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Fieira


A vazão do polímero na fieira, associada à velocidade de enrolamento destes filamentos, define o padrão de orientação molecular da fibra. No caso do poliéster, geralmente é utilizado um padrão de orientação molecular parcial, daí o nome POY (“Partially Oriented Yarn”) pelo qual este produto é comumente conhecido.





Bobina de POY

Como já comentado, mesmo já estando na forma de filamentos, este POY ainda é um produto intermediário, pois mesmo que já tenham sido definidas características importantes como espessura dos filamentos, quantidade de filamentos, secção transversal, maticidade e até mesmo cor, ele ainda não apresenta grau de orientação molecular adequado, nem aspecto e toque necessários às aplicações têxteis.
O POY é utilizado como matéria-prima pela maioria das unidades texturizadoras de poliéster transformando-o por intermédio de ações térmicas e mecânicas para a obtenção do fio texturizado (DTY), cujas características físicas, de volume e toque se adaptam às aplicações têxteis.
O processo de texturização por falsa torção, ou simplesmente texturização, é realizado em equipamentos chamados texturizadoras, que transformam a matéria-prima POY por meio de ação termo-mecânica. Esta técnica consiste basicamente em deformar de uma maneira controlada e contínua os filamentos do POY para conferir-lhe aspecto e toque adequados. A figura abaixo, mostra de modo simplificado o processo de texturização convencional por falsa torção, onde o fio de poliéster é pinçado pelo primeiro eixo (W1), que determina a velocidade de desenrolamento da matéria prima. A segunda pinçagem (W2) acontece a uma velocidade mais alta que a primeira, que facilitada pela temperatura do forno de texturização (primeiro forno), proporciona a estiragem e a consequente orientação molecular do fio.

Diagrama simplificado do processo de texturização

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