Beatriz medeiros bonfim gomes rio de janeiro



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5 - IMAGEMS - Erros de português em postagem do Blog da Thássia.



6 - IMAGEM -: Erro em matéria no site da revista Glamour Brasil, uso de “pestana” como sinônimo para “sobrancelha”.



7- ENTREVISTA: Adriana Bechara, diretora de moda da revista Glamour Brasil, concedida em 6 de novembro de 2013.



- Na sua opinião, o que é tão atrativo nas blogueiras?

Para começar, o jornalismo como ele foi até hoje não vai mais existir. Muito porque o próprio jornalista está ficando obsoleto. Jornalismo é você buscar a notícia, o novo e, quando essa notícia ou esse novo ameaçam o seu trabalho,a primeira reação, de qualquer ser humano, é rejeitar. A gente já entendeu na Glamour que essa é uma mudança que não tem volta. Nosso papel como jornalistas também é reportar esse fenômeno. Fomos a primeira revista a incorporar não só a linguagem, mas avançar, dentro do que a gente considera um bom jornalismo. Um veículo que está à frente do seu tempo. Queremos instigar as pessoas. Não somos um veículo passivo, a gente quer o que é notícia, o que é desconfortante. O jornalismo vai mudar, não sabemos como vai se configurar, mas o conteúdo inteligente vai continuar – só ainda não sabemos como ele será acessado daqui a 5, 10, 15, 20 anos.

Sabemos que nunca mais vai se vender tanta revista quanto antes. O mercado está se retraindo para uma coisa nova, assim como os discos com a chegada da internet. Se você tem Instagram no celular e ama música, segue o Marcus Preto, jornalista da Folha que acompanhou em tempo real a prisão da Rita Lee em Recife. Se você viu tudo ao vivo, de madrugada, na internet, por que vai comprar o jornal do dia seguinte? Você chega ao salão de beleza e pega no telefone para esperar o tempo passar, não precisa ler uma revista.

Na Glamour nós temos no Instagram quase o mesmo tratamento do site da revista. Queremos ser a revista mais atuante em mídia social, em internet. Estamos começando agora, não podemos ficar acomodados, temos que ter vida longa.

Mas, agora respondendo à sua pergunta, as pessoas detestam blogueiras. Por que elas incomodam tanto? Primeiro, porque têm público. Por que? Porque o jornalismo não estava preenchendo esse espaço e o público gosta de ter uma pessoa acessível que fala de igual pra igual. Não é se diminuir, é ter o entendimento que a revista não é uma coisa sagrada. É o mundo que vai dizer o que está acontecendo no mundo, ninguém mais precisa de assessoria de imprensa e veículos de comunicação se não quiser. Se a Ivete Sangalo quiser falar algo, ela fala direto no Twitter. Cada um pode fazer a sua própria divulgação, as blogueiras vieram para ocupar o espaço que os jornalistas não conseguiram ocupar.
- No livro 'O culto do amador', Andrew Keen diz que o aumento da repercussão e do uso da opinião de amadores 'achata a cultura e embaça as fronteiras entre o público e o autor, criador e consumidor, especialista e amador no sentido tradicional', chegando até a ameaçar a existência dos veículos de comunicação tradicionais. Além disso, não é difícil encontrar erros de português nos blogs mais populares do país... Qual é a sua opinião sobre a valorização da opinião de amadores? Acredita que o aumento da popularidade dos blogueiros pode acabar com o lugar da imprensa e dos especialistas?

Não acredito que possa acabar. Os especialistas têm q se abrir pra essa nova dinâmica. Ninguém perguntou se você quer ou não que exista computador, independente da sua vontade, ele vai continuar existindo. Ou você vai se adaptar ao computador ou vai plantar uma horta!

Eu entendo essa questão do conteúdo, mas não adianta ser o físico mais incrível do MIT e ninguém saber quem é ele. Ele tem que trabalhar mais a sua imagem. pra ele chegar onde quer, vai ter q fazer parte do plano de carreira dele, gastar tempo com imagem, ser sociável, se envolver com causas.. A mistificação da profissão, o endeusamento, o jornalista como guru, cada vez menos vai existir. O bom jornalismo, não preguiçoso, não acomodado, inquieto, esse sempre vai ter espaço. Eu acredito que, como bons jornalistas, na Glamour a gente não pode negar o que está acontecendo no mundo. Ninguém nunca falou que as blogueiras entendem tudo de moda, mas existe um interesse sobre elas.

