Colégio de especialidade de oncologia médica



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COLÉGIO DE ESPECIALIDADE DE

ONCOLOGIA MÉDICA



Eleições – 2017

- LISTA A

Ana Cristina Ferreira Raimundo

Ana Filipa Horta de Oliveira Cardoso Pais

Emanuel José Gouveia

Luís António Marques da Costa

Maria Camila Pinto Coutinho de Almeida Pinto

Maria Isabel Pazos Portela

Maria Margarida da Cunha Damasceno

Mónica Branco de Carvalho Nave

Nuno Miguel Teixeira de Sousa



Suplentes

Sandra Cristina Conceição Bento

Catarina Isabel Soares Silva Marques Portela


PROGRAMA DE ACÇÃO PARA A DIRECÇÃO DO COLÉGIO DE

ONCOLOGIA MÉDICA DA ORDEM DOS MÉDICOS
A Oncologia Médica representa um garante para os doentes oncológicos no acesso a cuidados médicos diferenciados e personalizados. O Oncologista Médico deve estar preparado para que consiga coligir e coordenar os conhecimentos científicos apropriados para cada doente e deve saber comunicar os planos de tratamento e seguimento, que sejam adequados, aos doentes oncológicos e seus familiares.
Esta missão pressupõe, o desenvolvimento na capacidade de o Médico Oncologista estar envolvido com uma participação muito activa em grupos multidisciplinares. Para tanto, exige-se que este aspecto da formação do Oncologista Médico receba particular atenção durante o internato de oncologia, tal como está estabelecido pelas duas mais importantes sociedades internacionais de Oncologia (a ESMO e a ASCO) quando afirmam que: “Medical oncology training programmes must provide an intellectual environment for acquisition of the knowledge, skills, clinical judgement and attitudes essential to the practice of medical oncology in the context of multidisciplinary care” (http://www.esmo.org/Career-Development/Global-Curriculum-in-Medical-Oncology).
Nesta perspectiva, a Lista que se candidata à Direção do Colégio da Especialidade em Oncologia Médica, entende que a par de muitas outras iniciativas já iniciadas pelo colégio anterior deve ter como um dos objectivos prioritários, a atenção à formação dos novos Oncologistas Médicos na vertente da participação e preparação para eventual coordenação de equipas multidisciplinares. Esta competência deve estar explícita no currículo do Oncologista Médico.

Assim, será possível o reconhecimento transversal de que o Oncologista Médico deve ter um papel fundamental na abordagem multidisciplinar ao doente oncológico, pela competência que desenvolveu na integração dos diferentes contributos médicos, bem como na capacidade de comunicação e seguimento de planos terapêuticos nos diferentes contextos da doença oncológica.


O enorme desenvolvimento da investigação na área da oncologia constitui um desafio à capacidade de converter em conhecimento médico e competência clínica o manancial de informação científica que é oferecido. Sobretudo, numa fase de formação em que não se procura a segmentação mas antes a integração, o internato de Oncologia Médica deve ser orientado para a estruturação duma formação sólida, completa e também capaz de preparar os futuros Oncologistas para tarefas organizativas.
Esta Lista acredita que é uma mais-valia enorme para todos os doentes oncológicos e para todos os colegas envolvidos no tratamento multidisciplinar do cancro, a presença profissionalmente competente de Oncologistas Médicos sempre que qualquer Unidade de Saúde possa assumir responsabilidades no diagnóstico, no tratamento, e no seguimento de doentes oncológicos.




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