Comércio Internacional e Competitividade: um estudo comparativo utilizando a metodologia Constant-Market-Share



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Comércio Internacional e Competitividade: um estudo comparativo utilizando a metodologia Constant-Market-Share para o período 2000-2011

41º Encontro Nacional de Economia/ANPEC Área 7: Economia Internacional

Manuela Gomes de Lima – PPGE/Unisinos e Apex-Brasil. Email: manuela.lima@gmail.com

Marcos Tadeu Caputi Lélis – PPGE/Unisinos e Apex-Brasil. E-mail: mcaputi@uol.com.br.

André Moreira Cunha – PPGE/UFRGS e CNPq (Brazil). E-mail: andre.cunha@ufrgs.br
Abstract: This paper evaluates the export performance of Brazil, China, United States, Germany, Russia, South Korea, and Japan, between 2000 and 2011, based on the recent literature on international competitiveness. By applying the Constant-Market-Share model, it was possible to quantify the contribution of the product composition, market distribution and competitiveness on countries’ exports growth. It was found that growing international demand favoured the commodity exporters and also countries that have prioritized the most dynamic markets (especially Asia). The results for the competitiveness effect were less accurate because its determinant factors’ impact varies according to the specialization pattern of each economy.

Key Words: International competitiveness; Export performance; Constant-Market-Share Analysis.

JEL: F1; O19
Resumo: O presente estudo avalia o desempenho das exportações do Brasil, China, Estados Unidos, Alemanha, Rússia, Coreia do Sul e Japão, entre 2000 e 2011, com base na literatura recente sobre competitividade internacional. Por meio da aplicação do modelo de Constant-Market-Share, foi possível quantificar a contribuição da composição da pauta, da distribuição dos mercados de destino e da competitividade no crescimento das exportações dos países. Verificou-se que a demanda internacional crescente favoreceu os exportadores de commodities e também os países que priorizaram os mercados mais dinâmicos (principalmente a Ásia). Os resultados para o efeito competitividade foram menos precisos, pois seus fatores determinantes têm impacto variável conforme o padrão de especialização de cada economia.

Palavras-chave: Competitividade internacional; Desempenho exportador; Análise de Constant-Market-Share.
Introdução

As profundas transformações do comércio internacional nos últimos anos trouxeram à tona o debate sobre competitividade internacional. A literatura sobre o tema mostra que são diversos os fatores que determinam a competitividade internacional. Esses fatores residem no âmbito da firma, do setor e do ambiente macroeconômico e impactam de formas distintas os diferentes segmentos produtivos. Alguns dos estudos enfatizam ainda a existência de uma relação importante entre o padrão de especialização dos países e a sua competitividade internacional (Krugman, 1990 e 1996; Guimarães, 1997; Garelli, 2002; Pinheiro e Bonelli, 2011; Kupfer e Hasenclever, 2013).

As metodologias de mensuração da competitividade guardam forte ligação com aquilo que são considerados os determinantes do sucesso competitivo. Alguns autores enfatizam a medida de aspectos internos às firmas, buscando avaliar o potencial competitivo das mesmas e dos países em que operam (Haguenauer, 1989; Possas, 1999). Outros pesquisadores optam por indicadores mais amplos, baseados no desempenho das exportações e na evolução do market-share (Carvalho, 2004; Pinheiro e Bonelli, 2011; Reis e Farole, 2011; WTO, 2012). Entre esses últimos, optou-se por utilizar no presente estudo o modelo de Constant-Market-Share (CMS), que consiste na decomposição da variação das exportações entre suas causas, apontando a participação dos efeitos conjuntura internacional, composição da pauta, distribuição dos mercados de destino e competitividade. Com base nesse são avaliados os determinantes do desempenho exportador das seis economias que mais contribuíram para o crescimento das exportações mundiais entre 2000 e 2011, além do Brasil. Tal período se caracterizou, dentre outros eventos: (i) pela consolidação de um novo ambiente econômico global, onde a crescente integração comercial e financeira das décadas anteriores foi potencializada; (ii) pela ascensão das principais economias emergentes como polos de dinamismo, implicando em presença crescente na origem da produção e das exportações de mercadorias e serviços; (iii) pela forte elevação nos preços das commodities; e (iv) pela ocorrência da maior crise financeira desde 1929.

Na perspectiva brasileira, este período revelou aspectos aparentemente contraditórios: de um lado, particularmente entre 2004 e 2010, e a despeito da crise financeira global, verificou-se a aceleração no crescimento da renda, relativa estabilidade macroeconômica e melhoria no perfil de distribuição da renda; de outro, o avanço nas exportações de mercadorias, com variação nominal de 365%, e ampliação do market-share do Brasil passando de 0,9% para 1,5%, se deu em meio ao agravamento de tendências prévias de desindustrialização, baixo ritmo de expansão na produtividade e de crescente especialização das exportações em recursos naturais. O debate recente tem sido intenso sobre em que medida há um quadro de especialização regressiva (Bresser-Pereira, 2010) ou, alternativamente, de recomposição de certa normalidade, com o país explorando suas vantagens comparativas (Bacha e Bolle, 2013), o que também reflete a discussão em torno das vantagens e desvantagens da especialização produtiva e comercial versus a diversificação produtiva e comercial.

