Chanceler Nilton Costa Lins Júnior Presidente da Mantenedora



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Fig. 12:Equipamentos da Construtora da Universidade utilizados para construção, ampliação e conservação do campus universitário.

 Fig.13: Equipamentos da Construtora da Universidade utilizados para construção, ampliação e conservação do campus universitário.


Os referidos espaços são:



  1. Igarapé do Bindá: curso d’água perene, urbano, contaminado e com forte influência antrópica, que é utilizado nas práticas relacionadas à avaliação de impactos ambientais, recuperação de áreas degradadas, qualidade e análise de água, hidrologia, física, química geral e ambiental, microbiologia, saneamento entre outras.








Cenas do Igarapé do Bindá sendo utilizado como campo de atividades didáticas.



  1. Taludes degradados próximo ao Centro Tecnológico: A contenção e recomposição dos taludes são parte das ferramentas de execução das atividades de avaliação de impactos ambientais, geologia, geotécnica, recuperação de áreas degradadas, solos, física e infiltração de água no solo.

  1. Fragmento Florestal: Com dois fragmentos de floresta urbana secundária dentro do próprio campus, diversas atividades didáticas, de extensão universitária e pesquisa são desenvolvidas, tais como planejamento para o ecoturismo, a partir da instalação de trilhas e treinamento de cidadãos da comunidade para formação de guias de ecoturismo, planejamento de gestão de resíduos sólidos nas atividades turísticas, comparação do potencial de infiltração de água nas áreas do fragmento florestal e em áreas degradadas, bem como a avaliação de qualidade ambiental considerando a de umidades relativa do ar, temperatura e conforto ambiental nas áreas florestadas e de solo exposto e degradado.

  2. Escolas de ensino infantil, médio e fundamental: Campo de treinamento para a disciplina de Educação Ambiental e para o desenvolvimento de atividades de extensão com oficinas permanentes de reciclagem de papel e gestão de resíduos sólidos.

  3. Gestão integrada de resíduos sólidos na Cidade Universitária Nilton Lins: o planejamento para coleta seletiva e destinação dos resíduos sólidos na cidade universitária é uma meta do curso de dos cursos de Engenharia e de Arquitetura e Urbanismo que a partir da integração de docentes discentes e coordenação dos cursos por intermédio da Pró-Reitoria de Extensão é mais um espaço de práticas para os estudantes da UNINILTONLINS das diversas áreas do conhecimento, não sendo tarefa ou atividade exclusiva da Arquitetura e Urbanismo, mas uma iniciativa interdisciplinar, com o perfil que a pauta gestão de resíduos sólidos requer.

  4. Instalações de tratamento de efluentes e de gestão de resíduos sólidos perigosos e perfuro-cortantes: a unidade do Hospital-Escola Nilton Lins também é campo de atividade didática para ensino e pesquisa da Arquitetura e Urbanismo. Os estudantes participam de visitas técnicas à unidade todos os períodos em disciplinas pertinentes, além de acompanhar à título de desenvolvimento de atividades de estágio e iniciação científica acompanham e executam sob supervisão a análise de efluentes e a destinação dos resíduos hospitalares.

18. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

INEP. Portaria nº246 02 de junho de 2014. Diário Oficial da União 04 de junho de 2014.

Manaus Antigamente. Disponível em:<http://manausdeantigamente.blogspot.com.br/2013/05/ universidade-de-tecnologia-da-amazonia.html>. Acesso em: 15/10/2015.

NEPCI. Disponível em: <http://www.nepci.ufam.edu.br/utam.htm>. Acesso em: 20/10/15.

FT UFAM. Disponível em: <http://ft.ufam.edu.br/index.php/engenhariaeletrica?tmpl= component&print=1&page=>. Acesso em: 20/10/15

G1 NOTÍCIAS. Disponível em: <http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL834348-5598,00-AMAZONAS+TERA+MUNICIPIOS+COM+INTERNET+SEM+FIO.html>. Acesso em: 15/10/2015.

Silva. C.G., Melo, L. C. P. Ciência, Tecnologia e Inovação: Desafio para a sociedade Brasileira. Livro Verde.Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT. Brasília, 2001.

APÊNDICE

ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO

O PPC é “o documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais. Entre outros elementos, é composto pelos conhecimentos e saberes necessários à formação das competências estabelecidas a partir do perfil do egresso;



estrutura e conteúdo curricular; ementário; bibliografia básica e complementar; estratégias de ensino; docentes; recursos materiais; laboratórios e infra-estrutura de apoio ao pleno funcionamento do curso” (www.inep.gov.br). Articulado com o PPI,observa os princípios da contemporaneidade, da inovação, da flexibilidade, dentre outros, assegurando a coerência entre os princípios e diretrizes do PPI e as especificidades de cada área de conhecimento.Um bom projeto deve ser processual, atender as diretrizes curriculares e ter aderência com a identidade institucional e com a diversidade regional.




