Colégio Estadual João Paulo II projeto Político-Pedagógico 2017



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NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE FRANCISCO BELTRÃO

COLÉGIO ESTADUAL JOÃO PAULO II – ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

Professor(a): ______________________Disciplina: ___________Série: _____Período: _____Ano Letivo:______

PLANO DE TRABALHO DOCENTE

OBS: os textos em destaque são apenas para orientação. Favor apaga-los ao elaborar seu PTD.




Cont. Estrut.

Conteúdos Específicos

Objetivos

Encaminhamentos Metodológicos

Avaliação (Critérios e Instrumentos)

e Recuperação de Estudos

Específicos de cada disciplina por trimestre

Específicos de cada disciplina por trimestre
Observar PPC e Diretriz Curricular

Determinar os objetivos desse conteúdo, com base nos básicos e específicos.

Refere-se às intenções educativas. Fundamenta a importância do conteúdo para a formação do aluno. Explicita a escolha dos conteúdos Estruturantes, Básicos e Específicos como opção política, educativa e formativa.

O que pretendemos, almejamos com os conteúdos selecionados para o trimestre?


- referem-se diretamente aos conteúdos elencados no PTD e que serão ensinados em sala de aula.

- é importante ter claro que neste espaço se relate sucintamente como as aulas serão desenvolvidas neste trimestre e com quais recursos (mídias, livros, espaços da escola, materiais de laboratório, revistas, jornais, etc), conforme os conteúdos selecionados.

______________
ADAPTAÇÃO CURRICULAR
Registrar se haverá alguma adaptação de metodologia, tempo, atividades, etc. em função dos alunos com dificuldades de aprendizagem e de Sala de Recursos.

- Descrever os instrumentos de avaliação e recuperação com seus respectivos critérios.

- Para cada turma deve-se ofertar um mínimo de dois instrumentos, com os respectivos instrumentos de recuperação. Lembrando que os tipos de instrumentos devem, obrigatoriamente, diversificar.

EXEMPLO:

INSTRUMENTO AVALIATIVO 1:

- Atividade: Prova escrita com peso 10,0. (Descrever o tipo de instrumento, deixar claro se individual, dupla ou grupo; com ou sem consulta)

- Critérios de avaliação – Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

- Adaptação para alunos inclusos: Descrever como será a adaptação para este instrumento (menos questões, questões de assinalar, questões orais, etc.)

RECUPERAÇÃO:

- Atividade: Trabalho avaliativo de recuperação com peso 10,0. (Descrever o tipo de instrumento, deixar claro se individual, dupla ou grupo; com ou sem consulta)

- Critérios de avaliação - Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

- Adaptação para alunos inclusos: Descrever como será a adaptação para este instrumento (menos questões, questões de assinalar, questões orais, etc.)

INSTRUMENTO AVALIATIVO 2:

- Atividade: Trabalho de pesquisa com peso 10,0. (Descrever o tipo de instrumento, deixar claro se individual, dupla ou grupo; com ou sem consulta)

- Critérios de avaliação – Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

- Adaptação para alunos inclusos: Descrever como será a adaptação para este instrumento (menos questões, questões de assinalar, questões orais, tempo ampliado,

RECUPERAÇÃO:

- Atividade: Prova escrita de recuperação com peso 10,0. (Descrever o tipo de instrumento, deixar claro se individual, dupla ou grupo; com ou sem consulta)

- Critérios de avaliação - Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

- Adaptação para alunos inclusos: Descrever como será a adaptação para este instrumento (menos questões, questões de assinalar, questões orais, tempo ampliado.

INSTRUMENTO AVALIATIVO 3:

- Atividade: aula prática sobre _______ com peso 10,0. (Descrever o tipo de instrumento, deixar claro se individual, dupla ou grupo; com ou sem consulta)

- Critérios de avaliação – Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

- Adaptação para alunos inclusos: Descrever como será a adaptação para este instrumento (menos questões, questões de assinalar, questões orais, tempo ampliado.

RECUPERAÇÃO:

- Atividade: Apresentação de trabalho de recuperação com peso 10,0. (Descrever o tipo de instrumento, deixar claro se individual, dupla ou grupo; com ou sem consulta)

- Critérios de avaliação - Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

- Adaptação para alunos inclusos: Descrever como será a adaptação para este instrumento (menos questões, questões de assinalar, questões orais, tempo ampliado.

