Acknowledgments and memorial of teacher training



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AGRADECIMENTOS E MEMORIAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
ACKNOWLEDGMENTS AND MEMORIAL OF TEACHER TRAINING

Resumo. O presente artigo é fruto de uma investigação no contexto do Doutorado em Educação na Universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP, na disciplina Escrita autobiográfica. A pesquisa objetiva explicitar o processo de escrita de si, que constitui um memorial, é um rico processo de reflexão e a partir daí surge a oportunidade de estender essa escrita do memorial de formação aos professores aos Cursos de Formação. Não é diferente com os agradecimentos de dissertações e teses, que ao satisfazer o desejo de mostrar toda a gratidão a pessoas importantes em nossas vidas, que de alguma forma contribuíram na caminhada de formação. Portanto, podemos comparar esse tipo de escrita com escrever as nossas próprias memórias. A escrita é exatamente o que queremos que ela seja. Tudo o que ela nos provoca e até mesmo esconde, mostra sobre os sujeitos, sobre as coisas, sobre o objeto pesquisado. Este trabalho mostra que no momento final da tese ou dissertação, desejamos, ou não, agradecer, homenagear algumas pessoas especiais e isso é parte da reflexão da história de formação profissional, que mostra as experiências no exercício da profissão e, ainda, o aprendizado proporcionado pelos memoriais, auxiliam a responder a que se desvela a construção da identidade profissional docente; identificar os elementos que emergem na escrita de si sobre o processo de formação ; analisar a constituição do ser professor mediante o processo de escrita de si. O referencial teórico-metodológico é sustentado nos estudos de Mignot (2005; 2007), Nóvoa (1992), Catani (2006) e Ginzburg (1989). Esses autores ofereceram uma nova visão acerca dos sujeitos e sobre suas histórias de vida. . Assim, a metodologia utilizada encontra-se embasada na pesquisa do Banco de Dissertações e Teses da Capes e com histórias de vida, revelando, através da equiparação dos agradecimentos em dissertações e teses com os memoriais de formação.
Palavras-chave: Educação; Histórias de vida; Agradecimentos; Memória; Escrita de si.
Abstract: This article is the result of an investigation in the context of the Doctorate in Education at the Methodist University of Piracicaba - UNIMEP, in the discipline Autobiographical Writing. The research aims at explaining the process of self-writing, which constitutes a memorial, is a rich process of reflection and from there arises the opportunity to extend this writing of the training memorial to teachers to the Training Courses. It is no different with the thanks of dissertations and theses than by satisfying the desire to show all gratitude to important people in our lives who have somehow contributed to the journey of formation. Therefore, we can compare this type of writing with writing our own memories. Writing is exactly what we want it to be. Everything that it provokes and even hides shows us about the subjects, about the things, about the object searched. This work shows that at the final moment of the thesis or dissertation, we wish or not to thank, to honor some special people and this is part of the reflection of the history of professional formation, which shows the experiences in the exercise of the profession and also the learning provided by the memorials, help answer that the construction of the professional teacher identity is revealed; identify the elements that emerge in the writing of self about the formation process; analyze the constitution of being a teacher through the process of self-writing. The theoretical-methodological framework is supported by studies by Mignot (2005, 2007), Nóvoa (1992), Catani (2006) and Ginzburg (1989). These authors offered a new insight into the subjects and their life stories. . Thus, the methodology used is based on the research of the Bank of Dissertations and Theses of Capes and with life stories, revealing, through the equalization of the acknowledgments in dissertations and theses with the training memorials.
Key – words: History of Education; Life stories; Acknowledgments; Memory; Writing for you

Introdução

Refletindo sobre escrever uma dissertação ou uma tese, ou qualquer trabalho científico, junto veio a indagação do por que e para que escrevemos os agradecimentos? E que tipo de texto se trataria? Suscitou-se até mesmo a brincadeira de que escrevemos estes trabalhos somente para que possamos agradecer e dedicar à pessoas queridas. O fato é que a escrita, conforme nos mostra Soligo e Val Toledo Prado (2007, p. 35), ela é exatamente o que queremos que ela seja. Tudo o que a escrita nos provoca, nos mostra, e até mesmo esconde, mostra sobre os sujeitos , sobre as coisas, sobre o objeto pesquisado. Toda

