Cinco minutos com jesus



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BLOCO 10-2013

CINCO MINUTOS COM JESUS
SEMANAS: de 20mai13 a 02jun13

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CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.305

Para: segunda-feira, 20 de maio de 2013

Texto: Gn 9.1-17

“Como sinal desta aliança que estou fazendo para sempre com vocês e com todos os animais, vou colocar o meu arco nas nuvens. O arco-íris será o sinal da aliança que estou fazendo com o mundo” (Gn 9.12-13).


Noé e o sinal da aliança de Deus
Noé era um homem de fé, um homem íntegro entre os seus contemporâneos, os quais haviam caído num nível moral extremamente baixo. Deus ficou aborrecido ao ver a ruína na qual a sua criação caíra e resolveu destruir todos os que lhe voltaram as costas. Mas poupou Noé e sua família, que daria à luz futuras gerações e transmitiria a história do amor imortal de Deus por seu povo.

Deus demonstra seu amor por Noé com uma aliança e lhe diz: “Como sinal desta aliança que estou fazendo para sempre com vocês e com todos os animais, vou colocar o meu arco nas nuvens. O arco-íris será o sinal da aliança que estou fazendo com o mundo” - palavras registradas no livro de Gênesis, capítulo 9, versículos 12 e 13. Nessa aliança Deus se comprometeu, por sua própria bondade, a nunca mais destruir a humanidade com um dilúvio.

O comportamento das pessoas da época não difere muito da época atual. O povo não respeitava a Deus e vivia como se ele nem existisse. E, assim como no passado Deus prometeu punir os pecadores, igualmente hoje ele deixa bem claro que, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23).

No entanto, por mais severo que seja o julgamento divino, nele está inserida a sua misericórdia e, com ela, a oportunidade de remissão. E é justamente numa nova aliança que Deus revela a sua disposição de remir, oferecendo-nos o perdão.

Esse jeito gracioso de Deus não muda. Em Cristo Jesus, Deus se compromete a não nos destruir eternamente por causa de nossos pecados, mas sim, a nos perdoar. O arco-íris efetivamente lembrava a Noé e sua descendência que Deus é amor. A cruz do Calvário, além de nos revelar a fidelidade de Deus no cumprimento de suas promessas, também nos anuncia que o “sangue de Jesus nos limpa de todo o pecado” (1Jo 1.7). Creia em Jesus e você também será salvo!

Oremos: Eterno Deus, em Cristo tu cumpriste todas as promessas que beneficiam as pessoas com o perdão dos seus pecados e a salvação eterna. Derrama sobre nós o teu Espírito Santo e sustenta-nos na fé. Amém.

Pastor Alaor Güths dos Santos

CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.306

Para: terça-feira, 21 de maio de 2013

Texto: Gn 12.1-9

“O Senhor Deus disse a Abraão: Saia da sua terra... e vá para uma terra que eu lhe mostrarei. Os seus descendentes vão formar uma grande nação. Eu o abençoarei, o seu nome será famoso, e você será uma bênção para os outros” (Gn 12.1-2).


Abraão e o chamado de Deus
Apesar dos sucessivos desvios da criatura humana, Deus nunca a abandonou, mas sempre interveio como um Pai interessado a participar da vida dos seus filhos.

Após Noé, a civilização humana enfrentou outra transformação ao construir a torre de Babel. Ao confundir-lhe a língua e espalhar o povo, Deus separou-os e fez com que, uma vez mais, reconhecessem o quanto precisavam dele. Cada intervenção divina é uma reação à rebeldia do ser humano e, através dela, vemos um Deus que ama demais para permitir às pessoas que se desgarrem do reino do seu amor e encontrem a destruição.

Deus não desistiu de restabelecer um relacionamento com a obra de sua criação e apostou em Abraão para um novo plano para a humanidade. Lemos em Gênesis, capítulo 12, versículos 1 e 2: “O Senhor Deus disse a Abraão: Saia da sua terra... e vá para uma terra que eu lhe mostrarei. Os seus descendentes vão formar uma grande nação. Eu o abençoarei, o seu nome será famoso, e você será uma bênção para os outros.”