INSTRUMENTO AVALIATIVO 4:

- Atividade: Portfólio com descrição das atividades no anexo II com peso 10,0. Trabalho individual- Critérios de avaliação – Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

RECUPERAÇÃO:

- Atividade: Trabalho avaliativo de recuperação com peso 10,0. (Descrever o tipo de instrumento, deixar claro se individual, dupla ou grupo; com ou sem consulta)

- Critérios de avaliação - Descrever o que o aluno precisar demonstrar de conhecimento para atingir a nota máxima.

- Adaptação para alunos inclusos: Descrever como será a adaptação para este instrumento (menos questões, questões de assinalar, questões orais, tempo ampliado, etc.)

Referências Bibliográficas

PARANÁ, SEED. Proposta Pedagógico Curricular do Colégio Estadual João Paulo II – Ensino Fundamental e Médio. Francisco Beltrão/Pr. Disponível em: http://www.fnbjoaopaulo.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=7




Anexo 6


Os nove jeitos mais comuns de avaliar os estudantes e os benefícios de cada um
PROVA OBJE TIVA:

Definição: Série de perguntas diretas, parares postas curtas, com apenas uma solução possível.

Função: Avaliar quanto o aluno apreendeu sobre dados singulares e específicos do conteúdo.

Vantagens: É familiar às crianças, simples de preparar e de responder e pode abranger grande parte do exposto em sala de aula.

Atenção: Pode ser respondi da ao acaso ou de memória e sua análise não permite constatar quanto o aluno adquiriu de conhecimento.

Planejamento: Selecione os conteúdos para elaborar as questões e faça as chaves de correção. Elabore as instruções sobre a maneira adequada de responder às perguntas.

Análise: Defina o valor de cada questão e multiplique-o pelo número de respostas corretas.

Como utilizar as informações: Veja com o cada aluno está em relação à média da classe. Analise os itens que muitos erraram para verse a questão foi mal formulada ou se é preciso retomar o conteúdo específico.
PROVA DISSERTATIVA

Definição: Série de perguntas que exijam capacidade de estabelecer relações, resumir, analisar e julga.

Função: Verificar a capacidade de analisar o problema central, formular ideias e redigi-las.

Vantagens: O aluno tem liberdade para expor os pensamentos, mostrando habilidades de organização, interpretação e expressão.

Atenção: Não mede o domínio do conhecimento, cobre um a amostra pequena do conteúdo e não permite amostragem.

Planejamento: Elabore poucas questões e dê tempo suficiente para que os alunos possam pensar e sistematizar seus pensamentos.

Análise: Defina o valor de cada pergunta e atribua pesos à clareza das ideias, ao poder de argumentação e à conclusão e a apresentação da prova.

Como utilizar as informações: Se o desempenho não for satisfatório, crie experiências e novos enfoques que permitam ao aluno chegar à formação dos conceitos mais importantes.
SEMINÁRIO

Definição: Exposição oral para um público, utilizando a fala e materiais de apoio próprios ao tema

Função: Possibilitar a transmissão verbal das informações pesquisadas de forma eficaz

Vantagens: Contribui para a aprendizagem do ouvinte e do expositor, exige pesquisa e organização das informações e desenvolve a oralidade.

Atenção: Conheça as características pessoais de cada aluno para saber com o apoiá-lo em suas principais dificuldades

Planejamento: Ajude na delimitação do tema, forneça bibliografia, esclareça os procedimentos de apresentação e ensaie com os alunos.

Análise: Atribua pesos à abertura, ao desenvolvimento do tema, aos materiais utilizados e à conclusão. Estimule a turma a fazer perguntas e opinar

Como utilizar as informações: Caso a apresentação não tenha sido satisfatória, planeje atividades especificas que possam auxiliar no desenvolvimento dos objetivos não atingidos.

TRABALHO EM GRUPO



Definição: atividades de natureza diversa (escrita, oral, gráfica, corporal, etc.) realizadas coletivamente.

Função: desenvolver a troca, o espirito colaborativo e a socialização.

Vantagens: a interação é um importante facilitador da aprendizagem e a heterogeneidade da classe pode ser usada como um elemento a favor do ensino

Atenção: esse procedimento não desobriga de buscar informações para orientar a equipes. Nem deve se substituir os momentos individuais de aprendizagem.

