A simplicidade ente os Santos



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A Liberdade da Simplicidade – Capítulo 4 “A Simplicidade ente os Santos”

Deus nos fala por meio do passado com diferentes exemplos de vida de simplicidade! Diferentes pessoas, em diferentes épocas e com diferentes culturas rompem com a tendência de sua [época e partem para procurar uma vida de simplicidade!

O capítulo 4 nos mostra diferentes aspectos da simplicidade por meio de exemplos de vida de indivíduos e de comunidades. Todos os grupos examinados apresentam imperfeições, precisamos avaliar os exemplos com um olhas positivo e com os ouvidos abertos para a voz de Deus.

George Müller – Cuidado e Compartilhamento

No encontro Haniel expos seus pontos de vista sobre George Muller. Ressaltando q George Müller foi uma pessoa boemia até o momento em que escolheu mudar de vida.

A principal característica dele é a ORAÇÃO!! George Müller sustentava um orfanato na base da oração. Fica com recomendação a leitura de “George Müller, 50 mil orações atendidas”.



Abaixo segue uma pequena bibliografia



Pais e Mães do Deserto – O Poder da Renúncia

Raquel expos as suas expressões.

“Precisamos buscar nossos desertos (momentos a sós) para ouvir a voz de Deus”

Voltando do deserto Antônio apresentava as características de benevolência, amor, bondade, resignação, brandura, libertação da ira e a prática da oração.


  • O silencio liberta nos da necessidade de controlar os outros;

  • A oração era o cerne da experiência no deserto.

Conclusão: Todos nós precisamos buscar em Deus os odres que irão encher nossa vida com a simplicidade do despojamento, da compaixão e da oração.

«Atletas de Deus»

Pe. José Artulino Besen



1. Homens e Mulheres no Deserto

século IV assistiu, nos desertos do Egito e da Síria, ao desenvolvimento de um novo estilo de vida cristã e de busca da santidade, iniciado no século anterior no Egito: a vida monástica. Homens e mulheres deixam a convivência familiar e comunitária e se retiram para o deserto, para viverem sozinhos (= monge) com Cristo e imitá-lo perfeitamente.



Sabemos que todas as religiões possuem essa busca da santidade concretizada no afastamento do mundo e de suas seduções. Isso vale para o hinduísmo, o budismo, o islamismo. A vida monástica cristã segue esse caminho natural dos que querem contemplar a Deus face a face, mas possui outras riquezas e causas.

Santo Antônio (Antão), o pai dos monges



Os monges, por isso, são homens e mulheres que querem viver a fé radical, numa nova espécie de martírio: deixar tudo. Há também uma reação contra um excesso de intelectualismo nos teólogos, que passam a fazer da fé e da Palavra de Deus um exercício intelectual, especialmente na Escola de Alexandria.


Santo Antônio, o Pai dos Monges

Os primeiros monges se instalaram no deserto do Egito, simbolicamente no caminho entre Oriente e Ocidente, pelo final do século III. Algumas pessoas procuram lugares desertos para buscar a perfeição, fazendo penitência, trabalhando, meditando e orando.

São os eremitas (= homens do deserto) ou anacoretas (= homens que se retiram). O mais conhecido é Antão ou Antônio (250-356), pelo ano 275. Nascido de família cristã, ainda jovem, vende tudo, dá o dinheiro aos pobres e inicia o caminho da retirada: primeiro no cemitério, depois mais na periferia, entra no deserto e, à medida em que se fortalece espiritualmente, aprofunda-se sempre mais no deserto.

Não demora muito e homens e mulheres o procuram como Abbas (abade, pai espiritual), para guiá-los. Quando Santo Atanásio (297-373) publicou a Vida de Antônio foi imenso o entusiasmo por toda a Igreja, chegando ao Ocidente.

 http://en.wikipedia.org/wiki/Desert_Fathers

The Desert Fathers were hermits, ascetics, monks, and nuns (Desert Mothers) who lived mainly in the Scetes desert of Egypt beginning around the third century AD. The most well known was Anthony the Great, who moved to the desert in 270–271 and became known as both the father and founder of desert monasticism. By the time Anthony died in 356, thousands of monks and nuns had been drawn to living in the desert following Anthony's example—his biographer, Athanasius of Alexandria, wrote that "the desert had become a city".[1]

The Desert Fathers had a major influence on the development of Early Christianity.