Deus planejou fundar uma nação e tornar Abraão o pai do povo escolhido, Israel. Num ato de fé, Abraão dispôs-se a servir e sob o poder e a bênção de Deus surgiu uma nação que se tornou modelo do relacionamento de amor de Deus para com todos os povos. Abraão manteve um relacionamento tão íntimo com Senhor que durante séculos o próprio Deus ficou conhecido como “o Deus de Abraão”.

Após Abraão vieram outros homens que também serviram de instrumentos de Deus e por quem o Senhor se fez presente através da história. E a história da salvação culmina em Jesus Cristo, em quem Deus mostrou a sua graça, a sua bênção, de maneira extraordinária. O chamado e a promessa de bênçãos da parte de Deus prosseguem ativos e eficazes ainda hoje. Deus nos chama a sermos descendentes de Abraão pela fé em Jesus.

Oremos: Ó Deus gracioso, eu te agradeço pelo privilégio de te conhecer e, em Cristo, ter a garantia das bênçãos terrenas e eternas. Amém.

Pastor Alaor Güths dos Santos

CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.307

Para: quarta-feira, 22 de maio de 2013

Texto: Gn 26

“Dali Isaque foi para Berseba. Naquela noite o Senhor apareceu a ele e disse: Eu sou o Deus de Abraão, o seu pai. Não tenha medo, pois eu estou com você. Por causa do meu servo Abraão, eu abençoarei você e farei com que seus descendentes sejam muitos” (Gn 26.23,24).


Isaque e a promessa de Deus
Há algumas décadas, era comum cumprimentar os avós e padrinhos de batismo dizendo: “a bênção, vô” ou “a bênção padrinho”. Um gesto que é raro hoje em dia. Porém, quem de nós não deseja ser abençoado pelo avô ou pelo padrinho? E quem de nós não necessita da bênção de Deus? É confortador saber-se abençoado, sentindo Deus ao nosso lado, animando-nos e fortalecendo-nos.

A promessa de Deus a Isaque repete os mesmos termos da bênção que fora dada a Abraão, seu pai. Lemos em Gênesis, capítulo 26, versículos 23 e 24: “Dali Isaque foi para Berseba. Naquela noite o Senhor apareceu a ele e disse: - Eu sou o Deus de Abraão, o seu pai. Não tenha medo, pois eu estou com você. Por causa do meu servo Abraão, eu abençoarei você e farei com que seus descendentes sejam muitos.”

Tal como o fizera ao seu pai, Deus promete a Isaque terra e descendência que se estenderá a todas as nações. Também as circunstâncias são as mesmas: o pai Abraão sai em busca da terra que Deus lhe mostrará. O filho Isaque vai em busca duma nova e fértil terra, porque na região onde ele estava havia falta de alimentos. Assim, tanto Abraão como Isaque, sentiram-se encorajados a caminhar avante, porque acreditaram que o Deus gracioso e fiel os ampararia.

Também hoje precisamos de Deus e de sua bênção. Além do perdão de nossos pecados, que ele nos oferece gratuitamente em seu Filho Jesus Cristo, mediante a fé, necessitamos de sua bênção e proteção, diariamente. Isso não significa que estaremos livres de qualquer necessidade, perigo ou mal. Pois, o fato de estarmos sob a bênção de Deus não nos isola do mundo e nem nos blinda de seus problemas. Continuamos no mundo e prosseguimos expostos às intempéries desta vida. Todavia, com a vantagem de termos o privilégio de saber e crer que Deus é o nosso socorro.

Oremos: Ó Senhor Deus, obrigado pela tua promessa de que a tua bênção acompanha de modo especial aqueles que em ti confiam e creem. Atende-nos, por Cristo. Amém.

Pastor Alaor Güths dos Santos




CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.308

Para: quinta-feira, 23 de maio de 2013

Texto: Gn 32.22-32

“Então o homem disse: ‘Solte-me, pois já está amanhecendo’. ‘Não solto enquanto o senhor não me abençoar’, respondeu Jacó” (Gn 32.23,24).


Jacó e a bênção do Senhor
Quando ficamos um longo tempo sem ver nossos familiares, a proximidade do reencontro nos deixa ansiosos e felizes. Mas, para Jacó, o reencontro com o seu irmão Esaú estava lhe causando medo. Há vinte anos ele enganara o irmão, apossando-se da bênção paterna ilicitamente. Para amenizar a ira de Esaú, Jacó se propôs a lhe dar muitos presentes. No entanto, mesmo com esses preparativos, Jacó não conseguia ter paz. Ele precisou aprender a dura lição de que a reconciliação não resulta de doações reparadoras.

