Ars nova-coral da ufmg



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ARS NOVA-CORAL DA UFMG

55 ANOS
Natal - 2014

Coro e Orquestra Barroca

Maestrina Iara Fricke Matte

Johann Sebastian Bach

e

Antoine Brumel


13 de dezembro - 20h30 14 de dezembro - 20h30

Teatro Bradesco Igreja São José

CAPA



ARS NOVA-CORAL DA UFMG PÁGINA 1


Este ano o Ars Nova-Coral da UFMG comemora 55 anos de fundação e 50 anos de vinculação à Universidade Federal de Minas Gerais. Fundado em 1959, tornou-se referência na área de canto coral no Brasil e no exterior. Durante sua história, mais de quinhentos coristas fizeram parte do grupo e muitos consolidaram suas carreiras musicais no Brasil e em outros países. Sob a regência do maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca – de 1962 a 2004 – o coro conquistou inúmeros prêmios e condecorações em importantes festivais internacionais - Concurso Polifônico Internacional “Guido d’Arezzo”, Festival de Coros de Atenas, Festival Internacional de Música de Cantonigrós - dentre outros. Foram mais de 1400 apresentações no Brasil e em outros dezessete países, em palcos tão diversos como o Lincoln Center de Nova Iorque e a Casa da Ópera - Teatro Municipal de Ouro Preto. A atuação, mesmo que por um curto período de tempo, dos maestros Sergio Magnani (de 1959 a 1962), Rafael Grimaldi (de 2004 a 2008) e Willsterman Sottani (de 2008 a 2009) contribuiu de forma consistente para o fortalecimento artístico do grupo.
Desde 2013 o Ars Nova é regido pela maestrina Iara Fricke Matte, que também faz a sua coordenação artística. A presente proposta de trabalho, eclética e dinâmica, tem como principal objetivo a democratização da arte coral, priorizando a difusão do repertório de música antiga e contemporânea. Foram realizados, desde então, 26 concertos em Belo Horizonte, em cidades do interior de Minas Gerais, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e em Campinas e Vinhedo, estado de São Paulo, todos com ótima audiência. Dentre estes, destacam-se o concerto do Oratório de Natal de J. S. Bach, realizado no Cine Theatro Brasil e na Capela do Colégio Arnaldo, em Belo Horizonte, e dois concertos dedicados ao repertório barroco europeu e colonial brasileiro, para coro, orquestra e solistas, com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, nas cidades de Tiradentes e São João del Rei. As ações do Ars Nova-Coral da UFMG repercutiram por meio de 6 programas de televisão e por publicações em redes sociais e pela promoção de palestras e oficinas proferidas por especialistas em música medieval e renascentista, retórica e engenharia de som.
A comemoração de mais um aniversário impulsiona o grupo a enfrentar novos desafios no futuro próximo, como a intensificação da divulgação da arte coral, incluindo a internacionalização da música coral brasileira; o incentivo à composição de obras inéditas; a interpretação, divulgação e estudo de obras corais luso-brasileiras; e a organização de cursos, minicursos, oficinas e palestras.
Este concerto é dedicado ao Maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca e a todos os coristas e pessoas que contribuíram, direta ou indiretamente, com o desenvolvimento do trabalho do Ars Nova-Coral da UFMG nestes seus 55 anos.






NOTAS DE PROGRAMA PÁGINA 2

O concerto desta noite traz duas obras do grande compositor de Eisenach, Johann Sebastian Bach: o moteto Singet dem Herrn ein neues lied/ Cantai ao Senhor um cântico novo e a Missa em Lá Maior BWV 234, além do Gloria, da Missa Et ecce terrae motus, do compositor francês Antoine Brumel. O moteto, para coro duplo e acompanhamento, que dá início a este concerto, foi composto provavelmente no final de 1726 e estreado em Leipzig em 1727. Apesar de não ser uma obra escrita especificamente para o Natal (existe a teoria de que tenha sido escrito para a celebração do aniversário de Frederico Augusto I, da Saxônia) é, entretanto, um canto de louvor e regozijo, carregado de uma exuberância não usual para um moteto. Inicia-se com as palavras: Singet dem Hern ein neues Lied, die Gemeine der heilingen sollen ihn loben. Israel freue sich des, der ihn gemacht hat/ Cantai ao Senhor um cântico novo, a assembleia dos santos deve louvá-lo. Que Israel se alegre daquele que o criou, extraídas do salmo 149, e que estabelecem o tom geral do moteto.


