Chanceler Nilton Costa Lins Júnior Presidente da Mantenedora



Baixar 3,01 Mb.
Página7/14
Encontro02.07.2017
Tamanho3,01 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   ...   14



DISCIPLINAS OPTATIVAS

DISCIPLINA

EFICIENTIZAÇÃO ENÉRGETICA

EMENTA

Evolução da oferta e da demanda de energia no Brasil. O PROCEL. O consumo no setor de edificações. A falta de normalização, variáveis climáticas, variáveis humanas e arquitetônicas. Bioclimatologia, eficiência no setor residencial, eficiência no setor comercial

REFERÊNCIAS BÁSICAS

Geller H. Efficient Electricity Use- A development Strategy for Brazil 1990.

Hirst et all Energy Efficency in Buildings- Progress and Promise 1986.

ACEEE Washington . Lamberts et all Estado da Arte de Eficiência Energética em Edificações no Brasil 1996. Procel Eletrobras..


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

Lamberts R. Eficiência Energética na Arquitetura. PW Editores 1997.
MME 2000 Balanço Energético Nacional

DISCIPLINA

PROJETO DE SISTEMAS DIGITAIS

EMENTA

Sistemas digitais: definição. Etapas para projeto. Projeto de Sistema Digital. Automatização, Descrição de Circuitos Digitais.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

D'AMORE, R.VHDL - Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. Editora LTC, 2012.

HORTA, E.L. Dispositvos Lógicos Programáveis. Implementação de Sistemas Digitais em FPGAs. Coleção Conexão Inicial. Editora Makenzie, 2013.

PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. Editora Campus, 2010.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

RUSHTON, A.VHDL for logic synthesis. Editora Willey, 2016.

PEDRONI, V.A. Circuit Design and Simulation with VHDL. Editora Mit Press, 2010.



DISCIPLINA

PROJETO DE SISTEMAS DE POTÊNCIA

EMENTA

Introdução. Representação dos componentes do sistema; valor por unidade; estudo de
sistema de energia elétrica em regime permanente; modelagem do sistema e análise do
fluxo de potência; aspectos computacionais do fluxo de potência.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ANDERSON, P. H., FOUAD A., Power System Control and Stability. Ames: Iowa State
University Press, 1993.
ANDERSON, P. M. Analysis of Faulted Power Systems. IEEE Press, 1995.
ARRILAGA, ARNOLD, C. P., HARVER, B. J. Computer modelling of Electrical
Power Systems. New York: John Wiley, 1984.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

KIMBARK, E. W., Power System Stability: Sincronous Machines. New York: John
Wiley, 1995.
MONTICELLI, A. J. Fluxo de Carga em Redes de Energia Elétrica. São Paulo: Editora
Edgard Blücher Ltda., 1983.

DISCIPLINA

PROTEÇÃO DOS SISTEMAS DE POTÊNCIA

EMENTA

Cálculo de curto-circuito para sistemas de potência. Análise Curto-Circuito. Proteção dos Sistemas de Potência. Sistema Elétrico de Potência. Princípio Básico de Proteção de Sistema. Relés de Proteção. Proteção de Linhas de Transmissão. Proteção de Transformadores. Proteção de Geradores. Proteção de Redes de Distribuição.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ELGEBERD, O.L. Introdução à Teoria de Sistemas de Energia Elétrica. Editora Mcgraw-hill, 1976.

ROBBA. Introdução a Sistemas Elétricos de Potência. Editora Edgard Blücher Ltda.

BROWN, H.E.Grandes Sistemas Elétricos - Métodos Matriciais. LTC/EFEI


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

KOSOW.Máquinas Elétricas Transformadores. Ed. Globo.
SËRIE P.T.I. Proteção de Sistemas Elétricos de Potência vol.7.

MADHAVA RAI Power System Protection (Static Relays) Tata McGraw-Hill, Publishing Co. Limited.


CAMINHA Introdução à Proteção dos Sistemas Elétricos Ed. Edgard Blücher.

BLACKBURN. Symmetrical Components for Power Systems Engineering? Marcel Dekker, Inc.

BLACKBURN.Protective Realying. Marcel Dekker, Inc.


