A idolatria sexual da antiga Israel



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O nomes dos deuses foram mudando nas diversas culturas, mas o culto era o mesmo, Astarte era “esposa” do deus Tamuz que vem referenciado (em Ezequiel 8:14.).

Um dos seus templos principais, encontrava-se na terra dos filisteus – em Ecron (I Samuel 31:10).  Esta divindade bíblica é uma herança mitológica da história dos povos da suméria (bíblica sinear) e dos acádios (Gênesis 10:10), onde “Asterate” era chamada de “Ishtar” ou “Inanna”.

Mais tarde para os gregos esta divindade foi chamada de “Afrodite” e “Hera”, enquanto que para os egípcios era recordada como Ísis ou, como outros defendem, Hator….



Esta apareceu pela primeira vez nesta mitologia depois da 18º dinastia, no relato da batalha entre Hórus e Seth em que a sua identidade poderia ser equiparada com Anat.

Segundo a mitologia suméria e acádia, Ishtar (Asterate) era irmã de Shamash, ao qual a bíblia se refere como Camoesh, Camos ou Quemós. Em mais que um versículo na Bíblia estes dois nomes aparecem juntos. (I Reis 11:33, II Reis 23:13)
O nome ‘Asterate’ também aparece associado a Baal (Juízes 2:13, Juízes 2:13, I Reis 18:19).

NOTA: A deusa Astarte, foi a mais importante das numerosas divindades fenícias e a única que permaneceu inamovível na sua rica mitologia, apesar das profundas e contínuas mudanças no culto que resultaram de diversas influências oriundas de toda a área do Mediterrâneo, recebidas por este povo de navegantes.



A deusa era uma representação das “forças da fecundidade” e, como tal, foi adorada sob variadíssimos aspectos.  Chamaram-lhe “Kubaba-Cibeles” – na Síria do Norte.



Cibele é frequentemente identificada com a deusa hitita e hurrita Hebat, que pode ser a origem da deusa puramente anatólia Kubaba. Os gregos frequentemente combinavam os dois nomes, o anatólio e o frígio, para se referirem a esta divindade.

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