Diferentemente das cantatas litúrgicas com as quais Bach provia toda semana a liturgia luterana de sua comunidade, ele não tinha a obrigação de escrever motetos com esta finalidade, sendo provavelmente esta uma das razões pelas quais existem tão poucos motetos e uma enorme produção de cantatas. Outra explicação para o número reduzido de motetos está relacionada à teoria de que eles teriam sido escritos com fins didáticos: ensinar alunos sobre diferentes aspectos da composição musical, o contraponto e a interpretação, ou para fins específicos, como funerais ou aniversários. Com certeza este moteto ora apresentado é um dos mais complexos e elaborados, além de ser altamente criativo. Não é ao acaso que esta seja uma das poucas obras de Bach que seguiu vigente e sendo interpretada depois de sua morte, muito antes do redescobrimento de sua música em meados do século XIX. Ao provável fato de que o moteto teria fins didáticos, soma-se a teoria/lenda, citada inúmeras vezes, de que Mozart ouviu o moteto num concerto e exclamou que “sem dúvidas se pode aprender muito com ele”.
Musicalmente o moteto Singet dem Herrn ein neues lied está dividido em três partes: rápida-lenta-rápida. O primeiro movimento apresenta inumeráveis repetições da palavra “singet” (canta) em imitação entre os dois coros e uma fuga central que desemboca numa sequência descendente com melismas sobre a palavra “Reigen” (bailes/danzas). O segundo movimento, com um carácter completamente diferente, apresenta um diálogo entre os dois coros: um entona um coral bastante homofônico, baseado numa antiga melodia popular e o outro canta alguns motivos mais livres, contrapontísticos e ornamentados. O movimento final (em duas partes) começa com uma parte antifonal/imitativa entre os coros e conclui com uma maravilhosa fuga, exultante e propícia para a época natalina, que se utiliza das últimas duas linhas do texto do salmo 150 “Alles, was Odem hat, lobe den Herrn Halleluja!/Tudo o que respira, louve ao Senhor, Aleluia!”

No auge da escrita vocal renascentista, a missa Et ecce terræ motus, composta em 1497, cerca de 230 anos antes do moteto de Bach, utiliza-se de 12 vozes independentes que prenunciam a escrita policoral, audíveis no Gloria apresentado nesta noite. É neste período que as várias vozes das obras passam a ser compostas simultaneamente, influenciadas pelo pensamento harmônico, ao invés da maneira anterior de se compor, onde compunha-se uma voz de cada vez. Esta missa foi executada várias vezes após sua composição, tendo sido preservada no livro coral de Munique e apresentada por Lassus por volta de 1570.


Brumel era considerado um dos grandes compositores renascentistas depois de Josquin Des Prez e contribuiu enormemente com as mudanças estilísticas de sua época que demonstram uma alteração da escrita melismática fluida para uma escrita onde o contraponto é cadenciado por claros pontos de imitação, que seccionam o discurso e permitem desvelar seus textos poéticos. O Gloria é um hino em prosa cuja primeiras referências são como uma oração matutina na Constituição Apostólica (c.380) e numa versão grega do séc. II. O hino foi composto por um indivíduo, ao invés de retirado de um salmo da bíblia, e foi utilizado no rito romano por volta do século VI, normalmente reservado para ocasiões especiais, especialmente a estação natalina.
Outra missa finaliza o programa, a Missa em Lá Maior BWV 234 de J. S. Bach, composta provavelmente em 1738 em Leipzig, onde música polifônica em latim ainda era utilizada no culto luterano, nos domingos festivos. Nesta época ele compôs quatro missas brevis (BWV 233-6) que utilizam-se somente do texto do Kyrie e do Gloria do ordinário da missa. Elas contam com o elemento comum de incorporar uma grande quantidade de material que ele mesmo já havia composto em obras anteriores. Esta prática, conhecida como “parodia musical” (que não tem nada que ver com o termo moderno ou teatral de parodia no sentido de sátira), foi muito comum na sua época e Bach não foi o único compositor barroco a utiliza-la. Na realidade, mais excepcional seria encontrar um compositor do período barroco que não tivesse realizado parodias. As quatro missas brevis de Bach possuem 6 movimentos e vários deles são paródias, como é o caso do Gloria da Missa em Lá Maior que se utiliza do material musical da cantata BWV 67 “Halt im Gedächtnis Jesum Christ”, do solo de soprano Qui tollis, que baseia-se na cantata BWV 179 “Siehe zu, daß deine Gottesfurcht nicht Heuchelei sei”, do solo de contralto Quoniam que parodia a cantata BWV 79 “Gott der Herr ist Sonn und Schild” e o vivace do coro final que baseia-se no coro inicial da cantata BWV 136 “Erforsche mich, Gott, und erfahre mein Herz”.
Jairo Serrano e Iara Fricke Matte

