A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer a escada, degrau por degrau



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"A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer a escada, degrau por degrau." (Mark Twain)

Atenção:

Novo Extintor de Incêndio Veicular ABC, descartável.

Desde a aprovação pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) da resolução nº 157 – do uso do extintor de incêndio automotivo com pó “ABC” – os carros produzidos no Brasil ficaram mais seguros contra princípio de incêndio. A lei passou a valer para os veículos produzidos a partir de janeiro de 2005.



Detalhes: http://www.cbbc.com.br/exibe.asp?id=38

Para os amigos que não entenderam quando eu disse que havia anulado o meu voto:

PT e PSDB: “acordão” para blindar corrupção institucionalizada

Publicado por Luiz Flávio Gomes - 6 dias atrás



Cena 1: Aécio Neves (em 5/11/14), na sua estreia como líder da oposição, dono de 51 milhões de votos, pronuncia um retumbante discurso (no Senado) e fala coisas típicas de estadistas: “Vamos fazer uma oposição incansável, inquebrantável e intransigente; temos que exigir exemplares punições àqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção da história deste país; só vamos dialogar com o governo se houver investigação implacável no petrolão”.

Cena 2: Seu discurso ainda ecoava dentro do Congresso Nacional (tal como uma potente voz penetra as ondas que atravessam um longínquo horizonte) quando, em outra sala do mesmo local, parlamentares do PSDB fechavam um “acordão” com os “petistas” para livrarem de ser chamados à CPI mista da Petrobrás alguns suspeitos de participação no “petrolão”. Quem? 1) Leonardo Meirelles, que é laranja de Youssef (precisamente quem disse que em 2010 foi dado para Sérgio Guerra, então presidente do PSDB, R$ 10 milhões, para engavetar uma CPI que estava em andamento naquela época); 2) Gleisi Hoffmann (senadora petista) (que teria recebido R$ 1 milhão do esquema Petrobras); 3) João Vaccari Neto (tesoureiro do PT), outro beneficiário de grossas quantias do escândalo (segundo as delações de Paulo Roberto Costa). O deputado Carlos Sampaio, do PSDB (chefe jurídico da campanha de Aécio), que participou do “acordão”, disse que “a comissão apenas definiu um roteiro de investigação ou de procedimentos” (ou seja: “tucanou”).

01. Será que nem sequer uma pouca-vergonha dessas é suficiente para mexer com os brios da grande sociedade civil brasileira? A tese que estou trabalhando (nas minhas atuais pesquisas criminológicas) é simples: o poder no Brasil, total ou parcialmente (conforme cada momento histórico), sempre esteve sequestrado por uma troika maligna composta de políticos, partidos e outros agentes públicos + agentes econômicos despudorados + agentes financeiros inescrupulosos, que se unem, reiteradamente, de forma criminosamente organizada, em uma espécie de parceria público/privada, para a pilhagem do patrimônio do Estado - PPP/PPE. Estamos falando de organizações criminosas político-empresariais, que deformam escabrosamente nossa democracia, reconhecidamente corrupta (ocupamos o 72º lugar no ranking sobre corrupção na Transparência Internacional).

02. Soluções: 1ª) é preciso fortalecer concretamente nossas instituições de controle, tradicionalmente mancomunadas (intencionalmente ou não) com a ambiência democrática (político-empresarial) corrupta; 2ª) é preciso que a sociedade civil (especialmente o conjunto de eleitores) exerça um novo papel, que vai muito além do voto e das dissidências partidárias e eleitorais: um papel ativo organizado, sobretudo a partir das redes sociais, de controle, de fiscalização, de denúncia, de cobrança, de co-governança (numa espécie de democracia direta digital combinada com cidadania participativa responsável). O humano e, sobretudo, a sociedade que não se organiza, inteiramente, ou é besta ou é deus (dizia Aristóteles). Deus nós não somos, porque não temos poderes sobrenaturais. Resta-nos, então, perguntar, diante dos malefícios seculares gerados pela criminalidade organizada político-empresarial, se não estamos nos comportando, no Brasil, como bestas.

