Da importância e dos mecanismos da Leitura e da Escrita



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Da importância e dos mecanismos da Leitura e da Escrita

A Leitura e a Escrita são processos de natureza diferente e importante nas chamadas culturas letradas. Através da Leitura, decodificamos e interpretamos as informações registradas nas escritas de diferentes linguagens, seja das línguas naturais, seja das linguagens artificiais, como a linguagem matemática, por exemplo.

A aprendizagem da leitura é anterior à da escrita. A leitura pressupõe a decodificação de sinais gráficos que, visualizados, constituem estímulos cerebrais processados de forma a que os seres humanos se capacitem à habilidade de extrair significado explícito e implícito de um texto escrito, de qualquer que seja o suporte em que se encontre, virtual ou não virtual. Assim, ler implica a capacidade de relacionar significados a convenções silábico-alfabéticas da escrita de línguas ocidentais e a sinais iconográficos a escrita de línguas, digamos, orientais e a notações de sinais e de números da linguagem matemática universal.

Tanto a leitura quanto a escrita são habilidades aprendidas normalmente na Escola, embora sua apreensão possa ocorrer fora do ambiente escolar. É possível haver a identificação de sinais, codificados em letras e números mesmo em indivíduos não alfabetizados, bem como os primeiros rabiscos, que normalmente se original, na infância, dos desenhos.

A Leitura não é um ato mecânico e passivo tampouco a Escrita. Para ler, usamos os nossos conhecimentos prévios, relacionando-os aos conteúdos novos, de modo a viabilizar a operação de processos de inferenciais, geralmente com base em contextos para reconstruir significados. Vários tipos de memórias são utilizados no processo de decodificação e interpretação, implicados na leitura. Quanto mais informações sobre o conteúdo do texto, maior grau de compreensão do que se lê.

Por isso, usamos algumas estratégias. A estratégia meta-cognitiva, por exemplo, nos proporciona controlar a nossa compreensão, através da qual é possível montar esquemas de planejamento de leitura. Dela pode resultar (a) mera decodificação das letras, (b) grau de compreensão literal do texto, (c) nível de compreensão inferencial.

Vários recursos são utilizados ao mesmo tempo razão por que a leitura não se processa palavra por palavra, a não ser em fases iniciais, de silabação, estágio não considerado completo, mas de pré-leitura ainda. Automatizada a etapa da decodificação dos sinais, da relação fonema/grafema, no caso das línguas de escrita silábico-alfabéticas, os olhos saltam em lugares estratégicos, de modo que, em estágios maduros, a leitura supõe também seletividade.

A leitura depende muito do conhecimento enciclopédico estocado na mente. O acervo de que os leitores dispõem dependem de muitos fatores: (a) meio sócio-cultural; (b) grau de estímulo e curiosidade pelo conteúdo; (c) exposição a práticas sociais da cultura letrada; (d) experiência escolar, medida em anos de escolaridade.



Das práticas de andaimagem: da pesquisa científica à tecnologia e inovação em Leitura.

Para o leitor típico e atípico, os estímulos à leitura constituem fatores relevantes e fundamentais. Além de sinais cerebrais, os estímulos podem ser de natureza diversa. Do ponto de vista da co-construção da leitura, a mediação se apresenta como recurso eficaz.

Andaime é um termo metafórico (Bruner,1983), que se refere à assistência visível ou audível, que um membro mais experiente de uma cultura presta a um aprendiz, em qualquer ambiente social. O termo refere-se a procedimentos por meio dos quais, na escola ou na família, por exemplo, o professor ou um membro da família ou mesmo um amigo com mais experiência facilita a compreensão ao proceder à mediação em relação aos que sabem menos. Diz-se, nestes casos, que a construção da leitura e a co-construção do conhecimento se valem de andaimes.

A experiência anterior de leitura e o conhecimento enciclopédico são importantes, mesmo que sejam de outros (Kleiman; Moraes, 1999). Para leitores iniciantes, com pouca experiência na cultura letrada, o conhecimento enciclopédico pode estar muito aquém das exigências que a compreensão do texto impõe. É justamente nessas circunstâncias que a mediação do professor ou de outra pessoa pode ser decisiva.

Os leitores, maduros ou iniciantes, associam as informações do texto às próprias experiências, à representação mental da gramática e ao estoque lexical para construir sentidos. Duas, então, são as questões importantes no ato de ler: (a) decodificação, que envolve habilidades de nível baixo; (b) a incompreensão dos textos, que se relaciona a habilidades de alto nível.