(..) escrita precisa servir a uma finalidade poderosa, responder a uma (pelo menos, uma) necessidade da qual não se pode fugir, satisfazer um desejo, muitos desejos de preferência. A razão de ser é o que conta, nesse caso, talvez mais do que em qualquer outro. (SOLIGO; TOLEDO PRADO, 2007, p. 35).
Não seria diferente com os agradecimentos de dissertações e teses, que satisfazem o desejo de mostrar toda a gratidão à pessoas importantes em nossas vidas, que de alguma forma contribuíram conosco. Podemos comparar esse tipo de escrita com escrever as nossas próprias memórias. “A história é feita com o tempo, com a experiência do homem, com suas histórias”. (SOLIGO; TOLEDO PRADO, 2007, p. 45). Reunimos algumas colaborações que nos apontem o caminho para compreendermos os agradecimentos como um gênero textual.

O memorial é um gênero textual diferente da biografia/autobiografia, devido não necessitar contar a vida toda. Ele é uma narrativa autobiográfica, mas é um texto que relata a sua vida, visando mostrar acontecidos que consideram mais relevantes, interessantes, tristes ou alegres. “Possivelmente, ele levantará o véu apenas da parte que, de si próprio, pretende que se saiba e que venha a ser lembrada” (SOLIGO; TOLEDO PRADO, 2007, p. 51). O autor registra aquilo que ele observa como fundamental para ele mesmo e o que acredita ser essencial para os leitores (SOLIGO; TOLEDO PRADO, 2007, p. 51).

Considerando os agradecimentos, não é tão diferente o que ocorre nos memoriais. Isso porque, é o momento que o autor se sente livre para escrever o que lhe vem a mente, o que quer escrever. Notamos que ao redigirmos uma dissertação ou uma tese, ficamos presos à regras, como da ABNT, por exemplo, à metodologia, autores, co-orientador ou ao orientador, em alguns casos. Como destacamos, ao agradecer, chega a tão almejada hora da libertação e de sermos nós mesmos, sem regras, sem estarmos presos à qualquer outra opinião.

Reflexionamos acerca de todos os percalços e alegrias até ali. Para uns, essa trajetória começa na infância, para outros no ingresso do próprio curso. Afinal, o que queremos nesse momento , “não é somente trazer informações sobre nossa história, mas sim, estimular em todos que delas sentem parte integrante, personagens, o despertar de outras histórias para que se produzam outros sentidos, outras relações, outros nexos” (SOLIGO; TOLEDO PRADO, 2007, p. 51).

Adentraremos nossa memória e a bisbilhotaremos e veremos indiscretamente tudo o que passamos até chegarmos no final de nossa escrita. Com certeza veremos momentos marcantes, engraçados, alegres, mas também alguns angustiantes, tristes e árduos. Entretanto, tudo com satisfação, pois é a realização de um sonho, de um trabalho.

Neste momento, desejamos, ou não, agradecer, dedicar, homenagear algumas pessoas especiais. Convém destacar que assim como no memorial, nos agradecimentos “o autor é, ao mesmo tempo, escritor/narrador/personagem de sua história” (SOLIGO; TOLEDO PRADO, 2007, p. 53). Há quem não agradeça à ninguém em seu texto, afinal não é obrigatório. Entretanto, na maioria dos trabalhos observamos que os autores querem tornar público sua gratidão e suas memórias e vivências. A escrita não deixa de ser uma forma de organizarmos as nossas experiências. Os agradecimentos nos auxiliam a organizarmos a nossa trajetória de vida e acadêmica.

Todavia, quando a pessoa agradece à família toda, mas se quer cita o nome do pai, levanta-nos a hipótese de algum conflito familiar, por exemplo. Ou quando não agradece ao orientador, também nos salta aos olhos o motivo de não agradecermos uma figura tão fundamental. Surge uma amizade, um respeito, que se não para a vida toda, ao menos nesse momento do Mestrado/Doutorado.

Conforme nos mostra Cunha (2007) os sentidos da história de cada pessoa, o encontro e reencontro consigo mesmo com o que está lendo o texto. “Encontro que oportuniza o leitor, sem dúvida, reconhecer-se na humanidade comum e admirar-se com a marca de exclusividade que caracteriza cada um”. (CUNHA, 2007, p. 70). Os agradecimentos também mostram essa humanidade comum, e nós a reconhecemos, pois nos vemos em um texto de gratidão e carinho para com pessoas queridas. Não podemos nos esquecer que a memória além de possibilitar a criação, partindo do fato que foi vivido, uma forma de representar a história, assim como mostrar como o outro se revela a mim. (SANTOS, 2007, p. 203). Isto nos lembra o sentido que as cartas também possuem. Estas que também revelam muito tanto do remetente como do destinatário.