O QUE É

O QUE CONTÉM

PPI

instrumento político, filosófico e teórico-metodológico que norteará as práticas acadêmicas da IES, tendo em vista sua trajetória histórica, inserção regional, vocação, missão, visão e objetivos gerais e específicos.


histórico da instituição; seus mecanismos de inserção regional; sua missão; âmbitos de atuação; princípios filosóficos gerais; as políticas de gestão, de ensino, de pesquisa, quando for o caso, de extensão; perfil humano, perfil profissional; concepções de processos de ensino e de aprendizagem, de currículo, de avaliação de ensino e de planejamento e os diversos programas.

PDI

elaborado para um período determinado, é o instrumento de gestão que considera a identidade da IES, no que diz respeito à sua filosofia de trabalho, à missão a que se propõe, às diretrizes pedagógicas que orientam suas ações, à sua estrutura organizacional e às atividades acadêmicas e científicas que desenvolve ou que pretende desenvolver.

perfil institucional; gestão institucional (organização administrativa, organização e gestão de pessoal, política de atendimento ao discente); organização acadêmica (organização didáticopedagógica, oferta de cursos e programas — presenciais e a distância); infraestrutura; aspectos financeiros e orçamentários, sustentabilidade econômica; avaliação e acompanhamento do desempenho institucional e cronograma de execução.


PPC

Define a identidade formativa nos âmbitos humano, científico e profissional, as concepções pedagógicas e as orientações metodológicas e estratégicas para o ensino e a aprendizagem e sua avaliação, o currículo e a estrutura acadêmica do seu funcionamento.


histórico do curso; sua contextualização na realidade social, o que possibilita articulá-lo às distintas demandas da sociedade; a aplicação das políticas institucionais de ensino, de pesquisa, quando for o caso, e de extensão, bem como todos os elementos das Diretrizes Curriculares Nacionais, assegurando a expressão de sua identidade e inserção local e regional.

CURRÍCULO

Conjunto de elementos que integram os processos de ensinar e de aprender num determinado tempo e contexto, garantindo a identidade do curso e o respeito à diversidade regional.

É um dos elementos constitutivos do PPC, construído coletivamente, tendo como orientação básica as Diretrizes Curriculares Nacionais.

O aperfeiçoamento do currículo deve considerar, também, os resultados dos processos da avaliação.


Conhecimentos e saberes necessários à formação das competências estabelecidas no perfil do egresso;

estrutura curricular; ementário, bibliografias básica e complementar; estratégias de ensino; docentes;

recursos materiais,serviços administrativos, serviços de laboratórios e infra-estrutura de apoio ao pleno funcionamento do curso.


PARECER Nº CES/CNE 0146/2002

Projeto Pedagógico

As instituições de ensino superior deverão, na composição dos seus projetos pedagógicos,

definir, com clareza, os elementos que lastreiam a própria concepção do curso, o seu currículo pleno e sua operacionalização, destacando-se os seguintes elementos, sem prejuízo de outros:

- objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social;

- condições objetivas de oferta e a vocação do curso;

- cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso;

- formas de realização da interdisciplinaridade;

- modos de integração entre teoria e prática;

- formas de avaliação do ensino e da aprendizagem;

- modos da integração entre graduação e pós-graduação, quando houver;

- cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades especialização, integradas e/ou subsequentes à graduação, e de aperfeiçoamento, de acordo com a evolução das ciências, das tecnologias e das efetivas demandas do desempenho profissional, observadas as peculiaridades de cada área do conhecimento e de atuação, por curso;

- incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica;

- concepção e composição das atividades de estágio, por curso;

- concepção e composição das atividades complementares;

- oferta de curso seqüenciais e de tecnologia, quando for o caso.

Organização Curricular

As instituições de ensino superior, exercitando seu potencial inovador e criativo e da

liberdade e flexibilidade que possuem na organização de seus currículos, devem concebê-los de acordo com os regimes acadêmicos que adotarem, a saber: regime seriado anual, regime seriado semestral, sistema de créditos, sistemas modulares ou de módulos acadêmicos, sistema de pré-requisitos e de créditos com matrículas por disciplina, prevendo expressamente a integralização curricular do curso como condição para a sua efetiva conclusão e subseqüente colação de grau,com a distribuição do tempo útil previsto, definido em termos de carga horária, duração ou redução de duração do curso, de tal forma que os alunos tenham a informação do tempo de estudos previsto e das possibilidades de redução ou ampliação desse tempo, preservado sempre o princípio do padrão de qualidade.

Acrescente-se que, recentemente, a CES/CNE aprovou o Parecer 100/2002 e seu anexo

Projeto de Resolução, em 13/03/2002, contendo parâmetros relacionados com a duração dos cursos, com a carga horária e com percentuais para atividades práticas e estágio, tudo de acordo com a organização curricular de cada curso e o regime acadêmico adotado, excetuando-se as licenciaturas plenas e os cursos de formação docente, que têm disciplinamento próprio.

Estágios e Atividades Complementares

O Estágio Curricular, Supervisionado, deve ser concedido como conteúdo curricular

implementador do perfil do formando, consistindo numa atividade obrigatória, mas diversificada, tendo em vista a consolidação prévia dos desempenhos profissionais desejados, segundo as peculiaridades de cada curso de graduação.