Em plena madrugada, ao atravessar o rio Jaboque, Jacó é surpreendido por um homem misterioso que se põe a lutar com ele até o amanhecer. Não era um sonho. O ataque era real e tão vigoroso que deslocou a sua coxa, tornando-o manco. Jacó percebeu que era o Anjo do Senhor que lutava com ele. E, então, não deixou que o seu oponente desaparecesse sem antes o abençoar. Lemos em Gênesis, capítulo 32, versículos 23 e 24: “Então o homem disse: ‘Solte-me, pois já está amanhecendo’. ‘Não solto enquanto o senhor não me abençoar’, respondeu Jacó.” Para Jacó, a bênção divina era indispensável para vencer as adversidades que o esperavam. Aquela noite de profundo conflito e medo foi transformada num dia de luz e esperança para Jacó.

Todos nós estamos sujeitos às adversidades da vida e aos conflitos humanos. E, devido à dureza de nosso coração, muitas vezes Deus também precisa “lutar” conosco, nos disciplinar, para que fiquemos humildes e obedientes sob o seu poder e graça. Então, ao sentirmos a consciência pesada, devemos reconhecer o erro e suplicar o perdão do Senhor, certos de que “Deus aceita as pessoas por meio da fé que elas têm em Jesus Cristo e pela sua graça os salva” (Rm 3.22-24). E daí, com alegria e paz no coração, usufruirmos as delícias das bênçãos divinas.

Oremos: Senhor Deus, perdoa as nossas ofensas contra ti e o nosso semelhante. Abençoa nossos relacionamentos e que o amor de Jesus, nosso Salvador, seja o alicerce em nossa convivência. Amém.

Pastor Alaor Güths dos Santos

CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.309

Para: sexta-feira, 24 de maio de 2013

Texto: Gn 37

“Quando alguns negociantes midianitas passaram por ali, os irmãos de José o tiraram do poço e o venderam aos ismaelitas por vinte barras de prata. E os ismaelitas levaram José para o Egito” (Gn 37.28).


José e a bênção do Senhor
A história de José ocupa boa parte do Livro de Gênesis e destaca mais detalhes de sua vida do que de qualquer outra pessoa. E não é de se estranhar, pois a vida de José foi repleta de grandes aventuras.

O relacionamento dos dez irmãos com José era péssimo. Havia um forte sentimento de inveja porque José era o filho favorito de Jacó. Tamanha hostilidade ocasionou planos de vingança. A princípio os irmãos pensaram em assassiná-lo. Mas o mais velho deles, Rúben, não podia permitir que seu sangue fosse derramado. Judá teve então a ideia de vender José e, com a concordância dos demais irmãos, o negociaram com os mercadores ismaelitas. Diz o texto de Gênesis, capítulo 37, versículo 28: “Quando alguns negociantes midianitas passaram por ali, os irmãos de José o tiraram do poço e o venderam aos ismaelitas por vinte barras de prata. E os ismaelitas levaram José para o Egito”.

Deus, no entanto, tinha outros planos. E esses sonhos estranhos de José, acabaram sendo a sua salvação na distante terra para onde foi levado. Na história de José verificamos como os propósitos de Deus são alcançados, mesmo que as pessoas procurem interferir ou atrapalhar os planos divinos.

E assim Deus age também conosco. Transforma o mal em bem. Utiliza acontecimentos em nossas vidas, desagradáveis, difíceis e até trágicos, para alcançar propósitos espirituais e materiais bem definidos, embora nem sempre claros aos nossos olhos. Então, incentivados pelo exemplo de José, prossigamos firmes na fé, confiando nesse Deus que nos ama. Um Deus que transforma o mal em bem. E o maior mal, que são os nossos pecados, ele já os lançou sobre os ombros de seu próprio Filho, nosso Salvador. Jesus Cristo é nosso maior bem!

Oremos: Ó Deus, concede-nos a bênção de nossas famílias viverem em paz. Que nossas atitudes não atrapalhem os teus objetivos. Amém.