Nesta perspectiva, lembramos Magda Soares (2001) em seu memorial, quando nos diz que voltarmos para olhar, admirar e refletir sobre o bordado que já fora feito pode descobrir o risco desconhecido, assegurando o entendimento de partes ignoradas e ocultas.

Onde estou, senão no rastro da história que venho deixando atrás de mim, naquilo que vem fazendo e dizendo? Onde estou, senão nessa biografia que realizo e atualizo a cada instante por meio das minhas decisões e do meu empenho? Hoje não me importa mais se sou diferente dos outros, mas se faço alguma diferença neste mundo. (CRITELLI, 2004, p. 12)



2- Agradecimentos em Dissertações e Teses
Para que considerássemos um estudo acerca dos agradecimentos em teses e dissertações, precisaríamos primeiro decidir sobre quais seriam as universidades, e qual ano consistiria a pesquisa. Decidimos que seria o ano de 2012, que consiste em uma época que todas as dissertações e teses já estariam digitalizadas. A escolha das universidades foi baseada nas notas da CAPES e consideramos quatro, das cinco macrorregiões do país, aliado ao fato que também, as universidades, possuíssem seus textos facilmente na biblioteca virtual em seus sites. As instituições escolhidas foram a UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), UFG (Universidade Federal de Goiás), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Desta pesquisa um total de cento e oitenta e nove textos.

Salientamos que primeiramente fora feito uma pasta para cada Universidade contendo as teses e dissertações. Cada uma foi nomeada da T1, T2, T3, para as teses de cada Instituição. Para as dissertações, fora dado o nome de D1, D2, D3 e assim por diante. Foi realizado um banco de dados no Access, que foi alcunhado de Banco de Dados de Agradecimentos em Teses e Dissertações. Esse referido Banco de Dados contém os itens:



  • Código: que atribuímos o número do arquivo do próprio Banco de Dados;

  • Arquivo: que se refere ao nome do arquivo da Pasta das dissertações e teses de cada Universidade (D1, D2 ... etc);

  • Universidade: que alude à UERJ (número 1), UFG (número 2), UFPE (número 3), UFRGS (número 4);

  • Ano: que determinamos ser 2012;

  • Nível: distingue-se entre Mestrado ou Doutorado;

  • Linha/ Área de Pesquisa;

  • Título;

  • Autor;

  • Sexo;

  • Orientador;

  • Palavras-Chave,

As categorias que foram analisadas nas Teses e Dissertações são:

  • Religião/Religiosidade;

  • Família;

  • Orientador;

  • Funcionários;

  • Outros Professores: nesta categoria distinguimos o orientador de outros professores que os discentes agradeciam;

  • Agências de Fomento;

  • Instituições: sejam públicas e particulares;

  • Amigos.

Dentro desta ótica, primeiramente estudamos os agradecimentos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). A primeira categoria analisada foi Religião/Religiosidade. Neste item consideramos toda forma de manifestação religiosa, fosse ela de qualquer religião ou congregação, à coisas sagradas ou que mencione algo que possamos considerar como crença, como por exemplo “ancestrais africanos” e “irmãos de espiritualidade”, “arquiteto do universo”.

Neste horizonte, encontramos vinte dissertações e dezoito teses, num total de trinta e oito defesas em 2012 na UERJ. Dentre as quais vinte e três mencionaram a respeito dessa categoria. Os agradecimentos foram em sua grande maioria à Deus. Entretanto encontramos referências à Nossa Senhora das Graças, a Iemanjá, aos Orixás Ogum e Oxum, à Cristo, às Forças do Universo e ao próprio Universo.

Na Universidade Federal de Goiás (UFG), foram defendidas três dissertações e cinco teses. Dentre essas defesas, quatro mencionaram seus agradecimentos religiosos. Foi apontado Deus, em sua maioria, e o Nazareno em um único texto.

