César Vieira Dinis



Baixar 67,01 Kb.
Encontro26.07.2017
Tamanho67,01 Kb.

A Neutralidade Possível ou a Pessoalidade Resgatada



César Vieira Dinis

 

 



Na Era da Neurociência há Espaço para se Trabalhar

Psicanaliticamente com Grupos?



Waldemar José Fernandes

 

 



Crescimento, Criação e Celebração nos Grupos

António Guilherme Ferreira

 

 



Neutralidade e Pessoalidade em Grupanálise

e Equilíbrio Harmónico Criativo de Mudança



Eugénio Minotti da Cruz Filipe

 

 



 

O Cravo e a Rosa



João Azevedo e Silva

 

 



A Construção da Rosa

Mauro Brilharinho Naves

 

 



História da Grupanálise em Portugal — 2. Parte

Francisco Salgado, Teresa Silva Pinto

 

 



LEITURAS

NOTICIAS

AVISO DAS PRÓXIMAS REUNIÕES NACIONAIS E INTERNACIONAIS/

CONGRESSOS/CONFERÊNCIAS

 

A NEUTRALIDADE POSSIVEL OU A PESSOALIDADE

RESGATADA

César Vieira Dinis

 

Resumo

O autor sustenta que a qualidade específica da relação que se estabelece entre analista e paciente é um factor decisivo no resultado terapêutico. Acentua a responsabilidade do analista nesta área, abordando a vertente contratransferencial, incompatível com uma suposta neutralidade. Desenvolve, a propósito, aspectos peculiares à grupanálise, sublinhando o imperativo de ser respeitada a singularidade de cada um dos membros no fórum que é o grupo.

Résumé

L’auteur soutient que la qualité spécifique de la relation analyste patient est un facteur déterminant du résultat thérapeutique. II souligne a responsabilité de l’analyste en ce domaine, envisageant a dimension du contre-transfert qui n’est pas compatible avec une prétendue neutralité. II déploie, a ce propos, des aspects particuliers a la groupe-analyse, en remarquant qu’il faut absolument faire attention a la singularité de chaque membre dons le forum qui est le groupe.



Summary

The author sustains that the quality of the analyst-patient relation is a decided factor on the outcome of the therapy. He underlines the responsibility of the analyst in this field, according to counter-transference phenomena which are not supposed to be neutral. About this matter he displays some group-analytic features and stresses the importance of preserving the singularity of each member within the group forum.

 

NA ERA DA NEUROCIÊNCIA HÁ ESPAÇO

PARA SE TRABALHAR PSICANALITICAMENTE COM GRUPOS?

Waldemar José Fernandes

 

Resumo

Nesta época em que tudo e tão rápido, e que podemos assistir a ataques terroristas ao vivo pela televisão, e discutirmos no grupo analítico horas depois, nesses tempos em que os psicofármacos estão aí para resolver todos os problemas com soluções imediatistas e simplistas, será que alguém ainda se interessa pelas causas dos sintomas, pela situação familiar e histórica, e pelo contexto actual desencadeante? 0 trabalho psicanalítico grupal ainda tem vez? Assim começa este trabalho.

A sociedade actual quer tirar de sua frente a realidade da violência, da angústia e do conflito. Vivemos um momento onde se receita a mesma gama de medicamentos, seja qual for o sintoma, pois, se há sofrimento psíquico, “haverá uma anomalia na célula nervosa”. Assim, a depressão tornou-se a epidemia psíquica por excelência, e multiplicaram-se as pílulas para curar esse mal.

Tal movimento já previra Freud, quando dizia que o futuro talvez nos ensinasse a agir directamente, com a ajuda de algumas substâncias químicas, sobre o aparelho psíquico, convindo, entretanto, “não desprezar a técnica analítica”.

Veremos ainda que, tal como Freud e Bion referiram, os grupos têm suas raízes no grupo primordial selvagem.

A cultura grupal e decorrência da permanente interacção entre o sujeito e o grupo, ou melhor, entre o narcisismo e o altruísmo, e entre partes primitivas e actuais, sendo que não existe um verdadeiro crescimento sem a convivência simultânea dos aspectos evoluídos com os aspectos primitivos, que todos temos. Só assim, ambos os níveis de funcionamento grupal entram em ressonância, com desenvolvimento do grupo e do sujeito.

