Chanceler Nilton Costa Lins Júnior Presidente da Mantenedora



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6. METODOLOGIA


A ação didático-pedagógica considera, em seu desenrolar, os seguintes princípios metodológicos:

  1. Tempos e espaços curriculares que favoreçam a iniciativa dos alunos, protagonistas do processo de aprendizagem;

  2. Tempos e espaços de aprendizagem com duplo vínculo: com os alunos e com a comunidade;

  3. Estratégias didático-pedagógicas que privilegiem a resolução de situações -problemas contextualizadas;

  4. Valorização do conhecimento advindo da experiência do aluno;

  5. A realidade como ponto de partida e ponto de chegada da aprendizagem;

  6. Associação do ensino com a pesquisa e a extensão;

  7. Toda ação de aprendizagem deve ser carregada de sentido e de intencionalidade;

  8. A ética e o compromisso social fazem parte das competências profissionais.

O curso de Engenharia Elétrica alicerça seu processo curricular na competência entendida como capacidade, processo, mecanismo de enfrentar uma realidade complexa, em constante processo de mutação, perante a qual o sujeito é chamado a escolher. Os conhecimentos adquirem sentido se mobilizados no processo sempre único e original de construção e reconstrução de competências. Desse modo, conhecimentos, habilidades e competências se articulam em movimentos complementares e progressivos que atravessam o currículo.

O currículo permite uma formação geral e específica, apoiado nos seguintes eixos teóricos e metodológicos norteadores:



  • As estratégias de aprendizagem valorizam o desafio, os problemas significativos e a reconstrução da realidade. O currículo contempla os problemas mais frequentes e relevantes a serem enfrentados na vida profissional. A solução de problemas é uma das mais nobres competências que o indivíduo deve desenvolver associada a outras e que pode ser desenvolvida pela articulação de metodologias diferenciadas que garantam a articulação do saber, do saber fazer e do ser, e por práticas reais contextualizadas.

  • O aluno é responsável pela sua aprendizagem. A assistência ao aluno é individualizada, de modo a possibilitar que ele discuta suas dificuldades com profissionais envolvidos com o gerenciamento do currículo. É permanentemente avaliado quanto ao desenvolvimento de habilidades e competências necessárias à profissão

  • Sólida fundamentação teórica: o rigor teórico deve se constituir em requisito e pressuposto para a formação técnica e prática clínica do profissional médico.

  • Unidade teoria-prática: o aluno é inserido desde o início do curso em atividades práticas relevantes para sua futura vida profissional. Fortalecer o aprender-fazendo e o aprimoramento da prática através do processo ação-reflexão-ação, considerando o conjunto de ações e a ampla variedade de oportunidades de aprendizagem em laboratórios, experiências e estágios, uso de novas tecnologias, bibliotecas convencionais e virtuais.

  • Interdisciplinaridade e integração. Superação do currículo meramente disciplinar e que ocasiona a sobreposição ou repetição de conteúdos, a oposição ou contradição de enfoques, a justaposição ou mera agregação de conteúdos e a omissão de conteúdos. Fomento dotrabalho em grupo e a cooperação interdisciplinar e multiprofissional.

O curso privilegia, em suas unidades curriculares, metodologias ativas de aprendizagem baseadas em problemas e processos de ensino-aprendizagem centrados no aluno:

  1. Aulas práticas e teóricas em pequenos grupos com especialistas nas diferentes áreas de conhecimento abordadas na unidade;

  2. As aulas teóricas são expositivas e dialogadas e as aulas práticas são interativas, sendo realizadas em laboratório próprio de cada área de conhecimento.

  3. As aulas são conduzidas por temáticas, situações problemas e estímulo a tomadas de decisões, tendo o aluno como protagonista ativo de sua aprendizagem e o docente como um mediador do “aprender a aprender”.

  4. Seminários multidisciplinares de integração;

  5. Uso intensivo de recursos multimídia, da biblioteca, das fontes impressas e virtuais como base de discussão do processo ensino-aprendizagem.

  6. Dinamizar os processos avaliativos, valorizando a articulação da avaliação diagnóstica, formativa e somativa, proporcionando ao aluno o devido feedback de sua aprendizagem e tornando-o protagonista de sua formação.



7. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM






O processo de ensino-aprendizagem encontra sua sustentação no Marco Referencial, ponto de partida ancorado nas Diretrizes Curriculares e no PPC, que gera a ação do docente no Marco Operacional, delineamento de conteúdos, metodologia, avaliação, cargas horárias, e atividades extraclasses. Seminários de Integração com os alunos são promovidos explicando os mecanismos de integração das disciplinas e o alcance das habilidades e competências previstas nas Diretrizes Curriculares. Os conhecimentos, habilidades e competências exigidas no perfil do egresso encontram-se traduzidas nos programas e planos de ensino-aprendizagem atualizados semestralmente e disponibilizados no Portal do Aluno e Portal do Professor. A proposta de plano de ensino-aprendizagem integra o Marco Referencial (Perfil do Egresso, Objetivo do Curso, Ementa e Contextualização da disciplina) com o Marco Operacional do professor, que exige coerência dos procedimentos de ensino- aprendizagem com a concepção do curso;coerência entre objetivos e conteúdos com a metodologia e avaliação, dentro de um contexto de problematização da aprendizagem e construção de competências e habilidades. O Programa Permanente de Formação de Professores oferece capacitação e suporte permanentes aos docentes.

A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas a serem superadas, medir resultados alcançados considerando os saberes e as competências a serem constituídas, e identificar mudanças de percurso eventualmente necessárias.

A avaliação destina-se à análise da aprendizagem dos alunos, de modo a favorecer seu percurso e regular as ações de sua formação. Contribui para que cada aluno identifique as suas necessidades de formação e estabeleça os mecanismos necessários para seu desenvolvimento.

Dessa forma, o conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos instrumentos de avaliação e auto avaliação são imprescindíveis, pois favorecem a consciência do aluno sobre o seu processo de aprendizagem. Assim, é possível conhecer e reconhecer seus próprios métodos de pensar, utilizados para aprender, desenvolvendo capacidade de auto-regular a própria aprendizagem, descobrindo e planejando estratégias para diferentes situações.