A situação encontrada na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), refletiu uma outra colocação. Localizamos quarenta e três defesas em 2012, entre teses e dissertações. Nos surpreendeu que os agradecimentos foram mais abrangentes que na UFG e que na UERJ. Foi agradecido a Deus, ao Jesus de Nazaré, à Cristo, Iemanjá, ao “Padim Ciço”, à Nossa Senhora do Socorro, à Nossa Senhora de Fátima, à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, à “Maria de Nazaré, ao Cosmos, e aos irmãos de Espiritualidade e Alan Kardec (em forma de poesia) e consciência divina. Trinta defesas mencionaram a categoria religiosidade.

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foram defendidas quarenta e seis dissertações e cinquenta e três teses, ou seja, encontramos noventa e nove defesas. Dentre as quais, a peculiaridade aqui foram que dezoito textos fizeram menção à categoria religiosidade. Os agradecimentos foram em sua maioria a Deus, poucos a Jesus Cristo, um especial à Jesus, Maria e José, outro ao “Grande Espírito dos Tupis” e, por fim, um trabalho apresentou sua gratidão a um Ser Superior que, independente de religião ou cultura, que nos fortalece frente ao que (não) nos acontece na vida.

Como família consideramos pais, padrasto, madrasta, irmãos, cônjuge, namorado (a), noivo (a), filhos, netos, bisnetos, avós, tios, sobrinhos, genro, nora, primos, sogro, sogra, cunhados, padrinho, madrinha e afilhados. Analisando esta categoria na UERJ, com exceção de três defesas, que não continham nenhum agradecimento,1 e uma que dedicou à família, todavia não a mencionou posteriormente nos agradecimentos, todas as trinta e cinco agradeciam algum membro familiar. Nesta referida universidade localizamos agradecimentos aos pais, padrasto, cônjuge, namorado, noiva, filhos, netos, avós, tios, sobrinhos, primos, afilhados, madrinha, sogro, sogra, madrasta e cunhados. Encontramos também àqueles que agradeciam somente a um determinado membro da família.2 Nos deparamos com uma escrita que agradecia somente à uma irmã.

Ainda no item família da UFG, constatamos entre as oito defesas, duas que não mencionaram a família em seus agradecimentos. Uma tese não agradecera a família, todavia dedicou o trabalho à “Marina e Eliezer”, que não sabemos quem são, pois não foi especificado se eram amigos ou familiares. Nos deparamos com outra que não mencionou nenhum familiar e a dedicatória foi à memória do orientador que faleceu durante a escrita da dissertação. O autor agradeceu ao novo orientador, mas dedicou ao primeiro. Houve um texto que trazia sua gratidão somente à mãe.

Identificamos na UFPE, dentro da categoria família, que todas as teses e dissertações agradeceram algum membro familiar. Nos deparamos com agradecimentos aos pais, irmãos, cônjuge, namorado (a), noivo (a), filhos, avós, bisavó, tios, sobrinhos, primos, sogro, sogra, cunhados, compadre, comadre, noras e padrinho (“padinho”), madrinha (“madinha”) e afilhados. Encontramos um texto que se referia aos seus dois netos, outro que continha o genro, outro que continha o padrasto. Por fim, a título de curiosidade, tinha uma tese que possui onze folhas de agradecimentos, e a qual foi descrito o nome de cada membro familiar (pais, tios, primos, filha, esposa, sogro, sogra, afilhado, sobrinhos, irmãos e avós).

Na UFRGS, foram noventa e nove defesas, dentre as quais dez não agradeceram à família. Dentre estas, cinco não agradeceram e dedicaram à ninguém. Entre estas, uma em específico, no lugar da dedicatória e agradecimentos, citou um verso de Fiódor Dostoiévski. Outra não fez agradecimentos, todavia dedicou ao orientador, família e dois amigos. Ocorreu também o caso de uma doutoranda que não agradecera à ninguém, entretanto mencionou na dedicatória os pais, filho, esposo e cunhado.3 Houve uma tese que dedicou somente à mãe, e agradeceu à orientadora, professores e funcionários do programa. Salientamos um texto que dedicou à sua família, e agradeceu à varias pessoas, mas nos agradecimentos não mencionou familiares. Por fim, ressaltamos uma tese, que em seus agradecimentos, depois de agradecer somente ao orientador e a CAPES, deixou sua gratidão ao Flávio, João e a Júlia, que sempre lhe acolheram nas dificuldades e sempre comemoraram com alegria as vitórias. Todavia, não sabemos se estas pessoas são amigos ou familiares.