É muito purista achar que a informação é apenas uma questão humana. Sim, é, você pode ajudar muita gente com o jornalismo investigativo, o jornalismo verdade, mas, para a informação existir, ela tem que ser comercializada. Seja no jornal, revista, no papel... Tem que ter alguém por detrás disso. Por que você compra a Veja e não a Carta Capital, por exemplo? Porque você escolheu a informação daquela fonte, porque a considera idônea, se identifica com a posição política daquele veículo. É uma questão comercial também. É fácil dizer: “Estou aqui só pelo amor à humanidade”. Mas você trabalha em um jornal, que paga seu salário, que vende exemplares que possam custear sua ida à Faixa de Gaza para cobrir os conflitos.

É claro que, se você for à Wikipédia, a informação que está lá é genérica – e espero que todas as pessoas saibam disso. Então, se você quiser se aprofundar sobre uma pesquisa sobre neurotransmissores, é melhor comprar a SuperInteressante para ler um artigo sobre isso, com a opinião de especialistas.
- É inegável que existe uma rixa entre os jornalistas e as blogueiras, especialmente no meio da moda - entre os sites de cinema e música, por exemplo, as disputas e implicâncias são mais leves. Por que a Glamour decidiu 'quebrar' esta barreira, colocando as blogueiras em editoriais, perfis e até na capa? 

Se fizéssemos uma capa com atrizes da novela das 21h da Globo, seríamos apenas mais uma na multidão, mas colocar blogueiras na capa é mexer com o sistema. E essa foi a nossa intenção. Não tem nada de leviano ou deslumbramento no que fizemos, foi uma coisa pensada A gente seguiu muito uma das ferramentas do jornalismo mais criativo, a do “por que não”? É uma capa só, não quer dizer que em todas as capas teremos uma blogueira.

Fomos julgados como oportunistas. Desde quando a revista foi lançada, há um ano e meio, pensamos em trazer coisas novas porque somos uma revista nova. Percebemos nesse nicho uma oportunidade de ser visto ou falado, não foi oportunismo, não quisemos pegar carona no sucesso delas. Foi um case de sucesso em toda a Condé Nast, no mundo inteiro. A diretora de redação da Glamour espanhola me disse que fez uma capa com duas it girls de lá inspirada pela nossa capa com as blogueiras!

Fomos a primeira revista a ser lançada nas três plataformas simultaneamente: iPad, site e impressa. A gente já tem essa pegada digital.


- Como foi feita a seleção das concorrentes à capa da edição de julho (Camila Coutinho, Camila Coelho, Thássia Naves, Lalá Rudge e Helena Bordon)? Ao eleger os nomes, vocês pensaram mais na repercussão de cada uma ou na qualidade dos posts feitos?

Para escolher as cinco concorrentes avaliamos o número de seguidores no Instagram e o número de acessos dos blogs. A escolha foi feita em cima de números, exceto pela Helena Bordon, que foi escolhida pela influência dela. Reparamos o quanto ela foi assediada durante as semanas de moda internacionais e achamos que ela tinha uma audiência muito mais qualitativa no universo das it girls e street style. Acabou que, na votação, ela ficou em último lugar, mas recebeu votos e campanha de nomes como Ivete Sangalo, Naomi Campbell e da blogueira italiana Chiara Ferragni, uma das maiores e mais influentes do mundo.


- Desde a primeira edição da revista, também percebo que vocês se preocupam em ter linguagem e projeto gráfico mais 'leves' e informais, pedem nas páginas para que os leitores sigam os editores nas redes sociais, como se a Glamour fosse até um blog impresso. Por quê? Existe a vontade de dar personalidade à publicação, de mostrar para o leitor que é uma pessoa 'de verdade' que escreveu aquela matéria, de gerar maior identificação com o público e criar laços mais estreitos com o cliente/ leitor/ consumidor?