A avaliação deve superar a medição de conteúdos convencionais, centrando suas atenções na identificação e análise de situações complexas e/ou problemas da realidade; na elaboração de projetos para resolver problemas identificados em contextos específicos. Assume-se uma abordagem de avaliação mais significativa e aprofundada, imprimindo, em primeiro lugar significado à aprendizagem: se o aluno é capaz de atribuir significado ao que aprende, dependendo de suas capacidades, experiências prévias, estruturas mentais e mediação exercida pelo professor, também será capaz de reconhecer na avaliação papel de melhoria de sua aprendizagem. Por ser a realidade repleta de situações únicas, complexas e que exigem tomada de decisão, a avaliação passa pelo processo de fomentar a dúvida, de enfrentar situações problemas. A avaliação articula dialeticamente e permanentemente as clássicas dimensões diagnóstica, formativa e somativa. A avaliação diagnóstica objetiva redirecionar situações de aprendizagem a partir das necessidades que o aluno apresenta. É inicial, mas este aspecto temporal não pode ser entendida apenas como aplicada no início de um semestre, mas como estado de vigilância de um professor-mediador atento a demandas constantes de seus alunos a partir das estratégias de aprendizagem e de avaliação aplicadas. Neste sentido, a avaliação diagnóstica está intrinsecamente relacionada com a avaliação formativa, cujo papel é exatamente regular, guiar e otimizar a aprendizagem em andamento, evitando reduzir o fracasso e apenas constatar insucessos com os resultados negativos ao final de um processo de aprendizagem. A avaliação somativa, cuja finalidade implica em verificar o conjunto de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas em determinado período, deve estar a serviço do diagnóstico e da formação do aluno.

O horizonte do trabalho pedagógico que se pretende alcançar é um processo formativo compreendido de um conjunto de competências, com um constante desafio que teste limites, questionando as bases de segurança de um conhecimento cumulativo. O educador-formador deve ter disponibilidade no diálogo orientador e crítico, oportunizando a chance de poder refazer durante um semestre, mas que possa continuar depois. A definição de critérios entre professores e alunos, através de consensos, denota rigor e não mediocridade. A prática assim compreendida proporciona ampliar a concepção de avaliação. A avaliação é ao mesmo tempo um processo de orientação que acompanha a evolução de originalidade e autonomia, alternativas teóricas e práticas, discussão de alternativas, evolução de pesquisas e projetos, capacidade de produção própria, limites da escrita. Acima de tudo, é uma avaliação preocupada em perceber as alterações da concepção de mundo e da prática social do aluno. É a observação do grau de engajamento concreto em práticas educativo-culturais, da capacidade de agir sobre o real e de se empenhar nos espaços de conquista diária e progressiva, afastando toda postura fatalista, mas ciente das múltiplas determinações que o cercam. O parâmetro da avaliação é, pois, uma continuidade que considera as constantes transformações e a infinita capacidade de romper com os limites de uma realidade.

O horizonte do trabalho pedagógico que se almeja é um processo formativo compreendido como uma orquestração de um processo de competências, como um constante desafio que testa limite, questionando as bases de segurança de um conhecimento cumulativo, possibilitando contratos de vínculo, de riscos, de existencialidade, lançando as bases de uma comunidade de aprendizagem não limitada aos limites territoriais da universidade.

Para tanto, se faz desenhar tempos e espaços de aprendizagem com duplo vínculo: com os alunos e com uma comunidade. A reconstrução da própria história, a construção de conhecimento, a transgressão criativa, requer um processo de avaliação não reduzido a verificação de conteúdo, não significando ausência de rigorosidade. O educador-formador deve ter disponibilidade no diálogo orientador e crítico, oportunizando a chance de poder refazer durante um semestre, mas que possa continuar depois. A definição de critérios entre professores e entre professores e alunos, através de consensos, denotam rigor e não mediocridade. A prática assim compreendida proporciona ampliar a concepção de avaliação. A avaliação é ao mesmo tempo um processo de orientação que acompanha a evolução de originalidade e autonomia, alternativas teóricas e práticas, discussão de alternativas, evolução de pesquisas e projetos, capacidade de produção própria, limites da escrita.

Acima de tudo, é uma avaliação preocupada em perceber as alterações da concepção de mundo e da prática social do aluno. É a observação do grau de engajamento concreto em práticas educativo-culturais, da capacidade de agir sobre o real e de se empenhar nos espaços de conquista diária e progressiva, afastando toda postura fatalista, mas, ciente das múltiplas determinações que o cercam. O parâmetro da avaliação é, pois, uma continuidade que considera as constantes transformações e a infinita capacidade de romper com os limites de uma realidade. O Guia do Professor transcreve as normas regimentais que dirigem a avaliação da aprendizagem na Universidade.

O processo de avaliação de aprendizagem guarda íntima relação com a natureza da disciplina, é parte integrante do processo de ensino e obedece ao sistema estabelecido pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão que dispõe sobre normas e procedimentos pedagógicos. A avaliação do rendimento escolar será expressa numericamente numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), admitindo-se fração com uma decimal. Atendida, em qualquer caso, a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas previstas e demais atividades programadas, o aluno é aprovado:



  • Quando cumprir o Sistema de Avaliação Acadêmica de 14 (Quatorze) pontos para aprovação em cada disciplina, mediante a aplicação de 2 (duas) avaliações com pesos iguais, sem necessidade de 3ª avaliação. Caso o aluno não atinja os 14 (Quatorze), mas some 8 (oito) pontos ou mais terá direito a fazer uma 3ª avaliação onde deve obter conceito mínimo maior ou igual a 7 (sete) pontos para aprovação na disciplina.

As avaliações institucionais são de responsabilidade do docente, com programação e controle da Coordenação do curso, sendo facultativo ao docente a aplicação de até três avaliações parciais (na forma de testes, relatórios, seminários, estudos de caso, etc.) que comporão a média a cada avaliação;

As avaliações institucionais obedecerão ao calendário acadêmico fixado pela autoridade competente.

Aos alunos faltosos é oferecida a oportunidade de realização de provas de 2ª chamada, realizada regularmente ao término de cada período de avaliações. Para tanto, os alunos devem oficializar o pedido de provas no setor protocolo;

Na avaliação global do acadêmico são aplicados testes, seminários, provas, visitas técnicas, laboratórios, pesquisas de campo, etc. e principalmente as avaliações práticas, que englobam bem mais do que simplesmente o trabalho mecânico executado. A parte variável, igual à parte fixa, é combinada entre a classe e o professor, de forma a que cada disciplina seja ensinada e avaliada conforme os objetivos do curso.



