A linguagem não-verbal de cantares



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Rev. latino-am. enfermagem - Ribeirão Preto - v. 8 - n. 4 - p. 52-58 - agosto 2000

O comportamento não verbal tende a ser indescritível, espontâneo e com frequência vai além de nossa consciência. O seu aprendizado envolve aspectos culturais universalmente aceitos, como expressões faciais que representam as emoções básicas do ser humano (SAMOVAR, PORTES, STEFANI, 1998). Existem também os gestos culturais de regiões específicas que são diferentes de outras áreas, os quais em determinado tempo e local geram consequências positivas ou negativas de acordo com as regras culturais. As comunicações não-verbais podem ser usadas para acentuar, complementar, contradizer, regular ou substituir a comunicação verbal oral.



A paralinguagem consiste de sons na fala não verbal. Tom, inclinação, volume, flexão, inflexão, ritmo são elementos da paralinguagem. Sua importância está no significado das expressões de fala que com freqüência dependem das pistas da paralinguagem associadas às emoções, que acompanham os sons verbais orais. Há poucos estudos sobre a associação entre pistas e emoções específicas na paralinguagem. Intuitivamente, é óbvio que nós inferimos outras atitudes e sentimentos a partir das pistas da paralinguagem. O uso do espaço é um sutil, mas poderoso fator no comportamento social e na comunicação organizacional intercultural, considerando as características oriundas das diferentes culturas. De modo geral, parece que os seres humanos criam territórios e definem fronteiras de nosso espaço.

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