DISCIPLINA

PROJETO DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO

EMENTA

Redes sem fio. Redes fibra ótica. Internet das coisas. VAN (Redes Veiculares). BAN (Body Area Network). Redes Radio Sensores Cognitivos. RFID.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ROSS, J. O Livro do Wireless - Um Guia Definitivo para Redes Sem Fio. Editora Alta Books, 2009.

MORAES, A. Redes sem fio - Instalação Configuração e Segurança. Editora Érica, 2010.

GREENGARD, S. The Internet of Things. Editora Mit Press, 2015.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

FAHEEN, Y; REHMANI, M.H. Cognitive Radio Sensors Networks: Applications, Archetetures and Chalenges.

EMELMAN, M.; BOCHOW, B.; KELLUM, C. Vehicular Networks: Automotive Applications and Beyond. Editora Wiley, 2010.

MEHMET, R.Y.; KHAN, J.Y. Wireless Body Area Network, technology, implementation, and applications. Pan Stanford Published, 2011.


DISCIPLINA

TELEFONIA MÓVEL

EMENTA

Introdução à Telefonia Digital. Redes Celulares. Multiplexação. Sinais em canal comum. Centrais Telefônicas. Planejamento e Tráfego de Redes Telefônicas. VOIP

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALENCAR, M. S. Telefonia Celular Digital. Editora Érica 3ª Edição, 2013.

ALENCAR, M. S. Telefonia Digital. Editora Érica 5ª Edição, 2011.

NETO, V. S. Sistemas de Telefonia. Editora Érica, 2015.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

TRONCO, T. R. Redes de Nova Geração. Editora Érica, 2ª Edição, 2011.

DARIVA, R. Gerenciamento de Dispositivos Móveis. Editora Elsevier, 2011.



DISCIPLINA

VISÃO COMPUTACIONAL

EMENTA

Visão por computador. Aplicações Industriais, processamento de imagens, sensores de visão. Pré-processamento e segmentação de imagens. Visão Robótica. modelo de câmera. calibração de câmera.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

L. G. Shapiro, G. Stockman, Computer Vision, Prentice Hall, 2001

D. A. Forsyth and J. Ponce, Computer Vision: A modern approach, 2nd edition.Pearson, 2011.

M. Shah, Fundamentals of Computer Vision, 1997.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

TRUCCO, E.; VERRI, A. Introductory Techniques for 3-D Computer Vision. Prentice Hall, 1998.

HORN, B. K. P. Robot Vision (MIT Electrical Engineering and Computer Science). MIT Press Edition. The MIT Press, 1986.



DISCIPLINA

CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO

EMENTA

Distribuição Normal. Testes de Normalidade. Introdução ao CEP. Gráficos ou Cartas de Controle. Fase Preparatória e Exploração de dados. Gráfico de Controle por variáveis. Gráfico de Controle por Atributo. Análise de Capacidade do Processo. Índice de Capacidade e Performance para Dados Normais. Capacidade/Performance do Processo e a Distribuição Normal Padronizada (Z).

REFERÊNCIAS BÁSICAS

MONTGOMERY, D. C. Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade. LTC, 2004.

SIQUEIRA, L. G. P. Controle Estatístico do Processo. Pioneira Thomson Learning, 1997.

PALADINI, E. P. Gestão da qualidade. Teoria e Prática, 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2004.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

 

DISCIPLINA

PROCESSOS ESTOCÁSTICOS

EMENTA

Conceitos básicos de processos estocásticos. Processos Aleatórios: conceitos e classificação. Processos determinísticos e não determinísticos. Estacionaridade e Independência. Função de Correlação. Processos Gaussianos e de Poisson. Características espectrais de processos aleatórios. Densidade Espectral e Autocorrelação. Definição de Ruído. Ruído Branco Gaussiano. Densidade espectral de processos complexos. Sistemas lineares com excitação aleatórias. Processo passa-faixa. Modelamento de fonte de ruído. Sistemas lineares ótimos. Maximização da relação sinal/ruído. Minimização por erro médio. Processamento Transmissão e Filtragem de Sinais Aleatórios

REFERÊNCIAS BÁSICAS

Lathi B. P.; An Introduction to Random Signals and Communication Theory; International Textbook Company. 1968.

Papoulis, A., Probability, Randon Variables and Stochastic Processes, McGraw Hill, 1993.

Parzen, E., Stochastic Processes, Holden Day (San Francisco) 1962.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

Peebles, P. Z., Probability, Random Variables, and Random Signal Principles, McGraw-Hill, New York. (1993).