8. AVALIAÇÃO E AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DO CURSO


Mecanismos de Avaliação Institucionais

O planejamento e a avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional da IES estão coerentes com o especificado no PDI.   A Pró-reitoria de Planejamento e Avaliação coordena o Planejamento global da IES, de forma integrada com as demais Pró-Reitorias, propiciando uma gestão fortemente institucionalizada e abrangente, que contempla tanto aspectos acadêmicos quanto os financeiros e também ações visando melhoria contínua da instituição. Os resultados da auto-avaliação institucional conferem subsídios à tomada de decisões por parte da direção da IES. Os mecanismos de avaliação são conhecidos e praticados pela IES, ou seja, existe uma cultura de avaliação plenamente consolidada entre o corpo social da instituição.

A Comissão Própria de Avaliação está implantada e funciona plenamente com efetiva participação da comunidade interna (professores, estudantes e técnico-administrativos) e externa nos processos de auto-avaliação institucional. Há divulgação das análises e dos resultados das avaliações, com as informações acessíveis à comunidade acadêmica. Compreendendo que a participação gera comprometimento, atualmente os membros da CPA estão envolvidos no processo de avaliação institucional, cumprindo as etapas e atividades planejadas, conforme o cronograma apresentado no projeto de criação dessa CPA. Independente de seus representantes na CPA, individualmente, cada estudante, professor, técnico-administrativo ou membro da sociedade na qual está inserida a IES, pode comunicar-se diretamente com os dirigentes da IES, através do Sistema de Comunicação Direta, da página na Internet e e-mail da CPA, manifestando democraticamente seus anseios, ideias e questões. Outros instrumentos de participação são disponibilizados à comunidade universitária, como, por exemplo, as pesquisas realizadas periodicamente para monitorar as dimensões da IES, conforme seu Plano de Desenvolvimento Institucional. Como estratégia para aumentar a participação, é publicado um Boletim Informativo da Comissão Própria de Avaliação da instituição, objetivando desenvolver na comunidade universitária a cultura da avaliação institucional e de cursos, dando respostas e apresentando os resultados das pesquisas, de forma que todos possam acompanhar os efeitos dos processos decisórios de gestão, das mudanças e melhorias, que culminarão no desenvolvimento institucional. Embora precisem ser consolidados, os processos, instrumentos e recursos que permitem a participação significativa da comunidade acadêmica já se encontram num estágio avançado de desenvolvimento e aplicação, devido contarem com investimentos significativos em novas tecnologias e métodos.

Os resultados obtidos com a avaliação têm dado grande capacidade de reflexão e planejamento para que a instituição se desenvolva e possa cumprir sua missão de forma mais efetiva. Através de informações e análises diagnosticas produzidas pela avaliação institucional interna (auto-avaliação), pela avaliação institucional externa e também pela avaliação dos cursos de graduação e com a participação dos segmentos envolvidos, o processo decisório tem-se aperfeiçoado, produzindo resultados que são significativos, ainda que considerado apenas o crescimento da IES, quanto mais seu atual estágio de desenvolvimento institucional. Na prática e a partir do obtido nas avaliações, a IES atua nos fatores considerados fragilidades (problemas, deficiências, carências e outros) constituindo formalmente, além da gestão funcional, grupos de trabalho, formados por profissionais da IES, de diversas áreas, com perfis multidisciplinares, com objetivos de ação de curto e médio prazo e que são acompanhados pelo coordenador da CPA e seus membros, no aspecto dos resultados atingidos pelas melhorias propostas e realizadas. Com a entrega do relatório de avaliação externa pelos avaliadores externos e após a análise da CPA, seus membros propõem a execução de ações acadêmico-administrativas à administração superior da IES. As ações acadêmico-administrativas identificadas como necessárias, são organizadas por dimensão, gerenciadas e acompanhadas através de projetos, com grupos de trabalho formalmente constituídos por integrantes do corpo social da IES.



A auto-avaliação tem como referencial o conjunto de dimensões, estruturas, relações, atividades, funções e finalidades da IES, centrado em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão segundo seu perfil e missão institucional. Está compreendida, na auto-avaliação a gestão, a responsabilidade e compromissos sociais e a formação acadêmica e profissional com vistas a repensar sua missão para o futuro. Com o acompanhamento do processo de avaliação externa pelos membros da CPA, há uma interação dialógica entre os agentes internos e externos, que muito contribui para o aperfeiçoamento dos processos e dimensão institucionais. Os relatórios das avaliações internas e externas são disponibilizados aos gestores, especialmente coordenadores de unidades, áreas e cursos, insumos informacionais que refletem a realidade da IES em suas diversas dimensões. Dimensões essas, entendidas como unidade e totalidade de seu contexto institucional, político, acadêmico e gerencial. Com esses insumos, através do processo de planejamento, a IES aperfeiçoa seu processo decisório em busca do cumprimento de sua missão.
Mecanismos de Avaliação do Curso

A Instituição possui um sistema de auto avaliação dos cursos, elaborado e executado pela Pró-Reitoria de Avaliação e Planejamento. A maior ênfase é para a avaliação que os acadêmicos fazem dos docentes no que tange à didática, conteúdo e relacionamento. É feita também a avaliação dos Coordenadores, da Administração e infraestrutura física, num sistema onde o aluno se expressa livremente e assim participa da administração universitária. O sistema é informatizado, sendo os acadêmicos estimulados a participar do processo de avaliação. Para comodidade dos discentes, a avaliação é feita eletronicamente por meio do site do Centro Universitário que disponibiliza seus laboratórios de informática para aqueles que não possuem os meios eletrônicos em casa. Além desse sistema, são feitas reuniões periódicas entre a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e as Coordenadorias, no intuito de avaliar as estratégias de todos os cursos se nortear novas ações que se façam necessárias. As reuniões também acontecem, objetivando-se detectar os pontos que podem estar comprometendo o processo de ensino aprendizagem.