Trabalhamos na Condé Nast, a editora mais respeitada do mundo, e um dos preceitos básicos dela é “os melhores profissionais estão com a gente”. A linguagem jamais vai passar por cima de uma informação de ponta, quente, bem apurada e, sim, personalizada. As pessoas não querem saber o genérico, o que pode ser encontrado no Googl. Se quiserem um hotel em Madri, vão querer saber qual é o hotel recomendado pela melhor blogueira de viagens de Madri. Você quer saber se quem entende do assunto. Um exemplo é a diretora de redação mais importante do mundo, a Anna Wintour, ela é da Condé Nast. Eles acreditam que têm os melhores profissionais e os profissionais são os gurus do mundo em que a gente vive, têm que ser ouvidos e valorizados.

Em uma revista da Editora Abril, por exemplo, você não sabe com quem está falando, não sabe qual revista está lendo, porque são sempre as mesmas pessoas que fazem as várias publicações. Um diretor de arte sai da Capricho e vai para a Elle e depois para a Claudia e assim vai. Um veículo tem uma personalidade própria. E, com essa mistura, a informação fica genérica. O leitor quer sempre a informação em primeira mão, matérias exclusivas, a informação mais importante, mais quente e mais bem apurada e nunca de uma forma genérica, que pareça “jabá”.

- Essa valorização dos profissionais da redação acaba celebrizando os jornalistas também, não?

Isso é uma coisa natural de quem ”tem cara”. Nas revistas da Abril, por exemplo, o conselho editorial vem em primeiro lugar no expediente e lá embaixo a diretora de redação. E a primeira pessoa que fala pela revista é a diretora de redação! Na Glamour americana, por exemplo, eles sempre puxam umas setinhas nos nomes dos jornalistas na seção de expediente com curiosidades e enquetes pessoais e divertidas com a redação, como, por exemplo “qual presente de Natal você compraria para o seu cachorro?”.

A gente costuma fazer visitas de leitoras à redação periodicamente. Já entendemos que a revista é um produto, é uma marca, e o jornalismo está mudando, o papel está acabando, e a gente faz parte dessa marca, a gente faz o branding da marca. Ir visitar a redação é legal, saber como tudo acontece etc.

- No início do 'boom' dos blogs de moda, eles eram valorizados por 'disseminar a informação de moda', democratizar, ir além das páginas das revistas, jornais e sites especializados, feitos por pessoas que 'não vivem a vida real'. Acredita que este ainda é o papel dos blogs de moda ou seus perfis mudaram com o aumento dos publieditoriais? Como você avalia a qualidade da informação de moda transmitida por uma blogueira?
Isso é muito polêmico. A Thássia, por exemplo, muita gente critica, mas o fato é que ela tem muitos seguidores. Ela é apenas uma referência, cumprindo o papel de uma editora de moda interessante, que se veste muito bem, atrai mídia e nós não temos isso agora!Depois da Costanza Pascolato e da Flávia Lafer, não temos mais uma editora com imagem forte assim. A Thássia tem uma função, senão ela não estaria onde está, sendo convidada para os desfiles da Chanel e tudo mais. O papel dela é mostrar como uma mulher moderna se veste, independente de ter dinheiro ou não, ela monta looks que todo mundo quer usar. Ela tem uma relevância. Por que? Porque é uma referência de moda, uma menina que sabe se vestir.

Ah, perdão, acabei não respondendo a sua pergunta. Vamos lá! Ninguém nunca falou que o blogueiro tinha que ser coerente. Elas estão aprendendo como funciona fazendo. É uma questão que ninguém pode julgar. Ninguém é obrigado a ver um blog e, se a blogueira começa a ganhar dinheiro com isso, quem vai dizer que não pode? A ética profissional jornalística você tem em um veículo de informação tradicional. Essa é uma questão polêmica que a informalidade da internet traz.