Pelo seu caráter implementador de desempenhos profissionais antes mesmo de se

considerar concluído o curso, é necessário que, à proporção que os resultados do estágio forem sendo verificados, interpretados e avaliados, o estagiário esteja consciente do seu atual perfil, naquela fase, para que ele próprio reconheça a necessidade da retificação da aprendizagem, nos conteúdos em que revelara equívocos ou insegurança de domínio, e da própria reprogramação da prática, assegurando-se-lhe, nessa reorientação e reprogramação teórico-prática, o direito subjetivo constitucional ao padrão de qualidade, que se revelará no exercício profissional, já no âmbito das instituições sociais.

As Atividades Complementares, por seu turno, devem possibilitar o reconhecimento, por

avaliação, de habilidades e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, hipóteses em que o aluno alargará o seu currículo com experimentos e vivências acadêmicos, internos ou externos ao curso, não se confundindo estágio curricular, supervisionado, com a amplitude e a rica dinâmica das Atividades Complementares.

As Atividades Complementares, assim, se orientam a estimular a prática de estudos

independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização profissional específica, sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais.

Nesse sentido, as Atividades Complementares podem incluir projetos de pesquisa,

monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências, além de disciplinas oferecidas por outras instituições de ensino ou de regulamentação e supervisão do exercício profissional, ainda que esses conteúdos não estejam previstos no currículo pleno de uma determinada instituição mas nele podem ser aproveitados porque circulam em um mesmo currículo, de forma interdisciplinar, e se integram com os demais conteúdos realizados.

Enfim, as atividades de extensão, previstas no art. 44, inciso IV, da LDB 9.394/96, cuja

finalidade básica, dentre outras, consiste em propiciar à comunidade o estabelecimento de uma relação de reciprocidade com a instituição, podem ser integradas nas Atividades

Complementares, enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se confundam com Estágio Curricular, Supervisionado.

Acompanhamento e Avaliação

As IES deverão adotar formas específicas e alternativas de avaliação, internas e externas,

sistemáticas, envolvendo todos quantos se contenham no processo do curso, centradas em aspectos considerados fundamentais para a identificação do perfil do formando, estando presentes o desempenho da relação professor x aluno, a parceria do aluno para com a instituição e o professor.

Assim, as instituições não somente deverão adotar práticas pedagógicas e métodos de ensino/aprendizagem inovadores, direcionados à garantia da qualidade do curso, como também deverão adotar procedimentos alternativos de avaliação que favoreçam a compreensão da totalidade do curso, consolidando o perfil desejado do formando, aferindo também a importância do caráter inter e multidisciplinar das ações didáticas e pedagogicamente estruturadas, inclusive ensejando interface da graduação com a pós-graduação sob diferentes mecanismos, em especial com estímulo à pesquisa, o incentivo à produção científica e a inserção na comunidade sob as diversas formas ou programas de extensão.

Importante fator para a avaliação das instituições é a produção que elas podem colocar à disposição da sociedade e de todos quantos se empenhem no crescimento e no avanço da ciência e da tecnologia. Com efeito, a produção que uma instituição divulga, publica, socializa, certamente será um forte e ponderável indicador para o acompanhamento e avaliação sobre a instituição, sobre o curso e para os alunos em particular que, durante o próprio curso, já produzem, como reflexo da consciência que possuem quanto ao desenvolvimento de suas potencialidades.

Monografia/Trabalho de Conclusão de Curso

No conjunto das Diretrizes Curriculares Nacionais e das Diretrizes Curriculares Gerais dos Cursos de Graduação, a Monografia/Trabalho de Conclusão de Curso vêm sendo concebidos ora como um conteúdo curricular opcional, ora como obrigatório. Nos cursos objeto do presente Parecer, a Monografia se insere no eixo dos conteúdos curriculares opcionais, cuja adequação aos currículos e aos cursos ficará à cargo de cada instituição que assim optar, por seus colegiados superiores acadêmicos, em face do seguinte entendimento:

1) a graduação passa a ter um papel de formação inicial no processo contínuo de educação, que é também inerente ao próprio mundo do trabalho e da permanente capacitação profissional, isto é, do profissional apto ao enfrentamento dos desafios suscitados pelas mudanças iminentes à conclusão do curso ou emergentes e conjunturais;

2) os currículos passam a ser configurados e reconfigurados dentro de um modelo capaz de adaptar-se às dinâmicas condições do perfil desejado do formando, exigido pela sociedade, com todas as contingências que envolvem a história humana, suscitando um contínuo aprimorarse;

3) a monografia se constitui em instrumental mais apropriado aos cursos de pósgraduação lato sensuque os formandos ou egressos venham a realizar, indispensáveis ao seu desempenho profissional qualitativo, especialmente face às inovações científicas e tecnológicas, em diferentes áreas;



4) a monografia, pelas suas peculiaridades, deve ter, em cada instituição que por ela opte expressamente, regulamentação própria, com critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação bastante explícitos, bem como diretrizes técnicas relacionadas com a sua elaboração.


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