Visando melhorar a qualidade da ação pedagógica a partir dos resultados do ENADE, bem como de outras dinâmicas de avaliação internas e externas, é proposto um Programa de Progressão ede Integração, baseado em uma metodologia que tem como propósito engajar os cursos em um processo de aperfeiçoamento, mediante as seguintes ações:

  • Formação de comitê institucional permanente formado por coordenadores, alunos e professores;

  • Estudos no âmbito do NDE sobre a formação geral e específica exigidas nas avaliações acadêmicas nacionais e no mundo do trabalho, e o trabalho pedagógico efetivamente desenvolvido na instituição, no que concerne metodologias e processos avaliativos, de maneira a proceder aos ajustes necessários;

  • Seminários de integração e avaliações de progresso em todos os períodos dos cursos, posicionando o aluno, a turma e o curso no comparativo do desempenho avaliativo nacional. Este posicionamento garante ao aluno saber como ele se encontra no cenário dos resultados locais e nacionais e mostra que o está aprendendo aqui é exatamente o que aprenderia em outras IES de qualidades no Brasil. A prova evidenciará, também, eventuais faltas de domínios que poderão ser trabalhados em seminários especiais e atividades complementares;

  • Momentos formativos sob forma de atividades complementares;

  • Análise dos resultados do Questionário Socioeconômico, sintetizando a percepção do aluno de seu processo formativo e verificando como esta percepção pode melhorar os processos formativos;

  • Representação discente em todas as instâncias colegiadas, aproximando-os das discussões e melhorias do projeto pedagógico e da gestão do curso;

  • Interação do curso com os segmentos envolvidos com planejamento, avaliação e capacitação (CPA, Núcleo de Apoio Psicossocial, Pró-reitorias) para uso intensivo de todos os resultados da avaliação institucional para a melhoria dos cursos e da instituição.


9. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA




1ª Série




DISCIPLINA

DESENHO I

EMENTA

Sistemas de representação; Projeções cilíndricas ortogonais; Cortes; Cotas;
Perspectiva; Normas Técnicas; Pratica de desenho e/ou softwares de desenho assistido por computador.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FRENCH, T. E., 1871-1994; VIERCK, Charles J. Desenho Técnico etecnologia gráfica. Eny Ribeiro Esteves (Trad.). 8 ed. São Paulo: Globo, 2005.

PRINCIPE JÚNIOR, A. R. Noções de Geometria Descritiva. Vol. I. Nobel, SP, 2004.


SILVA, Arlindo. Desenho Técnico Moderno. São Paulo: LTC, 2006.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blucher,2010.

DISCIPLINA

LINGUA PORTUGUESA

EMENTA

Ensino da Linguagem; A língua e a fala; Gramática Atualizada; Ortografia; Escrita a Mão; Leitura e Interpretação de Textos Técnicos; Significado das Palavras: dicionário, etimologia e vocabulário; Prática da Escrita e Leitura de Cartas; Ofícios; Memorandos e Relatórios Técnicos a Mão.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CEGALLA Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48. Ed. São Paulo: 2008.

GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna. Editora Fundação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro 2004.

ANDRADE, M. M. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010. / 6. ed. 1999.

ALMEIDA, A. F. Português básico: gramática, redação, texto. São Paulo: Atlas, 2004.

SANTOS, Ernani Garcia dos. A Língua Portuguesa Sem Mistério. Manaus. Editora Prefeitura Municipal de Manaus, 1993


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

LAROCA, M.N.C. Manual de Morfologia do Português. Ed. Pontes. 1994.

NADOLSKIS, H. Normas de Comunicação em Língua Portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2006.

BECHARA, E. Lições de Português pela Análise Sintática. Padrão-livraria e editora. 1988.

SCHOCAIR, N.M. Gramática Moderna da Língua Portuguesa. Teoria e prática. 5ª edição. 2011.



DISCIPLINA

METODOLOGIA CIENTÍFICA

EMENTA

O conhecimento Humano: Características e Tipos. O Conhecimento Científico e a
prática de pesquisa. Função Social da Pesquisa. Função ambiental da pesquisa.
Tipos e Características da Pesquisa. Instrumentação Metodológica. Elaboração de
projetos. Projeto de Pesquisa. Relatório de Pesquisa. Publicação científica.
Plataforma de Curriculum Lattes-CNPQ.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CERVO, Amado L. Metodologia Científica. Prentice-Hall do Brasil Ltda, 2002.

ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT comentadas para trabalhos científicos. Curitiba: Juruá, 2005.

BASTOS, C.L. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Editora Vozes. 2008.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico. 23a. edição. 2009.

FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre, 13a. ed., 2004.



DISCIPLINA

QUÍMICA GERAL

EMENTA

O átomo e os elementos químicos. Propriedades periódicas e a tabela periódica.
Estrutura atômica e molecular; Ligações Químicas; Reações Químicas e o equilíbrio químico. Os estados da matéria e as forças intermoleculares; Fundamentos da Termoquímica e Termodinâmica Química; Fundamentos da Cinética Química.
Experimental: Noções de segurança, equipamentos básicos de laboratório, técnicas básicas de laboratório, soluções, reações químicas e propriedades relacionadas as forças intermoleculares.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

TRSIC, MILAN. Curso de química para Engenharia, volume 1. Energia. Barueri, São Paulo: Manole, 2012

BROWN, L. HOLME, T.A. Química Geral Aplicada a Engenharia. CENGAGE, 2010.

KOTZ, John C. etc al Química e reações químicas. V2. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.

MAHAN, Bruce M. & MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

SLABAUGH, Wendell; PARSONS, Teran D. Química Geral. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC,1982.

O’ CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Harper & Row do Brasil,1977.

MELLO, R. Como fazer sabões e artigos de toucador. 10 ed. Ícone 2008.

SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica. V1. São Paulo: LTC, 2005.



DISCIPLINA

INTRODUÇÃO AO CÁLCULO

EMENTA

Operações Algébricas: Potenciação (definição, propriedades e aplicação); Equação do 1º grau; Inequação do 1º grau; Equação do 2º grau; Estudo da variação do trinômio do 2º grau; Inequação do 2º grau; Equação exponencial; Inequação Exponencial; Equação Logarítmica; Inequação Logarítmica; Estudo das funções.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BUSSAB, W.O. Introdução ao cálculo. Editora saraiva. 2009.

