A história do paganismo, da idolatria e do natal natal: a historia que não foi contada!



Baixar 254,53 Kb.
Página2/3
Encontro05.01.2017
Tamanho254,53 Kb.
1   2   3
Parte 2
A Origem do Natal
Jesus Nasceu Mesmo no Dia 25 de Dezembro?

De onde veio a idéia de 25 de dezembro como a data do nascimento de Jesus Cristo? Será que essa data era observada pelos cristãos primitivos? Vejamos o que nos diz Ralph Woodrow:

“Uma análise da palavra “Christimas” (Natal em Inglês), indica que ela é uma mistura. Embora ela inclua o nome de Cristo, também menciona a “Missa”. Quando consideramos todas as elaboradas cerimônias, orações pelos mortos, rituais de transubstanciação, e complicados rituais da Missa Católica Romana, pode alguém realmente ligar isto com o Jesus histórico dos Evangelhos? Como Paulo, tememos que alguns tenham sido corrompidos “da simplicidade que está em Cristo” (II Co. 11.3) por causa da influência pagã sobre tais coisas como a Missa. Olhando desta maneira, a palavra, “Christimas”(Missa de Natal) se contradiz a si mesma.

Quanto à verdadeira data do nascimento de Cristo, é de se duvidar de 25 de dezembro. Quando Jesus nasceu, “havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite seu rebanho” (Lc.2.8). Os pastores na Palestina não ficavam nos campos durante a metade do inverno! Adam Clarke tem escrito, “Como esses pastores ainda não haviam trazido seus rebanhos para casa, é um argumento presumível que outubro ainda não havia começado, e que, conseqüentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando não havia qualquer rebanho nos campos... Neste mesmo sentido a natividade em dezembro deveria ser descartada.”

Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.

Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e em Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite.

“Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas”, afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370, edição de New York).

A seguir esta mesma autoridade declara: “Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo o tempo que permaneciam fora...” as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de “Marchesvan”, que corresponde a parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro). Descobrimos, que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. Assim, para que haja coerência com o texto bíblico, temos que aceitar que em 25 de dezembro jamais poderia ser a data do nascimento físico do nosso Salvador.

Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifica este fato.
Enquanto a Bíblia não fala expressamente da data do nascimento de Jesus, existem outras indicações de que foi provavelmente no Outono que isto aconteceu.

Analisemos os seguintes fatos: Sabemos que Jesus foi crucificado na Primavera, no tempo da Páscoa (João 18.39). Figurando seu ministério como tendo durado três anos e meio, isto coloca o inicio do seu ministério no Outono. Naquele tempo, ele estava com quase 30 anos de idade (Lc.3.23), a idade reconhecida para um homem tomar-se um ministro oficial de acordo com o Velho Testamento, conforme Números 4.23. Se ele completasse trinta anos no Outono, então, seu dia natalício era no Outono, trinta anos antes.

Há ainda outras indicações que sustentam o nascimento do Messias no outono. Ao tempo do nascimento, José e Maria tinham ido a Belém para serem recenseados (Lc.2.1-5).

Não existem registros para indicar que a metade do inverno era o tempo de recenseamento. Um tempo mais lógico do ano teria sido no Outono, no fim da colheita. Se fosse este o caso, teria sido o período para a Festa dos Tabernáculos em Jerusalém o que poderia explicar porque Maria foi com José (Lc.2.4 1). Isto também explicaria porque até mesmo em Belém “Não havia lugar na hospedaria” (Lc.2.7). De acordo com o historiador Josefo, Jerusalém era normalmente uma cidade de 120.000 habitantes, mas durante as festas, algumas vezes chegava a ter 2.000.000 de judeus reunidos. Tais vastas multidões não somente enchiam Jerusalém, mas as cidades circunvizinhas também, incluindo Belém, que ficava somente a cinco milhas do Sul. Se a viagem de Maria e José fosse na realidade para estar na festa, como também para serem recenseados, isto colocaria o nascimento de Jesus no Outono do ano.

Não é essencial que saibamos a data exata na qual Cristo nasceu — sendo uma coisa principal, é claro que ele nasceu! Os cristãos primitivos comemoravam a morte de Cristo (1 Co. 11.26), não seu nascimento. A Enciclopédia Católica diz:

O Natal não estava entre os mais primitivos festivais da igreja. Irineu e Tertuliano omitiram isto de suas listas de festas”.


