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Nome



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Ensino

Turma

NOTA









Fund.




Disciplina

Professor

Natureza

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Trimestre / Ano

Data

Geografia

Evandro

Lista de exercícios de reforço para as férias

RE / I

2o / 2012

26/06/2012

Tema




Geografia Regional Brasileira – Regiões do IBGE / Rural e Urbano









DICAS PARA FACILITAR SEU ESTUDO





  • Caros alunos durante este trimestre realizamos 1 apostila no estudo de meio na fazenda, 1 apostila sobre biodiversidade, clima e vegetação durante nossa visita ao zoológico, 1 apostila sobre o conceito de regionalização e 1 apostila sobre relevo e hidrografia. Sua primeira tarefa nas férias e refazer todos os seus exercícios tendo em vista as correções feitas em sala de aula ou na ualá de reforço.

  • Leia os capítulos indicados no roteiro de estudo (Cap. 1, 2, 3, 4, 9, 10, 11 e 12) e faça resumos e anote suas dúvidas.

  • Não se esqueça de utilizar o Atlas Geográfico durante todo seu estudo.

  • Abaixo você tem uma lista de exercícios de reforço que deverão ser realizados durante as férias para uma melhor preparação para as provas trimestrais em agosto.

Bons estudos e boas férias!!

____________________________________________________________________
Exercícios para revisão
Capítulo 2 “Formação do território brasileiro” – pg 20 a 25.
Para resolver no caderno:

Nas páginas 26 a 27 temos vários exercícios sobre os dois primeiros capítulos, faça os ex. 1, 3, 4 e 5.
Capítulo 3 “A regionalização do território brasileiro” – pg 28 a 31.
Para resolver no caderno:

Nas páginas 30 e 31 temos um texto, mapas e questões sobre a regionalização. Leia atentamente e resolva os três exercícios.
Capítulo 4 “Domínios naturais: ameaças e conservação” – pg 32 a 37.
Para resolver no caderno:
Nas páginas 38 e 39 temos vários exercícios sobre os capítulos 3 e 4.
Leia e responda:
O Brasil abriga quatro dos biomas mais ricos do planeta: Mata Atlântica, Cerrado,Amazônia e Pantanal. Todos estão ameaçados devido às atividades humanas. A Mata Atlântica e o Cerrado, por exemplo, hoje guardam, respectivamente, 7% e 20% de suas extensões originais. Por isso, são considerados hotspots brasileiros. Leia o texto e entenda por quê.

Os hotspots


“Uma pergunta sempre fez parte do universo dos ambientalistas do mundo. Quais são as áreas mais importantes para se preservar a biodiversidade da Terra? O ecólogo inglês Norman Meyers propôs uma forma de responder a essa pergunta. Ao observar que a biodiversidade não está igualmente distribuída no planeta, Meyers procurou identificar quais as regiões que concentravam os mais altos níveis de biodiversidade e onde as ações de conservação seriam mais urgentes em função das ameaças sofridas por essas regiões. Foi assim que, em 1988, ele criou o conceito de ‘áreas críticas’, também conhecidas como hotspots.

Área crítica é, portanto, uma área prioritária para conservação, isto é, de rica biodiversidade, em sua maioria endêmica, e ameaçada no mais alto grau.


Os hotspots brasileiros

A Mata Atlântica é considerada um dos maiores berços de biodiversidade do planeta e também um dos mais importantes e mais ameaçados hotspots do mundo. Para se ter uma ideia, considerando-se cerca de 7,3% que restaram da Mata Atlântica, estudos indicam que, num único hectare do sul da Bahia, já foram encontradas 454 espécies de árvores diferentes e 476 espécies, em amostra de mesmo tamanho, na região serrana do Espírito Santo. Num hectare da Europa, podem ser encontradas, no máximo 30 espécies diferentes. As estimativas apontam ainda que o domínio possui quase a metade das espécies vegetais endêmicas. Além disso, a Mata Atlântica abriga grande parte das espécies ameaçadas de extinção, no Brasil, como, por exemplo mais de 2/3 de primatas endêmicos. É importante ressaltar que a maior parte da população brasileira vive em áreas de Mata Atlântica, ou seja, grandes metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo dependem diretamente de seus recursos para sobreviver. O Cerrado faz fronteira com outros importantes domínios (a Amazônia, ao norte; a Caatinga, a nordeste; o Pantanal, a sudoeste; e a Mata Atlântica, a sudeste), sendo a fauna e a flora extremamente ricas. Na região existem mais de 10.000 espécies vegetais, sendo que muitas delas apresentam propriedades medicinais; uma grande variedade de vertebrados terrestres e aquáticos; e um elevado número de invertebrados. Espécies ameaçadas, como a onça-pintada, o tatu-canastra, o lobo- guará, a águia-cinzenta e o cachorro-do-mato-vinagre, entre muitas outras, ainda podem ser encontradas no Cerrado, reafirmando sua importância como ambiente natural. Além da biodiversidade, a região tem um importante papel na manutenção dos recursos hídricos, sendo considerada o Berço das Águas do Brasil, abrigando as nascentes dos principais rios das bacias Amazônica, do rio da Prata e do Araguaia- -Tocantins, além de contemplar o Aquífero Guarani. Em função da expansão agrícola sem planejamento, o Cerrado tem sofrido enormes impactos, os quais ameaçam a biodiversidade nacional e mundial.”