ANTON, H., Cálculo, Um Novo Horizonte, vols I Bookman, Porto Alegre, 2005.

GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo, vols. I,LTC, RJ, 2005.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BASSANEZI, R.C. Ensino-Aprendizagem com Modelagem Matemática. São Paulo: editora Contexto, 2009.

SIMMONS, G. F., Cálculo Com Geometria Analítica, vols I McGraw-Hill, 1987.



DISCIPLINA

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA

EMENTA

Introdução à Engenharia: Noções e Conceitos Básicos de Engenharia Elétrica;

Histórico da Engenharia Elétrica; O mercado de trabalho; CREA; Ética Profissional;

Matriz Curricular; O Curso de Engenharia Elétrica.


REFERÊNCIAS BÁSICAS

REGO, A. e BRAGA, J. Ética para Engenheiros - Desafiando a Síndrome do Vaivém Challenger (2ª. Ed. Actualizada). Arménio Rego e, Jorge Braga, Lisboa ,2010.

PEREIRA, L. T. BAZZO, W. A. Introdução a Engenharia, Santa Catarina. UFSC. 2009.

SIMON, A. e GOUVEIA, M.T.J. O destino das espécies – como e porque estamos perdendo a biodiversidade. 2011.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em Ecologia. São Paulo: Art Med, 2006.

BARROS, R.T.V. Manual de saneamento e proteção ambiental para os municípios VOL. 2. 1ª Ed São Paulo. 2003.

FELLENBERG, G. Introdução aos problemas da poluição ambiental. 1ª Ed. 2011.

RICKLEFS, R. E. (2003), A Economia da Natureza, 5ª Edição, Editora Guanabara. 2011.





2ª Série

 

DISCIPLINA

INTRODUÇÃO AOS PROJETOS ELÉTRICOS

EMENTA

Conceitos básicos de elétrotécnica. Elétrica Residencial. Elétrica de Potência. Elétrica Industrial. Motores Elétricos

REFERÊNCIAS BÁSICAS

Apostila Instalações Elétricas Industriais.

Apostila Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção.SENAI

Carvalho. R. Instalações Hidráulicas, o projeto de arquitetura. Editora Blucher.

NISKIER, J; MACIINTYRE, A. J. Instalações Elétricas. Editora LTC.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CAPUANO, F.G.; IDOETA, I.V. Elementos de Eletrônica Digital. Editora Érica.

GUIERREZ, A. Arena da Amazônia: desafios para construção de um estádio de Copa do Mundo na Amazônia. Editora Cidadela.



DISCIPLINA

PROBBILIDADE E ESTATÍSTICA

EMENTA

Conceitos fundamentais. Distribuição de frequência. Tabela e gráficos. Medidas de posição. Medidas de dispersão. Introdução à probabilidade. Variáveis aleatórias e unidimensionais. Esperança matemática. Distribuições discretas. Distribuição contínua. Noções elementares de amostragem. Estimativa estatística. Decisão estatística. Regressão e correlação.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FONSECA, J. S. e MARTINS, G. A – Curso de Estatística, Editora Atlas, 6 Ed, 2012.

MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade. Vol. 1. 7. ed. São Paulo: Makron Books, 2005.

TOLEDO, G. L. & OVALLE , - Introdução à Estatística Básica, 2ª ed. São Paulo, Atlas, 1985.

LIPSCHUTZ, Probabilidade, Coleção Schaum, 3ª ed. , São Paulo, McGraw-Hill, 1972.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

HOEL, P. G. – Estatística elementar, São Paulo, Ed. Atlas, 1981.

OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins. Estatística e Probabilidade. 2ª edição, São Paulo, Atlas. 1999.

DOWNING, D. et. al. Estatística Aplicada. São Paulo. Saraiva. 2005.
SANT'ANNA, Geraldo Jose. Análise combinatória e probabilidade. Ed. Érica. 1996.


DISCIPLINA

CÁLCULO I

EMENTA

Propriedades de Números Reais. Funções Reais de Uma Variável Real. Algumas Funções Elementares. Limite. Continuidade. Teorema do Valor Médio. Derivada. Aplicações da Derivada. Antiderivada. Integral de Riemann. Teorema Fundamental do Cálculo. Aplicações da Integral. Funções Logarítmica e Exponencial. Métodos de Integração.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

AVILA, Geraldo, Cálculo, vol I, LTC, RJ, 2004.

SIMMONS, G. F, Cálculo com Geometria Analítica, volume I, McGraw-Hill do Brasil, RJ, 2008.

ANTON, H. Cálculo Um Novo Horizonte, Vol I. Bookman, Porto Alegre, 2009.

HOFFMANN, L. D. Cálculo 1: UM CURSO MODERNO E SUAS APLICAÇOES. LTC - LIVROS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS. 2001.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BASSANEZI, R.C. Ensino-Aprendizagem com Modelagem Matemática. São Paulo:VEditora Contexto, 2000.

LEITHOLD, G. O. Cálculo com Geometria Analítica, vol, I. ed. Harbra, SP, 2000.

GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo, vols. I,LTC, RJ, 2005.

SANTANA, Antonio. Noções de integral: introdução ao cálculo integral. Ed valer,1997.



DISCIPLINA

ÁLGEBRA LINEAR I

EMENTA

Vetor. Dependência Linear. Base. Produto Escalar. Retas e Planos. Produto Vetorial. Coordenadas Cartesianas. Distância e Ângulo. Coordenadas Polares. Coordenadas Cilíndricas. Coordenadas Esféricas. Cônicas. Translação e Rotação de Eixos. Quádricas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

EDWARDS Jr. et al. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ. Editora Prentice- Hall do Brasil. 4 ed. 2005.

REIS, Genésio Lima dos, SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ. Editora LTC. 2 ed. 2002.

BOLDRINI, J.L.C. COSTA, S.I..R. et all. Álgebra Linear. 3ª edição. São Paulo. Editora Harbra. 1986.

LEITHOLD, G. O. Cálculo com geometria analítica, vol, II. ed. Harbra, SP, 1994.

LAY, D. C. Álgebra Linear e Suas Aplicações - 4ª Edição. 2013.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BOULOS, Paulo, CAMARGO, Ivan de. Geometria Analítica – Um Tratamento Vetorial. São Paulo. SP. Editora Makron Books. 2 ed. 2003.