Assim, quanto mais automatizada encontra-se a primeira fase, mais memória operacional os leitores liberam para o segundo tipo de habilidades. Se os leitores interpretam e integram idéias e informação a partir do texto, com frequência, necessitam fazer uso de sua compreensão do mundo, estabelecendo conexões que podem ser implícitas ou podem estar abertas a interpretações baseadas em sua própria perspectiva.

Tanto maior esse conhecimento, tanto mais ampliado também é o vocabulário. Os linguistas sabem que “léxico da língua é o componente que mais nitidamente reflete o ambiente físico e social dos falantes” (Sapir, 1969, p.45). O conhecimento que os falantes têm desse ambiente físico e social é processado na forma de estruturas de dados ou frames (molduras). É imprescindível captar os sinais cerebrais para mapear o conhecimento enciclopédico que deve ser alargado, tanto quanto possível, nas crianças, nos adolescentes e nos adultos, em qualquer fase do letramento.

Uma moldura, de acordo com Brown e Yule (1983), é uma dada representação do mundo fixada na mente. A compreensão do que se lê e ouve implica confrontar as informações adiquiridas com as estruturas mentais já estocadas. Se dado item do vocabulário que compõe o texto não se encaixa em uma dada moldura armazenada na mente, a compreensão do enunciado ou do texto fica necessariamente prejudicada. (Cf. BORTONI-RICARDO, 2007).

Marcuschi (2008 p. 252) chama a atenção para a complexidade do processo de compreensão da leitura, demonstrando como o leitor trabalha inferencialmente com informações textuais, conhecimentos pessoais e suposições. Segundo o autor, “as inferências são produzidas com o aporte de elementos sociossemânticos, cognitivos, situacionais, históricos e linguísticos de vários tipos que operam simultanea e integradamente”. Sob tal prisma, compreender é essencialmente uma atividade de relacionar conhecimentos, experiências e ações num movimento interativo e negociado. O autor ainda se vale da metáfora de Dascal (1981), que imagina o texto como uma cebola cujas camadas internas representam as informações objetivas, um núcleo informacional que consiste em 30% a 50% do entendimento do texto. Envolvendo esse núcleo, está uma camada intermediária, que é passível de interpretações diversas, porém válidas, justamente o espaço das inferências. Em certos textos, essa camada representa 50% no processo de compreensão. A camada superficial externa, mais sujeita a equívocos, é o domínio de nossas crenças e valores pessoais. Aí se acomodam as extrapolações.

Cabe, neste projeto, destacar que o equipamento ora solicitado permite rigor nos índices mencionados, já que oferece precisão no que se refere à captação de sinais de processamento de leitura na mente, numa configuração de representação da gramática e do saber enciclopédico, tanto quanto da consciência fonológica dos sujeitos tomados para experimentação. Não se pode negar, no entanto, que todo o processo é profundamente influenciado pelo conhecimento de mundo que o leitor traz consigo para promover o diálogo com o texto no esforço para realizar uma leitura produtiva.

A mediação da professora, de familiares e de amigos, por meio da construção de andaimes, preenche os “buracos” que ficam na compreensão dos textos decorrentes da falta do conhecimento enciclopédico a que o texto se reporta e nas lacunas porventura existentes no processo de representação da gramática no curso dos letramentos em linguagens. Admite-se então que há graus de competência leitora, porque há uma grande heterogeneidade no acervo enciclopédico. À medida que a fluência na leitura aumenta (aferida pelas pausas, hesitações, falsos começos, trocas de letras, sílabas ou palavras, fonemas), o processo de compreensão torna-se mais competente.

Há que destacar pistas de contextualização igualmente relevantes ao processamento da leitura, tomadas como descritores para a orientação de uma mediação sistemática. Vale destacar então: (1) O contorno intonacional das frases de acordo com a pontuação como traço de nível suprasegmental para a facilitação da compreensão; (2) a produção de sínteses e a identificação da organização analítica dos textos; (3) a localização de informações explícitas em um texto; (4) a operação de inferir o sentido de palavras, estruturas linguísticas e “fatias informacionais” dos registros em linguagens, seja sob forma de sentenças de línguas naturais, seja sob a configuração de sentenças matemáticas, de uma linguagem convencionada e construída para representar números, equações, algoritmos e que tais.

Cabe lembrar que a leitura plena e madura dos sujeitos típicos pressupõe: (1) inferir informação implícita em um texto; (2) identificar o tema do texto; (3) distinguir um fato da opinião relativa ao fato; (4) interpretar o texto com auxílio de material gráfico diverso (tabelas, gráficos, figuras); (5) identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros; (6) reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos; (7) estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que garantem a progressão textual; (8) estabelecer relação de causa e consequência entre partes e elementos do texto; (9) identificar efeitos de ironia ou humor; (10) destacar efeitos de sentido decorrentes de usos de pontuação e de outras notações; (11) captar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.