Tratando da categoria orientador, na UERJ, apenas dois textos (dentre as trinta e sete defesas) não apresentaram agradecimentos ao orientador. Aliás, nestes textos os autores, dentre os quais um não pode ser identificado) não fez qualquer agradecimento ou dedicatória. Na UFG, todas as dissertações e teses continham agradecimentos ao professor - orientador, assim como na UFPE. Na UFRGS, onze defesas não aludiam ao orientador. Dentre essas, cinco não agradeceram ou dedicaram a ninguém, seis não fizeram referência ao seu mestre nos agradecimentos4, mas agradeceram à outra categoria, como por exemplo colegas, instituições, agências de fomento e alguns familiares. Embora houve àquelas narrativas que somente agradeceram à mãe e mais ninguém, assim como, houve menção somente à esposa e filha, e também àqueles que mencionavam somente alguns familiares e outras categorias.

Na categoria Funcionário está inserido funcionário da universidade, da biblioteca, secretária do curso, da coordenação, estagiários, bolsistas, funcionários de determinada instituição analisada. A partir da análise do item Funcionário, encontramos na UERJ, dezoito agradecimentos à funcionários. Nesta instituição, contém agradecimentos a todos os funcionários do Departamento de Educação, aos funcionários do ProPEd (Programa de Pós - Graduação em Educação), às secretária do ProPED, à secretária da coordenação do ProPEd, aos funcionários da Biblioteca da UERJ, funcionários e estagiários de instituições que foram locais de estudos como a CRIART, NEFI-UERJ, a creche da Fundação Oswaldo Cruz, IST – Rio, o Cedae da Unicamp, a PPGE Programa de Pós Graduação da UFPB, a netEDU , GPDOC, Irmãs Angélicas (que trabalham na secretaria do Colégio São Paulo).

Nos agradecimentos da UFG, foi citada a coordenação do PPGE (Programa de Pós - Graduação em Educação), às secretárias do PPGE, coordenadores do curso de Pedagogia da FE/UFG, funcionários da Association Castoriadis de Facultés Universitaires Saint Louis (FUSL)5 e aos coordenadores e funcionários da Faculdade de Educação Física.

Neste horizonte, na UFPE, nos deparamos com vinte dois agradecimentos aos funcionários, bolsistas e coordenadores da Pós Graduação em Educação da UFPE e da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco), funcionários da biblioteca da UFPE e da UFRPE, à todos do Colegiado do Curso de Pedagogia da UECE (Universidade Estadual do Ceará),à toda equipe dos Cursos de Educação Física, Pedagogia, Letras e Editora da UFPE, a todos do Centro Paulo Freire, funcionários da Prefeitura de Recife, à equipe da Secretaria da Educação de Ipueiras – CE, pessoal do Departamento de Educação da PUC-SP, aos funcionários e direção das escolas e instituições pesquisadas, funcionários, arquivista e vereadores da Câmara de Veredores de Jaboatão dos Guararapes, aos administrativos do IFPE, funcionários da Biblioteca Central da UFPE, funcionários da Unicap, equipe do Arquivo O público Jordão Emereciano, todos trabalhadores da Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco e os funcionários da Gerência de Projetos Executivos.

Encontramos nas defesas da UFRGS, trinta e nove menções à funcionários de instituições, escolas, programas, grupos. Nesta perspectiva, salientamos os agradecimentos à todos do PPGEdu (Programa de Pós-Graduação em Educação) da UFRGS, todos da Faculdade de Educação da UFRGS, funcionários do IFRS, bibliotecários da UNISINOS, aos intérpretes da UFRGS, ao Reitor e Pró-Reitor da UFGRS, assim como todos da Reitoria e Pró-Reitoria dessa Instituição, à equipe do SESAI (Secretaria de Saúde Indígena – antes FUNASA), aos funcionários e direção das escolas e instituições pesquisadas, equipe do Centro Memória do Esporte – CEME /UFRGS, e trabalhadores do Museu da Arte. Em todas as Universidades identificamos agradecimentos à funcionários da instituição.

Quando tratamos da categoria outros professores, estão inseridos o co-orientador, membros e suplentes da Banca de Qualificação e Defesa, professores da vida toda, da graduação, da Pós Graduação, enfim qualquer professor que o discente mencione sua gratidão.

