Capítulo 1 a paróquia Tema 1: o domingo



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Capítulo 1 – A Paróquia
Tema 1: O Domingo
Para os cristãos de todo o mundo, o domingo é o dia mais importante da semana. É chamado Dia do Senhor, porque foi no domingo, o primeiro dia da semana, em que Jesus ressuscitou.
Para que se reúnem os cristãos todos os domingos na igreja da sua

paróquia?


A primeira festa dos cristãos foi o domingo. A Palavra “Domingo” vem do Latim: “Dóminus” que significa: “Senhor”; então, a palavra “Domingo” quer dizer: “Dia do Senhor”.

No início os cristãos reuniam-se ao domingo para rezar e fazer a “fração do pão”, pois era o dia em que festejavam a alegria da ressurreição de Jesus. Desde então todos os domingos os cristãos de todas as paróquias do mundo reúnem-se para tomarem parte da missa.

Há um mandamento da Igreja que diz assim: «No domingo e nos outros dias festivos de preceito, os fiéis devem participar da missa.»

Quem preside quase sempre à missa em cada domingo é o pároco. Há

sempre uma hora marcada para a missa. A missa tem vários nomes:

Eucaristia, Ceia do Senhor e Fração do pão.


E o que acontece durante a missa?
Ouve-se a palavra de Deus, canta-se, dizem-se orações, leva-se o pão e o vinho ao altar, faz-se o que Jesus fez na Última Ceia, dá-se a comungar o pão consagrado que é o Corpo de Cristo.

Por fim, as pessoas voltam às suas casas e procuram viver cada vez mais de acordo com o que Deus lhes disse na sua Palavra e o Espírito Santo lhes segredou no coração.

Tema 2: A assembleia
Os cristãos reunidos na igreja no domingo formam uma assembleia.
Jesus fez esta promessa aos seus discípulos: «Quando dois ou três estiverem reunidos em Meu nome, Eu estarei no meio deles» (Mt 18,20).

Esta presença de Jesus faz com que a reunião dos cristãos e a sua assembleia sejam muito diferentes de outras reuniões e de outras

assembleias.

Esta reunião faz-se para celebrar a Liturgia, ou seja, para escutar Deus que fala, para lhe dirigir cânticos e orações, e para comungar o Corpo de Jesus.


Donde vêm as pessoas que se reúnem?
Vêm de suas casas.

E quem é que vem? Vêm homens e mulheres, rapazes, moças e crianças.


E porque vêm as pessoas àquela santa reunião?
Porque não podem passar sem celebrar todos os domingos a Ceia do Senhor.

Faltar à Santa Missa do fim de semana é pecado mortal! Por nada se deve faltar!

Quando estamos viajando, por exemplo, na praia, a primeira coisa que devemos perguntar a nossos pais é: Onde fica a Igreja mais próxima para que no final de semana possamos participar da Santa Missa?

Domingo, mesmo de férias, em que os cristãos católicos não se reúnem, é como se fosse um dia sem sol.


Quem mandou celebrar essa Ceia?
Foi Jesus, quando disse aos seus apóstolos: «Fazei isto em memória de Mim». Nós chamamos Santa Missa ou Eucaristia a essa Ceia que celebramos quando nos reunimos, todos os domingos.

Tema 3: Os ministros


Para que uma assembleia litúrgica possa celebrar a Santa Missa, precisa-se de ministros. A palavra ministro vem do Latim: minister e significa: o que serve, o servidor.
Quem são eles?
São os encarregados de fazer algum serviço na assembleia.

Na assembleia litúrgica cristã, os que fazem as leituras, os que recolhem as ofertas, os que servem ao altar, todos são ministros litúrgicos.

Os diversos ministros litúrgicos servem ao mesmo tempo a Deus e às pessoas reunidas. Para que a celebração da missa decorra bem, são precisos

pelo menos quatro “tipos” de ministros.

Quais são eles? São o presidente, o leitor, o cantor e o acólito. O presidente só pode ser um bispo ou um presbítero (=padre), porque só eles podem fazer o que Jesus mandou aos seus Apóstolos, ou seja, mudar o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Cristo.

O leitor é preciso para fazer as leituras. O cantor é preciso para cantar o salmo responsorial e para dirigir o canto da assembleia. E os acólitos e coroinhas, para que eles são necessários? Os acólito e coroinhas são necessários para muitas coisas.

