0 o a vovó Leonor Leme, seu filho, o Bandeirante Aleixo Leme, e o Padre José de Anchieta



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0 o A Vovó Leonor Leme, seu filho, o Bandeirante Aleixo Leme, e o Padre José de Anchieta

SOBRE O MARIDO de leonor leme BRAS ESTEVES – VEJA VÁRIOS ESTEVES EM OBIDOS MEDIEVAL:

Ela declara ser de òbidos no processo do padre Anchieta

pesquise este PDF com contrF e coloque esteves no campo de pesquisa



6Os_Obidenses_Óbidos_na_Idade_Média

Sempre se diz, no Brasil, que o marido de LEONOR LEME era BRAS TEVES e que vieram da Ilha da Madeira e que o nome foi corrompido para BRAS ESTEVES no Brasil.

Não é verdade, LEONOR LEME nasceu em Óbidos, como declara no processo de Anchieta, e, existem, desde a idade média, muitos ESTEVES em Óbidos, pessoas importantes lá, o que leva a se acreditar que é mesmo de Óbidos a Leonor Leme nascida lá em 1530 pouco mais ou menos.

Portanto, o nome não foi corrompido. É ESTEVES mesmo.

Nestes pdf sobre Óbidos medieval aparecem os ESTEVES.

Coloque o CTRL F e procure ESTEVES.



http://home.fa.ulisboa.pt/~miarq4p5/2010-11/2_SupportElements/1_TownHall_Elements/1_County_REVISAO%20PDM%202%AA%20Reuniao%20Plenaria/Estudos%20de%20Caracteriza%E7%E3o/Estudos_Tematicos/REDE_INVEST/Hist%F3ria%20Medieval/%D3bidos%20na%20Idade%20M%E9dia.pdf

PDF]Os Obidenses_Óbidos na Idade Média – Câmara Municipal de Óbidos

http://www.cm-obidos.pt/Download.aspx?x=5b53e2f7-6891-49da-a357-7f9c456ec69f

título de exemplo, Manuel Sílvio Alves Conde, Tomar Medieval. ….. Fernando Esteves, cavaleiro e Juiz-geral da Vila de Óbidos (1418 – 27 de Maio, Livro do …

 

http://www.monumentos.pt/site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=26052

 



O Pai de Leonor teria tido com a primeira mulher, a filha Lucrécia em outro lugar de Portugal continental ,  em Abrantes, antes de 1530 mais ou menos.

De Pedro Leme até Maximina Augusta de Melo e até nós:

PEDRO LEME É PAI DE LEONOR LEME

LEONOR LEME    É  MAE DE    ALEIXO LEME ,,,,ESSE FOI BANDEIRANTE, diz que se criou com Padre Anchieta

ALEIXO  LEME   É  PAI  DE     LUZIA LEME

LUZIA LEME     É  MAE DE     TOMAZIA DE ALVARENGA

TOMAZIA         É  MAE  DE    MARIA LEME BICUDA

MARIA LEME  BICUDA      É  MAE DE    ANTONIO DA ROCHA LEME

ANTONIO DA ROCHA LEME       É PAI   DE     MARIA LEME DO PRADO



MARIA LEME DO PRADO é mãe de Ana de Jesus Nogueira

ANA DE JESUS NOGUEIRA é mãe de JOÃO DE SOUZA NOGUEIRA

JOÃO DE SOUZA NOGUEIRA é pai de Maria Cláudia Nogueira

MARIA CLÁUDIA NOGUEIRA é mãe de MARIA TEODORA NOGUEIRA DO NASCIMENTO

MARIA TEODORA NOGUEIRA é mãe de MAXIMINA AUGUSTA DE MELO

Maximina mãe de Eulina Augusta de Melo

Eulina mãe de Esmeralda de Melo Lima,

Esmeralda mãe de Luciana de Castro

Luciana mãe de Paulo César (EU)

O PROCESSO DE ANCHIETA aberto em 1597  QUE SERÁ CANONIZADO em ABRIL DE 2014

A 7 de abril de 1622 comparecia a dar testemunho nesse processoLeonor Leme.

