Ateliê Editorial e a Editora da Unicamp



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Edição bilíngue

Tradução

José Clemente Pozenato



Ilustração

Enio Squeff


ISBN 978-85-7480-679-2

18 x 26,7 cm, 536 pp.

R$ 160,00
www.atelie.com.br

blog.atelie.com.br

Twitter:@atelieeditorial

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LANÇAMENTO
30 de maio de 2015, sábado, 16h30.


Ateliê ENIO SQUEFF
Rua Dr. Virgilio de Carvalho Pinto, 419
(acesso pela Rua Artur Azevedo)
Tel. (11) 3088-3632

"Cancioneiro" de Petrarca terá


Lançamento no ateliê do ilustrador

Francesco Petrarca

A Ateliê Editorial e a Editora da Unicamp publicam Cancioneiro, um patrimônio da poesia universal, em edição bilíngue, traduzida por José Clemente Pozenato, e com mais de 700 ilustrações de Enio Squeff, que reconstroem uma visão do ambiente da poesia de Francesco Petrarca.


O Cancioneiro teve antes o nome de Rerum vulgarium fragmenta, em manuscrito do punho do autor, localizado em 1886, no códice Vaticano latino. A primeira edição impressa é de 1470. Nos trinta anos seguintes houve uma dezena de edições da obra, com diferentes títulos, prova de sua grande difusão na Europa. O título Canzionere teria sido atribuído pela primeira vez em 1516. Em 1642 sai com o título Le Rime, edição de Ubaldini, com base no manuscrito original. O título Canzionere tornou-se comum nas edições posteriores ao final do século xix. É como "Cancioneiro", em português, que a obra de Petrarca comparece na edição bilíngüe, da Unicamp e da Ateliê Editorial que será lançada dia 30 de maio, às 16:30 horas, no estúdio de Enio Squeff - Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 419 (Pinheiros).

Para um mundo que começava a querer se expressar na língua comum, no lugar do latim, o Cancioneiro de Petrarca servia de modelo e inspiração, não apenas como forma literária, mas também como concepção. São 366 poemas, sendo 317 sonetos, 29 canções, 9 sextinas, 7 baladas e 4 madrigais. O tema central é o amor, em vida e depois da morte de Laura, a mulher amada. Mas há também poemas que nos situam no cotidiano do poeta, como o da velhinha, de manhã bem cedo, rodando seu tear.

O poeta, ensaísta e ficcionista gaúcho José Clemente Pozenato dedicou cinco anos de trabalho a essa tradução, Inicialmente. Pozenato, procurou embeber-se do estilo petrarquiano, em seguida buscou, dentro do possível, encontrar uma espécie de coloquialidade, que fosse capaz de preservar a musicalidade do idioma original, com isso, conseguiu achados coloquiais extraordinários, sem precisar apelar para “acrobacias” linguísticas, ou para outros recursos discutíveis, como fórmulas arcaicas.

“Não temos a pretensão de analisar, detalhadamente, o conjunto da tradução de Pozenato. Queremos, apenas, valorizá-la, lembrar aos leitores brasileiros que não é sempre que nos é dado topar com um tradutor de tão elevado gabarito. Com a tradução de Pozenato, os brasileiros poderão ler o Cancioneiro de Petrarca, com novos olhos, e sobretudo com novos ouvidos.” (Armindo Trevisan).

O mesmo pode ser dito sobre os mais de setecentos desenhos feitos, "alla prima" sobre os próprios originais, pelo artista plástico Enio Squeff. Ao realizar, por vezes, até três "aguadas" (pincel e nanquim), diretamente, sobre as páginas em provas, o artista pretendeu imprimir um toque de improviso, consentâneo com o caráter de muitos poemas compostos por Petrarca.

No dia do lançamento - ler depoimento de Enio Squeff, abaixo - todo o comprador do livro, terá uma cópia da página, devidamente assinada pelo artista.


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