Mas antes de dizermos quais são essas coisas, temos de ver quem é o acólito/coroinha e quem pode exercer esta função. E disto trataremos mais tarde.
Capitulo 1 – A igreja e o seu interior

Tema 1: A palavra «igreja»


Entre os edifícios das aldeias, vilas e cidades de qualquer país há alguns

que se distinguem de todos os outros principalmente pela sua forma e dimensões. São as igrejas.


Vamos falar delas neste segundo encontro.
A palavra «igreja» quer dizer três coisas:
1. O grupo de cristãos de uma terra, de uma região ou do mundo

inteiro;


2. O grupo de uma terra reunidos em assembleia;

3. Os edifícios onde esses grupos de cristãos se reúnem.


Quando escrevemos com “I” maiúsculo (Igreja) referimo-nos, sobretudo, ao conjunto dos cristãos duma região ou de um país (Igreja ou Diocese de…) ou de todo o mundo quando nos referimos à Santa Igreja de Jesus, a Igreja Católica.

Pelo contrário, quando a escrevemos com um “i” minúsculo (igreja), falamos dos edifícios onde os cristãos se reúnem, como por exemplo a igreja de Santo António de …, a igreja da Nossa Senhora de …, e assim por diante.

Tema 2: A Porta principal e o Átrio
Uma igreja tem uma porta principal e pode ter portas laterais. Muitas

igrejas, logo a seguir à porta da entrada, têm um pequeno átrio, isto é, um

espaço vazio. Isso quer dizer que quem vem de fora não entra logo na igreja.

Nele as pessoas podem abrigar-se do sol e da chuva e conversar antes e depois de saírem da igreja. Mas NUNCA devem conversar DENTRO da Igreja, pois dentro da igreja só se conversa com o Senhor Jesus!

Neste átrio, bem no começo da História da Igreja que tem mais de 2000 anos, ficavam as pessoas que não eram batizadas ainda esperando o momento do Batismo. Elas só entravam realmente na Igreja após pertencerem definitivamente à família de Deus que é a Santa Igreja Católica.

E como passamos a pertencer à família de Deus? Pelo Batismo!


Tema 3: A Nave
O lugar onde estão os fiéis chama-se nave, porque, pelo seu feitio e altura parece um grande navio. É onde ficam os bancos dos fiéis.
Tema 4: O presbitério
A palavra presbitério vem de presbítero, que é outro nome que se dá aos padres. Assim, tal como, a nave é um lugar para os fiéis, assim o presbitério é o lugar dos presbíteros e de todos os ministros litúrgicos.

É de se reparar que da nave para chegar ao presbitério subimos sempre alguns degraus ou seja que ele está num plano acima da nave. Isto para se ver bem o que aí se faz, isto porque é aí que é o centro comum e onde decorrem os ritos principais. E também porque lembra que para se encontrar com Deus, é necessário “subir a montanha”, isto é, se desligar um pouco das “coisas de baixo”, isto é, “das coisas da terra”.

É no presbitério que se encontram o altar, a cadeira presidencial, o ambão, por vezes o sacrário, bancos para os outros ministros e uma mesa chamada credência, onde se colocam as coisas necessárias para a celebração da Santa Missa.

Falar-se-á disso mais à frente.

Tema 5: A Pia Batismal
Todas as igrejas têm um lugar próprio para fazer os batismos. Chama-se a esse lugar Capela Batismal ou Batistério. É aí dentro que se encontra a Pia Batismal que podem ser de muitos feitios.

A palavra “batismo” significa “mergulho” em grego. Mergulha-se o homem velho e levanta-se o homem novo!


Tema 6: O Sacrário
Nos primeiros tempos da Igreja para que muitos irmãos doentes pudessem comungar, a hóstia era guardada numa caixa fechada, na Sacristia. Depois veio outro tempo em que, em cada igreja havia sempre uma capela do Santíssimo Sacramento.

Era aí que, depois da missa,se guardava o pão consagrado num cofre, que se chama Sacrário ou Tabernáculo, para os doentes, mas também para a adoração ao Santíssimo Sacramento.