Finalizando, o autor propõe que, ao lado do trabalho psicanalítico grupal, tenhamos um respeito pelas neurociências, e procuremos ter uma visão integrada a respeito, não combatendo o uso das medicações psiquiátricas, mas sim a ideia de que tudo se encerra aí, e que não é necessário pensar.

De qualquer forma, teremos de lidar com as avanços úteis das neurociências e também com suas distorções.

 

Résumé

Dans une époque où les événements se passent très vite, quand nous pouvons assister a des attaques terroristes en direct a a télévision et discuter ce sujet avec un groupe analytique a peine quelques heures après ; dons ces temps où des psycopharmaciens sont toujours là pour résoudre

tous les problèmes avec des solutions immédiats et simplistes, est-ce que il sera possible que quelqu’un soit intéressé par es causes des symptômes, par la situation familière et historique, et par le contexte actuel déclenchant ? Est-ce que le travail psycoanalytique a encore une chance? Ainsi  commence ce travail.

La société actuelle veut se débarrasser de la réalité de la violence, de l’angoisse et d conflit. Nous vivons dans un moment o on prescrit la même gamme de médicaments, pour n’importe quel symptôme, parce que, s’il y a de la souffrance psychique «il y aura une anomalie dans  la cellule nerveuse». Ainsi, la dépression est devenue l’épidémie psychique par excellence, et des pilules pour la cure de ce mal se sont multipliées.

Ce mouvement avait été prévu par Freud, quand il disait que le futur peut-être, nous apprendrait a agir directement, avec I’aide de quelques substances chimiques, sur l’appareil psychique; néanmoins, «il ne faudrait pas mépriser a technique analytique».

Nous verrons aussi que, comme Freud et Bion ont dit, les groupes ont leurs racines dans le groupe primordial sauvage.

La culture de groupe est le résultat de l’interaction permanente entre le sujet et le groupe, c’est-à-dire, entre le narcissisme et l’altruisme, et entre es parties primitives et actuelles, étant donné qu’il n’y a pas de vraie croissance sans ‘existence simultanée des aspects évolués et des aspects primitifs, qui sont inhérents a tous es êtres humains. C’est seulement de cette façon que les deux niveaux de fonctionnement de groupe entrent en résonance, avec le développement du groupe et du sujet.

Pour terminer, ‘auteur propose que, avec le travail psychanalytique du groupe, on ait du respect pour es neurosciences, et qu’on cherche a avoir une vision intégrée a ce sujet, pas en combattant ‘usage de médicaments psychiatriques, mais en combattant l’idée que tout ça c’est fini comme ça, et qu’il n’est pas nécessaire d’y penser.

En tout cas, nous devrons nous occuper des avances utiles des neurosciences, ainsi que de leurs distorsions.

 

Summary

Is there anybody who is still interested in the causes of the symptoms, in the familiar and historic situations and in the present context that caused them in a time when everything is so fast, when we watch live terrorist attacks on television and hours later discuss them in the analytical groups, when psychofarmacists can solve all the problems with immediate and simple solutions? Does the group psychoanalytical work still have a chance? This is how this work starts.

The present society wants to get rid of the reality of violence, distress and conflict. This is a time when we are prescribed the same kind of medicine whatever the symptoms are, because if there is psychic suffering, “there will be an anomaly in the nervous cell”. Therefore, depression has become a psychic epidemic and the pills to heal this disease have been multiplied.

Freud predicted such movement saying that the future would teach us to act directly on the psychic system with the help of some chemical substances, but not disregarding the analytical technique.

Also, as Freud and Bion mentioned, we will realize the groups have their roots in the savage primordial group. The group culture is a consequence of the permanent interaction between the individual and the group, or better yet, between narcissism and altruism, and between primitive and present parts. There is not real growth without the simultaneous living together of the developed aspects and the primitive ones, which we all have. Just this way, both levels of the group functioning are in accordance, developing the group and the individual.

To conclude, the author suggests that, together with the group psychoanalytical work, we should respect the neurosciences and try to have an integrated view about it. We should not combat the use of psychiatric medicine but the idea that everything ends there and that it is not necessary to think.

Anyway, we will have to deal with the useful advancements of the neurosciences as well as with their distortions.