Se a blogueira tem público, quem disse que uma marca não pode investir nela? E, fazendo, ela vai criando os próprios termos para aceitar essa publicidade. Seja usando só marcas que ela se identifica, aumentando muito o preço para propostas que não se encaixem muito no blog... Como é tudo novo, esse é um processo meio turvo, é um processo de seleção natural, algumas coisas não ficaram claras. Até elas se assentarem, se configurarem, não sabemos no que isso vai dar, mas sabemos que elas não vão desaparecer. Se elas estão tendo público, isso tem que ser visto, questionado.

- Qual a sua opinião sobre os publieditoriais não identificados?

O tempo vai separar o joio do trigo. Quando você começou a seguir a blogueira, ela disse que era idônea? Você não sabe quem ela é e é a sua audiência que faz a diferença. É que nem comprar um produto que você sabe que foi feito com mão-de-obra escrava. Você pode escolher apoiar aquilo ou pagar mais caro nas peças de uma empresa que respeita o trabalhador. Tudo é uma questão política, até a blogueira que você vai seguir. Cada vez mais o público tem que entender, tem que ter uma postura ativa. Quanto mais ativa for essa participação no mundo, mais coisas vão florescer.

8 – ENTREVISTA - Layla Feldman, coordenadora de marketing de gestão de marca da Afghan, concedida em 19 de novembro de 2013.

- Por que escolher uma blogueira para fazer uma coleção com a marca? E por que a Camila Coutinho?
Nossa intenção em escolher uma blogueira de moda foi para crescermos nossas vendas para multimarcas pelo Brasil. Vendemos para 600 pontos de venda e nossa intenção é aumentar este número e este tipo de cliente valoriza bastante as blogueiras de moda. A escolha da Camila Coutinho é porque ela é uma das blogueiras mais importantes e influentes do Brasil e já havíamos iniciado uma parceria com ela em 2013 que havia dado certo, falo 2013 porque a coleção da Camila será vendida no varejo apenas em 2014, vendemos em 2013 para o atacado, para as multimarcas.
- A Afghan costuma apostar em blogueiras para divulgar suas coleções? Por que?

Sim, elas dão bastante retorno quando postam os looks no Instagram, pois assim temos uma visualização no Brasil todo.


- Qual é o maior atrativo e diferencial das blogueiras? 

Acredito que seja o número de seguidores que elas têm no Instagram.


- Como é o retorno que a Afghan recebe dessas parcerias? Apostar em blogueiras é mais 'seguro' ou 'certo' do que em outras plataformas de divulgação tradicionais? Por que?

O retorno é bem positivo a nível de divulgação pelo Brasil. Acredito que nas cidades localizadas mais no interior seja super positivo, as clientes dão maior valor as blogueiras do que as clientes das capitais, por isso apostar em blogueiras é mais certo para atingir essas clientes, que na verdade são nossas multimarcas. Nós valorizamos os produtos que nossas multimarcas compraram divulgando eles pelas blogueiras.


- Qual é a expectativa de retorno dessa coleção da Camila Coutinho, em especial?

Crescimento via atacado para o Brasil.


- Como foi o processo de desenvolvimento da coleção?

A Camila escolheu as peças que mais agradaram ela da coleção de inverno.


- Qual foi o investimento feito nessa parceria?

Isso é um assunto que não podemos comentar.

9 – ENTREVISTA - Gabriela Chaves, do departamento comercial do F*Hits, concedida em 26 de novembro de 2013.
- Como funciona o F*Hits? Como é a relação do F*Hits com os blogs e seus parceiros/ anunciantes? 

O F*Hits vai atrás de clientes para as blogueiras, fechando o post o F*Hits ganha uma parte do valor e a blogueira, outra.
- Como é feita a divisão do faturamento?

Metade/ metade


- Como é feita a seleção dos blogs que serão convidados a participar o F*Hits? Quais fatores são levados em consideração?

Sua audiência e conteúdo especifico.


- Quantos blogs fazem parte da rede atualmente e qual a audiência que eles, juntos, atraem?

São 21 blogs. Não tenho esse número.


- Qual é o posicionamento do F*Hits sobre publicidade velada? A rede interfere na forma como os publieditoriais são feitos em cada blog ou essas decisões são tomadas pelos blogueiros?