Mais tarde o sacrário começou a pôr-se no presbitério. É assim que continua a fazer-se em muitas igrejas. Hoje há a orientação de que, nas igrejas novas, haja uma capela do Santíssimo, onde deve-se rezar em silêncio, quando se entra na igreja ou noutros momentos.

Ao chegarmos numa igreja, a primeira coisa que devemos fazer é saudar Jesus presente no Sacrário, e se estivermos com algum boné ou chapéu tirarmos em respeito à Casa de Deus.

Diante do Sacrário está continuamente acesa uma lâmpada (lamparina, vela ou elétrica) especial que indica e honra a presença de Cristo.

Tema 7: A Sacristia e a sala de paramentar


Na Sacristia guardam-se as vestes litúrgicas e outras coisas necessárias

às celebrações. Deve existir uma cruz onde se conclui a missa com uma palavra proferida pelo presidente à qual os ministros que os acompanham devem responder que é: “Bendigamos ao Senhor” e os auxiliares da Santa Missa respondem: “Demos graças a Deus”.

Também é o local onde o presidente e outros ministros se paramentam e desparamentam. Os acólitos devem ter uma sala à parte onde se paramentam e onde estão as suas alvas e cíngulos; se tal não for possível será na própria sacristia.
Capítulo 2 – O Acolitado e Coroinhas

Tema 1: Introdução Histórica


O ministério de acólito remonta aos primórdios da Igreja. Uma carta do Papa S. Cornélio a Fábio de Antioquia, escrita no ano 251, testemunha que, em Roma, nessa altura, o Papa tinha reunido à sua volta 46 presbíteros, 7 diáconos, 7 subdiáconos, 42 acólitos e 52 exorcistas, leitores e porteiros.

Uma outra carta, do final do século IV, do Papa S. Siríaco a Himero de

Tarragona, dá-nos conta do acolitado como um serviço generalizado nas comunidades cristãs.

Ao longo dos séculos, nas catedrais, à volta do bispo, ou nas comunidades que iam surgindo, jamais se extinguiu este ministério exercido por gerações e gerações de rapazes.


Tema 2: O Acólito
A palavra “acólito” vem do verbo “acolitar” que por sua vez vem do grego: “keleutos” que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado, ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.
Quem é que o acólito acompanha e serve?
Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração.
É preciso dizer que existem dois tipos de acólitos. Há os chamados

acólitos instituídos e os acólitos não instituídos.
Acólitos instituídos

Chamam-se assim porque o bispo duma diocese chamou-os e os fez

acólitos. Esse chamamento e essa instituição feita pelo bispo significam que

esse acólito é convidado a participar muito empenhadamente na celebração

da eucaristia.
Acólitos não instituídos

Existem em maior número que os primeiros. São os que estão aos domingos a acolitar nas nossas paróquias. São chamados pelo pároco de cada paróquia.


Tema 4: Aparência e comportamentos de acólitos e coroinhas
Todos os domingos ou sábados, ou ainda em Missas Festivas, muito antes de começar a missa, o acólito/coroinha vai para a igreja, sempre bem vestido e limpo; cabelo e barba, mãos e unhas, roupa e sapatos. (*os sapatos devem sempre estar engraxados).

O acólito/coroinha deve estar preparado espiritualmente para receber a sagrada comunhão. É importante que todos os acólitos e coroinhas comunguem, pois estes servem de exemplo para o resto das pessoas na missa. Se por um pecado grave não puderem comungar, comuniquem ao pároco antes do início da Santa Missa.


Tema 5: A Alva e o Cíngulo
Todos os que servem no altar usam uma veste branca de nome alva ou túnica.Todos, desde o padre até ao acólito. O sentido de usarmos esta veste é para mostrarmos a pureza e a santidade recebida no nosso batismo também feita com um veste branca. As alvas/vestes devem estar sempre muito limpas e passadas a ferro.

O cíngulo é um cordão que serve para apertar a alva à cintura, através de um nó que o acólito deverá aprender a dar (no caso das paróquias onde há costume de se utilizar). Depois o acólito deve arranjar a alva de modo a que esta não fique amarrotada, ou pedir a alguém que o ajude.


Capítulo 3 – Gestos e atitudes na Liturgia

Na Liturgia, o acólito/coroinha faz gestos e toma atitudes corporais. Vamos ver quais são os gestos e atitudes mais importantes.