PÁGINA 3

Maestrina Iara Fricke Matte

Doutora em regência Coral pela Indiana University/EUA (2009), onde se especializou em Música Antiga e História da Música, tendo como principais orientadores os maestros Jan Harrington e John Poole. Em Indiana teve a oportunidade de reger o University Choir e Pro-Arte Singers.
Recebeu seu diploma de mestrado em 1996, pela University of Minnesota/EUA, onde atuou como professora assistente da área coral, tendo regido obras de diversos períodos. Graduou-se em regência na UNICAMP sob a orientação de Henrique Gregori e participou do Coral Latex, um coro cênico experimental, que influenciou uma geração de músicos, atores e dançarinos. Em 2000, coordenou o Festival Bach em homenagem aos 250 anos da morte do compositor, no qual dirigiu a montagem da Paixão Segundo São João.

Durante a sua carreira vem se dedicando ao estudo e à performance de obras do período barroco, renascentista e contemporâneo, tendo atuado como regente convidada da Camerata Antiqua de Curitiba e em importantes festivais brasileiros de Música Antiga. Como regente apresentou obras tão variadas como a ópera Orfeo de Monteverdi, Oratório de Natal, diversas cantatas e motetos de Bach, Dixit Dominus de Handel, Missa Nelson e Te Deum de Haydn, Réquiens de Mozart, Brahms e Duruflé, Concerto Grosso n. 6 de Handel, Sinfonia dos Salmos de Stravinsky, Rejoice in the Lamb de Britten, Missa em Dó Maior de Beethoven, Carmina Burana de Carl Orff, entre outros.


Desde seu regresso ao Brasil integra a comissão coordenadora da Semana de Antiga Música da UFMG, sendo coordenadora geral da última edição: “bizzarie alegórica” em 20013. Coordena também, desde 2010, a Série Fermata, uma série anual de concertos de obras para coro e orquestra promovida pela Escola de Música da UFMG. É professora de regência da Escola de Música da UFMG desde 1997 e em 2013 foi nomeada regente titular e coordenadora artística do Ars Nova – Coral da UFMG.


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Soprano – Emanuelle Cardoso

Emanuelle Cardoso, soprano, iniciou seus estudos no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (CEFAR) em 2012, no qual dá continuidade ao curso, na classe da professora Conceição Nicolau. Orientada pelo maestro Márcio Miranda Pontes, participou do curso de regência coral, pelo projeto Oficina Coral. Atuou como regente do Coral Prata Encanto & Voz, de São Domingos do Prata; do Coral Infantil Unimed – BH, e do Lumen – Grupo Artístico, neste último, também como idealizadora. Cursa bacharelado em canto na UEMG, com a professora Lílian Assumpção; atua como regente do Coral SICOOB CREDICOM e é integrante do Ars Nova – Coral da UFMG, sob a regência da maestrina Iara Fricke Matte. Foi vencedora do Concurso Jovem Músico BDMG em 2014.

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Contralto – Jennifer Imanishi

Nascida em Belo Horizonte (MG) e criada no Japão, iniciou seus estudos de musicalização na escola regular da província de Saitama. Ingressou no Bacharelado em Música Popular da Escola de Música da UFMG em 2011. Em 2012, começou a se interessar pelo canto lírico, decidindo realizar a prova para mudança de habilitação e aprofundar o seu conhecimento sobre o canto. Atualmente, cursa o 5º período de Bacharelado em Canto Lírico na classe do professor Mauro Chantal. Como membro integrante do Ars Nova coral da UFMG, em 2014 apresentou concertos em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Campinas sob a regência da maestrina Iara Fricke Matte. No mês de abril, participou na turnê estadual (Tiradentes e São João Del-Rei) com o Ars Nova-Coral da UFMG e a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sob a regência do maestro Marcos Arakaki.