Pastor Alaor Güths dos Santos



CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.310

Para: sábado, 25 de maio de 2013

Texto: Êx 2.1-10

“Como não podia escondê-lo por mais tempo, ela pegou uma cesta de junco, tapou os buracos com betume e piche, pôs nela o menino e deixou a cesta entre os juncos, na beira do rio” (Êx 2.3).


Moisés, o que foi salvo da água
Quando Moisés nasceu, o rei do Egito estava com medo de que os egípcios ficassem em desvantagem numérica com relação aos escravos israelitas. Então, ele maltratava os escravos e os submetia ao trabalho pesado e árduo. Também deu ordem às parteiras para que matassem os bebês dos escravos. Diante da desobediência das parteiras, o rei incumbiu os seus oficiais de afogar os meninos recém-nascidos no rio Nilo.

Moisés não teria podido escapar a esse decreto. Todavia, por ser um menino saudável e bonito, a mãe desobedeceu ao rei pela fé que tinha em seu Deus e sob o teto da família o guardou por três meses, antes de lhe dar um novo destino. Como nos revela o texto de Êxodo, capítulo 2, versículo 3: “Como não podia escondê-lo por mais tempo, ela pegou uma cesta de junco, tapou os buracos com betume e piche, pôs nela o menino e deixou a cesta entre os juncos, na beira do rio”.

No princípio parecia que a má intenção do rei se concretizaria e que o próprio Deus talvez tivesse se esquecido de seu povo. No final, porém, o cruel plano do rei acaba resultando na libertação do povo de Israel. Deus não dorme! Seu poder é sempre superior. O cesto é levado pelas águas e o menino acaba nas mãos da filha do rei, em cujo coração Deus faz brotar o desejo de adotá-lo e criá-lo como seu próprio filho. Deus estava com o pequeno Moisés desde o seu nascimento.

O próprio significado do nome Moisés – “aquele que foi tirado da água” - aponta para a obra libertadora de Deus. Isso nos traz ao pensamento o nome de outro libertador, cujo próprio nome também revelou a sua ação libertadora. É Jesus. Seu nome significa Salvador. Foi enviado por Deus ao mundo para libertar todos os pecadores do domínio de Satanás. Por graça, mediante a fé, Cristo nos oferece o perdão de todos os pecados e a salvação eterna.

Oremos: Bondoso Deus, mantém-nos humildes para aceitarmos os teus desígnios. Ajuda-nos a cremos na tua libertação por meio de Cristo Jesus. Amém.

Pastor Alaor Güths dos Santos



HORA LUTERANA Nº 3.350

Para: domingo, 26 de maio de 2013

Texto: Jo 8.48-59

“’Abraão, o pai de vocês, ficou alegre ao ver o tempo da minha vinda. Ele viu esse tempo e ficou feliz” (Jo 8.56).


Jesus, o Deus humanado
Jesus, muitas vezes, foi incompreendido por seus ouvintes. No evangelho de João, capítulo 8, versículos 56 a 58, temos um diálogo que mostra bem esta incompreensão. Jesus estava conversando com mestres da Lei, líderes Judeus e com o povo que estava à volta dele, e disse: “Abraão, o pai de vocês, ficou alegre ao ver o tempo da minha vinda”. Alguns lhe perguntaram: “Você não tem nem cinquenta anos e viu Abraão?” E Jesus deu a resposta que os deixou irritados: “Antes de Abraão nascer, “EU SOU!”

Estas palavras queriam enfatizar o fato de Jesus ser eterno. Ele citou Abraão como exemplo porque todos veneravam esse homem de grande fé em Deus. Mas, aos ouvidos incrédulos do público, as palavras do Salvador soaram como blasfêmia.

Jesus não deixava dúvida de que Deus havia conferido a ele um poder especial e único. Nada lhe interessava mais do que levar avante a missão de salvar a humanidade de seus pecados. Insistiu em dizer-lhes que ele fora enviado pelo Deus da vida e da verdade e que o seu poder vem do Pai. Seus opositores consideraram isso uma blasfêmia. Então, pegaram pedras para atirar em Jesus, mas ele se escondeu e saiu do meio deles.

Jesus revelou a sua eternidade ao dizer: “EU SOU!” Deus é um Pai amoroso, e através do sacrifício de seu único Filho, ele está sempre disposto a nos dar o perdão dos pecados. E foi por isso que Cristo nasceu, viveu e morreu, ressuscitando no terceiro dia.