Tema 1: Sinal da Cruz
Quando os nossos pais nos levam para sermos batizados, o sacerdote, os nossos pais e os nossos padrinhos fizeram-nos o sinal da cruz na testa. Ao fazermos o sinal da cruz, por um lado, relembramos que Jesus Cristo morreu por nós para nos salvar dos nossos pecados; e por outro lado, ao mesmo tempo que nos benzemos (fazemos o sinal da cruz em nós mesmos), dizemos as palavras “Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo” ao mesmo tempo que abrimos um espaço onde fazemos algo em nome d’Ele,

assim como professamos que acreditamos na Santíssima Trindade.

Também nos persignamos, isto é, fazemos o sinal da cruz na testa, na boca e no peito. Isto acontece na missa na altura do Evangelho. Para que exista alguma uniformidade nos nossos gestos não façamos isso quando algum de nós não pode (por ser ceriferário ou turiferário).
Tema 2: Estar de pé
Na missa estamos de pé nos momentos mais importantes. É a posição do cristão pois ele é a presença constante de Cristo.
Estamos de pé:
• Desde o início do cântico de entrada até à oração coleta, (que é quando o Padre diz: “oremos).

• Durante o Aleluia, ou outro cântico que preceda o Evangelho, e durante a proclamação do Evangelho;

• Durante a profissão de fé e a oração dos fiéis;

• Desde a oração sobre as oblatas (ofertório) até ao fim da missa, exceto nos momentos abaixo mencionados.


Nota: durante o evangelho todos estão de pé a olhar para quem lê;

Durante a oração eucarística todos de pé a olhar para o altar.
Tema 3: Caminhar

Na missa, para se fazer quase tudo, caminha-se (NÃO SE CORRE!). Assim acontece na procissão de entrada, quando o leitor vai ler ao ambão, durante a preparação do altar, durante a comunhão dos fiéis, e ainda noutros.

O acólito/coroinha deve ser ensinado a caminhar na igreja na presença de Deus.

É IMPORTANTE que em todas as deslocações de um acólito, ele seja o mais discreto possível. Só deve mesmo andar quando de fato, for preciso.


Tema 4: Estar sentado
Quando está sentado o acólito/coroinha deve manter-se de forma digna e bem sentado, com as costas direitas e os pés direitos no chão. Nunca com as

pernas cruzadas ou esticadas, pois não estamos em nenhuma esplanada; estamos na igreja, na missa.

As mãos não devem estar a passear: devem estar em cima dos joelhos.
Muito importante: não falar com os outros acólitos/coroinhas, pois estamos assim nos distraímos e distraímos os outros.
Estamos sentados:
• Durante as leituras que precedem os o Evangelho e o salmo responsorial;

• Durante a homilia;

• Durante a preparação dos dons até «orai irmãos…»;

• Durante o silêncio (ou ação de graças) após a comunhão, se o padre se sentar.


ATENÇÃO: só se senta quando Padre se senta, só se levanta quando o Padre se levanta.
Tema 5: de Joelhos
O estar de joelhos é uma atitude humildade e de adoração perante o que contemplamos. Estar de joelhos não é estar sentados nos calcanhares; é estar direito e com o corpo elevado.
Estamos de joelhos:
Desde a epiclese (* é quando o Padre diz: “mandai vosso Espírito Santo”... e dá-se início a Consagração) até terminar a elevação do cálice;

• Na exposição solene do Santíssimo Sacramento, enquanto o sacerdote ou diácono leva e expõe o Santíssimo, e sempre que quem preside está ajoelhado;

• No início da celebração da Paixão do Senhor, na Sexta-Feira Santa, quando os sacerdotes se prostram de rosto por terra, e quando, na Oração Universal, o diácono ou outro ministro dá essa indicação.
Tema 6: Genuflexão
A genuflexão consiste em dobrar um joelho até ao solo, por respeito, e a voltar a erguer-se de seguida. O corpo deve manter-se direito. O acólito deve genuflectir sempre que passa diante do Santíssimo Sacramento, a não ser que vá em procissão ou leve alguma coisa nas mãos.

Fora da Eucaristia, genuflecte-se sempre que se passa em frente ao Sacrário, genuflecte-se também à cruz desde a celebração da Paixão na Sexta-Feira Santa até à Vigília Pascal.