Paul of Thebes is often credited with being the first hermit monk to go to the desert, but it was Anthony the Great who launched the movement that became the Desert Fathers.[3] Sometime around the year 270 CE, Anthony heard a Sunday sermon stating that perfection could be achieved by selling all of one's possessions, giving the proceeds to the poor, and following Christ.(Matt. 19.21, part of the Evangelical counsels) He took the message to heart and made the further step of moving deep into the desert to seek complete solitude



Primacy of love

The commandment to love was the primary guide for the Desert Fathers lives, and informed most of the stories and accounts in Sayings of the Desert Fathers. Their practice included not only the command to love all, but to be transformed by God's love. For those who lived the monastic community life it was especially prominent. Their efforts to live by that commandment were not seen as being easy—many of the stories from that time recount their struggles to overcome negative emotions such as anger and judgment of others. Helping a brother monk who was ill or struggling was seen as taking priority over any other consideration. Hermits were frequently seen to break a long fast when hosting visitors, as hospitality and kindness were more important than keeping the ascetic practices that were so dominant in the Desert Fathers' lives.[12]



Hesychasm

Hesychasm (from the Greek for ""stillness, rest, quiet, silence")[13] is a mystical tradition and movement that originated with the Desert Fathers and was central to their practice of prayer.[14][15][16] Hesychasm for the Desert Fathers was primarily the practice of "interior silence and continual prayer". It didn't become a formal movement of specific practices until the fourteenth century Byzantine meditative prayer techniques, when it was more closely identified with the Prayer of the Heart, or "Jesus Prayer".[17][18] That prayer's origin is also traced back to the Desert Fathers—the Prayer of the Heart was found inscribed in the ruins of a cell from that period in the Egyptian desert.[19] The earliest written reference to the practice of the Prayer of the Heart may be in a text from the Philokalia by Abba Philimon, a Desert Father.[20] Hesychast prayer was traditionally practiced in silence and with eyes closed—not as "a form of discursive meditation on different incidents in the life of Christ."[21]



Recitation of scripture

The lives of the desert fathers were filled with recitation of the scriptures—during the week they chanted psalms while performing manual labor and during the weekends they held liturgies and group services. The monk's experience in the cell occurred in a variety of ways, but the role of meditation on scripture was central. For them meditation was the oral recitation of scripture.[24][25] The group practices were particularly prominent in the more organized communities formed by Pachomius.[6] The purpose of these practices were explained by John Cassian, a Desert Father, who described the goal of psalmody (the outward recitation of scripture) and asceticism as the ascent to deep mystical prayer and mystical contemplation.[23]

A Alegria da Simplicidade – Francisco de Assis

Vivi expos seus comentários.



  • Francisco e seus Frades Menores experimentavam a alegria do Senhor. Eram identificados pelo amor singelo (observando as coisas simples da vida) e por uma alegre confiança.

  • Eles estavam à frente de uma animada e feliz insurreição contra o materialismo e a hipocrisia, e hoje não há nada tão necessário quanto uma simplicidade que se distinga por uma alegria radiante.




     Francisco de Assis

    No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis, que nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios. Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.


    Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: "Francisco, restaura minha casa decadente".







  • Francisco era o líder da juventude de sua cidade. Alegre, amante da música e das festas, com muito dinheiro para gastar, tornou-se rapidamente um ídolo entre seus companheiros. Adorava banquetes, noitadas de diversão e cantar serenatas para as belas damas de sua cidade.



  • A Itália, como toda a Europa daquela época, vivia uma fase bastante conflituosa de sua história, marcada pela passagem do sistema feudal (baseado na estabilidade, na servidão e nas relações desiguais entre vassalos e suseranos) para o sistema burguês, com o surgimento das "comunas" livres (pequenas cidades).