Planejamento: proponha atividades ligadas ao conteúdo, forneça fontes de pesquisa, ensine os procedimentos e indique materiais para alcançar os objetivos

Análise: observe se todos participaram e colaboraram e atribua valores as diversas etapas do processo e ao produto final.

Como utilizar as informações: observe como os estudantes trabalham para poder organizar agrupamentos mais produtivos da perspectiva da aprendizagem dos conteúdos.

DEBATE


Definição: momento em que os alunos expõem seus pontos de vistas sobre um assunto polemico

Função: aprender a defender uma opinião fundamentada em argumentos

Vantagens: desenvolve a habilidade de argumentação e oralidade e faz com que o aluno aprenda a estudar com um propósito.

Atenção: como mediador, dê chance para a participação de todos os estudantes e não tente apontar os melhores, pois o principal é priorizar a troca de informações entre as pessoas.

Planejamento: defina o tema, oriente a pesquisa e combine as regras. Mostre exemplos de bons debates. Peça relatórios sobre os pontos discutidos. Se possível, filme a atividade para feedback.

Análise: estabeleça pesos para a pertinência da intervenção, a adequação do uso da palavra e a obediência as regras combinadas.

Como utilizar as informações: crie outros debates em grupos menores, análise. Crie outros debates em grupos menores, analise o filme e aponte as deficiências e os momentos positivos.
RELATÓRIO INDIVIDUAL

Definição: texto produzido pelo aluno depois de atividades práticas ou projetos temáticos.

Função: averiguar se o aluno adquiriu os conhecimento previstos

Vantagens: é possível avaliar o real nível de apreensão de conteúdos depois de atividades coletivas ou individuais.

Atenção: não importa se você é professor de matemática, ciências ou língua portuguesa. Corrigir os relatórios (gramática e ortografia) é essencial sempre.

Planejamento: uma vez definidos os conteúdos, promova atividades que permitam à turma a tomar notas ao longo do processo para que todos consigam redigir facilmente.

Análise: estabeleça pesos para cada item a avaliar (conhecimento dos conteúdos, estrutura do texto, apresentação)

Como utilizar as informações: cada relatório é um excelente indicador do ponto em que os alunos se encontram na compreensão dos conteúdos trabalhados.

AUTOAVALIAÇÃO



Definição: análise oral ou por escrito que o aluno faz do próprio processo de aprendizagem.

Função: fazer o aluno adquirir capacidade de analisar o que aprendeu

Vantagens: você poderá perceber como o aluno compreende sua aprendizagem e a forma como compreende o conhecimento.

Atenção: o aluno só se abrirá se sentir que há um clima de confiança entre o professor e ele e que esse instrumento será usado para ajuda-lo a aprender

Planejamento: forneça um roteiro de auto avaliação com as áreas sobre as quais você gostaria que ele discorresse. Liste os conteúdos, habilidades e comportamentos.

Análise: use esse documento como uma das principais fontes para o planejamento dos próximos conteúdos.

Como utilizar as informações: ao tomar conhecimento das necessidades dos alunos, sugira atividades individuais ou em grupo para ajuda-lo a superar as dificuldades.
OBSERVAÇÃO

Definição: análise do desempenho do aluno em fatos docotidiano escolar ou em situações planejadas

Função: obter mais informações sobre as áreas afetiva, cognitiva e psicomotora

Vantagens: perceber como o aluno constrói o conhecimento seguindo de perto todos os passos desse processo.

Atenção: faça anotações na hora, evite generalizações e julgamentos subjetivos e considere somente os dados fundamentais no processo de aprendizagem.

Planejamento: elabore uma ficha com atitudes, habilidades e competências que serão observadas. Isso vai auxiliar na percepção global da turma e na interpretação dos dados.

Análise: compare as anotações do inicio do ano concas mais recentes para perceber no que o aluno avançou e no que precisa de acompanhamento.

Como utilizar as informações: esse instrumento serve como uma lupa sobre o processo de desenvolvimento do aluno e permite a elaboração de intervenções especificas para cada caso.

Disponível em: http://docslide.com.br/engineering/avaliacao-os-nove-jeitos-mais-comuns-de-avaliar-os-estudantes-e-os-beneficios-de-cada-um.html. Data do acesso: 17/04/2017.