Na UERJ vinte e cinco agradeceram à outros professores, que não fossem o orientador. Foram sete na UFG, vinte e sete na UFPE e setenta na UFRGS. Em todas as quatro Universidades encontramos agradecimentos aos professores da infância, do ensino fundamental, do colegial e da graduação6. Foi unânime, nos textos das Instituições estudadas, a gratidão dos alunos aos professores do programa da Pós – Graduação Stictu Sensu (Mestrado ou Doutorado), aos membros da banca, aos suplentes e ao co-orientador. Em alguns casos, em todas as Universidades, nos deparamos com algum agradecimento especial à determinado professor, também àquele de certa linha de pesquisa, ou à algum coordenador de algum curso.

Encontramos, por exemplo, casos7 que menciona a todos professores que passou pela vida, ou àquele que alfabetizou. Não podemos nos esquecer que foram citados professores/autores como Paulo Freire, Karl Marx, Pierre Bourdieu, Michel Foucalt entre outros, assim como, foram apontados professores das Universidades que cursaram o Doutorado Sanduíche, como foi no caso da UFG.

Tratando da categoria Agências de Fomento, na UERJ encontramos dezoito agradecimentos. Dentre as instituições estão a CAPES, CNPq, REUNI, FINEP e FAPERJ. Na UFG foram mencionados sete vezes as Agências de Fomento. Estão incluídas a CAPES, CNPq, FUNAPE e FAPEG. Na UFPE, vinte e sete defesas aludem à CAPES, ou CNPq e à FACEPE. Por fim, na UFPRG, neste item encontramos quarenta e seis referências à CAPES, CNPq e FAPERGS.8

Na mesma direção, no item Instituições encontramos apontamentos às próprias Universidades. Ressaltemos que nos agradecimentos das quatro instituições continha menção à própria UERJ, UFG, UFPE e UFRGS. Frente à essa observação, notamos alusão, em todas universidades, à Pós – Graduação Strictu Sensu e Lato Sensu, aos Cursos de Graduação, Secretarias, Coordenação, Reitoria, Pró – Reitoria, Grupos de Estudos, Bibliotecas, ONG’S, Escolas e Instituições que foram objetos de investigação.

Enfatizamos também que nos textos da UERJ encontramos apontamentos à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica), PUC –SP, IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro), UEPB (Universidade Estadual da Paraíba), Biblioteca Nacional e Estadual do Rio de Janeiro, IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro), Secretaria Estadual do Rio de Janeiro. Nos agradecimentos da UFG, além dessa instituição, nos deparamos com gratidão ao Museu de Arte de Goiânia, IFG (Instituto Federal de Goiás), NEPIEC (Núcleo de Estudos e Pesquisas da Infância e sua Educação em Diferentes contextos), UEG (Universidade Estadual de Goiás) e PUC-Goiás.

Posteriormente na UFPE, continha observações, além da própria Universidade, realce para a UECE (Universidade Estadual do Ceará), Centro de Educação de Pernambuco, Cátedra Paulo Freire da UFPE e da PUC-SP, Prefeituras de Município de Pernambuco, Secretaria Estadual de Pernambuco, Ministério da Cultura, Ministério da Educação, Biblioteca Pública de Pernambuco, Câmara de Vereadores de Municípios Pernambucanos (Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Petrolina, Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Garanhuns, Igarassu, e Araripina ), NEPIEC (Núcleo de Estudos e Pesquisas da Infância e sua Educação em Diferentes contextos), IFPE (Instituto Federal de Pernambuco), Editora da UFPE, UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco), Assembleia Legislativa de Pernambuco, Arquivo Público João Emerenciano,.

Frente à essa análise, na UFRGS, apontamos os agradecimentos Biblioteca, Prefeitura de Porto Alegre, SESAI ( Secretaria de Saúde Indígena)9, PROEJA, Universidade Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), IFRS (Instituto Federal do Rio Grande do Sul), PUC- RS, UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul), Biblioteca Pública do Rio Grande do Sul, Biblioteca Rio Grandense, UCS (Universidade de Caxias do Sul), UFPEL (Universidade de Pelotas) e Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre.