Deus é o mesmo, sempre foi e sempre será. Deus não muda. Nós é que somos transformados pela morte de Cristo na cruz. Cristo, o Filho de Deus que é eterno, morreu e ressuscitou para nos dar o perdão e a vida eterna com ele.

Oremos: Ó Deus, queremos ouvir mais e aprender sempre melhor a tua Palavra, porque ela nos ensina a salvação em Jesus. Perdoa nossas dúvidas e falta de confiança em ti. Por amor de Cristo. Amém.

Pastor Alaor Güths dos Santos

CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.311

Para: segunda-feira, 27 de maio de 2013

Texto: Sl 8.1-2

“Ó Senhor, Senhor nosso Deus, a tua grandeza é vista no mundo inteiro. O louvor dado a ti chega até o céu e é cantado pelas crianças e pelas criancinhas de colo” (Sl 8.1-2).


O escritor Luís Fernando Verissimo ficou mais de vinte dias num hospital, com uma infecção generalizada, correndo risco de vida. Muitos oraram pela recuperação de Veríssimo. Pouco depois de sair do hospital, o escritor surpreendeu com a publicação de um texto que começa assim: “Um religioso dirá que não faltam provas da existência de Deus e da sua influência em nossas vidas. Quem não tem a mesma convicção não pode deixar de se admirar com o poder do que é, afinal, apenas uma suposição”. Se não for ateu, Luís Fernando Verissimo certamente é agnóstico. Deus é só uma hipótese, diz ele.

É claro que entre os religiosos que não concordam com Verissimo está o escritor do Salmo de número 8. Ele começa e termina o Salmo, dizendo o que está no versículo 1 e 2: “Ó Senhor, Senhor nosso Deus, a tua grandeza é vista no mundo inteiro”. Sim, a grandeza de Deus aparece em todo lugar.

E o ser humano, como fica diante disso? O autor do Salmo 8 nem chega a comparar o homem com Deus. Ele apenas olha para o espaço acima dele. Vendo a lua e as estrelas, pergunta para Deus: “que é um simples ser humano para que penses nele?” Depois, confessa que Deus pôs todas as coisas debaixo do domínio do ser humano. Deu-lhe a glória e a honra de um rei. Isso ele fez ao nos criar do jeito que somos. E ele nos deu maior honra ainda ao nos resgatar por meio de seu Filho, Jesus Cristo.

É verdade: somos tão valiosos e ao mesmo tempo tão pequenos. Resgatados por Jesus, podemos ver a grandeza de Deus, que aparece em todo mundo. O que muitos não conseguem ver, nós vemos. As crianças conseguem enxergar. O escritor do Salmo 8 diz: “O louvor dado a ti chega até o céu e é cantado pelas crianças e pelas criancinhas de colo” (Sl 8.1-2). Neste ponto, as crianças entendem mais que muitas pessoas famosas em nosso país. Graças a Deus!

Oremos: Senhor, obrigado por nos mostrares quão grande és tu. Permite-nos ver a tua grandeza também nas pequenas coisas. Agradecemos por nos teres coroado de honra, em Cristo Jesus. Aceita o nosso louvor. Em nome de Jesus. Amém.

Pastor Vilson Scholz




CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.312

Para: terça-feira, 28 de maio de 2013

Texto: Pv 8.1-4,22-31

“A Sabedoria está no alto dos morros, na beira da estrada e nas encruzilhadas dos caminhos” (Pv 8.2).


A importância da sabedoria
Um certo menino, de 10 anos de idade, fazia compras. Enquanto isso, seu cavalo fugiu. Como estivesse numa encruzilhada de caminhos, o mais lógico era que o animal tivesse tomado o rumo do caminho de casa que distava a uns três quilômetros dali. No entanto, um caminhoneiro que vinha de outra direção, informou-lhe que vira um cavalo com sela, sem montador, pastar à beira da estrada a uma distância de cerca de dois quilômetros de lá. Era o mais improvável rumo que o animal poderia ter tomado. Mas, clamando a Deus pelo rumo certo, resolveu seguir a informação do caminhoneiro e dirigiu-se ao lugar por ele indicado. E que maravilha! Encontrou seu animal ainda pastando no mesmo lugar.