DISCIPLINA

ENGENHARIA BIOMÉDICA

EMENTA

Introdução ao estudo de fenômenos biológicos. Noções de anatomia,
bioquímica e fisiologia biofísica. Aplicação de métodos e conceitos da
engenharia (teoria de circuitos, controle, comunicações, dinâmica de fluídos,
etc) no estudo de fenômenos biológicos (potenciais elétricos no sistema
nervoso, eletrofisiologia e mecânica do coração, escoamento do sangue no
sistema circulatório, mecanismos básicos da visão e da audição, etc) e no
tratamento de sinais e dados biológicos.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CARRASQUEIRO, S. Engenharia Biomédica. Um Agregador de competências na Saúde. Editora PUC, 2010.

KATZ,B. Nerve, Muscleand Synapse McGraw-Hill, 1966.

MONTCASTLE,V.B. Medical Physiology Vol.II, C.V.Mosby, Saint Louis, 1974.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CORREIA, H. C; CARMO, J.P. Inrodução a Instrumentação Médica. Editora Lidel Zamboni, 2013.

BRONZINO, J.D. Introuction to Biomedical Engineering. Editora Science, 2011.

SALTZMAN, W. M. Biomedical Engineering: Bridging Medicine and Technology. Editora Abebooks, 2009.


DISCIPLINA

REDES DE COMPUTADORES

EMENTA

Conceitos básicos; Estruturas básicas de redes de computadores; Meios de transmissão; Redes locais; O modelo de referência OSI; Interconexão de redes;Protocolos de comunicação padronizados; Projeto de protocolos de comunicação.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

DAVIES, G.R. - The local network handbook. mcGraw-Hill, 1984.

STALLINGS, W. - Local network: an introduction. McMillan Pub. Co., 1984.

TANENBAUN, A.S. Computers networks. Prentice Hall, 1981.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

 

DISCIPLINA

ENGENHARIA DE SOFTWARE PARA TEMPO REAL

EMENTA

Características básicas de sistemas em tempo real, concorrente e propriedades. Especificação de execução. Mecanismos de sincronismo. Mecanismos de troca de mensagens. Modelagem de sistemas. Núcleo de sistemas de tempo real.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ANDREWS, Gregory R. and SHNEIDER, Fred B. Concepts and notations for Concurrent Programming, Computing Surveys, vol. 15, no 1, march 1993.

BEM-ARI, Principles of concurrent and Distributed Programming, Prentice Hall International Inc., 1990.

PREESMAM, R. Engenharia de software: uma abordagem profissional. Editora Amgh, 8ª Edição, 2016.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

KIRNER, Cláudio e Mendes, Sueli, B. T. Mendes. Sistemas Operacionais


Distribuídos - Aspectos Gerais e Análise de sua Estrutura, Editora Campus, 1988.


  1. eSTÁGIO CURRICULAR SUPERSIONADO


O Estágio Supervisionado compreende a orientação supervisionada da práxis profissionais, envolvendo aspectos de investigação, planejamento e execução. Tem por objetivo permitir a familiarização dos alunos com as soluções práticas desenvolvidas por instituições públicas e privadas para solucionarem os problemas do mundo real, que possibilitem a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos nas disciplinas que compõem as diversas áreas de formação acadêmica. Conforme Resolução CNE/CES nº 11, de 2002, o Estágio Supervisionado constitui etapa integrante obrigatória da graduação, possuindo carga horária mínima de 160h. No curso de Engenharia Elétrica está dividido em Estágio Supervisionado I (80 horas) e Estágio Supervisionado II (80 horas), totalizando assim 200 horas.

Objetivos:

  • Avaliar previamente o domínio do aluno nas competências e atribuições para o exercício profissional e para a responsabilidade técnica e social decorrente;

  • Avaliar o nível de conhecimento do aluno aliado à tomada de decisão e ao desempenho prático das atividades que lhe conferirão a habilitação profissional.