Contralto – Sônia Apcon



Natural de Santa Luzia, MG, a mezzo soprano Sônia Apcon estudou canto com os professores Nalu Alvim, Eliseth Gomes, Marilene Gangana, Paulo Henrique Campos e Marisa Simões. Cursa Bacharelado em Música com Habilitação em Canto pela Escola de Música da UEMG, na classe da Professora Marisa Simões. Graduada em Licenciatura em Música com Habilitação em Canto pela Escola de Música da UEMG, na classe do Professor Paulo Henrique Campos. Atuou como solista na Missa Abreviada de Manuel Dias de Oliveira e na Grande Missa de Lobo de Mesquita. É integrante do Ars Nova – Coral da UFMG, sob a regência da maestrina Iara Fricke Matte.


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Tenor – Júlio Mendonça

Tenor, iniciou seus estudos musicais aos nove anos de idade na Corporação Musical Lira São Sebastião de Itatiaiuçu (MG), onde estudou vários instrumentos sob orientação do Maestro Charles Roussin. Teve aulas de canto com Hugo Silva, Marcos Thadeu Miranda, Francisco Campos, Amin Ferez, Rio Novelo, Isabel Maresca, Marília Vargas e Neyde Thomaz. É Bacharel em Canto pela UEMG (2012), pela classe da professora Marisa Simões. Foi vencedor do Concurso Jovem Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, na Categoria Canto em 2010 e atuou como solista nas obras: Credo de Manoel Julião da Silva Ramos, gravado no 8º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, Messias de Handel, com a Orquestra de Câmara de Itaúna, La Cambiale di Matrimonio de Rossini, no Festival Nacional de Música de Divinópolis, O Guarani de Carlos Gomes, no Teatro Castro Alves em Salvador, Nabbuco de Verdi, no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, dentre outras. Como cantor do Coral Lírico de Minas Gerais, participou das óperas Aida, Macbeth e La Traviata, de Verdi; O Guarani de Carlos Gomes; Turandot, Tosca e La Bohème, de Puccini; Les Pêcheurs de Perles, de Bizet; Andrea Chénier, de Giordano e de obras sinfônico corais: Oratório “Messias” de Handel e a 9ª. Sinfonia de Beethoven e Carmina Burana, de C. Orff. É Maestro há dez anos da Corporação Musical Lira São Sebastião em Itatiaiuçu (MG) e integra o Ars Nova-Coral da UFMG desde 2013.


PÁGINA 7
Baixo – Vinicius Abreu

Iniciou seus estudos musicais em 2005 fazendo aulas de canto e percepção musical com o pianista César Custódio. No ano de 2007 ingressou como coralista iniciante no Coro Jovem Sinfônico de São José dos Campos, em 2009 como coralista avançado e em 2011 como coralista semi-profissional, o Coro Jovem Sinfônico de São José dos Campos tem como Maestro Sérgio Wernec Jr. Passou a ter aulas de canto lírico com a Mezzo-Soprano Lídia Shäffer no ano de 2008. No ano de 2008, juntamente com o Coro Jovem Sinfônico de São José dos Campos, passou a ter aulas de Viola de Orquestra na ULM (Universidade Livre de Música), onde estudou e participou da orquestra jovem até o fim do ano de 2010. No ano de 2013 ingressou na Universidade Federal de Minas Gerais, sendo orientado pelo Prof. Dr. Mauro Chantal até o presente momento. É membro do Ars Nova-Coral da UFMG.