Aquele menino, sem dúvida, agiu com sabedoria ao pedir que Deus lhe indicasse o rumo certo. E assim, teve pleno êxito na recuperação do animal extraviado.

O texto de Provérbios, capítulo 8, versículo 2, nos diz: “A Sabedoria está no alto dos morros, na beira da estrada e nas encruzilhadas dos caminhos”. A sabedoria se encontra ao alcance de todos. Mas, infelizmente, a maioria da humanidade não tira proveito de sua existência e segue o rumo de suas próprias paixões. Assim, vão para a morte e não para a vida.

A sabedoria de Deus quer nos ajudar especialmente na obtenção de nossa salvação eterna. Ela nos revela o Salvador Jesus que morreu pelos nossos pecados e agora nos oferece a salvação pela fé. Todo aquele que crê na morte redentora de Jesus recebe o pleno perdão de seus pecados e obtém a vida eterna no além.

Muitos encontram essa sabedoria na encruzilhada de seus caminhos, mas seguem um caminho diferente. Sigamos nós, porém, o caminho por ela indicado.

Oremos: Senhor, meu Deus, muito obrigado por teres colocado a sabedoria da tua salvação na encruzilhada de meus caminhos. Não permita que siga um rumo diferente. Amém.

Pastor Paulo F. Flor


CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.313

Para: quarta-feira, 29 de maio de 2013

Texto: At 2.14,22-33

“Deus ressuscitou este Jesus, e todos nós somos testemunhas disso” (At 2.32).



Testemunhas da ressurreição de Jesus
Numa reunião de um partido político, não muito longe de Moscou, um funcionário do governo comunista, por mais de duas horas, tentou convencer a plateia de que Deus não existia. No final de seu discurso, ofereceu o microfone a quem quisesse fazer uma pergunta ou acrescentar algo ao discurso. Levantou-se então um simples colono, dirigiu-se à tribuna, ergueu os seus braços e bradou em alta voz: “Jesus ressuscitou”. Como uma só pessoa, todos se levantaram de seus assentos e gritaram como de uma só boca: “Ele verdadeiramente ressuscitou”. Sua ida à tribuna causou sem dúvida sua ida para a prisão.

Em Atos, capítulo 2, versículo 32, o apóstolo Pedro declara: “Deus ressuscitou este Jesus, e todos nós somos testemunhas disso”. Da mesma forma são testemunhas da ressurreição de Jesus todos aqueles que creem e que pela fé receberam o Espírito Santo. Na ilustração acima, todos aqueles que bradaram juntos com aquele colono: “Jesus verdadeiramente ressuscitou” eram testemunhas da ressurreição. Enquanto Pedro e os apóstolos haviam visto o Jesus ressuscitado com seus olhos corporais, os cidadãos russos e todos os que creem em Jesus o veem com seus olhos espirituais.

Qual é a sua atitude em relação a Jesus e a sua ressurreição? Que também nós possamos bradar com a multidão de Moscou: “Ele verdadeiramente ressuscitou” e que, por intermédio da fé, possamos crer nele como o nosso Salvador. A fé é uma dádiva do Espírito Santo, por meio dela, Jesus nos concede o perdão e a vida eterna.

Oremos: Senhor Deus, misericordioso e gracioso, concede-me sempre a fé em ti. Amém.

Pastor Paulo F. Flor

CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.314

Para: quinta-feira, 30 de maio de 2013

Texto: Sl 96.1-9

“Cantem ao Senhor e o louvem. Anunciem todos os dias que ele nos salvou” (Sl 96.2).

Cantem ao Senhor e o louvem!
Quando terminou a Segunda Guerra Mundial, em 1945, certo soldado alemão ainda era prisioneiro russo. Trabalho duro e muita fome marcaram seu dia a dia. Seus camaradas morriam como as moscas, mas ele sobreviveu. Em fins de 1950, finalmente pôde voltar para casa e trouxe a convicção de que nenhum pão é duro demais. É duro demais não ter pão, mas o pão duro pode ser maravilhoso e apetitoso. E trouxe algo mais consigo para casa: Jesus - “o pão da vida” – que ele conheceu na prisão. Aprendeu a crer e orar e o ensinou a seus filhos, e aos filhos de seus filhos. As devoções diárias eram encerradas com a oração do Pai Nosso. Era uma lição dura, mas abençoada.