 

CRESCIMENTO, CRIAÇÃO E CELEBRAÇÃ0 NOS GRUPOS



António Guilherme Ferreira

 

Resumo

A evolução do grupo grupanalítico e descrito, de acordo com as concepções de Foulkes, Bach, Wolf e Schwartz e Yalom. O autor descreve também os seus pontos de vista pessoais sobre este assunto, bem como as de E.L Cortesão e M.R.Leal e estabelece uma concepção integrada de todas estas descrições.

Sublinha a importância da criatividade neste contexto e refere as contribuições de J.L.Moreno, Yalom e E.L.Cortesão sobre esta matéria. Contrariamente, considera que a celebração em grupanálise constitui uma resistência e mesmo um acting out (excepção em ocasiões muito raras, como o fim do análise), embora possa ser analisado e perlaborado.

 

Résumé

L’evolution du groupe groupanalytique est décrite, d’accord avec es conceptions de Foulkes, Bion, Bach, Wolf et Schwartz et Yalom. L’auteur décrit aussi ces points de vue personnels sur ce sujet, ainsi que ceux de E. L. Cortesão et M. R. Leal et il établit une conception intégrative de toutes ces descriptions.

II souligne ‘importance de la créativité dons ce contexte et pane des contributions de J. L. Moreno, Yalom et E. 1. Cortesäo sur cette question. Contrairement, il considère que la célébration en groupanalyse constitue une résistance et même un acting out (excepté dans quelques occasions très rares, comme la terminaison des analyses), quoiqu’elle soit susceptible d’être analysée et même perlaborée.

 

Summary

The evolution of the group-analytic group is described, according to Foulkes, Bion, Bach, Wolf and Schwartz and Yalom. The author gives also his own personal points of view about this matter, as well as those of E. L. Cortesão and M. R. Leal and he develops an integrative conception of a these approaches.

He points out the importance of creativity in this context and refers to the contributions of J. L. Moreno, Yalom and E. L. Cortesão in this field. On the contrary, he considers celebration in group-analysis as a resistance and even acting out (except in very few cases, as in the end of an analysis), that may nevertheless be analyzed and worked through.

 

NEUTRALIDADE E PESSOALIDADE EM GRUPANÁLISE

E EQUILÍBRIO HARMÓNICO CRIATIVO DE MUDANÇA

Eugénio Minotti da Cruz Filipe

 

Resumo

Em primeiro lugar fala-se, de um modo genérico, da neutralidade e contratransferência.

Depois aborda-se a pessoalidade ligada ao padrão grupanalítico e a algumas características do grupanalista. Termina encarando o equilíbrio harmónico criativo da mudança.

 

Résumé

Tout d’abord, on pane d’une façon générique de la neutralité et du contre-transfert. Ensuite, or aborde la personnalité liée au standard groupanalytique et a certaines caractéristiques de l’analyste de groupe. Puis, on termine par la mise en scène de l’équilibre harmonique, créatif de changement

 

Summary

We start by speaking generically of neutrality and countertransfer. We then move on to speak of personality linked to group analytical patterns and to certain characteristics of the group analyst and we concluding by designing a creative harmonious balance of change.

 

O CRAVO E A ROSA

João Azevedo e Silva

 

Resumo

O autor descreve o tratamento psicanalítico de uma mulher de trinta anos, border-line e muito agressiva.

Iniciou a sua psicanálise individual em 19..., três vezes por semana. Durante várias sessões costumava queixar-se, chorar e lamentar-se insistindo que se suicidaria porque a vida era desagradável e sem beleza alguma.

No emprego tinha conflitos com toda a equipe e o seu despedimento era eminente.

Um dia, durante uma sessão em que a ruptura era eminente e na qual negava de forma agressiva a possibilidade de a vida possuir coisas belas e estimáveis, o autor pegou num cravo que tinha na sua secretária e ofereceu-lho dizendo: Vê? Existem coisas belas no mundo.

Depois deste acontecimento, o curso da análise mudou. Passados quatro anos terminou a terapia, tendo refeito a sua carreira; agradeceu ao autor o sucesso do trabalho terapêutico.

Vinte anos mais tarde, procurou de novo o autor para recomeçar o tratamento; concordaram em iniciar uma grupanálise.

Na primeira sessão, de forma gentil ofereceu ao autor um ramo de rosas, dizendo: E para lhe agradecer o cravo que anos atrás me ofereceu.