A mediação de leitura permite elevar o estímulo de ler. Do ponto de vista da pesquisa científica, a quantidade de estímulos de leitura de sinais registrados por escrito em distintas linguagens agrega valor para o avanço do conhecimento sobre os mecanismos de leitura e a relação com mente. De uma perspectiva tecnológica, contribui para subsidiar a constituição de uma Pedagogia da Leitura, com claros princípios metodológicos. Para o aprendente em pleno processo em curso, a ampliação do conhecimento de mundo alarga o acervo enciclopédico necessário à compreensão da leitura.



Dos mecanismos lógicos da leitura e da aplicação de aplicação de experimentos

A pesquisa já desenvolvida, em parceria com Linguística e Matemática, oferece resultados quanto aos mecanismos lógicos que aprofundam o conhecimento das bases cognitivas sobre leitura, dos algoritmos indispensáveis à compreensão e a interpretação da Matemática e da Língua Materna na sua variedade culta. Sob perspectiva interdisciplinar, o estudo reflete as questões referentes às bases que sustentam o letramento formal, em ambas as disciplinas, considerando-se os aspectos metagnitivos aludidos, indispensáveis à aprendizagem de linguagens tipicamente do mundo letrado.

Parte-se do pressuposto de que os saberes formais, aprendidos de forma sistemática, embora normalmente distanciados do letramento social, levam em conta o já mencionado conhecimento enciclopédico, a bagagem prévia que o iniciante possui em função de experiências de mundo. Sem dúvida, a apropriação do letramento formal concorre para a inserção dos indivíduos na cultura grafocêntrica que veicula a informação e o conhecimento de forma estruturada e universalizada.

Assim, o trabalho com mediação da leitura mostrou-se recurso de facilitação da interpretação dos pilares lógicos de sustentação de textos bem estruturados, responsáveis pelos aspectos cognitivos da construção do capital formal em linguagens. Por isso, o alvo escolhido voltou-se para a mediação da leitura em contexto de resolução de problemas na Educação de Jovens e Adultos (EJA), envolvendo as áreas de Português e Matemática.

Foi analisado o impacto causado nos professores, nos alunos, entre alunos e professores e entre os alunos envolvidos na pesquisa de campo, ao apresentar novas formas de conceber e trabalhar a interpretação de enunciados e de operações matemáticas com o auxílio de textos ilustrados. O objetivo principal consiste em demonstrar como os recursos mediados durante a leitura permitem o desenvolvimento simultâneo de habilidades comuns às duas áreas do conhecimento sem que fronteiras rígidas sejam estabelecidas.

Constata-se que os sujeitos mediadores e todos os atores envolvidos percorrem os raciocínios possíveis para se chegar às soluções dos problemas a contento com mais chances de se apropriar do código escrito compartilhado pela cultura letrada cujo significado deve ser interpretado também por todos os leitores, pelos membros da comunidade decodificadora. Os trechos analisados de mediação registram muitos recursos utilizados, o que leva a concluir que uma Pedagogia da Leitura deve prever diretrizes claras e pressupor perspectiva interacionista de acordo com os princípios vigostkianos de construção de conhecimento.

Ao longo das trancrições das interlocuções em sala de aula, constata-se a explicitação de dinstintos raciocínios para a resolução de problemas assim como de operações metacognitivas presentes no processamento da leitura. Os descritores selecionados para nortear a análise das interações mediadoras da pesquisa aparecem com clareza nas transcrições.

Pelos dados, observa-se a predominância da explicitação da informação no texto, da utilização de figuras como ancoragem para a facilitação dos sentidos. Algumas estratégias se mostram especialmente relevantes em aprendentes bem iniciantes, pois tornam concretas as relações que se podem estabelecer entre causa e consequência tanto quanto às extrações inferenciais durante a leitura. O estabelecimento da relação causa/consequência mostra-se também um instrumento importante para relacionar trechos dos enunciados e estabelecer conexão entre partes do texto.

Com o auxílio de tecnologia de ponta, é relevante metodologicamente para a pesquisa, a análise da mediação em leitura, que se utitilize de princípios lógicos, dado que eles são pistas contextualizadoras para a captação dos sinais cerebrais. Na medida em que vão gradativamente sendo mapeados, a hipótese fote é a de que prefiguram melhor desempenho e proficiência na leitura. São , pois, relevantes nos experimentos a identificação, descrição e sistematização dos recursos de andaimagem, que contam com a co-participação dos interagentes, princípio fundamental para a representação mental dos significados, para a co-construção dos sentidos interpretados nos textos e para a constituição de um modelo de Pedagogia da Leitura.

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