Aulas para o enem



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AULAS PARA O ENEM
GABARITO

QUESTÃO 1 (ENEM 2011) – C

A intenção do autor, no início do poema é caracterizar a figura do retirante nordestino.


QUESTÃO 2 (ENEM 2011) – B

Nos dois últimos versos, Bandeira coloca o questionamento sobre a passagem da vida a partir da observação que faz do cotidiano no interior, o qual, aparentemente, é monótono, mas tem em cada elemento uma especificidade.


QUESTÃO 3 (ENEM 2011) – C

O papel da literatura (representado pelo poema) é, de acordo com o texto, possibilitar a preservação daquilo “que se quer guardar”, ou seja, aquilo que cada um traz dentro de si (subjetividade).



QUESTÃO 4 (ENEM 2011) - E

A partir do texto, pode-se perceber a inovação do léxico “língua-lama” ou “língua-resplendor”. O substantivo “língua” se refere tanto ao idioma quanto ao órgão fonador. A essência feminina aparece em adjetivos como “lépida”, “leve” (título), “velosa” e “doce”.


QUESTÃO 5 (ENEM 2010 – cancelado em razão do vazamento da prova) – D

O romance romântico regionalista procurou mostrar, ainda que de forma idealizada, variadas paisagens, pessoas e culturas do país: a diversidade física e humana (regionalismo) caracterizando uma unidade (o Brasil).

São exemplos característicos O gaúcho, Til, O tronco do ipê – todos de José de Alencar — bem como, entre outros, A escrava Isaura e O seminarista, de Bernardo Guimarães; O cabeleira, de Franklin Távora e Inocência, de Taunay.
QUESTÃO 6 (ENEM 2010 – cancelado em razão do vazamento da prova) – E

Segundo o texto, o poeta / autor cria / imagina um eu lírico que sente o que vai expresso no poema.


QUESTÃO 7 (ENEM 2010 – cancelado em razão do vazamento da prova) – A

No primeiro texto, “pedra” significa obstáculo, empecilho; no segundo, é utilizada como algo agregado a uma tradição e identificado como a própria lavadeira: “A lavadeira e a pedra formam um ente especial, que se divide e se reúne ao sabor do trabalho”. Nos dois textos, portanto, “pedra” é utilizada conotativamente.


QUESTÃO 8 (ENEM 2010 – cancelado em razão do vazamento da prova) – D

A autora analisa, poeticamente, o fato histórico da Inconfidência Mineira, mas aponta um lapso (lacuna, espaço) de tempo entre o que ela poetiza e o seu tempo de poetar, o que lhe permite refletir sobre o fato histórico, ou seu motivo poético.


QUESTÃO 9 (ENEM 2010 – cancelado em razão do vazamento da prova) – C

Nos dois textos, fica evidente a ideia de que a literatura expõe, com maestria, o que muita vezes se deseja esconder. É o caso do primeiro texto, em que se descortina a presena maçante do barão, que com seu pedantismo linguístico estraga o livro: “Infelizmente um doutor, utilizando bichinhos, impunha-nos a linguagem dos doutores. – Queres tu brincar comigo?” Já o segundo texto apresenta a mesma ideia de forma mais evidente: “pois mesmo as obras consideradas indispensáveis para a formação do moço trazem frequentemente o que as convenções desejariam banir. Aliás, essa espécie de inevitável contrabando é um dos meios por que o jovem entra em contato com realidades que se tenciona escamotear-lhe”.


QUESTÃO 10 (ENEM 2010 – cancelado em razão do vazamento da prova) – D

A expressão “Consciência Humana” (V.12), escrita com maiúsculas, e a mudança da 1ª pessoa do singular (eu) para a 3ª pessoa do singular (“a gente” V. 13) deslocam o foco do individual para o universal: embora haja um forte envolvimento do eu lírico com o problema (o confronto com sua consciência), ele não deixa também de ter um posicionamento “distanciado e analítico” — e, portanto, crítico — resultante da observação do comportamento dos homens.


QUESTÃO 11 (ENEM 2010 – cancelado em razão do vazamento da prova) – C

Enquanto no texto de G. Dias a pátria é totalmente idealizada, conforme ideiais do movimento romântico, o texto de O. de Andrade, embora aborde o mesmo tema, não perde a visão crítica da realidade brasileira, como prega a estética modernista.