O Estágio Supervisionado contribui para a formação básica do egresso, incorporada à oportunidade para enfrentar e acompanhar a solução de problemas nas diversas áreas da Engenharia Elétrica com a orientação de profissionais experientes. Adicionalmente, confere ao estudante a oportunidade de acessar o mercado de trabalho ainda como aprendiz, inserindo-se assim no meio profissional antes mesmo da aquisição do título. Fazem parte do acompanhamento da disciplina Estágio Supervisionado, atividades preliminares de fundamentação, estruturação e planejamento do trabalho, que culminam com a apresentação do resultado a uma banca avaliadora:



  • Aulas de revisão e delineamento específico da Metodologia Técnico-Científica para as atividades a serem desempenhadas no estágio;

  • Horários de assessoria e orientação personalizada ao discente: com professor de Comunicação e Expressão e o professor-orientador.

  • Avaliação continuada e auto avaliações;

  • Reuniões quinzenais, entre discente e professor-orientador, e discente e coordenador de estágio.

  • Frequência discente: Será administrada conforme cumprimento do calendário das reuniões de orientação agendadas entre professor-orientador e aluno. O professor-orientador deverá repassar a frequência de seu orientado ao Coordenador de Estágio. A folha de frequência deverá ser preenchida pelo Coordenador de Estágio, após prévia reunião com o professor-orientador de cada aluno e averiguação, in loco ou através de ligação telefônica, na empresa no qual o aluno encontra-se realizando o estágio. As reuniões entre docentes, professor-orientador e Coordenador de Estágio, serão após o cumprimento das 1ª e 3ª etapas de avaliações, obrigatoriamente, ou quando o professor-orientador solicitar.

O acompanhamento inicia-se a partir da definição do local do estágio, ocasião em que o acadêmico, com auxílio do professor-orientador, apresenta o Plano de Estágio ao coordenador de estágio, culminando com a apresentação do relatório ao final da realização do estágio. Para registro e acompanhamento são emitidos e pactuados diversos documentos entre a UNINILTONLINS, aluno-estagiário, professor-orientador e a instituição ou órgão que receberá o estagiário tais como: carta de apresentação, orientações referentes ao planejamento e respectivo cronograma, ficha de frequência e acompanhamento, ficha de avaliação das atividades e o termo de compromisso de estágio.
  1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES


As Atividades Complementares têm como objetivos enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, por meio de uma formação profissional e humanizada, ampliando os horizontes para aquisição de conhecimentos, habilidades e competências, fortalecendo a articulação da teoria com a prática e valorizando a participação em atividades de ensino, pesquisa e extensão. As atividades complementares internas são oferecidas durante o período letivo em horários diferentes aos de aulas. Há o projeto de se iniciar a participação efetiva em ações comunitárias e oportunizar trocas significativas entre a academia e a comunidade. Palestras Educativas e Orientações à comunidade sobre temas ligados a construção civil e a formação da mão de obra direta.

Para estimular os discentes a participarem, estas atividades serão relacionadas à aulas teóricas e avaliações. A UNINILTONLINS possui Regulamento próprio sobre as Atividades Complementares, no qual são traçados objetivos e mencionadas atividades que poderão ser consideradas Atividades Complementares, de forma a serem creditadas no histórico escolar dos discentes.

As Atividades Complementares têm por objetivos:


  • Enriquecer o processo de ensino-aprendizagem por meio de uma formação profissional e social, ampliando os horizontes do conhecimento para além da sala de aula;

  • Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a participação em atividades de ensino, pesquisa e extensão;

  • Favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais nos mais diversos contextos sociais;

  • Aprofundar a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade no currículo, dentro e entre os semestres;

  • Estimular práticas de estudo independentes, visando a uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;

  • Encorajar o reconhecimento de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do ambiente institucional, inclusive as que se referirem às experiências profissionalizantes julgadas relevantes para a formação humanizada.

São consideradas Atividades Complementares para o curso proposto aquelas pertencentes aos seguintes grupos:

  • Atividades técnico-científicas internas e externas relacionadas à área de conhecimento do curso, como por exemplo: palestras; seminários; visitas técnicas; congressos; estágio voluntário; monitoria; jornadas acadêmicas; workshops.

  • Atividades relacionadas a programas e projetos tais como: iniciação científica e tecnológica; grupos de estudo; produção intelectual e técnico-científica; publicações em anais; revistas e jornais; entre outros do gênero.