Em análise nos agradecimentos aos amigos, vimos que na UERJ trinta e seis agradecimentos continham menção a algum colega/amigo. Na UFG, apenas uma, dentre as oito defesas não citava essa categoria. Na UFPE, todas (quarenta e três) fizeram referência aos amigos e na UFRGS, oitenta e duas apontaram sua gratidão nesse item. Igualmente ocorreu com a categoria professores, nas quatro Universidades os agradecimentos nesta categoria não se diferenciaram muito. Encontramos em todas as instituições referência aos amigos de infância, colegas de trabalho, colegas de repartição pública, de docência, colegas da graduação, amigos de grupo de estudos, amigos que fizeram no curso de Mestrado/Doutorado ou simplesmente amigos. 10

Quanto a não conter nenhum agradecimento, na UERJ encontramos duas dissertações e outra que não possuía identificação e nem agradecimentos, na UFG e na UFPE todas continham, e na UFRGS nos deparamos com cinco defesas. Percebemos nos agradecimentos as diversidades próprias da trajetória de cada indivíduo. Alguns relataram sobre os sentimentos para com a família, outros as expectativas relacionadas à vida profissional, outros nos mostraram suas histórias de vida que nos provocaram o choro e a emoção.

Não podemos nos esquecer das histórias que nos revelaram a saga que percorreram para poder cursar os níveis de sua escolaridade. O fato é que ler, estudar e pesquisar os agradecimentos em teses e dissertações nos surpreendeu e nos apontou conhecermos os motivos que levam cada pessoa a organizar as suas histórias, memórias e vivências.
3– Considerações Finais

Ler e escrever andam juntos, lado a lado. Veliago e Vaz (2007, p. 295) nos mostra que a leitura e a escrita são duas faces da mesma moeda. Ambas tem o mesmo “repertório de partida” (VAZ; VELIAGO, 2007, p. 291). Ler pode ser dispendioso e escrever, doloroso. Isso porque, temos que nos dedicar muito para lermos e para escrevermos. Para muitos, ambos não são satisfatórios, e para outros é totalmente aprazível, divertido, um hobby e flui muito bem. Os referidos autores até nos indagam: “Gostar de ler ou ler para gostar?” (VAZ; VELIAGO, 2007, p. 294).

Escrever os agradecimentos é justamente isto. Depois de redigir por anos uma dissertação, ou tese, que para uns é realização de um sonho, para tantos outros são as portas que se abrem para o futuro, para alguns apenas uma obrigação que lhes foi imposta para não perder o cargo/emprego.

O que realmente importa é o momento de extravasar os nossos sentimentos. Afinal, somos humanos! Hora de mostrar a gratidão, de demonstrarmos que ainda temos sentimentos. Poderemos escrever o que quisermos. Se considerarmos que a ler e escrever partem do mesmo repertório, as “leis” da leitura servem para a escrita. Redigir os agradecimentos é como se fosse escrever o memorial e uma forma de organizarmos a nossa vivência.

Resgatar essas memórias ou articulá-las com outras situações vividas como no âmbito profissional, constitui-se uma das alternativas possíveis para auxiliar profissionais da educação, historiadores da educação e professores. Afinal, a escrita, é um modo de reflexão e formação.

Esqueceremos de certas coisas, mas não querendo esquecê-las, e por isso a necessidade do memorial. Na dissertação ou tese, os agradecimentos fazem esse papel. Quando olharmos para o nosso trabalho e lermos o nosso texto, relembraremos e resgataremos o que foi vivido naquela época.

Boaventura (2002, pp. 9-10) nos diz que ao escrevermos nossas memórias, não as deixamos esquecidas. Isso porque, chegamos a uma etapa de nossas vidas, que ocorrerá o esquecimento involuntário. Ele afirma que suas lembranças estavam desaparecendo de sua memória, e muitas outras se tornando confusas. Diante desse acontecimento, que ele chama de fenômeno involuntário, pensou em um modo de resgatá-las e registrá-las, e se esvanecessem com o tempo. O autor sentiu medo de se ver sem um passado.

Cunha nos faz refletirmos que não é prazeroso para todos, e nem ao menos habitual escrever sobre si ou sobre alguém. É como


entrar em uma casa (ou na própria) e com tempo e sem preocupação de ser indiscreto, parar para observar com mais atenção e sem preocupação de ser indiscreto, parar para observar com mais atenção os detalhes de quadros, mobílias, objetos, estantes, livros, louça, porta –retratos; reparar na movimentação das pessoas, seus modos, maneiras, trejeitos, falas, jeito de ser; sentir a atmosfera do espaço e o jeito de viver das pessoas; compreender os sentimentos, expectativas, medos e desejos dos que circulam por lá.11
Tornam-se difíceis as escolhas, sobre o que e a forma de narrar. Ressaltemos que o pensamento no leitor também influi nessas propostas. Boaventura afirma que sua preocupação maior na obra referida foi com sua emoção sobre esse passado. Não se ocupou dos registros cronológicos ou históricos, e se deixou mover pelas lembranças e comoção.