RORRES, CHRIS; ANTON, Howard. Álgebra Linear com Aplicações. 8ed. São Paulo: Bookman Companhia ED, 2001.

LIPSCHUT, S. Álgebra Linear. São Paulo: Pearson Makron books Bookman Companhia ED, 2004.

NICHOLSON, K. Algebra Linear. São P: Macgraw Hill/ Artmed, 2006.



DISCIPLINA

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL

EMENTA

Sistemas de medida. Mecânica: movimento em uma dimensão; movimento em duas e três dimensões; as leis de Newton; trabalho e energia; sistemas de partículas e conservação do momento linear; rotação; Momento de Força, Momento de inércia; Momento angular; conservação do momento angular; Equilíbrio estático de um corpo rígido; Gravitação universal.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER, FUNDAMENTOS DE FÍSICA, Vol.1, 6ª/9ª Editora LTC Ed. S. A., Rio de Janeiro RJ. 2008/2012.

NUSSENSZWEIG, H. M., CURSO DE FÍSICA BÁSICA, v.1, São Paulo: Edgard Blücher, 2006.

TIPLER, P. A. e MOSCA, G., FÍSICA: MECÂNICA, 5. ed., v.1, Rio de Janeiro: LTC, 2007.

MERIAN, J. L. e KRAIGE, L. G., MECÂNICA: DINÂMICA, 5. ed., v.1, Rio de Janeiro: LTC, 2004.

HENNIES, C.E., GUIMARÃES, W.O.N., e ROVERSI, J.A. PROBLEMAS EXPERIMENTAIS EM FÍSICA. v.1. Campinas: Editora Unicamp, 1993.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. FÍSICA I. 10ª ed., v.1, São Paulo: Adison Wesley, 2004.

WITKOWSKI, F. M., CURSO PROGRAMADO DE FÍSICA: MECÂNICA, v.1-2,São Paulo: Plêiade, 2007.

SEARS; ZEMANSKY e YOUNG. FÍSICA. v.1 e 2, 2008.

SERWAY, R. A.; JEWETT, Jr. J. W. PRINCÍPIOS DE FÍSICA. v.1, São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.



DISCIPLINA

CIÊNCIAS AMBIENTAIS

EMENTA

Estrutura e funcionamento dos ecossistemas: fluxo de energia e ciclo da matéria. Impacto das atividades humanas no ambiente. Características evolutivas dos ecossistemas naturais e a comparação com os ecossistemas humanos. Capacidade de suporte. O conceito de desenvolvimento sustentável. Recursos renováveis e não renováveis. Resíduos. Industrialização e meio ambiente. Superpopulação. Consumo e poluição. Os problemas sociais e a degradação ambiental. Estudo de casos regionais de impacto ambiental e formulações de alternativas. Avaliação ambiental. Critérios para o estudo prévio de impacto ambiental. Legislação ambiental. ISO 14.000. Propostas de educação ambiental.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ABRAMOVAY, R. Construindo a Ciência Ambiental. São Paulo: Annablume- FAPEPS. 438 p. 2002.

ASSUMPÇÃO, L. F. J. Sistema de Gestão Ambiental: manual prático de implementação de SGA e Certificação ISO 14.001. Curitiba: Juruá, 2004.

MILARE. E. Direito do Ambiente: A Gestão Ambiental Em Foco: Doutrina, Jurisprudência, Glossário, RT. 2011


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

GÜNTER F. Introdução aos problemas da poluição ambiental. EPU: Springer: Ed. Universidade de São Paulo, 2011

GILBERT, M. J. ISO 14001/BS7750: Sistema de gerenciamento ambiental. São Paulo: IMAM, 1995.

BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2005.

NETO,C. e CASTRO N.D. et al. Crimes e Infrações Administrativas Ambientais: comentários à Lei n° 9.605/98. Brasília: Brasília Jurídica, 2001.





3ª Série

 

DISCIPLINA

CÁLCULO NÚMERICO

EMENTA

Representação numérica. Aritmética de máquina. Erros. Métodos de resolução de sistemas lineares e não–lineares. Equações reais e transcendentais. Integração Numérica. Interpolação. Ajuste de Curvas. Soluções numéricas de equações diferenciais ordinárias.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

TORRES, G. Hardware: curso completo. 3. Ed. Rio de Janeiro: Axcel Books, 1999.

RUGGIERO, M. A. G; LOPES, V. L. R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. São Paulo: Makron books, 1996.

FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Editora Makron Books, 1993.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

HUMES, Ana Flora P. de Castro. Noções de cálculo numérico, São Paulo:
McGraw-Hill, 1984.
SANTOS, V. R. de B. Curso de Cálculo Numérico. Rio de Janeiro: LTC, 1982.

CLAUDIO, D. M.; MARINS, J. M. Cálculo numérico computacional: tória e


prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1994.

ALBRECHT, P. Análise numérica: um curso moderno. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1973.



DISCIPLINA

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

EMENTA

Introdução à Lógica; Resolução Estruturada de Problemas. Definição de algoritmos. Apresentação da Linguagem C; Dados de Entrada e Saídas em C. Operadores e Compilação. Comandos para fluxo. Apontadores. Estruturas. Funções. Introdução a Programação Orientada à Objeto.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

GUIMARÃES, A.; LAGES. Algoritmos e Estruturas de Dados. Editora LTC, 2004.

HEBERT, S. C Completo e Total. Ed. LTC, 2007.

COCIAN, L. F.Manual da Linguagem em C - Engenharia Elétrica - Engenharia Eletrônica - Engenharia da Computação. Ed. LFC, 2004.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

VIANA, M.M., Fundamentos da informática p/ Universitários, RJ, Ed. Brasport 1996.

PAIXÃO, TORRES, G. Hardware: curso completo. RJ, Ed, Axcel Books, 1999.

FORBELLONE, A. L. V. e EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação – A Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados. Editora Makron Books, 2008.


DISCIPLINA

MATERIAIS ELÉTRICOS

EMENTA

Estudo da Condutividade Elétrica.Magnetismo e Materiais Magnéticos.
Materiais Condutores.Supercondutores.Semicondutores.Dielétricos e Materiais Isolantes.Materiais e Componentes utilizados em Instalações Elétricas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

SCHIMIDT,W.Materiais Elétricos. v. 1, 13 ex, e v.2, 09 ex. Blucher.