QUESTÃO 12 (ENEM 2010) – E

A biografia de Machado de Assis que serviu de base à questão apresenta informações encadeadas de maneira cronológica: seu nascimento, a perda da mãe, a criação pela madrasta e a matrícula na escola pública. Apesar de um trecho de maior subjetividade (“o maior escritor do país e um mestre da língua”), a linguagem da biografia é marcada pela objetividade, ou seja, os enunciados foram elaborados para enfatizar o assunto, as informações sobre a vida de Machado, não as impressões pessoais do enunciador sobre elas.

[Gêneros textuais são textos de qualquer natureza, literários ou não literários.

Modalidades discursivas constituem as estruturas e as funções sociais (narrativas, discursivas, argumentativas) utilizadas como formas de organizar a linguagem. Dessa forma, podem ser considerados exemplos de gêneros textuais: anúncios, convites, atlas, avisos, programas de auditórios, bulas, cartas, cartazes, comédias, contos de fadas, crônicas, editoriais, ensaios, entrevistas, contratos, decretos, discursos políticos, histórias eróticas, história de terror ou não, instruções de uso, letras de música, leis, mensagens, notícias . São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica.]


QUESTÃO 13 (ENEM 2010) – D

No fragmento de Capitães da areia, o trapiche em que moram os meninos é descrito como depósito de objetos e, de certa forma, dos próprios moleques marginalizados. Já no texto de Dalton Trevisan, os “animais sagrados” vivem nos fundos do mercado de peixe, espaço de despejo das sobras. Em ambos os casos, por mais que o local não seja a causa direta da exclusão, é por sua caracterização que se evidencia a marginalidade das personagens. Os romances neorrealistas do século XX, mais especificamente os urbanos, são marcados por semelhante contextualização espacial no retrato que fazem das camadas periféricas da sociedade.


QUESTÃO 14 (ENEM 2010) – A

No trecho extraído de Quincas Borba, nota-se um jogo de contrários construído sobre as qualidades dos objetos domésticos (ouro e prata vs. bronze, estatuetas artísticas vs. utensílios) e dos criados (livre vs. escravo, negro vs. branco, estrangeiro vs. nacional). Tais antíteses expressam as tensões entre aparência e essência que levam Rubião, cioso de seu estado de novo rico, a preferir sempre a primeira à segunda, como se nota na dileção pela prata (em desprezo ao do bronze, figurado em temas universais da literatura) e na opção pelo criado espanhol (em desfavor do crioulo, por quem Rubião sentia afetividade).


QUESTÃO 15 (ENEM 2010) – D

O conto “Negrinha” retrata um panorama social do Brasil patriarcal entre o fim do século XIX e o início do século XX: a senhora dona Inácia manifesta o preconceito racial típico dos escravocratas e a postura “embranquecedora” das famílias tradicionais, que rejeitavam a liberdade dos escravos e, por consequência, qualquer equivalência social deles com os patrões.


QUESTÃO 16 (ENEM 2010) – A

A libertação da arte brasileira das normas acadêmicas europeias é uma das principais propostas dos artistas modernistas brasileiros que participaram da Semana de Arte Moderna de 1922. A busca da originalidade na abordagem de temas principalmente nacionais e a valorização das cores também são características presentes nas obras de Anita Malfatti (“Tropical”, “O homem amarelo”, “A mulher de cabelos verdes”) exibidas na exposição realizada em 1917, em São Paulo, quando a artista foi duramente criticada por Monteiro Lobato, no artigo “Paranoia ou mistificação”.


QUESTÃO 17 (ENEM 2010) – D

O texto I explora o sentido de comunidade proporcionado pela “alma encantadora das ruas”. Tal encanto reside na sensação de que este espaço “nos une, nivela e agremia” e porque “nós nos sentimos parecidos e iguais”. Por sua vez, o texto II descreve a consciência que uma mulher possui de sua presença ao se exibir pelas ruas, “debaixo de olhares admirados”, percebendo “o olhar cobiçoso dos homens e o de inveja das mulheres”.


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