O processo grupanalítico continua a desenvolver-se. Mas o autor questiona sobre a validade das alterações técnicas que introduziu.

 

Résumé

L’auteur décrit le traitement psychanalytique d’une femme de trente ans, border-line et très agressive.

Elle a débuté sa psychanalyse en 19..., trois lois par semaine. Au cours de plusieurs sessions, elle avait l’habitude de se plaindre, pleurer et se lamenter, en répétant qu’elle se suiciderait parce que la vie était désagréable et sans aucune beauté.

A son travail, elle avait des conflits avec toute l’équipe et son licenciement était imminent.

Un jour, au cours d’une session où la rupture était imminente et où elle niait agressivement la possibilité que la vie puisse posséder des choses belles et appréciables, l’auteur a pris un oeillet qui était sur son table et lui a offert, en disant: “Vous voyez?! il y a de belles choses dans le monde.”

Après cet évènement, le cours de l’analyse a change. Quatre ans après, elle a terminé la thérapie, ayant reconstruit sa carrière; elle a remercié l’auteur pour le succès de son travail thérapeutique.

Vingt ans après, elle a contacté l’auteur afin de reprendre le traitement; ils ont décidé de débuter une analyse en groupe.

Au cours de la première session, elle a gentiment offert un bouquet de roses a l’auteur, en lui disant: “C’est pour remercier l’oeillet que vous m’avez offert il y a quelques années”.

Le processus d’analyse en groupe est encore en développement. Toutefois, l’auteur s’interroge la validité des changements techniques qu’il a introduit.

 

Summary

The author describes the psychoanalytical treatment of a borderline thirty-year old woman who displayed aggressive symptoms.

She began her individual psychoanalysis in 1 9..., three times per week. For many sessions, she used to complain, cry and lament, insisting she would commit suicide because life was unpleasant ant and held no beauty whatsoever.

In her workplace, she entered into conflict with the entire team and her firing was imminent.

One day, during a session in which rupture was imminent and while she was aggressively denying the possibility of life having beauty or her ever cherishing it, the author grabbed a carnation he had on his desk and gave it to her exclaiming: “You see?! There are beautiful things in the world”.

Consequently, there was a shift in the path taken by the analysis. She finished her therapy four years later and this reflected on her career; she thanked the author for the success of the therapeutic work carried out; they agreed to start group analysis.

In the first session, she gently offered a bunch of roses to the author saying: “this is to thank you for the carnation you offered me 20 years ago”.

The group analysis process is still ongoing. But the author questions himself as to the validity of the technical changes he introduced.

 

A CONSTRUÇÃO DA ROSA



Mauro Bilharinho Naves

 

Resumo

O autor aponta, inicialmente, a feliz escolha do tema oficial do Encontro: “Neutralidade e Pessoalidade em Grupanálise e em Psicoterapia Analítica de Grupo”, posto que, em sua opinião, este aceno para com a razão e a emoção que conjugados caracterizariam o homem português e o homem brasileiro, cuja síntese cultural poderia ser representada pela palavra “saudade”. Em seguida, apresenta um panorama da Psicoterapia Analítica de Grupo no Brasil, destacando que esta técnica, em cidades como Campinas, vem florescendo, enquanto em outras, corno Rio de Janeiro e São Paulo algumas instituições ligadas ao movimento grupanalítico estariam estagnadas ou apenas esboçando uma recuperação. A seu ver, este estado de coisas incluiria aspectos preocupantes, mas que dada a importância das técnicas grupais no mundo contemporâneo haveria razões para esperança. Chamando a atenção para a importância da clínica, apresenta uma vinheta em que uma paciente de grupo sal da estagnação e da desesperança através do uso deliberado do símbolo “rosa”. Conclui que as diferenças entre as técnicas terapêuticas grupais brasileiras e portuguesas constituem-se num precioso estímulo para a reflexão e a troca de experiências. Tal como se fossem, a Rosa do Brasil e a Rosa de Portugal a se encontrarem.