03. Os decepcionantes e escabrosos políticos e partidos que temos hoje no país (PT, PSDB, PMDB..., com pouquíssimas exceções) nos trazem mais desencantos (corrupção, inflação, desigualdade extrema, analfabetismo, parasitismo, selvagerismo) que alegrias (estabilidade econômica dos tucanos e inclusão social pelo consumo do lulismo). Há momentos de desesperança frente ao futuro. O amor e o ódio vertidos recentemente em torno dos partidos políticos deveriam ser convertidos em paixão pelo país (pela nação). Ganharíamos muito mais se caminhássemos não “partidos”, sim, unidos, juntos, contra a corrupção de todos os partidos e de praticamente todos os políticos (há exceções honrosas) que, cumpliciados com setores empresariais e financeiros, criaram um dos tumores mais malignos que andam necrosando o crescimento do país assim como a maior revolução pendente, que consiste na educação de qualidade para todos, em período integral, até à Universidade (aproveito para reiterar minha proposta: todos nós deveríamos participar, inclusive monetariamente (cada um dentro de suas possibilidades), dessa revolução, fazendo-se a maior parceria público/privada entre a sociedade civil e o governo, para a redenção definitiva da sofrida, mas orgulhosa e briosa nação brasileira).

04. Aécio discursou contra a corrupção como um estadista, mas “um tucano só não faz verão” (Veja). Faltou ao dono dos 51 milhões de votos combinar com os “45” que, sempre que interessa, se unem aos “13”, aos “15”, para blindar a corrupção político-empresarial. Isso faz parte do DNA dos políticos (veja agora a demora na análise do processo de cassação de André Vargas que, sem a perda do mandato, não será enquadrado na Lei da Ficha Limpa). Nas democracias corruptas, como a brasileira, basta que um político fale em “moralizar” o país, e o tropeço vem logo em seguida. O PSDB “queimou a largada”, disse Dora Kramer, que completou: “foi feita uma “melação premiada”, para evitar que a verdade da corrupção na Petrobras fosse descoberta; a oposição discursa cobrando investigação, mas quando há o risco de que os seus [seus companheiros ou seus financiadores] sejam envolvidos, dá o dito por não dito e embarca na operação abafa”.

05. A mesma jornalista (Dora Kramer) recordou que “O PSDB já havia padecido desse mal quando, em 2005, por ocasião da CPI dos Correios, não teve uma posição contundente quando se descobriu que o então presidente do partido, Eduardo Azeredo, usara o esquema de Marcos Valério [mensalão mineiro do PSDB] na tentativa de se reeleger em 1998. Os tucanos arrefeceram os ânimos e pagam o preço até hoje”. E o que dizer da CPI do Carlos Cachoeira? Que foi aquilo? Começaram a investigar de verdade e, de repente, meio mundo empresarial, financeiro e político estava envolvido. Outro “acordão” entre PT, PSDB e PMDB arquivou a CPI rapidinho, num documento final de 2 páginas (os norte-americanos dizem que há bancos que são muito grandes para quebrar; no Brasil diríamos: há escândalos que são muito grandes para serem revelados e investigados). Em 2010, Sérgio Guerra teria recebido R$ 10 milhões para “arquivar” outra CPI.

06. Por que as CPIs (os políticos) engavetam os pedidos de investigação das empresas (construtoras, áreas de alimentos etc.) que formaram um cartel para lotear as grandes licitações no País? O Estadão respondeu: “As empresas que aparecem na Operação Lava Jato doaram R$ 456 milhões a PT, PMDB, PSDB, PSB, DEM e PP nos últimos sete anos, sem fazer distinção entre situação e oposição”. Parte do dinheiro foi repassada às legendas em valores fixos e mensais. Segundo o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, parte desse dinheiro teve como origem esquemas de fraudes em contratos, lavagem de dinheiro e corrupção, e foi parar nas campanhas presidenciais de 2010 do PT e do PSDB [pode-se afirmar que nada mudou em 2014].