O presente estudo procura contribuir com evidências potencialmente inéditas para a análise do período em tela, ao decompor o crescimento das exportações por meio do método CMS, e comparar o Brasil com outros casos emblemáticos. Verificou-se que o bom desempenho exportador brasileiro se deveu aos efeitos de expansão do mercado internacional com especialização setorial e regional nos segmentos que apresentaram maior dinamismo no período, a saber, a venda de recursos naturais e a diversificação de destinos com ênfase nos mercados emergentes. Além dessa introdução, o trabalho segue com breve revisão da literatura recente sobre tema (seção 2), apresentação da metodologia (seção 3), resultados principais (seção 4) e considerações finais (seção 5).
2. Revisão da Literatura

Esta seção faz uma revisão não exaustiva da literatura que discute as medidas de desempenho das exportações e as relações que podem ser estabelecidas entre padrão de especialização, desempenho exportador e crescimento da economia. Buscando verificar o nexo entre o padrão de especialização da produção (e, logo, das exportações) e o crescimento do PIB, Hausmann, Hwang e Rodrik (2005) realizaram um estudo em que examinam o efeito do nível de produtividade das exportações sobre o desempenho econômico futuro dos países. Os autores partem da premissa de que a dotação de fatores naturais e humanos tem forte influência na determinação dos padrões de especialização de uma economia, contudo defendem que há elementos idiossincráticos que também contribuem para a configuração da estrutura produtiva, tais como as políticas de governo e o cost discovery.

Neste estudo, Hausmann, Hwang e Rodrik (2005) investigam a relação entre o nível de produtividade dos bens exportados e o desempenho econômico dos países. Para este fim, elaboraram um indicador de produtividade (PRODY) que, aplicado à cesta exportadora (EXPY), permite a análise do nível de produtividade das exportações dos países. Os autores verificaram a existência de forte correlação entre o indicador EXPY e o PIB per capita. Quanto aos fatores de produção, identificaram que o capital humano e o tamanho do país (para o qual se usa a proxy população) apresentam relação positiva com o indicador de produtividade das exportações. Já o indicador de qualidade institucional empregado mostrou não ter relação com o EXPY. Hausmann, Hwang e Rodrik (2005) observam que o PIB per capita e o capital humano influenciam e são influenciados pelo EXPY e que a maior parte da variação no EXPY decorreu de componentes não explicados pelo modelo. Assim, concluíram que o surgimento de novas indústrias é resultado de fatores idiossincráticos. Outro estudo que enfoca o padrão de especialização dos países foi realizado por Imbs e Wacziarg (2003). Os autores verificaram que, diferentemente do que propaga a teoria tradicional, não existe uma tendência exclusiva de especialização produtiva. Na verdade eles observaram que até um determinado nível de desenvolvimento econômico (renda per capita de aproximadamente US$ 9 mil) a estratégia de diversificação é mais vantajosa. A partir desse nível de desenvolvimento, haverá convergência para a especialização da economia.

Fagerberg e Srholec (2004) estudaram as mudanças estruturais do comércio internacional nas últimas décadas, seus impactos sobre o desempenho exportador dos países e a capacidade destes de se adaptar a tais mudanças. Tomando como referência a literatura econômica que enfatiza a importância do investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), do aprendizado e das economias de escala para o crescimento econômico, os autores examinaram a evolução das trocas comerciais entre os países da OCDE e deles com o resto do mundo entre 1965 e 2002. Constataram que os padrões de especialização têm forte correlação ao longo do tempo, confirmando a ideia de que esses padrões, uma vez estabelecidos, tendem a persistir. Também observaram que ao longo de todo o período o comércio de bens intensivos em P&D cresceu 3% mais rápido que o dos demais produtos.

Diante deste cenário, Fagerberg e Srholec (2004) analisaram, por meio do método de Constant-Market-Share, o desempenho comercial de vinte países da OCDE entre 1965 e 2002 e dos países asiáticos de rápido crescimento econômico entre 1990 e 2002. Os resultados obtidos para os países da OCDE mostraram que a mudança na composição da demanda mundial teve efeitos variados entre os países, conforme seus padrões de especialização, e que o efeito adaptabilidade da pauta foi negativo na maioria dos casos, o que se reverteu em perdas de market-share. Nos países asiáticos destacou-se o efeito composição dos mercados, positivo para os oito países pesquisados, em virtude do crescimento acelerado do comércio intrarregional. Além disso, esses países apresentaram capacidade adaptativa da pauta positiva, especialmente no setor de eletrônicos.