PÁGINA 8

PROGRAMA

Johann Sebastian Bach Moteto: Singet dem Herrn ein neues Lied

(1685-1750)
Antoine Brumel Gloria da Missa “Et ecce terrae motus

(ca. 1460-1515)

* * *
J. S Bach Missa em Lá Maior, BWV 234

1. Kyrie

2. Gloria

3. Domine Deus (Baixo)

4. Qui tollis peccata mundi (Soprano)

5. Quoniam tu solus (Contralto)

6. Cum Sancto Spiritu
Regência:

Maestrina Iara Fricke Matte


Solistas:

Emanuelle Cardoso – soprano

Jennifer Imanishi – contralto (13/12/2014)

Sônia Apcon – contralto (14/12/2014)

Júlio Mendonça – tenor

Vinicius Abreu - baixo



PÁGINA 9

ARS NOVA–CORAL DA UFMG

regente

Maestrina Iara Fricke Matte


regente assistente

Diego D’Almeida




sopranos

Ana Rennó

Emanuelle Cardoso

Luciana Alvarenga

Natalie Christine

Raíssa Brant

Polliana Martins


contraltos

Bruno Thadeu*

Diego D’Almeida

Higo Dias

Iolanda Camilo

Jennifer Imanishi

Sérgio Anders

Sônia Apcon




tenores

Charles Muzi

Daniel Rezende Lopes

Eder Nepomuceno

Júlio Mendonça

Warley Machado




baixos

Giancarlos de Souza

Matheus França

Pedro Lucas Vianna

Samuel Ferreira

Vinicius Abreu



* convidado
chefes de naipe

Emanuelle Cardoso (sopranos), Diego D’Almeida (contraltos), Júlio Mendonça (tenores) e Samuel Ferreira (baixos)


administradora institucional

Nina Mendonça


produtor cultural

Sérgio Diniz


bolsistas

Angelo Dias

Deise Barreto

Jessica Lizandro

Vitor Pereira
PÁGINA 10
ORQUESTRA BARROCA

músicos convidados

Traverso

Lúcia Alves Melo

Paulo da Mata
Violinos I

Juliano Buosi - spalla

Letizia Roa
Violinos II

Clara Sawada

Waldir Gomes Filho
Viola

Alexandre Gloor


Violoncelo

Lucas Bracher


Contra-baixo

Fausto Borém


Órgão

Edite Rocha


Cravo

Robson Bessa



TRADUÇÕES PÁGINA 11

Singet dem Herrn ein neues Lied, BWV225 Johann Sebastian Bach
Singet dem Herrn ein neues Lied, Cantai ao Senhor um cântico novo;

Die Gemeine der Heiligen sollen ihn E o seu louvor ressoe na assembléia dos santos.

loben.Israel freue sich des, der ihn gemacht hat. Alegre-se Israel em Teu criador,

Die kinder Zion sei’n fröhlich über ihren Könige. Os filhos de Sião regozijam-se em seu Rei.

Sie sollen loben seinen Namen im Reigen, Louvem o Seu nome entre danças,

Mit Pauken und Harfen sollen sie ihm spielen. Cantai-Lhe salmos com o tímpano e a harpa.
Wie sich ein Vat’r erbamet, Como um pai se compadece

Gott, nimm dich ferner unser an. Deus continue a nos sustentar,

Üb’r seine junge Kinderlein, de seus jovens filhos

Gott, nimm dich ferner unser an. Deus continue a nos sustentar,

So tut der Herr uns allen Assim o Senhor se compadece de todos nós

Gott, nimm dich ferner unser an. Deus continue a nos sustentar,

So wir ihn kindlich fürchten rein. Que demonstramos medo puro como das crianças.

Gott, nimm dich ferner unser an. Deus, continue a nos sustentar,

Er kennt das arm Gemächte, Ele sabe do que somos feitos

Gott, nimm dich ferner unser an. Deus, continue a nos sustentar,

Gott weiss, wir sind nur Staub. Deus vê que somos nada, mas pó.

Denn ohne dich ist nichts getan Pois sem Ele nada é alcançado

Mit allen unsern Sachen; Apesar de todos nossos esforços;

Gleich wie das Gras von Rechen, Como a grama antes do ancinho

Gott, nimm dich ferner unser an. Deus, continue a nos sustentar.
Ein Blum und fallend Laub! Uma flor e uma folha caindo,

Denn ohne dich ist nichts getan Pois sem Ele nada é alcançado

Mitt allen unsern Sachen. Apesar de todos os nossos esforços.

Der Wind nur drüber wehet, O vento tem somente de soprar

Gott, nimm dich ferner unser an. Deus, continue a nos sustentar.

So ist es nicht mehr da. E nada mais.

Drum sei du unser Schirm und Licht, Seja nosso protetor e nossa Luz.

Und trügt uns unsre Hoffnung nicht, E não nos deixe sem esperança,

So wirst du’s ferner machen. Faça-nos parecidos a Ele.