Tema 7: Inclinação
A inclinação é um sinal de reverência e de honra que se presta às próprias pessoas ou às suas imagens. Há duas espécies de inclinação:

  1. De cabeça (pequena inclinação);

  2. e do corpo (inclinação profunda).


Inclinação profunda:
• Quando o sacrário com o Santíssimo Sacramento não está no presbitério, antes e depois da missa e sempre que se tiver de passar diante do altar;

• Quando na profissão de fé dizemos «e encarnou»;

• Quando, antes de comungar, o sacerdote genuflecte;

• Quando o sacerdote diz «Eis o Cordeiro de Deus…»;

• Sempre seja necessário passar diante do bispo ou do padre;

• O que incensa, ao Santíssimo Sacramento e às pessoas que vai

incensar, antes e depois da incensação.
Pequena inclinação (de cabeça)
• Quando na celebração se pronuncia o nome de Jesus, da Virgem Santa Maria ou do Santo cuja memória se celebra a missa;

• Durante a incensação da Cruz;

• Quando na «confissão», se diz «por minha culpa, minha tão grande culpa»;

Sempre que seja necessário passar diante do Padre;

Sempre que se entrega algum objeto nas mãos do Padre;

• Quando o sacerdote abre ou fecha a porta do sacrário (se este estiver no presbitério);

• No momento da comunhão em que dizemos «amém»;

• Para saudar aquele de quem se receba a paz;

• À cruz da sacristia, antes e depois da missa.
Tema 8: Outros gestos
Bate-se no peito:
o É sinal de oração de coração humilde e consciente como “o publicano que ficou à distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu, mas dizia «Meus Deus, tende compaixão de mim que sou pecador»” e “desceu justificado

para sua casa…” (Lc 18, 13-14).

o Na «confissão», ao dizer «minha culpa, minha…» bate-se duas vezes no peito com a mão direita estendida.
Momento da Paz

Quando o sacerdote ou o diácono diz «saudai-vos na Paz de Cristo», o acólito recebe primeiro a paz do sacerdote, diácono e ministro da comunhão

e depois aos outros acólitos.

Como se dá a paz

Aquele que vai dar a paz, volta-se, sem o saudar, para aquele que vai

receber. Coloca as palmas e os antebraços sobre os braços daquele que vai

receber a paz; inclina-se para a direita e aproxima a face esquerda da face

esquerda deste último, dizendo «a paz de Cristo».
Como se recebe a paz
Aquele que vai receber saúda com uma inclinação de cabeça aquele que lhe leva a paz. Com as mãos abertas e voltadas para cima, e com os antebraços fazendo um ângulo reto com os braços, toca, com as mãos, e os cotovelos do que lhe dá a paz, inclinando-se também para a direita. Responde: «a paz de Cristo». Depois, ambos se endireitam e saúdam com uma pequena inclinação.
Posição das mãos
o Durante a celebração, sempre que estão de pé ou de joelhos, ou se deslocam sem objetos nas mãos, os acólitos/coroinhas põem as mãos juntas, isto é, têm as mãos juntas diante do peito, com as palmas das mãos, os dedos esticados e os polegares cruzados.

o Estando sentados, pousam as palmas das mãos sobre os joelhos.


Observações:
• Quando o Santíssimo Sacramento está exposto, não se saúda ninguém.

• Deve-se sempre evitar estar de costas, quer para o altar, quer para as pessoas mais elevadas em dignidade. Jamais vira-se as costas ao Bispo e ao Padre.

• Para maior dignidade e beleza da missa, é preciso que as atitudes e movimentos dos acólitos sejam executados simultaneamente.

Exemplo disso é: sentar e levantar ao mesmo tempo que o padre, inclinações, genuflexões (usar a nossa visão periférica). Tudo isto exige algum treino e prática.


Capítulo 4 – Os acessórios de culto
Este capítulo tem pouco texto, mas tem algumas fotografias com os

nomes dos diversos objetos que usamos durante a missa e não só. Junto



das fotografias há uma pequena explicação.
Tema 1: Os Vasos Sagrados
Cálice e Patena

Servem para oferecer, consagrar e comungar do Corpo e Sangue de Cristo


Píxide, Cibório ou Âmbula

Vaso com tampa, destinada a conservar as hóstias consagradas no sacrário.


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