07. Levantamento feito pela reportagem [do Estadão] mostra que o PT e o PSDB, juntos, receberam 55% do total repassado aos seis partidos via diretório nacional. Os R$ 456 milhões que irrigaram as contas dessas legendas de 2007 a 2013 – período que o Tribunal Superior Eleitoral pública para consulta na internet – representam 36% do total doado às seis legendas por pessoas jurídicas em geral, no período. Esse tipo de doação é legal, mas tem uma fiscalização mais frouxa em relação à eleitoral, e sempre foi usada para tentar dissimular a origem do dinheiro que abastece campanhas. Repasses mensais. O mapa do dinheiro feito pelo Estado mostra que as construtoras fizeram repasses mensais em valores fixos muitas vezes e pulverizados por partidos, tanto da situação como oposição. É o caso da Andrade Gutierrez, líder no total repassado: R$ 128 milhões aos seis partidos. Para o PT, em 2010, ela deu R$ 15 milhões, sendo que alguns mensais fixos, como três depósitos de R$ 700 mil cada entre fevereiro e abril. Para o PSDB, a Andrade Gutierrez fez 24 repasses, totalizando R$ 19 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo”. A democracia no Brasil, como se vê, é corrupta porque dele se apoderou uma organização criminosa político-empresarial.

P. S. Participe do nosso movimento fim da reeleição (veja fimdopoliticoprofissional. Com. Br). Baixe o formulário e colete assinaturas. Avante!

Luiz Flávio Gomes

Professor



Para os que querem abandonar o Brasil

Publicado por Carolina Salles - 1 semana atrás



Por Leonardo Boff*

É espantoso ler nos jornais e mensagens nas redes sociais e mesmo em inteiros youtubes a quantidade de pessoas, geralmente das classes altas ou os ditos “famosos” que lhes custa digerir a vitória eleitoral da reeleita Dilma Rousseff do PT. Externam ódio e raiva, usando palavras tiradas da escatologia (não da teológica que trata dos fins últimos do ser humano e do universo) e da baixa pornografia para insultar o povo brasileiro, especialmente os nordestinos.

Estas pessoas não vivem no Brasil, mas, em geral, no Leblon e em Ipanema ou nos Jardins da cidade de São Paulo onde se albergam, em sua maioria, os pertencentes às classes opulentas (aquelas 5 mil famílias que, segundo M. Porchmann, detém 43% do PIB nacional). Muitas delas não se sentem povo brasileiro. Externam até vergonha. Mas estão aqui porque neste país é mais fácil enricar, embora o desfrute mesmo é em feito em Miami, Nova York, Paris ou Londres, pois muitos deles têm lá casas ou apartamentos.

Alguns mais exacerbados, mas com parquíssima audiência, sugerem até separar o Brasil em dois: o sudeste rico de um lado e o resto (para eles, o resto mesmo) do outro, especialmente o Nordeste.

Acresce a isso o Parlamento brasileiro, a maioria eleita com muito dinheiro, que mal representa o povo. Finge que escutou o clamor dos ruas em junho de 2013 demandando reformas, especialmente na política, no sistema de educação e de saúde e uma melhor mobilidade urbana e não em último lugar a segurança e a transparência na coisa pública. Mas já esqueceu tudo. Rejeitou o projeto do governo, no rescaldo da reeleição, que visava ordenar e dar mais espaço à participação dos movimentos sociais na condução da política nacional, respeitadas as instituições consagradas pela Constituição.