  • Ná época em que esteve preso costumava dizer, em tom de brincadeira para seus companheiros: "Como quereis que eu fique triste, sabendo que grandes coisas me esperam? O mundo inteiro ainda falará de mim!"

  • O clima insalubre da prisão, agravado pelos prolongados meses de inverno, haviam-lhe enfraquecido o organismo, provocando agora uma grave enfermidade. Depois de longos meses de sofrimento, sem poder sair da cama, finalmente conseguiu melhorar. Ao levantar-se, porém, não era mais o mesmo Francisco. Sentiu-se diferente, sem poder compreender o porquê. A verdade é que a humilhação e o sofrimento da prisão, somado ao enfraquecimento causado pela doença, provocaram profundas mudanças no jovem Francisco. ida. Já não sentia mais prazer nas cantigas e banquetes em companhia dos amigos. Para tentar desvendar os desígnios de Deus, passou a se dedicar à oração e à meditação. Percorria campos e florestas em busca de lugares mais tranquilos, em busca de respostas para suas dúvidas e inquietações. Para ele, tudo passou a ter outro sentido. Passou a enxergar as coisas com outros olhos e outro coração. mas

A Teologia a Serviço da Simplicidade – Lutero

Camila e Luciana expuseram os seus pontos de vistas.

Princípios estabelecidos:

1.Escrituras Somente (sola Scriptura); 2.Graça Somente (sola gratia); 3.Fé Somente (sola fide)


  • Resulta na Simplicidade da Teologia e da Vida;

  • “A liberdade do evangelho nos deixa livres para servir o próximo com singeleza de propósito.

  • A Graça de Deus nos traz Livramento do Controle que nos Cercam (Liberdade) tornando-nos capazes de Obedecer a Deus e assim recebemos poder e desejo de servir ao próximo.

Conclusão:

O evangelho nos liberta para servir ao próximo em amor e buscar a justiça social a qual permite aos seres humanos viverem em paz

Lutero (1483-1546)


  • Pregou em 1517 as 95 teses na porta da Catedral de Wittenberg

  • Traduziu a Bíblia para o Alemão;

  • Surgiu a igreja Luterana;

As 95 Teses de Martinho Lutero

(Versão completa e bilíngüe, com texto original em latim no site www.espacoacademico.com.br/034/34tc_lutero.htm)

Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, façam-no por escrito.

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

As teses abordam principalmente as questões de Penitencias dos fiéis; Indulgências, Perdões dos Pecados e Pulgatório..

Alguns exemplos:

Tese 6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.

Tese 21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.

Tese 27. Pregam doutrina mundana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu.

Tese 32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.

Tese 43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências;

Tese 79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insigneamente erguida, eqüivale à cruz de Cristo

Ouvir e Obedecer – Quacres

Vitor e Mateus falaram sobre as suas impressões



  • O desgosto com os excessos praticados em seus dias levou o jovem George Foz a buscar a Deus.

  • Essa disposição para ouvir a Jesus Cristo levou os primeiros quacres a dar testemunho de uma vida radical.

  • Pregação de que o próprio Cristo veio ensinar o povo e de que todos são capazes de ouvir a voz de Deus e receber poder para obedecer as suas ordens.

  • Eles davam testemunho de sua simplicidade na maneira de falar com honestidade e integralidade;

  • Davam testemunho de sua simplicidade pela veemente oposição à injustiça e a opressão.

Conclusão:

Esses primeiros “publicadores da verdade”, como chamavam a si mesmos, assumiram com absoluta seriedade o compromisso de ouvir a voz de Cristo e a ela obedecer.

Devemos nos perguntas: “ O que significa viver uma vida fiel em nossos dias? Acreditamos plenamente que o poder para atender a esse chamado nos será concedido.

Quacres

Fundados: George Fox (1624-1691).