Canuto e Xavier (1999) analisam a evolução das pautas de exportação e importação brasileiras no período entre o início dos anos 1980 e meados dos anos 1990, buscando verificar a relevância dos padrões de especialização setorial sobre o desempenho do comércio exterior brasileiro no período. Com base nas novas teorias de comércio internacional, partem da premissa de que os padrões de especialização setorial têm forte influência sobre o desempenho das exportações e, consequentemente, sobre o crescimento econômico e o bem-estar da população. Para cumprir este objetivo, Canuto e Xavier (1999) realizaram um exercício de aplicação do método Constant-Market-Share (ao qual chamam de método de análise estrutural-diferencial ou APCM – Análise com Parcelas de Mercado Constantes) para decompor o resultado das exportações do Brasil naqueles anos.

Partindo da versão do método CMS definida por Richardson (1971), os autores observam que o efeito competitividade sofre influência do peso dos setores na estrutura produtiva no período em estudo. Por isso, propõem uma adaptação ao modelo inicial em que o efeito competitividade (termo residual do modelo geral) é decomposto entre efeito-competitividade nocional (relativo à parte do efeito competitividade decorrente do padrão de especialização observado no mundo) e efeito-alocação (resultante da diferença entre o padrão de especialização do país em estudo e o padrão do mundo). Na visão dos autores este procedimento, que também pode ser aplicado para a distribuição dos destinos das exportações, permite uma melhor especificação do efeito-competitividade.

Os resultados do CMS revelaram: efeito-estrutural setorial negativo, denotando uma tendência de especialização da pauta exportadora brasileira em setores menos dinâmicos que a média mundial; efeito-geográfico (distribuição dos mercados de destino) negativo no cálculo baseado no último período, indicativo de orientação das exportações a mercados nacionais menos dinâmicos; efeito-alocativo negativo superior ao saldo positivo do efeito-competitividade nocional, resultando em efeito-competitividade (total) também negativo. Por meio deste exercício os autores concluíram que de fato o padrão de especialização vigente é um dos elementos que explica a evolução do comércio exterior brasileiro, confirmando a hipótese levantada no início do estudo.

Pereira e Souza (2011) buscaram avaliar as fontes do crescimento das exportações brasileiras entre os anos de 1999 e 2009, utilizando o método CMS, seguindo a forma de cálculo empregada anteriormente por Pinheiro e Bonelli (2007) para analisar a evolução das exportações brasileiras entre 1967 e 2004. Para definir os períodos da análise, Pereira e Souza (2011) seguiram a agregação usada nos estudos de Iglesias e Rios (2010) e Markwald e Ribeiro (2010). A aplicação do método CMS à variação nas exportações brasileiras totais mostrou o dinamismo do comércio mundial como principal fonte do crescimento das vendas externas do Brasil em todos os períodos e no acumulado 1999-2009, à exceção de 1999-2002, quando o efeito competitividade foi maior (respondendo por 83,7% do aumento das exportações brasileiras). O efeito competitividade foi positivo e expressivo em 2002-2005 (responsável por 28,3% da variação no valor exportado), assim como no acumulado 1999-2009 (representou 46,3% da variação nas exportações). O efeito composição da pauta resultou negativo no primeiro período (-26,2% da variação nas exportações), mas foi positivo nos períodos subsequentes e também no acumulado 1999-2009 (9,6%). Já o efeito distribuição dos mercados de destino foi negativo no primeiro período (-18,9%) e no acumulado 1999-2009 (-6,8%), ao passo que nos demais períodos foi positivo, mas com pequena participação na variação do valor exportado.

Pereira e Souza (2011) realizaram também um exercício de aplicação do CMS para analisar as exportações brasileiras para América do Sul, China, Estados Unidos e União Europeia. Ressalte-se que esta adaptação suprime o efeito distribuição dos destinos, tendo em vista que apenas um mercado é analisado. Assim, a variação das exportações brasileiras é decomposta em: efeito crescimento das importações do mercado, efeito composição da pauta e efeito competitividade. Neste exercício, verificou-se que a principal fonte para o crescimento das vendas brasileiras a estes mercados no período 1999-2009 foi o efeito crescimento das importações – a exceção foi o caso da China, onde o efeito competitividade figurou em primeiro lugar, seguido do efeito composição da pauta. Este resultado diferenciado das exportações brasileiras para a China é explicado pela predominância das commodities, que registraram forte alta de preços no período, na pauta brasileira para o país. Mas, de maneira geral, o que se observou foi uma perda gradual da importância do efeito competitividade no crescimento das exportações brasileiras para esses mercados.