Nascida em Óbidos, Portugal, filha de Pedro Leme e Lúcia Fernandes, declara ter acima de 80 anos. Nascida, pois, ao redor do ano de 1540. Vamos resumir o conteúdo de seu depoimento, de que só existe o texto da tradução latina.

Quem assina por ela é o filho Pero Leme.



Pero (PEDRO), de 56 anos, NASCIDO EM 1566, e seus irmãos Aleixo, de 58(1564) e Mateus, O MAIS VELHO de 62, (1560) testificam igualmente no mesmo processo.

Comparecerão cinco anos depois ao processo apostólico de São Paulo. Nesse ano de 1627, Leonor provavelmente havia falecido, pois do contrário seria novamente citada.

Assistiu ela à primeira missa celebrada em São Vicente pelo Padre José de Anchieta em 1567. Com ele se confessou depois muitas vezes. “Todos o tinham por santo publicamente” [11].

A propósito do assalto levado a cabo por tamoios do Rio Paraíba a Bertioga, durante os reféns de Anchieta em Iperui, fato revelado pro este a Antônio Luís (ou melhor ao Padre Nóbrega diante de Antônio Luís), identifica ela uma das vítimas do assalto: uma filha de Pascoal Fernandes, condestável de um os fortes daquela barra.



“Tudo aquilo em que punha a mão levava a bom termo”.

A plena confiança, que nele depositava, se comprova através do depoimento de seus filhos. Mateus, o mais velho, foi durante 13 anos (de 1570 a 1583 provavelmente), um dos seus assíduos companheiros de jornadas: acompanhou-o como cem vezes [12]. Aleixo e Pedro (ou Pero) figuraram como atores na representação do auto intitulado Pregação Universal, na passagem do ano de 1576 para 1577, em São Vicente, quando durante três horas que durou o espetáculo sobresteve o temporal.Eram então seus alunos: “com ele me criei”, diz o primeiro [13].



Ambos se referem ao quarto de século de suas relações com Anchieta, de 1576 a 1594, quando pela última vez, como visitador, pisou Anchieta em São Paulo. Com outros rapazes (Matias de Oliveira, Ascenso Ribeiro, Pascoal Leite, João Soares e outros), também eles acompanharam suas viagens. Muitas delas entre São Vicente e São Paulo, com pouso forçado nas proximidades da Serra de Paranapiacaba.

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A mulher paulista, a pioneira, a mãe das Paulistas: Leonor Leme.

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AQUI SE PROVA QUE  LEONOR LEME é filha de ANTONIO LEME E LUZIA FERNANDES, e nascida em ÓBIDOS-PORTUGAL, por volta de 1540.



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Os livros paroquiais de Óbidos online para breve:



http://www.cm-obidos.pt/Manchete/detalhe.aspx?detail=1&id=233293407

Restaram muitos acentos de batizados de Óbidos e eu tenho como sonho de genealogista encontrar e postar aqui o acento de batismo de vovó LEONOR LEME.

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Vovó foi velhinha depor no Rio de Janeiro,  em favor da Beatificação do Padre José de Anchieta, junto com outras heroínas, como SUZANA DIAS, fundadora de Santana do Parnaíba, pertinho onde mora a querida neta de vovó Leonor Leme,  a Darinha  Leme…..



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Quando você for ao Pátio do Colégio em Sampa, ver o fêmur do PADRE ANCHIETA, dentro do museu da Igreja, lembre-se que vovó LEONOR LEME assistiu à primeira missa dele e se confessava com ele, ali mesmo, noPátio do Colégio.



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E seu filho, nosso amado avô ALEIXO LEME, participou, como ator, dos teatros do Padre Anchieta.



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COMO ERA DIFÍCIL PARA VOVÓ LEONOR LEME SUBIR A SERRA DO MAR, pelo CAMINHO DO PADRE ANCHIETA, de São Vicente a SÃO PAULO de PIRATININGA, diz padre FERNÃO CARDIM:



“”Todo o caminho é cheio de tijucos, o pior que nunca vi, e sempre íamos subindo e descendo serras altíssimas, e passando rios caudais de água frigidíssima…

e a seguir, em relação ao planalto:


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