George Fox nasceu em Fenny Drayton, Leicestershire, em 1624. Aprendiz de sapateiro George Fox desenvolveu fortes opiniões sobre religião. Ele se rebelou contra o controle estatal sobre a Igreja da Inglaterra e em 1643 começou a turnê pelo país dando sermões onde ele argumentou que os edifícios consagrados e ministros ordenados eram irrelevantes para o indivíduo buscar a Deus. Três anos depois, a Fox teve uma revelação divina que o inspirou a pregar um evangelho do amor fraterno.
Fox formaram um grupo chamado Amigos de Verdade. Mais tarde, ficaram conhecidos como a Sociedade dos Amigos. dogma central da Fox foi a da luz interior, comunicados diretamente à alma individual por Cristo.
Depois de 1.656 seguidores do Fox se recusou a comparecer as missas anglicanas ou pagar o dízimo. Isso resultou na Fox de ser preso. Segundo o diário da Fox, da Justiça Bennet de Derby ", foi o primeiro que nos chamou quakers, porque eu dissera que tremem diante da palavra do Senhor".

A Sociedade dos Amigos continuou a crescer e por volta de 1660 Fox tinha feito mais de 20.000 convertidos e missionários estavam a trabalhar na Irlanda, Escócia, País de Gales e as colônias americanas.


Após muitos debates, os quakers desenvolveram uma forma de organização, com reuniões mensais, trimestrais e anuais. Eles selecionaram os anciãos, para vigiar o ministério, e os superintendentes de fazer provisão para os pobres e garantir a educação dos filhos.
Eles usavam roupas sóbrias e usados "ti» e «tu» a todos como um sinal de igualdade. O uso de títulos ou distinções honoríficas e "tirando o chapéu" deviam ser evitadas, mesmo na presença da família real


Três anos após a morte, uma comissão de Quakers líder sob a liderança de William Penn, editou e publicou seus diários. Jornal George Fox (1694) descreve suas visões, seus ensinamentos e suas frequentes detenções.

Simplicidade em Ação – John Wesly

Elisa expos seus comentários.

John Wesley (1703 – 1791)

Foi um clérigo anglicano e teólogo cristão britânico, líder precursor do movimento metodista e, ao lado de William Booth, um dos dois maiores avivacionistas da Grã-Bretanha.

Introdução

John Wesley viveu na Inglaterra do século XVIII, uma sociedade conturbada pela Revolução Industrial, onde crescia muito o número de desempregados. A Inglaterra estava cheia de mendigos itinerantes, políticos corruptos, vícios e violência generalizada. O cristianismo, em todas as suas denominações, estava definhando. Ao invés de influenciar, o cristianismo estava sendo influenciado, de maneira alarmante, pela apatia religiosa e pela degeneração moral. Dentre aqueles que não se conformavam com esse estado paralisante da religião cristã, sobressaiu-se John Wesley. Primeiro, durante o tempo de estudante na Universidade de Oxford, depois como líder no meio do povo.



Infância

Devido às atividades pastorais que impediam o Reverendo Samuel (seu pai) de dar a devida assistência ao lar, Susana assumiu a administração financeira da família e a educação dos filhos e filhas. Disciplinava com rigidez os filhos, mantendo horário para cada atividade e reservando um tempo de encontro com cada filho para conversar, estudar e orar.

Ainda na infância, John Wesley foi o último a ser salvo, de forma miraculosa, em um incêndio que destruiu toda sua casa, onde estivera preso no segundo andar. A partir desse dia, Susana, sua mãe, dedicou-lhe atenção especial, pois entendeu que Deus havia poupado sua vida para algo muito especial.

Aos cinco anos de idade, Susana Wesley começou a alfabetizar o John, usando o livro dos Salmos como apostila.

John estudou com sua mãe até os 11 anos. Entrou, então, para uma escola pública, onde ficou como aluno interno por seis anos. Aos 17 anos, foi para a Universidade de Oxford.

Estudos

Jonh Wesley iniciou seus estudos em Oxford onde começa a se reunir com um grupo de estudantes para meditação bíblica e oração, sendo conhecidos pelos colegas universitários de "Clube Santo", ele não inventou o nome: alunos, notando que os membros do grupo tinham horário e método para tudo que faziam, os tacharam como 'metodistas'. Wesley preferia chamá-los simplesmente de 'Metodistas de Oxford'

Neste grupo Wesley e seu irmão Carlos iniciaram a visitar e evangelizar os presídios. Wesley passou então a se interessar mais pela questão social de seu país e a miséria que a Inglaterra vivia na época. Assim, gradua-se em Teologia, e pode ajudar a seu pai na direção da Igreja Anglicana.