Tal fato nos remete ao que Darcy Ribeiro diz em seu esplêndido livro que deveria ser lido em todas as escolas, “O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil”(1995). Aí diz o grande antropólogo, indigenista, político e educador: ”O ruim no Brasil e efetivo fator do atraso, é o modo de ordenação da sociedade, estruturada contra os interesses da população, desde sempre sangrada para servir a desígnios alheios e opostos aos seus… O que houve e há é uma minoria dominante, espantosamente eficaz na formulação e manutenção de seu próprio projeto de prosperidade, sempre pronta a esmagar qualquer ameaça de reforma da ordem social vigente”(p.446).

Esta afirmação nos concede entender por que a presidenta Dilma quer uma reforma política que não venha de cima, do Congresso, porque este sempre se oporá ao que possa contradizer os seus indecentes privilégios. Deve partir debaixo, ouvindo os reclamos do povo brasileiro. Quem aprendeu em 500 anos a sobreviver na pobreza senão na miséria, colheu muita experiência e sabedoria a ser testemunhada e repercutida na nova ordenação político-social do Brasil. Ouvi de um sacerdote que viveu sempre na favela: ”Há um evangelho escondido no coração do povo humilde e importa que o leiamos e escutemos”. Vale a mesma coisa para as várias reformas desejadas pela maioria da população: auscultar o que se aninha no coração do povo e dos invisíveis.

Podemos tolerar a arrogância e a resistência dos poderosos e dos parlamentares, o que não podemos é defraudar a esperança de todo um povo. Ele não merece isso depois de tanto suor, sacrifícios e lágrimas. Ele precisa voltar às ruas e renovar com mais contundência e ordenadamente o que irrompeu em junho do ano passado. O feijão só cozinha bem em panela de pressão. Da mesma forma, o parlamento abandona sua inércia quando é posto sob pressão, como se constatou no ano passado.

Voltemos a Darcy Ribeiro, um dos que melhor estudou e compreendeu a singularidade do povo brasileiro. Uma coisa são os povos transplantados como nos USA, no Canadá e na Austrália. Eles reproduziram os moldes dos países europeus de onde vieram. No Brasil foi diferente. Ocorreu uma das maiores miscigenações da história conhecida da humanidade. Misturaram-se entre si índios, afro-descentes, europeus, árabes e orientais. Criaram um novo tipo de gente. Diz Darcy: ”o nosso desafio é de reinventar o humano, criando um novo gênero de gentes, diferentes de quantas haja”(p.447). Diz mais: ”olhando todas estas gentes e ouvindo-as é fácil perceber que são, de fato, uma nova romanidade, uma romanidade tardia mas melhor, porque lavada em sangue índio e sangue negro”(p.447).

Não me furto em citar estas palavras proféticas com as quais fecha seu livro “O povo brasileiro”: “O Brasil é já a maior das nações neolatinas… Estamos nos construindo na luta para florescer amanhã como uma nova civilização, mestiça, tropical, orgulhosa de si mesma. Mais alegre, porque mais sofrida. Melhor porque incorpora em si mesma mais humanidades. Mais generosa, porque aberta à convivência com todas as raças e todas as culturas e porque assentada na mais bela e luminosa província da Terra”(p.449).

Para os que querem sair do Brasil: fiquem nessa esplêndida Terra e ajudem-nos a constuir esse sonho bom.



* teólogo e escritor

A imagem da Justiça brasileira (32% de confiança) está arrasada. (segundo pesquisa)

Publicado por Avante Brasil e mais 1 usuário - 2 dias atrás

01. Pesquisa feita pela FGV (com 7,1 mil pessoas, concluída em abril/14) para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela (Estadão 10/11/14) profunda desconfiança dos brasileiros nas instituições públicas: 81% acham que é “fácil” desobedecer as leis. A certeza da norma, do castigo e do direito encontra-se em profunda crise na sociedade brasileira. Sem sair dessa crise não se pode traçar um futuro promissor para o Brasil (que constitui uma das democracias mais corruptas de toda América Latina). Se existe algo absolutamente inexorável em todas as nações prósperas do mundo, esse algo é o império da lei. É impossível construir uma sociedade moderna e pujante sem que o império da lei (ou seja: lei, Constituição e tratados internacionais) esteja no eixo mesmo da convivência (que somente pode se tornar previsível em razão dessa conjunto normativo). Toda sociedade (em todos os tempos) que não tem como culto primeiro um profundo respeito (por todos) pela legalidade (pela lei, pela constituição e pelos tratados) vive sob permanente caos e, em consequência disso, sempre ameaçada. Em toda América Latina, no entanto, não faz parte da nossa cultura o acendrado respeito pelas normas jurídicas.