Os posts são de acordo com o conteúdo do blog, porque eles não podem perder sua identidade e ficar engessado.


- Em três anos, qual foi o faturamento da rede? Qual foi o impacto do lançamento do F*Hits Shops nesse montante?

Não tenho acesso a esses valores.


- Como são feitas as coleções lançadas no F*Hits Shops?

A coleção é toda escolhida e validada pela própria Alice Ferraz.


- Qual a média mensal de peças vendidas no F*Hits Shops?

Não tenho valores.

10 – ENTREVISTA - Samir Duarte dos Santos, brand editor do Com Que Look Eu Vou, plataforma social da C&A, entre abril de 2010 e abril de 2012, concedida em 5 de novembro de 2013.
- Vocês avaliam o modo como elas postam, se costumam sinalizar os publis, o conteúdo do blog, se elas sabem escrever sem erros de português ou a abrangência delas é mais importante?

Na época em que trabalhei com na C&A, levantei 150 blogs de moda. O analfabetismo funcional de algumas meninas assusta. Comecei a trabalhar com eles bem antes do “boom “das bloguetes F*Hits. Para você ter ideia, um publipost, mais tweet, mais várias ações para várias marcas custara, R$ 5 mil por blog (Blog da Mariah, Sanduíche de Algodão, Chata de Galocha, Fashionismo e Glamour Paraguaio). Hoje em dia, uma ação dessas não sairia por menos de R$ 50 mil por blog.

Eu me preocupei em analisar todos os fatores: adequação do conteúdo, frequência de postagens, criatividade, etc. Hoje, me arrependo de ter chamado algumas pessoas, como o Blog da Mariah, por exemplo, que não passa de um “olha o que eu tenho e você não”. (risos)

Hoje em dia, são pouquíssimas as marcas que se preocupam em contratar meninas que têm um esmero no conteúdo, que se destacam no mar de blogs de moda, se preocupam com o uso português, etc. Geralmente as perguntas são:. Quantos pageviews? Quantos seguidores no Instagram? Quanto mais ,melhor, e é isso.

A mesma coisa acontece com a publicidade velada. Sei de canais, como o Petiscos e o Chata de Galocha, que não fazem publi escondido jamais, porque mantêm a integridade editorial. Muitas meninas bombam só porque são ricas e têm uma gangue de admiradoras que querem ser como elas. Postam publicidade velada sem problema nenhum, elas não têm preocupação editorial. E tem marcas que só fazem com quem esconde que é publicidade. O problema é que quando isso vaza pega muito mal para a blogueira, mas esses casos só repercutem nas redes sociais e as leitoras mais fieis e ingênuas não se abalam com isso.

Um fator que eu sempre levei em consideração também é a quantidade de comentários por post. É muito bom para as marcas ter blogs que geram conversação, que engajam de verdade. Porque tem blog que tem muito acesso, mas é muito distante das leitoras. A menina entra, vê o “Look do dia” e sai. Agora tem blogs que a blogueira pergunta, "e aí meninas, vocês usariam esse batom nude do O Boticário na noite?" e chovem comentários. Isso é muito importante para o cliente, porque é um parâmetro para mostrar que as pessoas retiveram a informação do publipost.


- Por que é legal apostar em blogueiras? Por que os blogs se tornaram um território fértil para a publicidade, sob o ponto de vista dos anunciantes? Qual é o diferencial que os blogs oferecem frente as outras mídias/ canais?

As blogueiras são como as celebridades: elas oferecem endosso. Elas já dão dicas todos os dias, então, quando ela fala que gostou da saia X, as leitoras que já gostam dela também ouvirão sua opinião. Quando você vai procurar algo novo para comprar, você procura um anúncio ou pergunta para um amigo qual a melhor opção? Seja a propaganda que for, se a sua amiga fala que o produto é terrível, você não compra, e esse é o papel das blogueiras. Elas são mais próximas dos leitores, oferecem um endosso melhor e qualificado, e, muitas vezes, com as top blogueiras de moda, você atinge mais o seu público alvo do que colocando um banner em site ou até mesmo com um comercial na TV.



