0 1 c Bernardo Homem da Silveira – o tronco dos Bernardes da Silveira, antepassado materno do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho, de Uberaba-mg bernardes da Silveira



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0 1 c Bernardo Homem da Silveira – O Tronco dos Bernardes da Silveira, antepassado materno do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho, de Uberaba-MG

Bernardes da Silveira:

Bernardes quer dizer filho de Bernardo.



São os descendentes de Bernardo Homem da Silveira.

Todo Bernardes da Silveira descende de BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA.

leia mais sobre os Bernardes da Silveira aqui



  • Bernardo Homem da Silveira – Genealogia e inventário de bens de José de Andrade Braga e dos Bernardes da Silveira, antepassados maternos do Boiadeiro Antônio Carrilho de Castro Filho

  • Bernardo Homem da Silveira – Tronco dos Bernardes da Silveira – Família de José de Andrade Braga, de Minas Gerais – Brasil

  • BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA, tronco da Família Bernardes da Silveira de Minas Gerais – Brasil – Seu Testamento

BERNARDO HOMEM da Silveira           É PAI  DE   ANA VITORIA do Sacramento



ANA VITORIA          É MAE DE   MARIA JOAQUINA da Silveira

MARIA JOAQUINA                 É MAE DE   SIBILA

SIBILA                                      É MAE DE   MARIA BERNARDES da Silveira

MARIA BERNARDES              É  MAE DO  BOIADEIRO TOTONHO – ANTONIO CARRILHO DE CASTRO FILHO

BOIADEIRO TOTONHO           É PAI   DO  DÓRO, Cleonice, Dinorá, Cidalia, Agripina, Dalva e Levindo.

 



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Aqui é o nossa Raiz:

 

Morro do Ferro, Oliveira-MG onde BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA viveu e morreu:



Amamos Morro do Ferro:

Maior festa de São João do Brasil.



 

 



Sim,  O BOIADEIRO TOTONHO CARRILHO  casou-se com uma  BISNETA do CAPITAO DOMINGOS, de nome MARIA TEODORA DE CASTRO, que foi mãe do Dóro.



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AQUI VOCÊ VAI LER SOBRE A NOSSA MARAVILHOSA AVÓ:

   SIBILA BERNARDES DA SILVEIRA que com seu primo em 4º grau,JOSÉ MANOEL DA SILVEIRA teve MARIA BERNARDES DA SILVEIRA, mãe do boiadeiro ANTONIO CARRILHO DE  CASTRO.

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AQUI VOCÊ VAI LER SOBRE A NOBRE FAMILIA DOS BERNARDES DA SILVEIRA , pioneiros em UBERABA-MG.

O TRONCO desta honrada Família foi a figura veneranda do:



CAPITAO BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA.

Bernardo, um guardador de rebanhos na Ilha do Pico, é o tronco de todos os “Bernardes da Silveira” do Brasil.

BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA casou-se com MARIANA FRANCISCA DO BELÉM,  ambos são açorianos;

Batismo de Mariana Francisca do Belém:



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O FUNDAMENTAL DA NOSSA FAMILIA ESTÁ EM SÃO JOÃO DEL REY, NO ARQUIVO..  UM INVENTARIO E UM   Testamento em São João del Rey do padre João Bernardes da Silveira, FILHO DE BERNARDO HOMEM, ALI SE CONSEGUE NOMES DE SOBRINHOS PARA TODA ESTA CONFIRMAÇÃO.

TAMBEM ONLINE MAPAS DE POPULAÇÃO DE CANDEIAS E FORMIGA-MG…

e em Mariana-MG, processo de genere et moribus…. no arquivo da Curia.

e em Formiga-MG  no forum, divisão  de terras da fazenda do pai de maria joaquina, a fazenda Silva Porto, de Manuel da Silva Porto.

 

E DÚVIDA: e os mapas de população. Maria Joaquina dá a idade de 40 anos em 1827, teria nascido em 1887. batismo não encontrado.





http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_do_Pico

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lajes_do_Pico

http://pierre.inazores.com/pico.htm

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=%22bernardo+homem+da+silveira%22&meta=

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Este site tem muitos inventários e testamentos de nossa família:

http://www.documenta.ufsj.edu.br/modules/wfdownloads/viewcat.php?cid=9

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http://reocities.com/heartland/1074/bernardo.htm



http://www.familiasilveira.rg3.net/http://www.destinazores.com/pt/pico.php

Bernardo Homem da Silveira nasceu aos 20 de maio de 1725, no Logar da Cruz do Redondo, na Freguesia da Virgem Nossa Senhora da Piedade da Ponta, Vila das Lajes, Ilha do Pico, Arquipélago dos Açores, Portugal.