RESENDE, E. M. Materiais Usados em Eletrotécnica.Livraria Interciência, 1977.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

 

DISCIPLINA

CÁLCULO II

EMENTA

Métodos de Integração. Aplicações da Integral Definida. Funções de Várias Variáveis. Integrais Múltiplas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

GUIDORIZZI.H. L. Um curso de cálculo vols. 2 e 3, 5ª Ed. Livros Técnicos e Científicos Editora, 2001.

OLIVEIRA; E. C., TYGEL M., Métodos Matemáticos para Engenharia, Sociedade Brasileira de Matemática, Coleção Textos universitários, 2005.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ANTON, H., BIVENS, I., DAVIS, S.. Cálculo. Vol. 2. 8a. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.

STEWART, J. Cálculo - Vol 2. 5 Ed, São Paulo: Cengage Learning, 2009.

LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria analítica- Vol 2. 3 Ed, São Paulo: Harbra, 1994.


DISCIPLINA

ÁLGEBRA LINEAR II

EMENTA

Espaços vetoriais. Subespaços. Transformações de Planos. Transformações Lineares. Produto interno. Funções Lineares e suas representações. Tipos Especiais de Representações. Tipos de Transformações. Formas bilineares.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ANTON, H., RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. Porto Alegre:
Bookman, 2001.

LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear. São Paulo: Markron Books, 2004.

BOULOS, P., CAMARGO, I. Geometria Analítica – Um Tratamento Vetorial. São Paulo. SP. Editora Makron Books. 2004.

REIS, G. L., SILVA, V. V. Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ. Editora LTC. 2002.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

EDWARDS JR., C. H. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ.
Editora Prentice- Hall do Brasil. Vol II. 2005.

BOLDRINI, J.L.C. COSTA, S.I..R. et all. Álgebra Linear. São Paulo. Editora Harbra. 1980.

EDWARDS JR., C. H. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro. RJ.
Editora Prentice- Hall do Brasil. Vol I. 1997.

LIMA, E.L., Álgebra Linear, IMPA, 2009.



DISCIPLINA

FÍSICA II

EMENTA

Hidrostática. Pressão. Hidrodinâmica. Viscosidade. Movimento Harmônico. Ondas Mecânicas. Interferência. Ondas Sonoras e Acústicas. Termologia. Temperatura. Termometria. Dilatação Térmica. Calor. Primeiro Princípio da Termodinâmica. Teoria Cinética dos Gases. Gás Perfeito e de Van de Waals. Segundo Princípio da Termodinâmica.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER, J., Fundamentos de Física, Vol.2,
Editora LTC Ed. S. A., Rio de Janeiro RJ. 2002.

NUSSENZVEIG, H. M., Física Básica, Vol.2, Editora Edgard Blucher Ltda, São Paulo SP. 2004.

ALONSO & FINN. Um Curso Universitário de Física. São Paulo. Edgard Blücher. 2007.

TIPLER, P. A., Física, Vol.2, 4ª Ed., LTC Ed. S. A., Rio de Janeiro RJ. 2000.

SEARS; ZEMANSKY e YOUNG. FÍSICA. V. 2, 2ed. 2008.

HENNIES, C.E., GUIMARÃES, W.O.N., e ROVERSI, J.A.

PROBLEMAS EXPERIMENTAIS EM FÍSICA. Campinas: Editora Unicamp, 1993

YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. FÍSICA I. 10ª ed., v.2, São Paulo: Adison Wesley, 2004.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

MACKELVEY, J. P. e GROTCH, H., FÍSICA, Vol. 2, Harbra, Harper & Row do Brasil, SP. 1979.

SERWAY, R. A.; JEWETT, Jr. J. W. PRINCÍPIOS DE FÍSICA. v.2, São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.

MERIAN, J. L. e KRAIGE, L. G., MECÂNICA: DINÂMICA, v.2, Rio de Janeiro: LTC, 2004.

WITKOWSKI, F. M., CURSO PROGRAMADO DE FÍSICA:, v.2, São Paulo: Plêiade, 2007.






4ª Série

 

DISCIPLINA

MECÂNICA GERAL

EMENTA

Estática: estática do ponto material, equilíbrio, forças no espaço, corpos rígidos, momento, sistemas de forças equivalentes, binários, reações de apoio, forças distribuídas, centróides, momentos de 2ª ordem, treliças, vigas. Cabos, atrito, princípio dos trabalhos virtuais. Dinâmica: cinemática e cinética dos pontos materiais e dos corpos rígidos, dinâmica dos sistemas não rígidos.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BEER, F. P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros - estática. São Paulo: Makron Books, 1994.

FRANÇA, L. N. F. Mecânica geral. 2. Ed/3Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006/2011.

TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiro: mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. 4. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.

MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 14. ed. São Paulo: Érica, 2004. 18 ed. 2007



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

KAMINSK, P. C. Mecânica geral para engenheiros. São Paulo: Edgard Blucher,2000.

MERIAN, J. L. et al. Mecânica. Estática. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1991.



DISCIPLINA

CIRCUITOS ELÉTRICOS I

EMENTA

Teoria: Conceitos fundamentais de circuitos elétricos, modelos de componentes elétricos, leis de Kirchhoff, métodos para análise de circuitos lineares. Convolução Resposta transitória e permanente. . Redes de 1ª e 2ª Ordem. Resposta em regime senoidal. Conceito de fasores. Circuitos Polifásicos.
Laboratório: Medição de grandezas elétricas, noções de metrologia, precisão e exatidão. Instrumentos de medição elétrica analógicos e digitais: Voltímetro, amperímetro, ohmímetro e osciloscópio. Gerador de funções. Leis de Kirchhoff e Lei de Ohm, divisor de tensão, divisor de corrente, ponte de Wheatstone, superposição, circuitos de equivalentes de Thévenin e Norton. Determinação de constante de tempo RC e RL. Simulação de circuitos RC, RL e RLC. Verificação experimental dos modelos fasorias para circuitos de corrente alternada.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BOYLESTAD, Robert L. – Introdução a Análise de Circuitos – 1998 – Prentice Hall Brasil.

CLOSE, Charles M. – Circuitos Lineares – 1975 - LTC/EDUSP.