02. A profunda decepção de Simon Bolívar com a ausência do império da lei no nosso continente levou-o a proclamar o seguinte (citado por Huntington, em A ordem política nas sociedades em mudança): “[Na América Latina] os tratados são papéis [quem olha a jurisprudência do STF na questão da anistia sabe muito bem do que Bolívar falava; o STF ignorou completamente o direito internacional], as constituições não passam de livros [as violações dos direitos fundamentais rasgam impune e diariamente nossa constituição], as eleições são batalhas [não só políticas, sim, sobretudo, econômicas, levadas a cabo pelos financiadores das campanhas eleitorais, que dessa forma compram o mandato do político], a liberdade é anarquia [pelo menos assim veem alguns grupos nada comprometidos com a democracia] e a vida um tormento [essa é uma excelente síntese para exprimir os protestos de junho]. A única coisa que se pode fazer na América é emigrar [isso era mais confortável no tempo de Bolívar, quando não havia um planeta inteiramente contaminado pelas injustiças geradas pela globalização, que conseguiu agradar alguns e desagradar e desandar a vida de metade da população mundial].

03. Também para 81% dos pesquisados (pesquisa FGV citada) é nítida a percepção de que, sempre que possível, as pessoas escolhem “dar um jeitinho” no lugar de seguir as leis gerais (abstratas e impessoais). O famoso “jeitinho” alcança, como se vê, todas as classes sociais. Essa cultura se dissemina de pais para filhos e de casa em casa. Dizemos que educação se aprende na escola e, sobretudo, em casa. O “jeitinho” em regra é inoculado no espírito da criança “a partir da sua casa”. Como nos comportamos diante de um “proibido estacionar”? “Proibido fumar”? Ou diante de uma fila? Nos países mais organizados (Escandinavos, por exemplo, Alemanha, Coreia do Sul, Japão etc.) as regras ou são obedecidas (por todos) ou não existem. No Brasil as regras gerais (frequentemente excessivas: somos um país de “bacharéis”) em lugar de serem cumpridas dão margem para a corrupção burocrática. Com isso não alcançamos nunca a certeza das normas (ou do castigo). A descrença nas instituições é generalizada.

04. A imagem da Justiça brasileira (32% de confiança) está arrasada. Sua morosidade enerva essa descrença. A confiança na polícia fica um ponto porcentual acima (33%). Apesar de baixos, esses índices já foram menores - 29% e 31% respectivamente - em pesquisa anterior (veja Estadão). Para 57% da população “há poucos motivos para seguir as leis do Brasil”, segundo o levantamento da FGV. Os moradores do Distrito Federal (os mais próximos do crime organizado formado pela troika maligna dos políticos, partidos e outros agentes públicos + agentes econômicos despudorados + agentes financeiros inescrupulosos, que se uniram numa parceria público/privada para a pilhagem do patrimônio do Estado – PPP-PPE) foram os que mais disseram acreditar (84%) na saída do “jeitinho” como regra nas relações.



05. Quanto maior o rendimento da pessoa, mais alta é a sensação de que as leis não são cumpridas. De acordo com o estudo, 69% dos entrevistados que ganham até um salário mínimo concordaram que o “jeitinho” é a regra, porcentual que cresce para 86% na população que ganha mais de oito salários mínimos. A impunidade (ausência da certeza do castigo) faz as pessoas desafiarem as leis. A precariedade da fiscalização é a fonte da impunidade. Vejamos o quadro publicado pelo Estadão:

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