Esta breve revisão sugere que não se pode descartar a priori a possibilidade de existência de relação estreita entre os padrões de especialização, o desempenho comercial e o crescimento econômico dos países. Ademais, revela-se que o método CMS, por sua própria formulação (que decompõe a variação das exportações), é muito flexível, permitindo diversas adaptações que podem incrementar seu poder explicativo.
3. Metodologia

3.1 Aspectos Gerais

Entre as metodologias de avaliação do desempenho das exportações e da competitividade internacional, o modelo de Constant-Market-Share (CMS) é uma das mais sofisticadas, pois tem o atributo de delimitar as causas do crescimento das exportações. O método de CMS parte do pressuposto de que o market-share de um país nas exportações mundiais deve se manter constante ao longo do tempo se suas vendas externas crescerem (em termos de composição da pauta e direcionamento geográfico) na mesma velocidade e sentido que as exportações mundiais. Assim, a diferença entre o crescimento esperado em função dessa hipótese e o crescimento efetivo é atribuída a mudanças na competitividade (Leamer e Stern, 1970). Esta metodologia decompõe a variação das exportações em: (i) efeito crescimento do comércio mundial; (ii) efeito composição da pauta, (iii) efeito distribuição de mercados de destino e (iv) efeito competitividade. O crescimento das exportações mundiais é o benchmark para a avaliação do desempenho exportador de um país. Assim, busca-se verificar em que medida os outros três efeitos foram responsáveis pela diferença entre o crescimento esperado de acordo com a norma de market-share constante e o crescimento efetivo das exportações do país.

O modelo se baseia em uma identidade que equipara a variação no valor das exportações à soma das variações decorrentes do crescimento do comércio mundial, do padrão setorial da pauta de exportações, da orientação geográfica das vendas externas e da competitividade. Ahmadi-Esfahani (2006) pontua que o método de CMS não guarda vínculo explícito com nenhuma teoria e que este tipo de formulação, que decompõe os termos de uma identidade, produz resultados empíricos que encontram abrigo em diversas correntes teóricas.

A aplicação do método de CMS requer a definição prévia dos recortes setoriais, regionais e temporais que dão forma à identidade mencionada acima, procedimento de onde se originam as principais ressalvas ao modelo. Leamer e Stern (1970) e Richardson (1971) enfatizam o elevado grau de arbitrariedade inerente à escolha do nível de agregação dos produtos e dos mercados de destino em grupos regionais. Isto implica que a interpretação dos resultados obtidos por meio do CMS é válida apenas para os recortes especificados, não podendo ser generalizada ou transposta para outros contextos. Richardson (1971) registra ainda o caráter discricionário relativo à ordem de agregação dos termos que compõem a identidade – resultados distintos serão gerados se a ordem em que se calcula os efeitos composição da pauta e mercados de destino for invertida. Outro ponto frágil da metodologia reside no que alguns autores denominam de “problema de número-índice”, relacionado à escolha do período-base para o cálculo da variação das exportações. Richardson (1971) aponta a possibilidade de ponderar a variação das exportações pelos valores dos períodos inicial e final, gerando dois conjuntos de resultados, com bases distintas. Sobre esta questão, Canuto e Xavier (1999) assinalam que pode ser válido estabelecer um período de referência para a análise, mas que esta escolha será necessariamente arbitrária e que nenhuma opção resolve por completo o problema, já que ao longo dos anos modificam-se simultaneamente, e com intensidades e direções variáveis, tanto o padrão de especialização do país como o do comércio mundial.

Outra limitação do modelo de CMS é o fato de as exportações serem medidas em valor1, o que pode gerar distorções se ocorrerem mudanças nos preços relativos. A depender da elasticidade de substituição, a redução do preço de exportação de um determinado produto (decorrente de redução de custos, por exemplo) pode gerar impacto nulo ou até negativo no market-share do país, mesmo com aumento da quantidade exportada (Canuto e Xavier, 1999). Analogamente, um ciclo de alta nos preços das commodities, por exemplo, contribuirá para ampliar o market-share dos países exportadores desses bens, ainda que não tenha havido mudanças de competitividade ou do quantum exportado.

Por fim, a metodologia de CMS utiliza dados das exportações realizadas, o que confere um caráter retrospectivo aos resultados. Mas Leamer e Stern (1970) argumentam que o método pode ser usado para fazer projeções das exportações e para fazer conjecturas com base nas tendências recentes do comércio internacional.

A explicitação dessas particularidades é importante na medida em que contribui para a construção de um modelo mais consistente, além de indicar elementos que devem ser pontuados na interpretação dos resultados. Canuto e Xavier (1999) ressaltam que, apesar das limitações que apresenta, o método de CMS oferece um importante ponto de partida para a análise da importância do padrão de especialização setorial, da distribuição dos mercados de destino e dos efeitos dinâmicos sintetizados pelo efeito competitividade no desempenho exportador de um país.

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