As atividades complementares do currículo pleno do Curso de Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Nilton Lins, em um total de 200 (duzentas) horas-atividade são aglutinadas em três grandes grupos, quais sejam: atividades de ensino; atividades de pesquisa; atividades de extensão1. A indicação das atividades específicas que compõem cada um dos grupos elencados, bem como suas cargas horárias máximas são consideradas da seguinte forma:



Atividades

Carga Horária

Congressos, seminários, conferências, palestras assistidas e demais atividades desenvolvidas da IES

até 60 horas

Disciplinas extras não contempladas pela matriz curricular com relevância para o Curso de Engenharia Elétrica

até 60 horas

Cursos de extensão ou EAD

até 60 horas

Exercício de monitoria

até 60 horas

Participação em pesquisa institucional

até 60 horas

Realização de estágios extracurriculares

até 60 horas

Participação em representações teatrais ou atividades afins

até 60 horas

Artigos publicados

até 60 horas

Apresentação de trabalhos em eventos científicos

até 60 horas

As 200 (duzentas) horas de Atividades Complementares são distribuídas ao longo do curso e constituem componentes curriculares obrigatórios para a integralização do currículo do Curso de Direito. Recomenda-se que os alunos cumpram entre 20(vinte) e 30 (trinta) horas por semestre letivo.

As Atividades Complementares possuem regulamento próprio, devidamente aprovado pelo Núcleo Docente Estruturante Colegiado do Curso, o qual faz parte integrante deste Projeto Pedagógico.


  1. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


O Trabalho Final de Graduação constitui atividade avaliativa das condições de qualificaçãopara o exercício profissional. É realizado individualmente pelo aluno em fase de conclusão do Curso de Graduação emEngenharia Elétrica, após a integralização curricular, de forma a atender às diretrizes a Resolução CNE/CES nº 11, de Março de 2002, do Conselho Nacional de Educação, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de engenharia. Este trabalho é obrigatório e deverá demonstrar odomínio sobreos conhecimentos essenciais em forma de síntese e a capacidade de resolver problemas de engenharia elétrica de forma integrada com as habilidades e ferramentas adquiridas ao longo do curso. O exercício ético da profissão deveser visto como exigência de uma determinada criatividade, de uma estética e de um saber técnico, próprios aos arquitetos e urbanistas e que constituem a identidade disciplinar frente a si próprio, à sua categoria e à sociedade a qual pertence.

O Trabalhode Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Elétrica da UNINILTON LINS, buscaaplicar o aprendizado em sala de aula para abordar um tema dentro das áreas afim da engenharia elétrica afim de propor uma solução prática para um problema.

Como resultado do estudo o aluno deverá apresentar o trabalho na forma científica escolhida pelo mesmo em monografia ou artigo científico apresentando seus resultados. Ainda comporá a nota apresentação do protótipo para a solução do problema, que pode ser constituído de hardware, software ou os dois em conjunto.

  1. MONITORIA

O Programa de Monitoria destina-se a propiciar aos acadêmicos do Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Nilton Lins a oportunidade de desenvolver suas habilidades, nas funções de ensino, pesquisa e extensão, assegurando, por sua vez, cooperação didática tanto ao corpo docente, quanto ao discente, nas funções universitárias.

Os monitores auxiliam o corpo docente na execução de tarefas didático-científicas, inclusive na preparação de aulas; de trabalhos didáticos e atendimento a alunos; de atividades de pesquisa e extensão e de trabalhos práticos e experimentais.

Assim, o corpo docente conta com o auxílio de monitores, na orientação em trabalhos de laboratório, de biblioteca, de campo e outros compatíveis com o grau de conhecimento e experiência desses monitores, conforme consta no respectivo Regulamento de Monitoria.


  1. INICIAÇÃO CIENTÍFICA


A cada semestre os alunos são incentivados pelos professores das disciplinas a fazer projetos práticos como forma de avaliação multidisciplinar. Estes trabalhos buscam estimular a iniciação científica dos alunos para que cada vez possam estar familiarizados com os problemas do mercado de trabalho e da vida cotidiana.

Desde o primeiro período na disciplina de Introdução a Engenharia os alunos desenvolvem trabalhos práticos nos quais são avaliados. O que tem sequência nas disciplinas subsequentes como Introdução aos Projetos Elétricos onde são construídas maquetes para enriquecimento da apresentação dos projetos.

Os trabalhos que se destacam nas disciplinas são apresentados em Seminários, Palestras e Simpósios como SESSAM (Simpósio de Educação, Saúde e Sustentabilidade da Amazônia).

1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   ...   14


©bemvin.org 2016
enviar mensagem

    Página principal