Mais tarde, quando as igrejas em vários lugares começaram a celebrar o nascimento de Cristo, havia muita diferença de opinião quanto à data correta. Somente, na última parte do quarto século, é que a igreja Romana começou a observar o 25 de dezembro. Ainda assim, em torno do quinto século, estava sendo ordenado que o nascimento de Cristo fosse para sempre observado nesta data, muito embora este fosse o dia da antiga festa pagã romana do nascimento do Sol, um dos nomes do deus adorado.



Diz Frazer, “O maior culto pagão religioso que colocava a celebração em 25 de dezembro como um feriado tanto no mundo romano como grego, era a adoração do sol, que era pagã - o Mitraísmo.... Este Festival de Inverno era chamado “a Natividade”.

A “Natividade do SOL”. Será que este festival pagão foi responsável pelo dia 25 de dezembro ter sido escolhido pela igreja Romana? Deixemos a Enciclopédia Católica responder:

“A bem conhecida festa solar do Natalis Invicti”- a Natividade do Sol Inconquistado - celebrada no dia 25 de dezembro, tem uma forte indicação sobre a responsabilidade em relação à nossa data de dezembro”!

Como os costumes pagãos solares estavam sendo “cristianizados” em Roma, compreende-se que confusão resultaria. Alguns pensaram que Jesus era o Sol, o deus solar! Tertuliano, segundo a enciclopédia Católica, teve que assegurar que o Sol não era o Deus dos cristãos; Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o Sol. O papa Leão I amargamente reprovou os ressurgimentos solares — cristãos, nas próprias escadarias da basílica dos apóstolos, virando-se para adorar o sol nascente.

"E levou-me para o átrio interior da casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol. Então me disse: Vês isto, filho do homem? Há porventura coisa mais leviana para a casa de Judá, do que tais abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz" Ez8,16-17

O festival de inverno era muito popular nos tempos antigos. Na Roma e Grécia pagãs, nos dias dos bárbaros teutônicos, nos remotos tempos da antiga civilização egípcia, na infância da raça, a Leste, Oeste, Norte e Sul, o período do solstício de inverno era sempre um período de júbilo e de festas. Desde que esta estação era tão popular, ela foi adotada como o tempo do nascimento de Cristo pela igreja romana.

A Enciclopédia Britânica sustenta o argumento da influência pagã sobre o cristianismo: “A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia de nascimento de Cristo, de 6 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta... ou nascimento do Sol invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto”.

Vejamos o que diz a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título “Natal”.

“O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios da festa provém do Egito. Os costumes pagãos ocorridos durante o início de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal”.

A Enciclopédia Britânica edição de 1946, afirma: “O Natal não era contado nas primeiras festas da Igreja...” “Não foi Instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do paganismo.

Observe agora o que diz a Enciclopédia Americana, edição 1944: “O Natal...não foi, de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A “comunhão’, instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o memorial desse acontecimento (Isto é, o nascimento de Cristo). No século V, a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.”

Agora veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era - um período maior do que a história inteira do Brasil como uma República independente! Essa celebração foi absorvida na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã e mais ainda a partir do século V quando a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente como uma festividade cristã!

A New Schaff-herzog Enciclopédia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o “Natal”: “Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o Novo Sol”... As festividades pagãs, Saturnália( Festival de Inverno, no qual os romanos durante sete dias em culto de adoração ao deus Sol, se despedia do inverno) e Brumária (comemoração da chegada do primeiro verão) estavam profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade paga acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.



Este mesmo artigo da enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos religiosos, explica como a aprovação dada por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.

No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época. Na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a vida (I Co. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

Portanto os antigos “Mistérios Caldeus” idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, têm sido transmitidos de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

A festa do Natal foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério no ano 354. Na verdade, a data de 25 de dezembro, diz a Enciclopédia Britânica do Brasil, não se deve a um estrito aniversário cronológico, mas sim à substituição, como motivos cristãos, das antigas festas pagãs. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como sol de justiça (Ml. 4.2) e luz do mundo (Jo. 8.12), e as primeiras celebrações da festa na colina vaticana — onde os pagãos tributavam homenagem às divindades do Oriente — expressam o sincretismo da festividade, de acordo com as medidas de assimilação religiosa adotadas por Constantino.

A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. E hora de sair da idolatria, de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira! Os espírito que se manifestam nessa época são os mesmos que se manifestavam durante a saturnália, a saber: é o espírito de orgia, glutonaria, bebedice e consumismo. Todos eles reprovados pela Bíblia e condenados por Jesus.



1   2   3


©bemvin.org 2016
enviar mensagem

    Página principal