O texto do Salmo 96, versículo 2, incita a todos: “Cantem ao Senhor e o louvem. Anunciem todos os dias que ele nos salvou”. Nosso louvor a Deus deve ocorrer mesmo que o pão seja duro, isto é, que a nossa vida seja cheia de adversidades. O importante é que temos o pão, a nossa salvação garantida por Jesus pela fé no seu sacrifício expiador. Mas vamos passar por muitos sofrimentos antes de entrar no Reino de Deus (At 14.22).

É impressionante que muitos hinos foram feitos quando seus autores passavam por extrema adversidade. Um deles registrou os seguintes versos: “Se as nuvens, mesmo o vento, faz ele caminhar, de certo a teu contento teu pé fará andar”.

Um paciente de 96 anos sempre demonstrava uma atitude contente e bondosa. Quando perguntado sobre o segredo de seu comportamento, respondeu: “Cada dia tomo dois comprimidos. Logo depois de levantar tomo o comprimido do contentamento e antes de dormir, à noite, tomo o comprimido da gratidão”.

Que Deus nos conceda um coração alegre e agradecido com as bênçãos de Deus.

Oremos: Senhor Jesus, eu te gradeço pelo pão, mesmo duro, que muitas vezes me dás. Faz-me cantar hinos de gratidão e louvor sem cessar. Amém.

Pastor Paulo F. Flor

CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.315

Para: sexta-feira, 31 de maio de 2013

Texto: 1Rs 8.27-29

“Mas será que, de fato, ó Deus, tu podes morar no meio de nós, criaturas humanas, aqui na terra? Tu és tão grande, que não cabes nem mesmo no céu; como poderia este Templo que eu construí ser bastante grande para isso?” (1Rs 8.27).


A presença de Deus
Cerimônias de inauguração geralmente incluem discursos, que normalmente ressaltam a importância da obra para a comunidade e coisas do tipo. Três mil anos atrás, na cidade de Jerusalém, foi inaugurado o Templo de Salomão. Naquele dia, o rei Salomão “fez uso da palavra”, como se diz. Mas ele não só falou as mesmas coisas de sempre. De repente, ele fez uma oração a Deus. Não é coisa que governantes costumam fazer, mas era o rei Salomão e ele estava num culto, no Templo.

Salomão começou dizendo: “Ó Senhor Deus, não existe nenhum deus igual a ti em cima no céu e embaixo na terra”. Esta é uma forma de louvor a Deus, em que se diz que ele é o Deus sem igual. E Salomão continuou com duas perguntas: “Mas será que, de fato, ó Deus, tu podes morar no meio de nós, criaturas humanas, aqui na terra? Tu és tão grande, que não cabes nem mesmo no céu; como poderia este Templo que eu construí ser bastante grande para isso?” (1Rs 8.27). De fato, Deus é maior do que todo o Universo. Em seguida Salomão deu a resposta. Ele disse, dirigindo-se a Deus: “Olha de dia e de noite para este Templo, o lugar que escolheste para nele seres adorado”.

É muito importante o que Salomão disse e o que ele não disse. Ele não falou que pensava em “prender” Deus dentro dum Templo. Mas também não disse que aquele Templo não iria fazer nenhuma diferença, já que Deus era infinito. Mesmo sendo maior do que o Universo, Deus tinha decidido estar naquele lugar. Ele é Deus infinito e ao mesmo tempo se faz presente onde decidiu estar. Ele se fez presente de modo todo especial na pessoa de Jesus, que agora é o Templo ou morada de Deus. Quem vê o Filho, que é Jesus Cristo, vê o Pai. Deus se faz presente onde ele decidiu estar: em Jesus Cristo e na Palavra dele. É essa presença de Deus, em Jesus Cristo, que nós adoramos. De fato, Deus é maravilhoso, Deus é sem igual.

Oremos: Senhor Deus, louvamos a tua grandeza e ao mesmo tempo agradecemos por seres um Deus presente entre nós. Obrigado por Jesus Cristo e pela tua Palavra. Amém.