Resgatar essas memórias, como o fez Elias, ou articulá-las com outras situações vividas como no âmbito profissional, constitui-se uma das alternativas possíveis para auxiliar profissionais da educação, historiadores da educação e professores. Afinal, a escrita, é um modo de reflexão e formação.

Esse tipo de narrativa, a autobiográfica, seja nos agradecimentos ou em um memorial, não é um relatório de acontecimentos, mas a totalidade de uma experiência de vida que ali se comunica. O exercício da escrita de si culmina em uma tarefa complexa, porque exige, além do registro da própria trajetória.

Lendo os agradecimentos escutamos as vozes, os gritos, as inquietações de cada um. Percebemos situações resolvidas, e outras nem tanto. Como por exemplo em casos que a família não é citada. Causou nos espanto com a escrita de alguns textos que o orientador ou outro professor não fora citado. Isto nos vislumbra a pensar que algum acontecimento no presente ou passado culminou em não citar pessoas, que em tese, seriam fundamentais nessa etapa de nossas vidas.



O que nos motivou a escrever este trabalho foi mostrar que os agradecimentos é um gênero textual autobiográfico, que “falam” das diversidades na trajetória de cada pessoa, narra as expectativas e frustrações até o presente momento, ou apenas, durante a escrita.
Referências Bibliográficas
BOAVENTURA, Elias. Desmemórias – A força do fraco. Piracicaba-SP: Shekinah Editora, 2002.
CATANI, D. B. História de vida e autobiografias na formação de professores e profissão docente. Educação e Pesquisa, v. 32, n. 2, 2006.
CATANI, D. B. As leituras da própria vida e a escrita de experiências de formação. Revista da FAEEBA: Educação e Contemporaneidade, Universidade do Estado da Bahia — UNEB. v. 1, n. 1, 1992.
CRITELLI, D. Justo a mim me coube ser eu? Jornal Folha de São Paulo, São Paulo, 22 jul. 2004. Folha equilibrio.
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1 Dentre estas duas, uma foi escaneada a partir da introdução, consequentemente não conseguimos identificar nenhuma característica deste trabalho. A outra dissertação dedicou à irmã e aos ancestrais africanos.

2 Continha agradecimentos somente à mãe, somente à um sobrinho, à uma irmã e cunhado, à dois sobrinhos, aos pais tão somente, aos filhos e avós maternos.

3A autora desta dissertação refletiu sobre a vida, logo abaixo da dedicatória. Este dissertação nos chamou a atenção pelo fato de agradecer à orientadora, aos membros da banca, à Universidade e à CAPES

4 Cumpre ressaltar, que dentre estas, duas dedicaram seus trabalhos ao orientador.

5 Este doutorando participou do Doutorado Sanduíche nos Estados Unidos.

6 Encontramos agradecimentos à professores e coordenadores de cursos como Pedagogia, Letras, Química, Física, Matemática, História, Geografia, Biologia, Direito.

7 Isso ocorreu em todas as Universidades.

8 CAPES (Coordenação De Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; CNPq (Conselho Nacional de Pesquisa e desenvolvimento); FINEP (Financiadora de estudos e Projetos); FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro); REUNI (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais); FAPEG (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás); FUNAPE (Fundação de Apoio à Pesquisa de Goiânia – GO); FACEPE (Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco; FAPERGS (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul).

9 Antiga FUNASA (Fundação Nacional de Saúde).

10 Nesse caso consideramos quando se referiam a “meu/ minha amigo(a) ou colega fulano (a)” sem especificar qualquer outra coisa.

11 Cunha, Renata Barrichelo. As memórias nos clássicos e nossas clássicas memórias, p. 62. VAZ, D., VELIAGO, R. Ler para simplesmente ler – Ler para melhor escrever, p. 295. In SOLIGO, R., VAL TOLEDO PRADO, G. (organizadores). op. cit.



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