Also der Mensch vergehet, Assim o homem passa,

Sein End das ist ihm nach. E seu fim é próximo.

Wohl dem, der sich nur steif und fest Feliz é o homem que firme e constante

Auf dich und deine Huld verlässt. Coloca sua confiança Nele e na Sua graça.

Lobet den Herrn in seinen Taten, Louvai o Senhor por suas obras grandiosas

Lobet ihn in seiner grossen Herrlichkeit. Louvai-o por sua excelsa majestade.

Alles was Odem hat, lobe den Herrn, Tudo o que respira louve o senhor.

Halleluja! Aleluia!


Gloria Antoine Brumel

Gloria in excelsis Deo, Gloria a Deus nas alturas,

et in terra pax hominibus e paz na terra aos homens

bonae voluntatis, de boa vontade,

Laudamus te, benedicimus te, Nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos,

adoramus te, glorificamus te, Nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos.

Gratias agimus tibi, Nós vos damos graças,

propter magnam gloriam tuam, por vossa grande glória.

Domine Deus, Rex coelestis, Senhor Deus, Rei do céu,

Pater omnipotens. Domine Fili Deus Pai onipotente. Senhor

unigenite, Jesu Christe, Filho unigênito, Jesus Cristo,

Domine Deus, Agnus Dei, Senhor Deus, Cordeiro de Deus,

Filius Patris, Filho do Pai,

Qui tollis peccata mundi, Vós que tirais os pecados do mundo,

miserere nobis, tende piedade de nós,

Qui tollis peccata mundi, Vós que tirais os pecados do mundo,

suscipe depracationem nostram, recebei nossa súplica.

Qui sedes ad dexteram Patris, Vós, que estais sentado à direita do Pai,

miserere nobis, tende piedade de nós,

Quoniam tu solus sanctus, Porque só Vós sois Santo,

tu solus Dominus, Só Vós sois Senhor,

tu solus altissimus, Jesu Christe, Só Vós, o Altíssimo, ó Jesus Cristo,

cum sancto spiritu in gloria Com o Espírito Santo, na glória de

Dei Patris, Amen. Deus pai, Amem.

Missa em Lá Maior,BWV 234 Johann Sebastian Bach

Kyrie eleison Senhor tende piedade de nós

Christe eleison Cristo tende piedade de nós

Kyrie eleison Senhor tende piedade de nós
Gloria in excelsis Deo, Gloria a Deus nas alturas,

et in terra pax hominibus e paz na terra aos homens

bonae voluntatis, de boa vontade,

Laudamus te, benedicimus te, Nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos,

adoramus te, glorificamus te, Nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos.

Gratias agimus tibi, Nós vos damos graças,

propter magnam gloriam tuam, por vossa grande glória.

Domine Deus, Rex coelestis, Senhor Deus, Rei do céu,

Pater omnipotens. Domine Fili Deus Pai onipotente. Senhor

unigenite, Jesu Christe, Filho unigênito, Jesus Cristo,

Domine Deus, Agnus Dei, Senhor Deus, Cordeiro de Deus,

Filius Patris, Filho do Pai,

Qui tollis peccata mundi, Vós que tirais os pecados do mundo,

miserere nobis, tende piedade de nós,

Qui tollis peccata mundi, Vós que tirais os pecados do mundo,

suscipe depracationem nostram, recebei nossa súplica.

Qui sedes ad dexteram Patris, Vós, que estais sentado à direita do Pai,

miserere nobis, tende piedade de nós,

Quoniam tu solus sanctus, Porque só Vós sois Santo,

tu solus Dominus, Só Vós sois Senhor,

tu solus altissimus, Jesu Christe, Só Vós, o Altíssimo, ó Jesus Cristo,

cum sancto spiritu in gloria Com o Espírito Santo, na glória de

Dei Patris, Amen. Deus pai, Amem.
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Universidade Federal de Minas Gerais
Reitor

Jaime Arturo Ramirez


Vice-reitora

Sandra Goulart Almeida


Diretora de Ação Cultural

Leda Maria Martins


Diretor Adjunto de Ação Cultural

Fernando Antônio Mencarelli


Diretora da Escola de Música

Mônica Pedrosa de Pádua


Vice-diretora da Escola de Música

Cecília Nazaré de Lima




Realização
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