Pastor Vilson Scholz


CINCO MINUTOS COM JESUS Nº 13.316

Para: sábado, 01 de junho de 2013

Texto: Gl 1.1-12

“Mas, se alguém, mesmo que sejamos nós ou um anjo do céu, anunciar a vocês um evangelho diferente daquele que temos anunciado, que seja amaldiçoado!”

(Gl 1.8).
Evangelho é um só
“Muitos caminhos levam a Roma” é um dito popular antigo, mas ainda citado muitas vezes hoje em dia. Embora, em muitos casos, seja verdadeiro, jamais se pode aplicá-lo com respeito ao caminho que leva a Jesus e à vida eterna. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim” (Jo 14.6).

O apóstolo Paulo, no texto de Gálatas, capítulo 1º, versículo 8, confirma implicitamente as palavras de Jesus, quando afirma enfaticamente: “Mas, se alguém, mesmo que sejamos nós ou um anjo do céu, anunciar a vocês um evangelho diferente daquele que temos anunciado, que seja amaldiçoado!” Na verdade, não existe outro evangelho. Ele fez essa afirmação porque na Galácia, onde havia fundado diversas congregações cristãs, algumas pessoas estavam confundido a mente de muitos novos convertidos. Eles proclamavam que a salvação somente pela graça não era o suficiente. Diziam que para se obter a salvação precisavam fazer boas obras, ou o que a lei manda.

Na verdade, a obtenção da salvação consistia na fé em Cristo, e isso era o que deveria levá-los a obedecer a Deus. O apóstolo Paulo conseguiu assim desmantelar, nessa pequena Carta aos Gálatas, de apenas seis capítulos, os argumentos de seus oponentes e deixar de pé a doutrina da salvação autêntica. Essa doutrina está expressa com toda a nitidez no capítulo 2, versículo 16: “Mas sabemos que todos são aceitos por Deus somente pela fé em Jesus Cristo e não por fazerem o que a lei manda”.

Ainda hoje há milhões de pessoas ensinando que a salvação não é somente pela graça. Não caia nesta armadilha! A salvação é um presente de Deus para você.

Oremos: Senhor, meu Deus, nós te agradecemos por este presente da salvação. Faça com que o defendamos contra todos os assaltos do inimigo. Amém.

Pastor Paulo F. Flor




HORA LUTERANA Nº 3.351

Para: domingo, 02 de junho de 2013

Texto: Lc 7.1-10

“Eu afirmo a vocês que nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel!” (Lc 7.9).


Uma grande e autêntica fé
É comum ouvir as pessoas dizerem: “Tenho muita fé em Deus”. No entanto, essa fé nem é grande e nem é autêntica. Quando muito, apenas acredita na existência de um Deus, produto da imaginação humana.

Não era o caso da fé do oficial romano, citado no evangelho de Lucas, capítulo 7, versículo 9, que Jesus elogiou quando disse: “Eu afirmo a vocês que nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel!”.

A fé do oficial romano era grande e autêntica por causa de seus frutos, entre os quais destacamos: Ele confiava na onipotência divina de Jesus; sua fé era de natureza humilde e obediente a palavra de Deus; e preocupava-se com o bem-estar dos outros.

É preciso que também nós examinemos os frutos de nossa fé. Confiamos na onipotência divina de Jesus? Cremos que ele é o Filho de Deus que desceu dos céus, nasceu da virgem Maria, morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para nossa salvação? Cremos com toda a humildade que nos salvamos unicamente pela graça de Deus e não porque merecemos? Procuramos viver de acordo com a Palavra de Deus e preocupamo-nos também com o destino eterno de nossos semelhantes, ajudando-os em suas necessidades espirituais e materiais?

Felizmente, ainda hoje temos muitos cristãos que possuem uma grande e autêntica fé e a demonstram abundantemente pelos frutos que ela produz. No século 19, por exemplo, Georg Müller construiu um orfanato na Inglaterra em que abrigou mais de mil órfãos cujos pais haviam morrido da doença da cólera. Fez isso apenas com contribuições sem nenhum recurso oficial. Orava muito, e Deus muitas vezes atendia milagrosamente as suas preces. Roguemos a Deus para que nos dê, também, uma fé grande e autêntica que produza muitos frutos.

Oremos: Senhor Jesus, concede também a nós uma grande e autêntica fé igual à do oficial romano em nosso texto. Amém.



Pastor Paulo F. Flor
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