Aula 03 o modernismo de 1930, guerra e autoritarismo: linguagem e projeto literário e artístico



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Prof. Caio Américo – Geografia

01. (ENEM – 2014) A urbanização brasileira, no início da segunda metade do século XX, promoveu uma radical alteração nas cidades. Ruas foram alargadas, túneis e viadutos foram construídos. O bonde foi a primeira vítima fatal. O destino do sistema ferroviário não foi muito diferente. O transporte coletivo saiu definitivamente dos trilhos.

JANOT, L. F. A caminho de Guaratiba. Disponível em: www.iab.org.br.

Acesso em: 9 jan. 2014 (adaptado).


A relação entre transportes e urbanização é explicada, no texto, pela
A. retirada dos investimentos estatais aplicados em transporte de massa.

B. demanda por transporte individual ocasionada pela expansão da mancha urbana.

C. presença hegemônica do transporte alternativo localizado nas periferias das cidades.

D. aglomeração do espaço urbano metropolitano impedindo a construção do transporte metroviário.

E. predominância do transporte rodoviário associado à penetração das multinacionais automobilísticas.
02. (ENEM – 2013) Trata-se de um gigantesco movimento de construção de cidades, necessário para o assentamento residencial dessa população, bem como de suas necessidades de trabalho, abastecimento, transportes, saúde, energia, água etc. Ainda que o rumo tomado pelo crescimento urbano não tenha respondido satisfatoriamente a todas essas necessidades, o território foi ocupado e foram construídas as condições para viver nesse espaço.

MARICATO, E. Brasil, cidades: alternativas para a criseurbana. Petrópolis: Vozes, 2001.


A dinâmica de transformação das cidades tende a apresentar como consequência a expansão das áreas periféricas pelo(a)

A. crescimento da população urbana e aumento da especulação imobiliária.

B. direcionamento maior do fluxo de pessoas, devido à existência de um grande número de serviços.

C. delimitação de áreas para uma ocupação organizada do espaço físico, melhorando a qualidade de vida.

D. implantação de políticas públicas que promovem a moradia e o direito à cidade aos seus moradores.

E. reurbanização de moradias nas áreas centrais, mantendo o trabalhador próximo ao seu emprego, diminuindo os deslocamentos para a periferia.


03.(ENEM – 2011) Como os combustíveis energéticos, as tecnologias da informação são, hoje em dia, indispensáveis em todos os setores econômicos. Através delas, um maior número de produtores é capaz de inovar e a obsolescência de bens e serviços se acelera. Longe de estender a vida útil dos equipamentos e a sua capacidade de reparação, o ciclo de vida desses produtos diminui, resultando em maior necessidade de matéria-prima para a fabricação de novos.

GROSSARD. C. Le Monde Diplomatique Brasil, ano 3, n. 36, 2010 (adaptado).


A postura consumista de nossa sociedade indica a crescente produção de lixo, principalmente nas áreas urbanas, o que, associado a modos incorretos de deposição,
A. provoca a contaminação do solo e do lençol freático, ocasionando assim graves problemas socioambientais, que se adensarão com a continuidade da cultura do consumo desenfreado.

B. produz efeitos perversos nos ecossistemas, que são sanados por cadeias de organismos decompositores que assumem o papel de eliminadores

dos resíduos depositados em lixões.

C. multiplica o número de lixões a céu aberto, considerados atualmente a ferramenta capaz de resolver de forma simplificada e barata o problema de deposição de resíduos nas grandes cidades.

D. estimula o empreendedorismo social, visto que um grande número de pessoas, os catadores, têm livre acesso aos lixões, sendo assim incluídos na cadeia produtiva dos resíduos tecnológicos.

E. possibilita a ampliação da quantidade de rejeitos que podem ser destinados a associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, financiados por instituições da sociedade civil ou pelo poder público.


Prof. Caio Américo – Geografia

01. (ENEM – 2014)

Mas plantar pra dividir

Não faço mais isso, não.

Eu sou um pobre caboclo,

Ganho a vida na enxada.

O que eu colho é dividido

Com quem não planta nada.

Se assim continuar

vou deixar o meu sertão,

mesmo os olhos cheios d’água

e com dor no coração.

Vou pro Rio carregar massas

pros pedreiros em construção.

Deus até está ajudando:

está chovendo no sertão!

Mas plantar pra dividir,

Não faço mais isso, não.


VALE, J.; AQUINO, J. B. Sina de caboclo. São Paulo: Polygram, 1994 (fragmento).
No trecho da canção, composta na década de 1960, retrata-se a insatisfação do trabalhador rural com
A. a distribuição desigual da produção.

B. os financiamentos feitos ao produtor rural.

C. a ausência de escolas técnicas no campo.

D. os empecilhos advindos das secas prolongadas.

E. a precariedade de insumos no trabalho do campo.
02. (ENEM – 2014)
Texto I

A nossa luta é pela democratização da propriedade da terra, cada vez mais concentrada em nosso país. Cerca de 1% de todos os proprietários controla 46% das terras. Fazemos pressão por meio da ocupação de latifúndios improdutivos e grandes propriedades, que não cumprem a função social, como determina a Constituição de 1988. Também ocupamos as fazendas que têm origem na grilagem de terras públicas.

Disponível em: www.mst.org.br. Acesso em: 25 ago. 2011 (adaptado).
Texto II

O pequeno proprietário rural é igual a um pequeno proprietário de loja: quanto menor o negócio mais difícil de manter, pois tem de ser produtivo e os encargos são difíceis de arcar. Sou a favor de propriedades produtivas e sustentáveis e que gerem empregos. Apoiar uma empresa produtiva que gere emprego é muito mais barato e gera muito mais do que apoiar a reforma agrária.

LESSA, C. Disponível em: www.observadorpolitico.org.br. Acesso em: 25 ago. 2011 (adaptado).
Nos fragmentos dos textos, os posicionamentos em relação à reforma agrária se opõem. Isso acontece porque os autores associam a reforma agrária, respectivamente, à
A. redução do inchaço urbano e à crítica ao minifúndio camponês.

B. ampliação da renda nacional e à prioridade ao mercado externo.

C. contenção da mecanização agrícola e ao combate ao êxodo rural.

D. privatização de empresas estatais e ao estímulo ao crescimento econômico.

E. correção de distorções históricas e ao prejuízo do agronegócio.

03. (ENEM - 2012)



Na charge faz-se referência a uma modificação produtiva ocorrida na agricultura. Uma contradição presente no espaço rural brasileiro derivada dessa modificação produtiva está presente em:
A. Expansão das terras agricultáveis, com manutenção de desigualdades sociais.

B. Modernização técnica do território, com redução do nível de emprego formal.

C. Valorização de atividades de subsistência, com redução da produtividade da terra.

D. Desenvolvimento de núcleos policultores, com ampliação da concentração fundiária.

E. Melhora da qualidade dos produtos, com retração na exportação de produtos primários.

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