Era filho de João Gonçalves D´Areia e Maria da Esperança.

Eis o assento de seu batizado:

 “Bernardo filho de João Gls Areia e de sua mulher Maria da Esperança naturais e fregueses desta Paroquial Igreja da Virgem NS da Piedade da Ponta, termo da Vila das Lajens da Ilha do Pico e moradores na Cruz do Redondo, lugar desta freguesia, nasceu aos 20 dias do mês de maio da era de 1725 anos e foi batizado nesta Igreja de seus pais, aos 22 dias do dito mês e ano por mim Francisco Álvares da Borba, vigário desta Igreja. Foram padrinhos Pedro de Fraga e Bárbara da Conceição, filhos de Frco. de Fraga e Maria Álvares, naturais e fregueses desta sobredita paróquia, estiveram testemunhas presentes o soldado Antônio Vargas Machado e Soldado Caetano da Costa Leal e para constar fiz este termo que assinei die, mense et anno ut supra”.

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A vida de Bernardo, em sua pátria, com certeza não oferecia grandes possibilidades. Seus pais eram pacatos lavradores, proprietários de vinhas e algumas reses, conforme relatou Manoel Pereira da Rosa, seu conterrâneo, no processo de habilitação do padre João Bernardes da Silveira, em 1779:

“que conheceu na Ilha do Pico, sua pátria, a João Gls D`Areia e sua mulher Maria da Esperança ((pais do  Bernardo Homem)) por alcunha Maria Santa, avós maternos do habilitando João Bernardes da Silveira, pessoas que viviam de suas vinhas, lavradores que eram, na mesma freguesia donde ele testemunha era natural (…) conhece e conheceu na sua Pátria o dito Alferes Bernardo Homem da Silveira por serem vizinhos, em muitas vezes se encontravam no campo pastorando seus rebanhos” .

Sou um guardador de rebanhos.

O rebanho é os meus pensamentos

E os meus pensamentos são todos sensações.

Penso com os olhos e com os ouvidos

E com as mãos e os pés

E com o nariz e a boca.

Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la

E comer um fruto é saber-lhe o sentido.

Por isso quando num dia de calor

Me sinto triste de gozá-lo tanto.

E me deito ao comprido na erva,

E fecho os olhos quentes,

Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,

Sei a verdade e sou feliz.                         (FERNANDO PESSOA).

Assim, BERNARDO HOMEM DA SILVEIRA deve ter vindo muito jovem para o Brasil, embora não se tenha conseguido precisar com exatidão a época. Mas, sabe-se que, chegando a Minas, seguiu a trilha dos milhares de aventureiros que aportaram nessas paragens: a busca pelo ouro. Parece ter tido sucesso na atividade de garimpagem de ouro e como mercador, mas não persistiu nessas atividades.

Buscou rumos mais sólidos para sua vida: adquiriu uma fazenda em Morro do Ferro perto de Oliveira-MG, casou-se e obteve, sucessivamente, as patentes de alferes e capitão. Nesse sentido, são esclarecedores os depoimentos de algumas testemunhas no mesmo Processo de Habilitação de Gênere do Padre João Bernardes da Silveira:

“… conheceu o Alferes Bernardo Homem da Silveira nestas Minas, primeiramente vendendo ouro lavrado e depois com sua fazenda e daí passou-se, depois de casado, a lavrador, como se acha com fábrica nesta freguesia…” (Miguel Leal do Couto)

“conhece o Alferes Bernardo Homem da Silveira, sendo mercador, agora roceiro” (Amaro de Freitas Almada, natural da Vila do Porto, Ilha de Santa Maria).