Fonte:: Investigando a biodiversidade: guia de apoio aos educadores do Brasil. Belo Horizonte, Brasília: Conservação Internacional; Instituto Supereco; WWF-Brasil, 2010. p. 15.
1. Por que o bioma da Mata Atlântica é considerado um hotspot?

2. Quais riscos o bioma do Cerrado corre com o avanço agrícola não planejado?

3. Em sua opinião, é possível aliar desenvolvimento socioeconômico e preservação

ambiental? Justifique.



Capítulo 9 “A Urbanização brasileira” – pg 76 a 81.
Para resolver no caderno:

Reveja os exercícios realizados das pgs 90 e 91

Faça os exercícios da pg. 81.



Capítulo 10 “Rede, hierarquia e problemas urbanos” – pg 82 a 89.
Para resolver no caderno:

Sobre este capítulo reveja os exercícios das pgs 90 e 91.
Leia o texto e responda:

Pouco espaço para muito desperdício



Coleta seletiva e consumo consciente podem ser boas saídas para o problema do lixo, que afeta todos os municípios do país, onde faltam soluções para os resíduos acumulados.

“O problema do lixo não acaba quando ele sai da porta para fora de casa. No cálculo de especialistas, o Brasil produz 240 mil toneladas de lixo domiciliar por dia, uma média de 1,2 kg por habitante. ‘Esse volume, se fosse colocado em caminhões, formaria em três dias uma fila de 500 quilômetros’, compara Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.

A cidade de São Paulo produz diariamente 15 mil toneladas de lixo. Municípios menores, como Bituruna (PR) e Caxias do Sul (RS), não ultrapassam a marca de 400 toneladas por dia. Apesar da diferença na quantidade de resíduos, as três cidades têm algo em comum; desenvolvem projetos locais para dar um destino melhor ao conteúdo das lixeiras.

O programa paulista de coleta seletiva abrange 68 distritos da cidade e recolhe, por meio de concessionárias e cooperativas, cerca de 80 toneladas de lixo reciclado por dia. Todo o material vai para 15 centrais de triagem. [...] A coleta também é realizada por meio de 3,3 mil pontos de entrega voluntária. [...]

Em Bituruna, cidade de 17 mil habitantes no sul do Paraná, que produz 1,2 mil toneladas de lixo por ano, um programa batizado de Reciclinho foi implantado em 2006. A ideia é que os moradores que separam os resíduos sejam isentos da taxa de coleta de lixo do município, enquanto a reciclagem se transforma em renda para 18 famílias.

Em Caxias do Sul, cidade gaúcha com 412 mil habitantes, a novidade é a coleta de lixo automatizada, iniciada em agosto, que consegue recolher 2,4 mil toneladas de resíduos por mês. O sistema funciona apenas para o lixo orgânico e usa dois caminhões coletores e compactadores. Para isso foram implantados 500 contêineres em mais de 200 quadras do centro do município, onde moram cerca de 80 mil pessoas.

Para Mattar, diminuir a quantidade de resíduos é a única solução sustentável para amenizar o problema do lixo em municípios de qualquer porte. ‘Caso contrário, vamos gastar mais dinheiro para construir aterros, cada vez maiores e distantes dos centros urbanos. E consumirmos mais combustível para levar o material até lá’.

Na opinião de Mattar, a saída é evitar a produção de resíduos nas quantidades atuais. Ele sugere que a população opte por produtos com menos embalagens, evite desperdícios e o uso excessivo de sacolas plásticas.”


SARAIVA, Jacílio. Pouco espaço para muito desperdício. In: Revista Valor Setorial: infraestrutura. São Paulo, nov. 2007, p. 39-41.1.

1. Qual foi a estimativa para a produção de lixo no Brasil em 2007? Que porcentagem corres­ponde à produção na cidade de São Paulo?

2. Descreva resumidamente as três propostas apresentadas pelas cidades de São Paulo, Bituruna e Caxias do Sul para uma melhor gestão do lixo.

3. Qual a relação entre o problema do lixo em municípios de qualquer porte e a frase que intitula a matéria: “Pouco espaço para muito desperdício”?