ANTONAKOS, James L. – Simulations for Electric Circuits Using Electronic Workbench – 2000 – Prentice Hall.

CAPUANO, Francisco G. e MARINO, Maria a. M. – Laboratório de Eletricidade e Eletrônica – 1998 Ed. Érica



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

HAYT Jr., William H. – Análise de Circuitos em Engenharia - 1991 - Editora McGraw Hill do Brasil.

DISCIPLINA

ELETRÔNICA ANALÓGICA I

EMENTA

Teoria: Materiais semicondutores; Junção PN; Diodo como elemento de circuito: retificadores, ceifadores e grampeadores; Diodos especiais: zener, varicap e LED; Regulador zener; Princípios de funcionamento, características, modelos dc e polarização (discreta e
integrada) de transistores de junção bipolar; Princípios de funcionamento, características, modelos dc e polarização (discreta e integrada) de transistores de efeito de campo (JFET E MOSFET).
Laboratório: Realizar Experimentos Relacionados ao conteúdo da Disciplina

REFERÊNCIAS BÁSICAS

Analylis and Design of Analog Integrated Circuits, Paul R. Gray & Robert G. Meyer, second Edition, John Wiley /7 Sons, 1977

Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos, Robert Boylestad e Louis Nashelsky, Sexta Edição, Prentice Hall do Brasil, 1998

Applied Electronic Instrumentation and Measurement, David Buchla & Wayne Mclachlan, Merrill, 1992.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

Eletrônica, vol. 01, Millman & Halkias, Mc Graw Hil, Segunda Edição, 1981,Brasil.

Microelectronics, Jacob Millman & Arvin Grabel, Second Edition, Mc Graw Hill, 1988.

Manuais do Orcad e Pspice


DISCIPLINA

CÁLCULO III

EMENTA

Equações diferenciais ordinárias: breve histórico. Modelos matemáticos e as equações diferenciais. Equações lineares e não lineares de primeira ordem. Existência e unidade de soluções: o problema Cauchy. Equações lineares de segunda ordem. Soluções por séries (método Euler-Frobenius). Sistema de equações de primeira ordem.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FIGUEIREDO, Djairo G.de, e NEVES, Aloísio F. Equações Diferenciais Aplicadas, IMPA, 2010.

BOYCE, William e outros, Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno, LTC, 2002.

AVILA, Geraldo, Cálculo, VOL II, LTC, RJ, 2002.

GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. LTC. RJ. VOL I. 2000.

SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, vols I e II, McGraw-Hill do Brasil, RJ, 2008

LEITHOLD, G. O. Cálculo com geometria analítica, vols, I e II, ed. Harbra, SP, 1994.

STEWART, J. Cálculo. Volume 2. Ed. Pioneira. São Paulo. 2005


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ABUNAHMAN, Sérgio, Equações Diferenciais, EDC, Rio de Janeiro, 1989.

ZILL, Dennis e outro, Equações Diferenciais, vol I, Makron Books, São Paulo, 2005.

GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. LTC. RJ. VOL II. 2002

ANTON, H., Cálculo, um novo horizonte, vol II, Bookman, Porto Alegre, 2002.



DISCIPLINA

SINAIS E SISTEMAS

EMENTA

Ortogonalidade de sinais. Sinais e Sistemas Analógicos e Discretos no Tempo. Métodos e Análise dos Sinais Contínuos e Discretos no Tempo. Análise de Fourier para Sinais Analógicos e Discretos. Transmissão de sinais e Espectro de Densidade de Potência. Teoria Amostragem de Sinais Contínuos no Tempo. Convolução Contínua e Discreta. Sistemas Lineares Invariantes no Tempo. Resposta de Sistemas Lineares. Representação de Sinais Amostrados no Domínio do Tempo e da Freqüência. Processamento Discreto no Tempo de Sinais Contínuos no Tempo. Transformadas de Laplace, Transformadas Z e Função de Transferência. Resposta em Freqüência.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

Carlson, A. B., Communication Systems, 3dr ed., McGraw-Hill, New York, 1986.

HAYKIN, S., An Introduction to Analog and Digital Communications, John Wiley & Sons, New York,1989.

HAYKIN, S., Communication Systems, John Wiley & Sons, 1978.

HAYKIN, S., Digital Communications, John Wiley & Sons, 1988.

Lathi B. P.; An Introduction to Randon Signals and Communication Theory; International Textbook Company.

Lathi B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems; Holt, Rinehart and Winston, Inc

Lhathi B. P., Signals Systems and Communication, John Wiley ans Sons, New York, 1965.


REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

Oppenheim, A. V., and Schafer, R. W. Digital Signal Processing, Prentice-Hall Englewood Cliffs, NJ, 1975.

Oppenheim, A. V., and Schafer, R. W. Discrete-Time Signal Processing, Prentice-Hall Englewood Cliffs, NJ, 1989.



DISCIPLINA

FÍSICA III

EMENTA

Carga e força elétrica. Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância. Corrente elétrica. Resistência elétrica. Leis de Ohm e Joule. Circuitos elétricos. Fluxo e indução magnética. Leis de Ampere e Biot-Savart. Leis de Faraday e Lens. Indutância.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALONSO & FINA. Um Curso Universitário de Física. São Paulo. Edgard Blücher. 1993. Temos v. 1 / v.2.

NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, Vol.3, Editora Edgard Blucher, Ltda, São Paulo SP 1996.

NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, Vol.3, Editora Edgard Blucher, Ltda, São Paulo SP 2004.

ALONSO & FINA. Um Curso Universitário de Física. Vol I. São Paulo. Edgard Blücher. 1993.



REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

MACKELVEY, J. P. e GROTCH, H., Física, Vol. 3, Harbra, Harper & Row do Brasil, SP. 2008

HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER, J., Fundamentos de Física, Vol.3, 6ª Editora LTC Ed. S. A., Rio de Janeiro RJ. 2003. 2001 / 2003.

ALONSO & FINN. Um Curso Universitário de Física. Vol II. São Paulo.

MARIOTTO, A., Paulo. Análise de circuitos elétricoso. Editora Prentice Hall. São Paulo, 2003.

FOWLER, J. RICHARD, Eletricidade: Princípios e aplicações.Vol. 1, editora Makron Books, 1992

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