Isto até os 32 anos, quando atendeu a um apelo: precisava-se de missionários na Virgínia, Nova Inglaterra.


Missão na Virgínia

Um dos episódios que marcou o início do metodismo foi a viagem missionária de Jonh Wesley aos EUA - Virgínia para "evangelizar os índios" sendo praticamente fracassado. Em sua viagem de retorno Jonh Wesley expressa sua frustração "fui à América evangelizar os índios, mas quem me converterá?". Durante uma tempestade na travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de morávios (grupo de cristãos pietistas que buscavam a conversão pessoal mediante o Espírito Santo) a bordo do navio que, durante uma grande tempestade, as crianças e os adultos moravios cantavam e louvavam ao nome do Senhor (Deus)e Wesley vendo a fé que tinham diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley por ele achar que, Deus não poderia o justifica-lo mediante seus pecados e por isso constantemente temia a morte desde sua juventude) predispôs à seguir a fé evangélica dos morávios. Retornou à Inglaterra em 1738.

Conversão


Após 2 anos, John Wesley volta desiludido com o trabalho realizado na Virgínia. Encontra-se, então, com Pedro Böhler, em Londres. Böhler era pastor moraviano (da Morávia, Alemanha) e com ele John Wesley se convence de que a fé é uma experiência total da vida humana. Procurou, então, libertar-se da religião formalista e fria para viver, na prática, os ensinos de Jesus.

No dia 24 de maio de 1738, numa pequena reunião, ouvindo a leitura de um antigo comentário escrito por Martinho Lutero, pai da Reforma Protestante, sobre a carta aos Romanos, John sente seu coração se aquecer (entende-se que Wesley experimentava o "batismo no Espírito Santo"). Experimenta grande confiança em Cristo e recebe a segurança de que Deus havia perdoado seus pecados.


A Experiência do Coração Aquecido

No dia 24 de maio de 1738, na rua Aldersgate, em Londres, Wesley passou por uma experiência espiritual extraordinária, que é assim narrada em seu diário:

"Cerca das nove menos um quarto, enquanto ouvia a descrição que Lutero fazia sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, em verdade meus, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração".

Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Houve uma vez que pregou a cerca de 14.000 pessoas. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Carlos Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade.

Igreja


Como não havia muitas oportunidades na Igreja Anglicana, Wesley pregava aos operários em praças e salões - muito embora ele não gostasse de pregar fora da Igreja - E tornou-se conhecidíssima esta sua frase: "o mundo é a minha paróquia". Influenciados pelos moravianos, John e seu irmão Carlos organizaram pequenas sociedades e classes dentro da Igreja da Inglaterra, liderados por leigos, com os objetivos de compartilhar, estudar a Bíblia, orar e pregar.

Doutrina

  • Wesley ensinava que a conversão a Jesus é comprovada pela prática (testemunho), e não pelas emoções do momento;

  • Afirma que o centro da vida cristã está na relação pessoal com Jesus Cristo. É Jesus quem nos salva, nos perdoa, nos transforma e nos oferece a vida abundante de comunhão com Deus;

  • Valoriza e recupera em sua prática a ênfase na ação e na doutrina do Espírito Santo como poder vital para a Igreja;

  • Afirma que o bem-estar espiritual é o resultado da paz de Cristo;

  • Aceita as doutrinas fundamentais da fé cristã, conforme enunciadas no Credo Apostólico


O encontro foi bastante dinâmico com participações de todos os presentes.

Creio que para cada um Deus deixou uma mensagem e desafios para a vida!

Agradeço a todos pelas contribuições......

Para ficar registrado: O encontro foi realizado na residência de Vitor e Luciana no dia 27 de Fevereiro após o culto na REDE



Denis Plec


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