Anima Mea Concerto no Convento Corpus Christi, 14junho2015



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Anima Mea

Concerto no Convento Corpus Christi, 14junho2015


  1. APRESENTAÇÃO

O coro Anima Mea faz dez anos de atividade. É muito, é pouco?

É um tempo de cumplicidade e gozo, encaixado no espaço-tempo das nossas vidas. E esse é todo o tempo do mundo.



  1. Esta celebração em forma de concerto é a reafirmação de um propósito de cidadania…

Queremos que este seja um projecto musical de divulgação do património da música vocal polifónica, em particular da música portuguesa e ibérica dos séc. XVI-XVIII.

E que a intervenção cultural do grupo procure privilegiar públicos com menos oportunidades de contacto com a música coral desta época, através de concertos comentados com uma intenção pedagógica que visa despertar o gosto pela música e contribuir para o enriquecimento cultural dos cidadãos.

É urgente - e uma tarefa de todos os cidadãos - redescobrir a cidade como espaço de encontro, como lugar dinâmico e criativo, em contraponto à cidade fechada e conflitual; e criar eventos que tornem possível a convivência, que aumentem o nosso sentido de comunidade, que permitam uma maior coesão social, que ajudem a construir, de uma forma criativa, melhores e mais felizes maneiras de viver.

As cidades nascem da concretização de ideias, de um pensamento sobre o futuro, que surge em torno da criatividade, imaginação e liberdade.




  1. Pensámos este concerto em forma de viagem sobre um nome: o nosso.

Anima Mea. Nome polissémico. Música e Poesia. Sagrado e Profano.
Magnificat anima mea Dominum. Exulta a minha alma no Senhor.

Anúncio. Nascimento. Alegria. Novidade. Júbilo.


Anima Mea. Alma Minha gentil que te partiste.

Amor. Paixão. Relação. Desejo.


Tristis est anima mea. A minha alma está triste.

Paixão. Dor. Reflexão. Interioridade. Contemplação.

Esta viagem tem como portos de partida e de chegada peças musicais jubilosas de agradecimento a esta vida que partilhamos.

Ilustram estes temas alguns poemas que ajudarão a manter o ritmo da viagem.





  1. PROGRAMA

(1) Te Gloriosus Domenico Scarlatti (1685-1757)


(2) Magnificat Anima Mea

Anunciação poesia de Rainer Maria Rilke

Magnificat Johann Pachelbel (1653-1706)

Salve Regina Diogo Dias Melgás (1638-1700)

Regina coeli D. Pedro de Cristo (1540-1618)


(3) Alma Minha gentil que te partiste

Alma minha gentil que te partiste poesia de Luiz Vaz de Camões

Pois meus olhos Luís de Freitas Branco (1895-1955)

Dieu, qu’il la fait bon regarder Claude Debussy (1862-1918)

Alma minha da minh’alma Fernando C. Lapa (1950)


(4) Tristis est Anima Mea

Horto das Oliveiras poesia de Rainer Maria Rilke

Tristis est Anima Mea Manuel Cardoso (1566-1650)



Adoratio crucis Diogo Dias Melgás (1638-1700)
(5) Gracias a la vida poesia e música de Violeta Parra

Te Deum laudamus W. Amadeus Mozart (1756-1791)


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