1. Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro



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Encontro17.03.2020
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1. “Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto, o poento caminheiro
– Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro.”

Os versos acima exemplificam:


a) a utilização de metáforas grandiosas para expressar a indignação com as injustiças sociais que caracteriza a obra de Castro Alves.
b) a temática a procura da morte como solução para os problemas da existência em que se encontra em Álvares de Azevedo.
c) tratamento ao mesmo tempo irônico e lírico a que Carlos Drummond de Andrade submete o cotidiano.
d) a presença da natureza como cenário para o encontro do pastor com sua amada, como ocorre em Tomás Antônio Gonzaga.
e) a exploração de ecos, assonâncias, aliterações em busca de uma sonoridade válida por si mesma, como se vê na obra de Cruz e Sousa.

2. Sombras do vale, noites da montanha


Que minh’alma cantou e amava tanto,
Protegei o meu corpo abandonado,
E no silêncio derramai-lhe canto!

Mas quando preludia ave d’aurora


E quando à meia-noite o céu repousa,
Arvoredos do bosque, abri os ramos…
Deixai a lua prantear-me a lousa!

O que dominantemente aflora nos versos acima e caracteriza o poeta Álvares de Azevedo como ultrarromântico é:


a) a devoção pela noite e por ambientes lúgubres e sombrios.
b) o sentimento de autodestruição e a valorização da natureza tropical.
c) o acentuado pessimismo e a valorização da religiosidade mística.
d) o sentimento byroniano de tom elegíaco e humorístico-satânico.
e) o sonho adolescente e a supervalorização da vida.

1. B

Comentário: A lírica de Álvares de Azevedo também é marcada pelo sentimento de pessimismo. O homem que vivia em meados do século XIX estava insatisfeito com o mundo em que vivia e, não se sentia incluído aos acontecimentos que o rodeavam, por isso, a 2ª geração também é denominada de “mal do século”. O eu lírico, muito vezes, fazia uma aproximação com a morte, acreditando ser a única forma possível para livrar-se de suas dores e insatisfações.

 

2. A



Comentário: É muito comum observar na lírica de Álvares de Azevedo sua aproximação com a morte, seu sentimento pessimista mediante as coisas do mundo e, também, a presença da devoção pelo ambiente noturno, fazendo parte da composição do cenário. Com isso, é importante analisar o verso “Deixai a lua prantear-me a lousa!”, em que o eu lírico faz referência à luz do luar iluminando sua lápide.
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