A história do paganismo, da idolatria e do natal natal: a historia que não foi contada!



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A História do paganismo, da idolatria e do natal

NATAL: A HISTORIA QUE NÃO FOI CONTADA!
Pr. Ricardo Guimarães

Fonte: site da Videira: www.videirario.com.br

Dizem os historiadores, que “quem não conhece a história corre o risco de cometer os mesmos erros do passado”. Por isso, é que devemos nos reportar ao passado, para conhecermos a verdade acerca de um tema tão importante como é o NATAL.

Quando o vidente João, na ilha de Pátimos, teve essa revelação, possivelmente ele não imaginava que a igreja chegaria ao ponto de contaminação que chegou. Hoje nós vivemos um cristianismo mesclado com a falsa religiosidade babilônica. E a comemoração do Natal é uma prova nítida dessa influência pagã no seio da igreja.
Eu oro para que você receba esse estudo com a mente e o coração abertos, pedindo ao Espírito Santo que o ajude a andar de conformidade com as Sagradas Escrituras.Eu tenho plena certeza de que, quando a verdade entrar no seu coração, você receberá a testificação dos céus e desfrutará de paz e alegria no seu espírito.

Parte 1
COMO TUDO COMEÇOU...

Em Gênesis 11.2 está escrito que logo após o dilúvio, quando os homens começaram a se espalhar novamente, acharam um vale na terra de Sinar, onde habitaram. Foi justamente nesta terra de Sinar, que uma cidade foi edificada e recebeu o nome de Babilônia, onde depois ficou conhecida também como Mesopotâmia.



NIMROD(ou Ninrode) - TAMUZ E SEMÍRAMIS: A Origem da Idolatria
O local onde foi edificada a cidade da Babilônia era uma terra muito produtiva, mas havia um sério problema, entre outros, que ameaçava os seus moradores. Constantemente, animais selvagens atacavam os habitantes, espalhando medo e insegurança na cidade. De forma, que o maior anseio do povo, era obter segurança e proteção. Mas quem poderia oferecer?
Em Gênesis 10.8,9. a Bíblia diz que Ninrode se tornou poderoso sobre a terra, e era um poderoso caçador diante do Senhor. E foi justamente ele quem se propôs a suprir a necessidade de proteção daquele povo, ganhando cada vez mais respeito e devoção de todos.


Muito inteligente e corajoso. Ninrode foi se tornando cada vez mais famoso no meio daquela civilização. E com tanto prestígio que tinha, montou um novo sistema de proteção: ao invés de lutar contra os animais selvagens, organizou as pessoas em cidades e circundou as cidades com muros de proteção. E quanto mais atuava entre o povo mais respeito ganhava, até que resolveu transformar as cidades organizadas em um reino. E foi o que fez. Ninrode organizou o primeiro reino mencionado na Bíblia, que se chamava Babel conforme podemos constatar em Gênesis 10.10: “O principio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinear”.



Ninrode era neto de Cão, filho de Noé, e foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode não apenas construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, como a antiga Nínive e muitas outras cidades.
Conforme escreveu Ralph Woodrow, em sua obra Babilônia a Religião dos Mistérios, «sejam quais forem os melhoramentos que tenham sido feitos por Ninrode, devem ter sido bons e corretos, mas Ninrode foi um governante iníquo. O nome Nimrod vem de marad e significa “ele se rebelou”, A expressão de que ele foi um poderoso “diante” do Senhor pode trazer um significado hostil da palavra “diante”, sendo algumas vezes utilizada como significando “contra” o Senhor. A Jewish Encyclopedia diz que Ninrode foi “aquele que fez todo o povo rebelar-se contra Deus”.

Ninrode era tão perverso que se diz que ele casou-se com a própria mãe Semíramis.

O notável historiador Josefo escreveu: “Agora, foi Ninrode que excitou a tal afronta e contenda contra Deus... Ele também gradualmente mudou o governo, levando-o à tirania, não vendo qualquer outra maneira de desviar homens do temor de Deus... as multidões estavam muito prontas a seguir as determinações de Ninrode... eles construíram uma torre, não medindo sofrimentos, nem sendo em nenhum grau negligentes a respeito da obra: e, por causa da multidão de mãos empregadas nela, ela cresceu, ficando muito alta... O lugar onde eles edificaram a torre é agora chamado Babilônia”.