 

Résumé

Tout d’abord, l’auteur signale le choix heureux du thème officiel du congrès: “Neutralité et intervention personnelle en analyse de groupe et en psychothérapie de groupe”. A son avis cette thématique renvoie a la raison et a émotion qui, ensemble, seraient les traits distinctifs de l’homme portugais et de l’homme brésilien et dont la synthèse culturelle pourrait être représentée par le mot “saudade”. Ensuite, il présente un panorama de a psychothérapie analytique de groupe au Brésil, tout en soulignant que cette technique avance dans des villes comme Campinas, tandis que dans d’autres comme Rio de Janeiro et São Paulo les institutions liées au mouvement d’analyse de groupe seraient soit inactives, soit dans un état initial de récupération. L’auteur estime que cette situation semblerait préoccupante mois, si ‘on tient compte de l’importance des techniques d’analyse de groupe dans le monde contemporain, l y a des raisons d’espérer. Pour attirer ‘attention sur l’importance de a pratique thérapeutique, l’auteur présente une situation clinique dans laquelle une patiente du groupe sort de son état de stagnation et de désespoir par l’emploi délibéré du symbole de a “rose”. L’auteur finit par conclure que les différences entre les techniques thérapeutiques des groupes brésiliens et portugais sont un précieux encouragement a la réflexion et a l’échange d’expériences. Comme si la Rose du Brésil et la Rose du Portugal se rencontraient.

 

Summary

The author initially points to the adequate choice of the Meeting’s official theme: “Neutrality and Personal Characteristics in Group Analysis and in Group Analytical Psychotherapy”, given the fact that, in his opinion, it points to reason and emotion which together would characterize Portuguese and Brazilian men, whose cultural synthesis could be represented by the word “saudade” (longing).

In sequence, he presents a panorama of Group Analytical Psychotherapy in Brazil, emphasizing that in cities like Campinas this technique has been flourishing and in other cities like Rio de Janeiro and São Paulo there are institutions linked to the group analytical movement who would be stagnant or starting recovery. In his view this situation would include worrying aspects, but there would be a reason for hope, given the importance of the group movement nowadays. Calling attention to the importance of the clinical aspects he presents a vignette in which a patient of the group comes out from stagnation and lack of hope through a deliberate use of the “rose” symbol. He concludes that the differences between Brazilian and Portuguese therapeutic techniques are precious stimulus for reflexion and exchange of experience. The same way as if Brazilian Rose and Portuguese Rose would meet each other.

 

HISTÓRIA DA GRUPANÀLISE EM PORTUGAL

Francisco Salgado

Teresa Silva Pinto

 

Resumo

Conforme enunciado em Nota de Apresentação do artigo História da Grupanálise em Portugal, cuja primeira parte foi publicada no Nº3 da Revista Portuguesa de Grupanálise, as autores propõem-se agora relatar as actividades desenvolvidas no período de tempo relativo o vigência da Secção de Grupanálise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria (1963-1981).

Trata-se assim de abordar a segundo porte da História da Grupanálise em Portugal, ficando a terceira e última parte, referente a Sociedade Portuguesa de Grupanálise, para publicação no próximo número da Revista.

 

Résumé

D’après ce qui est énoncé sur la Note de Présentation de l’article “Histoire de l’Analyse en Groupe au Portugal”, dont a première partie a été publiée dans le N.° 3 de Revista Portuguesa de Grupanálise (Revue Portugaise d’Analyse en Groupe), les auteurs se proposent a présent de raconter les activités développées pendant a durée de la Section d’Analyse en Groupe de la Société Portugaise de Neurologie et Psychiatrie (1963-1981).

Il s’agit donc d’aborder la deuxième partie de l’Histoire de ‘Analyse en Groupe au Portugal, tandis que la troisième et dernière partie, concernant la Société Portugaise d’Analyse en Groupe, sera publiée dans le prochain numéro de la Revue.

 

Summary



As stated in the Introductory Note to the article on the “History of Group Analysis in Portugal”, which was part published in issue N.° 3 of the Revista Portuguesa de Grupanálise (Portuguese Group Analysis Magazine), the authors’ intention is to report on activities put into practice through out the enforcement period of the Group Analysis Section of the Portuguese Society of Neurology and Psychiatry (1963-1981).

This issue includes the second part of the History of Group Analysis in Portugal and the third part, pertaining to the Portuguese Society of Group Analysis, is to due to be published in Issue N.° 3 of the Magazine.


©bemvin.org 2016
enviar mensagem

    Página principal