O casamento de Bernardo Homem da Silveira ocorreu na Matriz de Prados aos 27 de novembro de 1752, quando tinha, então, 27 anos de idade:

Aos 22 dias do mês de novembro de 1752, Nesta Igreja Matriz de N.S. da Conceição dos Prados, de manhã, sendo feitas as denunciações na forma do Sagrado Concílio e constituições deste Bispado, nesta dita Igreja, em cuja freguesia os contraentes são moradores, em minha presença e das testemunhas abaixo assinadas, se casaram em forma eclesiástica solenemente por palavras de presente Bernardo Homem PIMENTEL(?) e Mariana Francisca de Belém, ele natural da Ilha do Pico e batizado na Freguesia de NS da Piedade, Bispado de Angra; ela da freguesia de NS da Assunção da Vila do Porto, Ilha de Santa Maria do dito bispado, logo lhe dei as bênçãos nupciais conforme os ritos da Santa Madre Igreja e para constar fiz este assento era ut supra – o vigário colado Manoel Martins de Carvalho”.

Curiosamente, o sobrenome de Bernardo, nesse assento, aparece como Pimentel. Terá sido um engano de vigário ao redigir o termo, ou teria Bernardo homenageado algum antepassado, como era costume àquela época?

Aliás, o sobrenome Silveira, como visto no assento de seu batizado, não era o de seu pai, João Gonçalves D`Areias, nem o de sua mãe, Maria da Esperança. Na verdade, o sobrenome Silveira lhe veio do avô materno, o Capitão Antônio (Homem) da Silveira, conforme assento de batismo de Maria da Esperança:

“Em os dezenove dias do mês de agosto de 1687, digo 1688, batizei a Maria, filha do Capitão Antônio Silveira e de sua mulher Cecília Pereira. Foram padrinhos Alferes Francisco Machado Fagundes, freguês da Matriz da Vila das Lajens, e Ana Monteira, filha de João Quaresma, freguês da Igreja de Santa Barbara das Ribeiras, e para constar fiz este termo, o vigário Mel. Cardoso Machado” A esposa de Bernardo, Mariana Francisca de Belém, era natural da Ilha de Santa Maria, nascida aos 20 de setembro de 1728:

Mariana Francisca, filha legítima de José Andrade e sua mulher Maria da Conceição, naturais desta Matriz de N.S.da Assunção e moradores na Ribeira de São Domingos, termo desta Vila, nasceu aos 29 dias do mês de setembro da era de 1728 anos, foi batizada nesta dita Matriz paroquial de seus pais por mim José de Andrade, cura desta Matriz, em os três dias do mês de outubro da dita era supra, foi padrinho Mel. Curvello de Magalhães, morador em Rosa Baixa e Mariana da Vitória, recolhida no recolhimento de NS da Conceição, e por ela assistiu seu pai Cristovam de Almada, morador nesta vila, todos naturais desta Matriz. Foram testemunhas Melchior de Saa e Cristovam de Almada, morador nesta vila, de que para constar fiz este termo que assinei era ut supra, cura José de Andrade”.

Mariana Francisca de Belém veio para o Brasil, igualmente muito jovem, com seus pais, José de Andrade Braga e Maria da Conceição. Estes eram aparentados entre si e o casamento deles foi realizado dia 23 de fevereiro de 1726 na Matriz de Nossa Senhora de Assunção, Ilha de Santa Maria, dispensados de 3o. e 4o. graus de consangüinidade. José de Andrade Braga era filho de Miguel de Andrade Braga e Ângela de Magalhães.

ACENTO DE CASAMENTO DE MELCHIOR PACHECO E ANA DE MAGALHÃES:



De acordo com depoimento de Paulino de Andrade, “procurador de causas” (advogado), de 64 anos de idade em 1762, no processo de habilitação do Padre João Bernardes da Silveira, eles eram descendentes de nobres famílias da Ilha de Santa Maria:

“disse que a dita Ângela de Magalhães, mãe do justificante, era filha legítima de Manoel Curvello de Magalhães e de sua Mulher dona Francisca de Parada, descendentes de nobres famílias desta Ilha (…) disse que a razão que tem para certificar o que tem jurado é por conhecer as ditas linhagens e por papéis que tem tirado por suas próprias mãos por traslados de habilitações que nestas ilhas se tem tirado no juízo”

O Dr. Djalma Garcia Campos, advogado e historiador/genealogista, fez um apanhado da vida de Bernardo Homem da Silveira, no seu livro

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