Alexandre Hislop, autor de “As Duas Babilônias” baseado em pesquisas e diversas informações históricas, descreve com detalhes como a religião babilônica se desenvolveu em torno das tradições concernentes a NIMROD, sua esposa SEMIRAMIS, e seu filho, TAMUZ.
Quando Ninrode morreu, de acordo com as antigas narrativas, seu corpo foi cortado em pedaços, queimado e enviado a várias áreas. Após a sua morte, que foi grandemente pranteada pelo povo babilônico, sua esposa Semíramis reivindicou que ele agora era o deus-sol. Mais tarde, quando deu à luz a seu filho Tamuz reivindicou que este filho Tamuz era seu herói Ninrode renascido. A mãe de Tamuz havia provavelmente escutado a profecia do messias que viria a ser nascido de uma mulher, pois esta verdade era conhecida desde os tempos de Adão. Ela reivindicou que seu filho fora concebido de maneira sobrenatural, e que era a semente prometida, ou “salvador”. Na religião que se originou daí, contudo, não somente o filho foi adorado, mas a mãe também passou a ser adorada”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou mais tarde, a “Virgem e o menino”(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou_minha_senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!



Este sistema de idolatria espalhou-se da Babilônia para as nações, pois foi desta localização que os homens foram espalhados por sobre a face da terra, conforme a descrição de Gênesis 11.9: “chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o Senhor a linguagem de toda a terra e dali o Senhor os dispersou por toda a superfície dela”.


Só que para onde iam os moradores da Babilônia, levavam consigo as práticas do culto pagão de adoração a Semíramis e a Tamuz.

Citado por Rralph Woodrow, Layard em sua obra Nínive e seus Remanescentes declara que temos o testemunho conjunto da história sacra e profana que a idolatria originou-se na área da Babilônia — o mais antigo dos sistemas religiosos.

Quando Roma tornou-se império mundial, é fato conhecido que ela assimilou dentro do seu sistema os deuses e religiões dos vários paises pagãos que dominava. Desde que a Babilônia era a fonte de paganismo desses paises, podemos ver como a religião primitiva da Roma Pagã não era outra senão o culto babilônico que havia se desenvolvido e tomado várias formas e nomes diferentes nos países para os quais foram.


Yeshua HaMashiac, o verdadeiro filho de Deus, veio ao mundo fisicamente, no período em que Roma dominava o mundo. Ele nasceu, viveu, morreu e ressuscitou, instaurando uma nova era, a era da graça de Deus, e deixando-nos seus ensinos que mais tarde foram escritos por seus discípulos e apóstolos. Mas por causa da conveniência de homens que estavam mais preocupados em agradar aos homens do que a Deus, muitos dos ensinos de Jesus foram contaminados pelo paganismo babilônico.

Mesmo nos tempos do Apóstolo Paulo, já havia tentativas de se fundir o cristianismo com o paganismo, pois o Apóstolo escreve em Tessalonicenses 2.3,7, que já naquele tempo “o mistério da iniqüidade” estava operando.

Infelizmente, foi isso que aconteceu. O cristianismo nasceu em Jerusalém, mas Roma, catalisadora das religiões pagãs, que têm origem na Babilônia como vimos, foi aos poucos mesclando a mensagem pura com práticas religiosas antigas.

O Cristianismo viveu dois momentos distintos. O primeiro foi o período da perseguição, quando imperadores romanos ordenaram que os cristãos fossem presos, lançados às feras, queimados vivos, crucificados e sujeitos a todo tipo de tortura, conforme podemos ver no livro de Atos dos Apóstolos. E sabe qual era o principal motivo dessa perseguição? A determinação dos cristãos em não aceitar os costumes e crenças idólatras adotadas pelos romanos. O segundo momento aconteceu no século IV, quando o então Imperador romano Constantino, professou sua conversão ao cristianismo.. Ele deu ordens para que cessassem todas as perseguições. E “cristianizou” todo o império, a começar por seu exército.

A partir daquele momento, os bispos receberam honrarias. A igreja começou a receber reconhecimento e poderes políticos. Mas por tudo isso, um grande preço teve que ser pago! Muitos compromissos foram feitos com o paganismo. Em lugar da igreja ser separada do sistema que operava, ela se tornou parte do sistema. O imperador mostrando favor, exigiu um lugar de liderança na igreja; pois no paganismo os imperadores eram tidos como deuses. Daí em diante, misturas por atacado foram feitas do paganismo com o cristianismo, especialmente em Roma.

Todo esse pano de fundo, é para nos ajudar a entender como a celebração do natal, em 25 de dezembro entrou em cena com costumes e formas adotadas do paganismo babilônico, onde Roma, foi apenas uma ponte para a propagação.



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