Outra referência para compreender melhor os instrumentos metodológicos e de avaliação, especialmente para o ensino médio é ANASTASIOU, Léa G. C.; ALVES, Leonir P. Capítulo 3: Estratégias de Ensinagem. In: Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. 3. Ed. Joinville: UNIVILLE, 2004. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/124590/mod_resource/content/1/Txt%2B13_Anastasiou_estrategias%20de%20ensino.pdf. Data do acesso: 19/06/2017.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ

NÚCLEO REGIONAL DE FRANCISCO BELTRÃO
COLÉGIO ESTADUAL JOÃO PAULO II

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

2017

1 Emprestamos a expressão de Coelho (1997, p. 197) na qual “a expressão qualidade emancipadora [é usada] com o propósito de diferenciá-la do que hoje se denomina qualidade total”.

2 Entendemos a partir das reflexões de Demo (1994, pp. 30-31) que “a assistência corresponde ao direito humano. Certamente devemos aceitar que a assistência não é propriamente a solução, pois assistir não é solucionar. Toda a assistência significa atendimento tendencialmente emergencial, exceto naqueles casos em que precisa ser mantida até o fim da vida ou ciclo de idade. Em linguagem popular, assistência é apenas “quebrar o galho”. Mas existe o direito a esse quebra-galho. Cabe ao Estado cumprir adequadamente esse dever, sobretudo não rebaixar assistência a assistencialismo”.


3 A referida citação foi retirada do site http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/ educacao/diversidade.htm e não possuía a data em que foi escrita.

4 De acordo com Saviani (2007) a divisão entre trabalho material e trabalho imaterial surgiu desde os primórdios da humanidade, no período escravista, quando passou-se “a ter duas modalidades distintas e separadas de educação: uma para a classe proprietária, identificada como a educação dos homens livres, e outra para a classe não proprietária, identificada como a educação dos escravos e serviçais. A primeira, centrada nas atividades intelectuais, na arte da palavra e nos exercícios físicos de caráter lúdico ou militar. E a segunda, assimilada ao próprio processo de trabalho” (p. 155). Com existência de diferentes formas de educação, a relação entre a educação dos sujeitos e o trabalho por eles desempenhado foi aumentando, especialmente com o desenvolvimento das forças produtivas, de tal modo que a separação entre escola e produção reflete a divisão entre trabalho manual e trabalho intelectual. Com a instalação de maquinas nas fabricas e a consequente transferência do trabalho manual, antes exercido pelo trabalhador para as máquinas, aumenta-se ainda mais a quantidade de trabalho intelectual, imaterial, em detrimento do trabalho manual, material.

5 Gramsci retira o termo coerção da forma de organização do processo produtivo desenvolvido no início do século XX nos estados Unidos, por ele denominado de Americanismo, observando o lado positivo da coerção mecânica a que está sujeito o operário, enfatizando que seu corpo não é apenas fisiológico, algo a ser educado e governado externamente, pois ao ritmar os movimentos mecânicos e torná-los um hábito espontâneo, os transforma em uma “segunda natureza”.

6 Para a discussão sobre Escola Unitária e educação em Gramsci, alguns argumentos foram retirados de FICANHA, 2014.

7 Abordaremos melhor essa temática no item seguinte sobre metodologia de ensino.

8 De acordo com o Banco Mundial, para 2017 no Brasil a linha de pobreza utilizada para os cálculos foi estipulada como 140 reais per capita por mês. Disponível em: https://www.ecodebate.com.br/ 2017/02/22/numero-de-pobres-no-brasil-tera-aumento-de-no-minimo-25-milhoes-em-2017-aponta-estimativa-do-banco-mundial/ Data do acesso: 09 de maio de 2017.

9 Tomamos como referência a proposta de Gramsci (2001, p. 51) de que “o estudo é também um trabalho, e muito cansativo, com um tirocínio particular próprio, não só intelectual, mas também muscular-nervoso: é um processo de adaptação, e um hábito adquirido com esforço, aborrecimento e até mesmo sofrimento”.

10 Fonte: https://eacritica.wordpress.com/2012/02/23/educacao-ambiental-critica-o-contraponto-necessario-a-hegemonia-da-educacao-ambiental-conservadora/

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