4. Quais são as recomendações dadas à população para auxiliar no problema da destinação do lixo? Você e sua família seguem essas ou outras recomendações? Quais?

5. Qual a sua opinião sobre a lei que obrigou no estado de São Paulo os supermercados a não mias oferecer sacolas plásticas aos consumidores? Justifique sua posição.
Capítulo 11 “A industrialização brasileira” – pg 92 a 97.
Para resolver no caderno:

Sobre este capítulo faça os exercícios das pgs 104 e 105. Recomendo os exercícios 1, 2 e 6.

Capítulo 12 “O Espaço agrário e a questão da terra” – pg 98 a 103.
Para resolver no caderno:

Sobre este capítulo faça os exercícios das pgs 104 e 105. Recomendo os exercícios 3, 4, 5 e 7.

Leia o texto e responda:

Nos dias atuais, a prática da agricultura por meio de cuidados com o meio ambien­te e os problemas sociais vem adquirindo grande importância. Leia o texto e constate você mesmo as grandes diferenças entre dois modos de produção agrícola.

Diferenças entre produção convencional e agroecológica

“Ao longo do século XX, disseminou-se pelo mundo o uso de produtos químicos na agricultura e na pecuária. Por meio da ingestão de alimentos contaminados e do con­tato com os agrotóxicos, resíduos desses produtos chegaram ao organismo humano, com repercussões negativas na saúde (Moreira, 1995).

Essa situação despertou em muitos profissionais e na sociedade a necessidade de criar um sistema diferente de produção de alimentos, de maneira mais sadia para o homem, para os animais e para o meio ambiente. Esse sistema, diante do duplo desa­fio de ser sustentável e produtivo, para alimentar a população humana que é crescen­te, é o sistema agroecológico. Entretanto não podemos simplesmente abandonar as práticas convencionais e retornar às práticas tradicionais, nem trocar os agroquímicos pelos insumos naturais. O que se pretende nesse sistema ecológico é uma abordagem nova, trabalhando na agricultura e na pecuária em direção à sustentabilidade, ou seja, visualizando o espaço de produção agrícola como um agroecossistema, com uma di­nâmica estável do ponto de vista ecológico.

A Agroecologia aborda a agricultura e o desenvolvimento rural, sobre aspectos da conservação de recursos tradicionais locais e, ao mesmo tempo, socializa conheci­mentos e métodos ecológicos modernos.



As principais características que diferenciam os sistemas de produção convencio­nal e agroecológico, segundo Altieri (2002), estão no quadro [a seguir].

Principais diferenças entre os sistemas de produção convencional e agroecológico

Características

Convencional

Agroecológico

Dependência de petróleo

Alta

Baixa

Necessidade de mão de obra

Baixa

Alta

Intensidade de cultivo

Alta

Baixa

Intensidade de manejo

Baixa

Alta e complexa

Diversidade de plantas

Baixa

Alta

Integração (animais e vegetais)

Baixa

Alta

Pragas

Muito imprevisível

Mais estável

Manejo de inseto

Químico

Cultural e biológico

Manejo de vegetação espontânea

Químico e cultivo

Competição e rotação de culturas

Manejo de doenças

Químico

Rotação e consórcios

Nutrição de plantas

Química, aplicação concentrada

Reconstrução da biologia (vida) do solo

Importância da decomposição e da reciclagem de nutrientes

Baixa

Alta

Necessidade de capital

Alta

Baixa

Produtividade da terra

Baixa a média

Alta

Produtividade de mão de obra

Mais alta

Baixa a média

Retorno do investimento

Alto a baixo

Alto

Rentabilidade líquida

Alta a baixa

Variável

Risco para saúde

Altos

Baixo

Danos ambientais

Mais altos

Mais baixos

Fonte: Adaptado de ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Guaíba: Agropecuária, 2002. p. 592.


Assim, comparado ao convencional, o sistema agroecológico é considerado am­bientalmente mais sustentável, pelo fato de otimizar o uso dos recursos naturais lo­cais, de ser menos dependente de insumos externos e de diminuir o uso de fontes de energia não renováveis (Trivellato e Freitas, 2002), eliminando o uso de produtos quí­micos sintéticos.[…]”
MOREIRA, Leonardo Fernandes; PAIXÃO, José Luiz Freitas. Diferenças entre produção convencional e agroecológica. In: Projeto Inovar. Agroecologia. EMATER-MG, 2005. p. 20-21. Disponível em:
Responda:

1. O que motivou a busca por um novo sistema de produção agrícola após o século XX?

2. Qual o duplo desafio enfrentado pelo sistema agroecológico?

3. Cite as diferenças entre o sistema agroecológico e o tradicional em relação ao manejo de inse­tos e a nutrição das plantas.
BOM ESTUDO A TODOS!


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