1 Disponível em http://vimeo.com/8882910. Acessado em 06/11/2013.

2 Disponível em http://claudia.abril.com.br/materia/a-linguagem-da-moda-entrevista-com-joao-braga-3781/?p=/moda/tendencias. Acessada em 06/11/2013.

3 De acordo com os dados disponíveis em http://en.wordpress.com/stats/, no dia 12/11/2013. (Imagens 1 e 2 na lista de anexos)

4 Disponível em http://rookiemag.com/shop/. Acessado em 14/11/2013

5 Consultar Imagem 1 na lista de anexos

6 A expressão “bloguistas” foi utilizada pelo autor em sua obra.

7 Disponível em http://www.signature9.com/style-99#rankings. Acessado em 12/11/2013

8 Disponível em http://ffw.com.br/noticias/gente/nao-tenho-medo-de-levar-nao-diz-camila-coutinho-em-entrevista-ao-ffw/. Acessado em 13/11/2013

9 Quantidade de seguidores aferida em 13/11/2013. Disponível em http://instagram.com/thassianaves/

10 Quantidade de seguidores aferiada em 13/11/2013. Disponível em http://instagram.com/voguebrasil

11 Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1194551-blogs-ganham-ate-r-80-mil-por-elogios.shtml. Acessado em 09/11/2013

12 Consultar Imagens 2 e 3 na lista de anexos

13 Disponível em http://ffw.com.br/noticias/gente/nao-tenho-medo-de-levar-nao-diz-camila-coutinho-em-entrevista-ao-ffw/. Acessado em 13/11/2013

14 Disponível em http://mashable.com/2013/10/23/instagram-brand-videos/. Acessado em 24/10/2013.

15 Disponível em http://ffw.com.br/noticias/business/blogs-de-moda-na-mira-do-conar-entenda-a-ultima-polemica-sephora-ysl/. Acessado em 17/11/2013

16 Disponível em http://www.conar.org.br/. Acessado em 17/11/2013

17 Disponível em http://www.conar.org.br/processos/detcaso.php?id=3240. Acessado em 17/11/2013.

18 Disponível em http://vejasp.abril.com.br/blogs/terraco-paulistano/2013/11/blogueiras-de-moda-defendem-criacao-de-sindicato/. Acessado em 02/11/2013

19 Disponível em http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/81877_A+MIRANDA+PRIESTLY+BRASILEIRA. Acessado em 17/11/2013

20 Disponível em http://www.fhitsshops.com.br/. Acessado em 26/11/2013.

21 Disponível em https://www.speciallita.com.br/loja. Acessado em 26/11/2013.

22 Em entrevista à autora disponível em anexo

23 Disponível em http://www.jb.com.br/heloisa-tolipan/noticias/2012/01/14/exclusivo-um-mergulho-no-mundo-das-blogueiras-que-dominam-semanas-de-moda/. Acessado em 20/11/2013

24 Disponível em http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/donna/noticia/2013/11/a-blogueira-e-uma-nova-profissao-que-so-vai-crescer-afirma-a-empresaria-alice-ferraz-4320204.html. Acessado em 18/11/2013

25 Disponível em http://instagram.com/garotasestupidas e http://instagram.com/voguebrasil. Acessado em 26/11/2013

26 Disponível em http://msn.lilianpacce.com.br/

27 Disponível em http://www.blogdathassia.com.br/br/

28 Consultar imagem na lista de anexos

29 Consultar imagens na lista de anexos

30 Consultar imagem na lista de anexos

31 Disponível em http://blogueirashame.com.br/category/chama-o-aurelio. Acessado em 24/11/2013.

32 Disponível em http://revedemode.com.br/entrevista-exclusiva-jorge-wakabara-e-luigi-torre-no-parler-mode/. Acessado em 25/11/2013

33 Disponível em http://revistaglamour.globo.com/PromoGlamour/noticia/plantao.html. Acessado em 22/11/2013

34 Disponível em http://revistaglamour.globo.com/Celebridades/noticia/2013/02/sabonete-pop-conquista-lady-gaga-sandra-bullock-drew-barrymore.html. Acessado em 23/11/2013

35 Consultar imagem na lista de anexos
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