço destinado à fonte, à nota geral e à nota específica. Na Figura 2 podem ser identificados todos os elementos básicos de uma tabela.


Figura 2. Elementos básicos de uma tabela

Fonte: Os autores (2013).

É perceptível a inexistência de traços verticais no interior e nas laterais da tabela ilustrada na Figura 2. A Figura 3 traz um caso especial sugerido pelo IBGE (1993), aonde temos uma tabela com apenas duas colunas que, para ser apresentada em uma única página, são distribuídas e separadas por um traço vertical duplo.


Figura 3. Demonstração de tabela com traços verticais

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